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Compêndio III65: EI, ETHAN (IV)****Assunto: RE: RE: RE: Oi Ethan**** Quinta-feira, 27 DE AGO DE 2026 MEL 22:35 | GMT: 11:35
Oi, Ethan! Como você tá? Vou tentar ser breve hoje, já que aconteceram muitas coisas nessa parte do mundo. Primeiro, parabéns por terminar seu trabalho antes do previsto! Não sei o que te aconteceu (talvez aquelas longas horas de isolamento social finalmente tenham te afetado), mas os rumores no site são de que, assim que uma conexão de internet estável voltou para Leinster, uma força imparável tomou conta de você.
Disseram que você digitava freneticamente, como se estivesse tentando ganhar uma corrida contra o próprio relógio.Seja qual for essa motivação, Ethan, aproveita.
Enquanto isso, só tenha em mente que estou aqui, vigiando bem de perto tudo e todos os membros da sua família.
No entanto, devo te dizer que a Maddie (nossa voluptuosa, loira e gostosa chefe de Recursos Humanos) não está muito contente com você.
Tinha todo um cronograma planejado, esperando seu retorno na segunda-feira, e acabou que você conseguiu se adiantar ao relógio em três dias.Ela está chateada principalmente por causa das hospedagens pagas antecipadamente, mas fazer o quê, essas coisas costumam acontecer quando alguém está tão motivado quanto você ultimamente.
Mas é triste o que aconteceu com a ponte que conecta o local com a pista de pouso da empresa.
Ninguém esperava que uma enchente repentina a apagasse completamente de uma vez só; bastaram alguns minutos de chuva torrencial e toda a estrutura se rendeu à correnteza.
Segundo os últimos relatórios, vai levar pelo menos um ou dois dias pra restaurar isso. Basicamente, você tá numa ilha bem pequena e bem lamacenta no momento. Mas beleza, olha o lado positivo: mesmo sendo basicamente um náufrago numa ilha de lama, finalmente você tem sinal. Já que você tá efetivamente preso até os engenheiros consertarem essa ponte, é melhor você adotar o estilo de vida local. Pra quê passar as noites olhando pras paredes de madeira de uma cabana pré-fabricada? Vai pro vilarejo, toma uns tragos e vê se você consegue encontrar companhia local pra te manter quentinho. Sinceramente, Ethan, é hora de você viver a autêntica experiência mineradora: aquele tipo de diversão real e desinibida que rola quando você não tem nada pra fazer e nenhum lugar pra ir. Só não espera que os locais sintam um carinho especial por caras corporativos; você vai ter que cavar um pouco mais fundo pra encontrar onde rolam as festas de verdade. Enquanto isso, voltando pro seu front interno, hoje eu fui na sua casa. Encontrei a Kat sozinha.
Tinha tido aulas pela manhã, mas no momento em que ela abriu a porta, sinceramente foi um deleite para os olhos.Não me culpe, Ethan! É o seu ar-condicionado estúpido ligado no máximo a 30 ºC, fazendo sua casa parecer um verdadeiro destino tropical.
Entrei e senti o peso úmido do ar grudar instantaneamente na minha pele.
Me imagine ali, parado no hall com meu terno corporativo completo, sendo recebido por um anjo loiro-platinado de olhos verdes.
Ela usava uma minissaia jeans que mal cobria as coxas, combinada com uma camisa xadrez vermelha meio abotoada sobre um top de algodão branco.
Parecia uma versão de fantasia de uma peoa; sinceramente, ela daria trabalho pra Cassidy, nossa programadora chefe de TI, a texana.
Enquanto eu a seguia até a sala, não pude deixar de notar o jeito dela andar; ela mexia os quadris com um balanço rítmico e hipnótico que me lembrou uma cascavel deslizando entre o mato.
Sentamos naquele sofá de veludo extragrande, daqueles que te engolem por completo, e Kat se inclinou pra mim pra falar do Titan.
