Minha amiga entrou no que faltava nela!

Hoje trago um relato que não é pessoal nem fantasia, é a história de uma amiga que vamos chamar de Vanina e o cara Sergio pra manter o anonimato dos dois. Tudo começa numa noite de quarta-feira, Vanina se reunia com o grupo de amigas do colégio, que faziam pelo menos uma vez por mês desde que terminaram; o marido dela, Federico, ficava no apartamento pra cuidar das crianças; pra ir direto ao que interessa, o rolê foi bem tranquilo, uma saída só de amigas, jantaram e tomaram uns drinks num bar da zona sul de Buenos Aires. Por volta das 4 e pouco da manhã, uma amiga a levou de carro e a deixou na porta do prédio. Vanina estava vestida com um vestido preto, que chegava bem embaixo das bandas da bunda, um vestido strapless, com as costas de fora. Vanina estava um pouco alterada, e quem abre a porta de entrada do prédio é Sergio, o segurança, um cara de aproximadamente 38 anos, magro, alto, loiro, olhos claros, sempre gentil e atencioso com todos os moradores do prédio, muito educado, (pessoalmente posso acrescentar que as vezes que fui no apê da Vanina ele sempre muito perfumado). SERGIO: "Boa noite, Vanina", ele diz ao abrir a porta VANINA: oi Sergio, como você tá? SERGIO: muito bem, aqui com um pouco de frio, a noite ficou feia, parece que vem chuva. VANINA: siiim ficou horrível hahaha, desculpa, tô um pouco alteradinha. SERGIO: hahaha tá perfeito, tem que aproveitar a vida enquanto dá. VANINA: posso esperar 5 minutos aqui porque tô meio tonta e se o Fede me vê assim ele me mata hahaha, já passa rapidinho. SERGIO: você é moradora, pode fazer o que quiser no prédio, praticamente é seu hahaha. VANINA: hahaha bom, vou sentar aqui e não te incomodo, te deixo trabalhar tranquilo. E sentou no sofá da recepção, que fica do lado da porta de entrada e de frente pra escrivaninha do posto de segurança. SERGIO: começou a chover forte, né mas. VANINA: ufa, ainda bem que as meninas me trouxeram. SERGIO: você saiu por aqui perto? VANINA: a gente foi jantar no Monte Grande, de boa. SERGIO: ah, muito bem. VANINA: você costuma sair? SERGIO: não, quase não saio mais, meus amigos quando têm folga eu tô aqui, então a gente não coincide muito, de vez em quando eu saio com minha mulher e só. VANINA: ah! Não sabia que você tinha mulher. Ela é ciumenta? E enquanto pergunto, Sergio, rápido e como bom mulherengo, noto que ao fazer essa pergunta ele deu um sorrisinho e mordeu os lábios quase como um ato falho, um simples reflexo. SERGIO: não é ciumenta com o que não fica sabendo kkkkk. O Fede tem cara de ser ciumento!! VANINA: kkkk sim, é ciumento, mas por sorte ele se controla muito bem, não enche o saco pelo menos kkkk. SERGIO: bom, beleza, de qualquer forma ele te deixa sair sozinha, então ele lida bem com isso. VANINA: sim, sim, sim, ele também sai com os amigos. Mas e a paciência da sua mulher pra você trabalhar de noite, não consigo imaginar se o Fede trabalhasse de noite. SERGIO: paciência minha, né, ela tá dormindo e eu sou o que fica a noite toda acordado kkkkk. VANINA: não, sim, óbvio, mas não era sobre isso, ela também deve querer que o marido durma em casa. Pelo menos eu não ia gostar, e ainda por cima você tá aqui há uns anos. SERGIO: sim, não vou mentir, a gente tem nossos altos e baixos, mas a gente vai levando, é o que me resta, não tem outra. VANINA: sim, óbvio, te entendo. Você tem cara de quem se comporta mal ainda kkkk. SERGIO: naaaada, que nada kkkkk. VANINA: bom, se eu conseguir me levantar eu vou embora porque se um proprietário me vê aqui vão falar qualquer coisa. SERGIO: de qualquer forma não acontece nada, olha o relógio e fala pra ela, até seis e meia não sai ninguém. VANINA: ah, você tem todos a gente bem fichada