Este é meu segundo relato, é de femboys, só aproveitem

Vou tentar fazer relatos diferentes a cada vez, embora provavelmente esta seja a parte 1 desta história. Isso começaria aos meus 18 anos, quando eu procurava vídeos para me masturbar, porque eu era quase viciado em masturbação, via muito pornô, até que um dia encontrei vídeos de femboys. Naquele dia fiquei encantado com aquele conteúdo, mas o que mais me chamou a atenção foi o quão lindos os femboys eram e o quanto eles gostavam de fazer sexo. Sem perceber, aos poucos eu estava mudando, cada vez gostava mais de femboys, via como enfiavam dedos no cu deles e como os penetravam, além de que notava certa semelhança comigo, porque eu era muito pequeno, media 1,53m e não tinha um pau maior que 7cm, além de que, escondido da minha mãe quando ela ia trabalhar, porque meu pai me abandonou quando eu tinha 2 anos, minha mãe começou a trabalhar faz tempo, fazendo com que, quando eu roubei a calcinha delaEste é meu segundo relato, é de femboys, só aproveitemVai ficar muito bem em mim e vai me excitar muito, além de que pude ver como minha mãe era uma verdadeira pervertida por ter muitas calcinhas de puta e uma quantidade incontável de consolos. Quando experimentei a fio-dental fiquei fascinado pelo quão macias e delicadas são. Depois de vários dias em que continuei me masturbando com vídeos de femboys de todo tipo, inclusive com diferentes calcinhas da minha mãe vestidas, acabei me vestindo como mulher.transexualAo me ver no espelho acabei tão excitado que bati uma me olhando no espelho, e quando terminei o chão ficou com um pouco do meu sêmen, tendo que limpar enquanto curtia a roupa da minha mãe. Depois disso passariam vários dias em que eu começaria a postar fotos do meu vestido de mulher, onde eu curtia como homens com paus enormes zombavam de mim, até que um dia um deles me tratava mais agressivo e com mais violência que os outros, provocando que eu me excitasse muitas vezes, inclusive na minha escola, onde muitas vezes eu fugia das aulas para os banheiros para tirar fotos do meu cuzão para que depois ele me mandasse vídeos se masturbando e gozando com uma foto do meu ânus aberto de fundo. Quando ele me mandava os vídeos, eu via escondido do professor como aquele cara de pau grande se gozava com fotos do meu cu. Depois disso passariam vários dias em que ele não falaria comigo e eu ficaria desesperado procurando o que ele me dava em outros, não sendo capaz de conseguir, até que no final ele voltaria a falar comigo. O pau grande: oi viado, quero relaxar, mas dessa vez quero uma videochamada. Eu: mas papi, eu não posso, tô na aula. O pau grande: não me interessa, ou você me dá o que eu quero ou você esquece de mim, porra. Eu: tá bom, papi, mas não vai embora (dizia isso com meu coração batendo a mil, porque não queria que ele fosse embora, já que talvez nunca encontraria outro que me fizesse gozar como ele). Depois disso pedi permissão para ir ao banheiro, onde abaixaria as calças rápido e fecharia o trinco, apoiaria meu celular na tampa fechada do vaso e o colocaria na minha frente, onde depois de poucos segundos a videochamada apareceria, atendendo com desespero, onde eu abriria meu cu com as mãos, mostrando diretamente meu ânus enquanto o pau grande se masturbava e eu só podia ver o pau enorme dele e ouvir como ele me insultava. O pau grande: isso, viado, abre bem esse cu (dizia enquanto se masturbava com o pau enorme) vou meter esse pedaço de pau e vou destruir esse cu de puta que você tem Eu:só conseguia ouvir como ele me insultava e até ria de como eu fugia das aulas pra escutar os insultos dele além de que eu ouvia como ele insultava meu pau minúsculo e meus tristes testículos fazendo com que em poucos segundos eu gozasse O pauzão:que patético viado você é se você goza com tão pouco imagina quando eu meter meu pau de 22cm Eu só conseguia ouvir as risadas dele enquanto eu mexia meu cu depois de vários minutos ele gozava e a gente cortava a videochamada porque tocou o sinal pra sair e eu estava com o coração a mil enquanto vestia toda a minha roupa só esperando e querendo mais depois daquela videochamada

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