Ela mencionou que ele tinha ficado completamente letárgico: mal tocava na comida e passava a maior parte do tempo caído na cama.
Honestamente, Ethan, é um pouco previsível.
Depois do torneio intenso delutasque o cachorro e sua família tiveram ontem, me surpreende que ele consiga até ficar em pé.Se eu for sincero, Ethan, culpo a Clarissa.
Não sei por quê, mas sua esposa parece obcecada em brincar de forma brusca com seu cachorro.
Eles fazem isso o tempo todo e em todos os lugares.
Na sala. Na sua cama. No quintal.
Parece que sua esposa simplesmente nunca se cansa dele, e o pobre coitado dá tudo o que tem.
É um nível de resistência que faria um maratonista corar, mas Titan é um husky; ele foi feito pra aguentar longas distâncias, embora atualmente esteja pagando o preço pelo apetite insaciável de Clarissa porlutarEntão, finalmente, sua esposa levou o pobre cachorrinho ao veterinário pra dar uma olhada nele.Mas sua filha se sentiu especialmente sozinha hoje, Ethan.
Ela olhou pra mim com aqueles lindos olhos verdes, a voz dela quase um sussurro enquanto me perguntava timidamente se podia sentar no meu colo e me chamar depapi.
Sinceramente, fiquei surpreso, Ethan.Você tem que admitir que sua filha é tão impressionante quanto a mãe; é como uma loteria genética que continua dando prêmios.
Mas como pai que também sou, foi impossível dizer não.
Quando olhei pra ela, decidi ver além das curvas adultas, do peito exuberante e generoso, e do cabelo platinado de tirar o fôlego, focando em vez disso na garota vulnerável e inocente que me encarava de volta.
Eu disse sim, e a transformação na expressão dela foi instantânea.
Ela mordeu o lábio num movimento pequeno, brilhante e único de prazer antes de deslizar pelas minhas coxas.
O atrito da saia jeans contra as calças do meu terno foi um arrasto lento e delicioso até que finalmente descansou na base do meu quadril.
Ela não só sentou; se acomodou, rebolando a cintura com um menear rítmico e sutil pra se aninhar mais fundo no vão do meu colo, garantindo que cada curva ficasse colada em mim.
Foi então que Katherine começou a se abrir comigo, e sua voz adquiriu uma qualidade frágil e melódica enquanto confessava sua admiração por mim.Ela falou de como eu me tornei um pilar no lar, uma presença constante enquanto você estava fora desempenhando o papel de empregado diligente no meio do nada.
Ela me disse, com uma sinceridade que era quase de partir o coração, que eu parecia mais comprometido com o santuário da sua casa do que você jamais foi.
Segundo ela, Ethan, eu sou quem proporciona omelhorde tudo, garantindo que tanto ela quanto a mãe dela fiquem completamente satisfeitas de formas que um simples cheque não pode proporcionar.
Mas sabe de uma coisa?
Ouvir a voz dela (aquele ronronar suave e melódico) estava se tornando um exercício de pura força de vontade pra não deixar meu olhar vagar.
Enquanto ela falava da admiração que sentia por mim, senti uma tensão se acumulando, uma pressão pesada e insistente que fazia o ar entre a gente parecer denso e elétrico.
Era um peso físico, uma urgência que exigia mais do que uma simples conversa.
Não dava pra simplesmente ficar ali sentado sendo um ouvinte passivo enquanto ela se inclinava pra mim com um desejo tão sincero e cheio de carinho.
Então pedi pra ela se virar e olhar pra mim.
Ironicamente, sua filha acabou montando em cima de mim, como uma vaqueira; uma posição que pareceu quase instintiva, como se o corpo dela já soubesse exatamente aonde pertencia.
Quem diria que a transição seria tão natural?Mas enquanto ela se acomodava, pude ver o rubor subindo pelo pescoço e o ritmo frenético do coração batendo contra o peito.