kkkk. SERGIO: kkkkk e a segurança sabe de tudo. Tá melhor? Se quiser eu te ajudo a chegar no elevador. VANINA: consigo, consigo. E meio que se tonteia e apoia uma mão na parede como se equilibrando. Sergio se levanta rápido e se aproxima. SERGIO: deixa eu te ajudar, vai ser pior se Você cai e eu tenho que te levantar, haha. VANINA: Tá bom, mas ninguém pode ficar sabendo, por favor, eu morro de vergonha. SERGIO: Morre aqui, relaxa. Ele se vira de lado e apoia a mão nas costas dela, e ela passa a mão pelas costas dele, eles caminham devagar até o elevador, e como ele estava no 9º andar, ela diz que vai subir pelas escadas. SERGIO: São quatro andares, você vai conseguir? VANINA: Não tem problema, relaxa que eu consigo. SERGIO: Deixa eu te ajudar então, se você cair vai se matar. VANINA: Você não vai ter problemas? SERGIO: Eu te disse que até depois das 6 ninguém sai nem desce, não tem problema. VANINA: Tá bom, mas antes de chegar você me deixa, por via das dúvidas. Eles entraram na área das escadas, e ele pede licença e espera o braço dela para segurá-la pela cintura. Não chegaram a subir meio andar e ela diz que ele estava com um perfume gostoso, ele responde que ela também, e automaticamente para, fica de frente pra ela e beija a boca dela, ela continuou o beijo por alguns segundos. VANINA: Ninguém pode ficar sabendo disso, por favor! SERGIO: Relaxa que vai ser nosso segredo. Ele continuou beijando ela, ela segurava o rosto dele enquanto se beijavam, ele com uma mão a segurava pela cintura e com a outra, bem sutilmente, começou a tocar a bunda dela por baixo do vestido, depois acariciava as costas dela enquanto com a outra mão não parava de tocar a bunda dela, pegou ela pela nuca e começou a beijar o pescoço dela, ela já mudou a respiração enquanto o abraçava com uma mão e com a outra agarrava o cabelo dele pela nuca. Ele, já com as duas mãos, apertou forte as bandas da bunda dela e beijava o pescoço dela e descia bem devagar até chegar aos peitos dela e com as duas mãos baixou o vestido dela, deixando as tetas de Vanina à mostra, apertava os dois peitos enquanto chupava eles, ela estava com os mamilos super eretos, mamilos grandes e bem duros. Ele continuou beijando ela enquanto acariciava as tetas dela, ela respirava mais forte, era muito evidente que estava super tesuda, ela já não pensava em nada além de dar pra ele ali mesmo e começou a acariciar o pau dele por cima da calça, ele tava super de pau duro, e enquanto chupava os peitos dela uma e outra vez com uma mão segurou e puxou a calcinha dela pro lado pra com a outra mão tocar devagar a buceta, os dedos dele eram bem macios, grossos e compridos, ele tinha as mãos bem grandes. De repente ele enfiou dois dedos na buceta, ela tava molhadíssima e dava pra ouvir como aqueles dedos entravam na buceta encharcada dela. Ela gemia baixinho, fazia força pra não gemer alto, ele enfiava os dedos na buceta e com a outra mão massageava os peitos dela. Depois de uns minutos ela desabotoa o cinto e a calça rápido, como se estivesse com pressa de pegar o pau dele, abaixa o cuecão e agarra o pau, aperta e bate uma punheta, molha a mão com a própria saliva e bate rápido. "Que pau gostoso", ela diz, apoia ele contra a parede, se agacha na frente dele, olha pra ele e pergunta de novo: tem certeza que ninguém desce nessa hora? Ele responde: relaxa que, além de tudo, ninguém usa a escada. Ela batia uma punheta e dele saíam gotas de prazer do pau, gotas que ela tirava com a língua, cuspia no pau e batia enquanto ela também se masturbava, enfiava os dedos e apertava os peitos, ele tava apoiado na parede curtindo o boquete que a Vanina tava dando nele, engolia tudo, massageava as bolas, continuava chupando, fazia