Ela me olhou com uma mistura de desejo e hesitação, confessando com a voz trêmula que tinha medo de se abrir comigo porque a dor dela era simplesmentegrande demaispara lidar com isso sozinha. Mas eu a incentivei a confrontá-lo, Ethan. Estendi a mão e a puxei firmemente contra o meu peito, fechando a distância até que não sobrou ar entre nós. Kat soltou um suspiro suave e agudo, sua voz tremia enquanto sussurrava que erabem duro, mas não deixei que ela se afastasse.
Segurei firme pela cintura, com um aperto firme e reconfortante, deixando que ela sentisse a força de um homem que realmente sabe dar o apoio que ela tanto tem desejado.Falei que ela tem um coração muito grande, Ethan, e que eu realmente adoraria vê-lo.
Ela não hesitou; se abriu completamente pra mim, e por um momento, me senti genuinamente dominado pelo calor e pela intensidade do coração enorme dela.
Enquanto sussurrava para ela que deixasse ir toda a sua tristeza e tensão, ela começou a soluçar; não de tristeza, mas por uma liberação emocional pura e avassaladora.Ai, papai! Ai, papai!gritou, e as palavras romperam através de lágrimas reais que brilhavam nos olhos dela.
Beijei-a suavemente, um toque prolongado destinado a acalmar o tremor dos ombros dela, mas sabia que um arranjo superficial não seria suficiente para uma garota em tamanho estado de angústia.
Sussurrei no ouvido dela que a única maneira de resolver verdadeiramente um problema de tal magnitude erainvestigar mais a fundo dentro dela, pra encontrar o ponto crítico.
No momento em que essas palavras saíram dos meus lábios, Kat não apenas reagiu; ela se arrepiou.
Foi um arrepio no corpo todo, uma reação genuína que pareceu começar na base da espinha e irradiar para fora, como se minhas palavras tivessem chegado fisicamente ao núcleo dela e desbloqueado algo reprimido por muito tempo.
Quando sua filha finalmente se abriu para mim, Ethan, não foi apenas uma rendição física; foi um colapso emocional total.
Ela se agarrou a mim com um desespero que parecia quase primitivo, seus dedos cravando nos meus ombros enquanto alcançava um clímax satisfatório e emocional que a deixou tremendo nos meus braços.
Eu podia sentir todo o corpo dela pulsando: uma batida profunda e rítmica que ressoava no meu próprio peito, como se nossos dois corações tivessem decidido bater numa única e frenética sincronia emocional.Durante longos instantes, o mundo lá fora daquele sofá de veludo deixou de existir.
Quando Kat se sentiu melhor, ela segurou minha cabeça com as mãos, me olhando com aqueles olhos brilhantes e lacrimejantes, e deixou escapar um suspiro longo e trêmulo:Ahh, gostoso!Era o som de uma rendição total, Ethan.
Ela não parecia apenas satisfeita; parecia renascida, como se o peso do mundo tivesse sido tirado dos ombros dela por alguém que realmente sabia como preenchê-la.
Como as emoções que sentimos foram tão poderosas que deixaram nós dois abalados, Kat propôs que a gente assistisse a um filme pra relaxar.
Eu queria algo que nos distraísse, e acabamos escolhendo um título que chamou nossa atenção desde o início.
Agora, não era como aquele outro filme que a gente viu na outra noite com a sua esposa (o dos tons incestuosos e dos ménages caóticos), mas mesmo assim me pareceu notavelmenteobscenapro meu gosto.
Deixa eu te explicar a trama que esse curta-metragem reflete, Ethan.
Era centrado numa loira platinada impressionante, de peitos fartos, que fica sozinha com o padrasto (um cara corporativo, um homem de prestígio, muito parecido com você ou comigo).
A mãe tinha saído pra fazer umas compras, felizmente ignorante de que o próprio lar tinha virado o playground de uma aventura secreta e latente.
E bom... essa é a parte em que o filme passou de um drama simples pra algo verdadeiramente erótico.
No momento em que a porta da frente se fechou atrás da mãe, a tensão na tela explodiu.
A enteada e o padrasto não perderam nem um segundo; se jogaram um sobre o outro com um desespero que parecia quase familiar, desabando finalmente sobre um sofá grande de veludo que se parecia surpreendentemente com o que eu estava dividindo com a Kat naquele momento.
O cara era surpreendentemente dotado, Ethan (sinceramente, as proporções do ator pareciam notavelmente similares às minhas) e a cena se transformou numa exibição de apetite genuíno.
A garota não só o tocava; ela envolveu o membro firmemente entre os peitos, usando essas curvas amplas pra apertá-lo enquanto se inclinava pra lamber a ponta com uma fome lenta e caprichosa.
Claramente ela adorava ter o pau do cara na boca, Ethan. Aposto que ela até amava. Foi uma sequência de pura fricção, sem filtro, que fez tanto Kat quanto eu acompanharmos tudo em detalhes, e o ar do quarto de repente ficou ainda mais pesado que o calor de 30 graus. Depois disso, o casal começou uma sessão intensa de sexo na posição de quatro, completamente alheios ao risco de a mãe voltar mais cedo.
Não se incomodaram com a proteção, Ethan; a garota estava simplesmente obcecada em ser enrabada contra as almofadas do sofá, com as costas arqueadas e o cabelo platinado voando selvagemente a cada investida.Era uma cena interessante e ousada, na verdade.
Enquanto olhava o reflexo na tela, não pude deixar de pensar na sua filha na segunda-feira passada.
Lembra quando te disse que estava tendo dificuldades com aquela tarefa dela?
Bom, tomei a liberdade de ajudá-la avisualizar exaustivamenteo material. Dei uma aula bem prática e direta sobre como os garanhões cruzam com suas éguas, e deixa eu te falar que a Kat aprende muito rápido. Basicamente, sua filha adorou o “ilustrativaque foi minha metodologia detalhada de ensino.
E finalmente, Ethan, o filme atingiu seu clímax com a garota montada no homem, num estilo de vaqueira feroz e dominante.
O ator parecia completamente hipnotizado, com os olhos cravados nos peitos perfeitos e túrgidos da garota, os quais apertava com uma intensidade quase criminosa, como se tentasse moldá-la em sua própria pele.
Na verdade, eu dei uma gargalhada nessa parte, porque era o reflexo exato da técnica que a Kat usa toda vez quenós lutamosA forma como ela arqueia as costas e assume o controle é praticamente uma forma de arte; ela tem um instinto natural para posicionamento que daria inveja a qualquer diretor de fotografia. Quando a ação terminou naquele desdobramento cinematográfico de rebelião doméstica, Kat e eu decidimos que era hora de sacudir a preguiça da tarde. Nos refrescamos (um ritual rápido e compartilhado de água fresca e olhares prolongados) e, enquanto o silêncio da casa começava a ficar pesado demais pela antecipação do retorno de Clarissa, decidi tomar a frente. Já que sua esposa estava demorando no veterinário, me ofereci para cuidar do jantar. Talvez você não saiba, mas sou um verdadeiro chef na cozinha, Ethan. Sua esposa pode atestar meu enorme talento. Eu até preparo meus próprios rolos de sushi, Ethan! Imagine minha surpresa quando abri sua geladeira e encontrei um deserto: só uns temperos murchos e algumas verduras solitárias e secas. No entanto, sou um homem engenhoso, então consegui improvisar umas tortilhas de espinafre.
Kat simplesmente devorou tudo; me disse que nunca tinha comido uma comida caseira tão deliciosa quanto a minha. Fiquei orgulhoso.
Foi aí que a porta principal se abriu de repente e Clarissa voltou pra umidade da casa, parecendo uma mulher que tinha acabado de presenciar uma tragédia.
Ela vestia um conjunto profissional e elegante: sapatos de salto alto pretos, meia-calça transparente e uma saia preta que abraçava suas curvas, combinada com uma blusa sem ombros que deixava à mostra a extensão cremosa da sua pele.