sucção na cabeça do pau e continuava batendo uma e ela enfiava os dedos mais rápido até gozar em jatos, "uh amor, dá pra ver que você tava com vontade de gozar", ele diz, ela enquanto continuava batendo e chupando o pau diz: "tava com muita vontade de comer o seu pau", ela diz e ele a para, agarra com uma mão as duas mãos dela, vira ela contra a parede e dá três ou quatro palmadas na bunda, ela levanta um pé num degrau mais acima pra ficar bem aberta de pernas, ele aperta as nádegas e enfia os dedos na buceta, ela chupa os dedos e se agacha pra chupar a buceta e o cu dele, ele passava a língua pelo ânus dela várias e várias vezes e ela gemia como uma puta com ciúmes, ele para, molha o pau e penetra devagar na buceta, estava apertadinha e super molhada, ele a agarra pela cintura com as duas mãos e dá pirocadas fortes mas de forma lenta pra que ela sinta cada uma dessas pirocadas, depois de uns segundos ele tira e senta nas escadas e ela sobe nele de frente, começou a pular rápido e o abraçava, movia os quadris várias e várias vezes em cima do pau dele, estava bem fundo e o pau tava bem duro e aos poucos sentia como o pau ia inchando dentro dela, ele molhou um dedo e enfiou devagar no rabo dela enquanto ela se movia rápido, gemia e respirava forte "ah, ah, ah" suspirava "sim, eu amo, sim" continuava se movendo rápido e ele enfiava dois dedos no rabo dela, ela não parava de gemer e puxava os cabelos dele. "Vou gozar em você" ele diz, "onde você quer que eu goze?" Onde você quer gozar em mim, diz Vanina totalmente entregue. "Fica de quatro, vem" ele diz, ela se ajoelhou em um dos degraus, ele se colocou por trás, cuspiu no rabo dela, enfiou dois dedos de novo enquanto preparava o pau pra gozar e enfia devagar a cabecinha do pau no ânus, ela abre as bundas com as duas mãos, ele a comeu devagar até ter mais da metade do pau dentro do cu dela, agarrou pela cintura e a comeu devagar e depois de alguns minutos gozou dentro do rabo dela, sem tirar continuava comendo ela "toma filha da puta, te enchi de porra aaaaaah". "mmm que gostoso meu amor, te sinto como você bombeia porra" ele tira e ela enfia os dedos no rabo pra tirar um pouco da porra e se vira pra chupar mais um pouquinho o pau dele e tirar até a última gota de sêmen... olha nos olhos dele e diz que adorou e esperava que possa se repetir, ele responde quando você quiser e possa, enquanto ajeita a roupa e abotoa a calça. Ela coloca a calcinha fio-dental e ajeita o vestido e diz agora sim vou pegar o elevador por via das dúvidas, se beijam e descem de novo para pegar o elevador e ele voltar pro seu posto... Espero que tenham gostado do relato, é óbvio que alguns detalhes eu adicionei pra mais prazer, minha amiga me disse que foram pelo menos 10 minutos de sexo muito quente como fazia tempo que ela não tinha, se bem que o marido dela a fode mas como já estão juntos há vários anos e com filhos no meio, o sexo começa a ficar um pouco rotineiro mas agora ela encontrou no segurança o sexo que precisava pra se sentir viva e é assim que toda vez que sai, na volta, se ele estiver de plantão eles transam antes de subir pro apê dela, quando o Fede sai com os amigos, ela deixa os filhos dormindo ou jogando play pra ela dar uma rapidinha em lugares do prédio que ele sabe que não vai ninguém ou não tem câmera e de vez em quando se encontram em algum hotel enquanto o Fede trabalha ou quando os pivetes vão pra escola ele sobe pro apê dela, a qualquer momento eles sempre encontram um tempinho e um lugar pra transar, e estão meses assim, transando no mínimo três vezes por semana... Espero que gostem e leio os comentários de vocês ou no privado se quiserem. Beijos

3 comentários - Minha amiga entrou no que faltava nela!