Assim como Kat, Clarissa tinha optado por uma ousada ausência de calcinha.
Embora seus peitos fossem significativamente maiores e mais carnudos que os da filha, possuíam uma firmeza natural que desafiava a gravidade e não precisava de apoio nenhum, balançando com uma graça pesada e rítmica enquanto caminhava na nossa direção.
Enquanto se sentava à mesa e começava a devorar meu prato com uma fome animal e desesperada, a compostura de Clarissa continuou desmoronando.
Ele nos contou, depois de quase se asfixiar, que o veterinário tinha feito a pergunta mais estranha de todas: se Titan era umcachorro de criaçãoTanto a Kat quanto a mim ficamos desconcertados com a pergunta do veterinário, mas Clarissa não parou para dar explicações. Simplesmente continuou comendo, engolindo mais e mais com uma fome selvagem e desesperada, mal parando para respirar. Entre respirações frenéticas, a verdade saiu: o veterinário tinha encontrado os genitais do Titan severamente inflamados, sua contagem de espermatozoides despencando e todo o seu sistema levado à beira do colapso físico. Assim que terminou de engolir todo o conteúdo da bebida num único e profundo gole, me deixando quase sem fôlego, Clarissa se recostou, com o peito agitado sob aquela blusa sem ombros devido ao esforço.
Depois de limpar os lábios e lamber os restos, explicou que os resultados do exame de sangue do Titan reforçavam a opinião do veterinário.De fato, embora outros pacientes no hospital estivessem claramente no cio (criando uma sinfonia cheia de feromônios e caótica na sala de espera), Titan era um dos poucos machos que simplesmente não tinha interesse.
Era um espartano caído, Ethan.
O relatório do veterinário era clínico e frio, mas a realidade era muito mais impactante: seu cachorro tinha sido explorado até chegar a um estado de esgotamento sistêmico total.
Angustiada e caindo em lágrimas, Clarissa confessou que Titan tinha sido a única coisa que a manteve sã.
Ela soluçava contra o guardanapo, explicando que o cachorro a tinha ajudado apreencher o enorme vazio emocionalcriado pela sua ausência, Ethan.
Era uma confissão de partir o coração, sério: a imagem da sua esposa, destruída e carente, encontrando consolo no único companheiro leal que ainda restava naquela casa úmida.Ela parecia totalmente derrotada, a blusa sem ombros escorregando de leve enquanto tremia; o peso puro da solidão dela se manifestando como uma dor física que nenhum laudo veterinário conseguiria acalmar.
Então Kat sugeriu que sua esposa se sentasse no meu colo, mencionando o quanto de alívio profundo aquilo tinha proporcionado pra ela mais cedo naquela tarde.
Clarissa olhou pra mim, os olhos verdes dela buscando confirmação nos meus, perguntando num sussurro frágil se aquilo era mesmo verdade.Não hesitei; olhei nos olhos dela e disse que, sim, Kat tinha encontrado um verdadeiro consolo depois de se abrir completamente comigo.
Era um testemunho da minha capacidade de dar o apoio que a sua família precisa enquanto você fica aí brincando de minerador na lama.
Sua esposa, sempre uma alma obediente, não precisou de um segundo convite.
Seguindo a orientação suave de Kat, Clarissa saiu da mesa e veio pro meu colo, os movimentos dela fluidos e carregados de uma espécie de desejo desesperado.
Enquanto ela se acomodava sobre mim, o peso puro dela (aquela presença exuberante e recatada) pareceu ancorar a sala inteira.
Não me limitei a segurá-la; foquei naverdadeira causada sua angústia, aplicando a mesma metodologia diligente e profunda que tinha usado com Kat.
Foi uma sessão extenuante, Ethan, uma escavação lenta e metódica da solidão dela que a deixou sem fôlego.
Quando sua esposa finalmente se rendeu a essa exploração tão profunda e rítmica dos sentimentos dela, se abrindo completamente pra mim, a transformação foi excepcional.
Eu podia sentir o corpo da Clarissa tremendo nos meus braços, os músculos dela tensionando e relaxando enquanto era atingida por ondas e mais ondas de pulsos quentes e relaxantes de alegria.
Não foi só uma libertação física das preocupações dela, nem um clímax explosivo das emoções dela; foi como se o próprio ar do quarto tivesse passado de um peso úmido pra uma corrente elétrica e brilhante.
Ela se agarrou a mim com um desespero que beirava o espiritual, sua respiração entrecortada em uma série de pequenos gemidos melódicos que ecoavam no silêncio da casa, seus peitos palpitantes quase escapando da contenção precária. Quando finalmente desabou contra o meu peito, parecia completamente destruída, seus olhos nublados com um nível de satisfação que só vem de uma análise profunda e sincera doponto-chaveverdadeiramente exaustivo no aspecto emocional e físico.
No entanto, enquanto nos despíamos, notei que estava ficando tarde.
Ao pegar meu celular para ligar para minha esposa, notei seus olhares tristes: aqueles dois pares de olhos verdes, abertos e brilhantes, refletindo um medo genuíno da minha partida iminente.
Pareciam gatinhos órfãos vendo a única fonte de calor do quarto se preparar pra sair pela porta.No entanto, Marisol, sempre uma santa, é uma alma compreensiva e generosa diante das desgraças alheias. Marisol não só me deu sua bênção; praticamente me implorou pra ficar.
A voz dela tinha aquela qualidade brilhante e brincalhona ao telefone, um tipo de empolgação conspiradora que só anos de casamento nos permitem compartilhar.
Ele me disse que Sonia, nossa chefe de planejamento e uma das minhas amigas mais próximas e antigas, tinha organizado uma festa do pijama em massa para as crianças, e como a Sonia é praticamente uma irmã adotiva para meu cônjuge, a Marisol nem sonharia em perder isso. Ela até riu, sugerindo que talvez eu devesse procurar um jeito de montar minha própria festa, mesmo sabendo exatamente onde estavam meusconvidadas.
Então é por isso que tentei manter este relatório curto, Ethan.
Porque enquanto eu descanso no meio da sua cama, tanto sua esposa quanto sua filha estão esperando que eu finalmente apague a lâmpada e deixe meu celular em paz.
Quer dizer, eu te disse na segunda-feira que Kat e Clarissa deveriam dormir juntas pra se fazerem companhia; sabe, por causa daquele vínculo familiar e um pouco de apoio mútuo enquanto você estava fora.Mas a Kat, esperta como sempre, apontou que a forma mais eficaz de protegê-las não era simplesmente estar na casa, mas estar fisicamente integrado ao santuário delas.
Ela sugeriu que a única maneira de realmente garantir a segurança delas era eu dormir diretamente entre elas, criando uma espécie de escudo protetor humano.
A Clarissa não discutiu; na verdade, parecia se deliciar com a ideia desse arranjo estratégico, com os olhos brilhando numa mistura de gratidão e um tipo bem específico de expectativa.
O problema, no entanto, Ethan, é que a Clarissa foi diligente demais com a lavagem de roupa hoje.
Ela lavou tudo o que tem na casa, deixando as meninas sem absolutamente nada pra vestir, exceto a lingerie mais fina delas.
Além disso, por causa do calor absurdo do ar-condicionado e do fato de que elas não param de se grudar em mim pra sentirseguras, pressionando um dos meus braços entre os peitos macios, sedosos e exuberantes dela, praticamente estamos nos fundindo numa poça brilhante de suor. E no meu caso, Ethan, como eu não tinha planejado ficar pra dormir, estou reduzido a nada mais que meu cuecão. Por isso me vejo obrigado a me despedir agora, Ethan.
Sua esposa e sua filha estão me olhando bem ansiosas porque finalmentepodemos passar a noite juntos.
Se cuida, Ethan! E espero que você volte logo!Próximo post
3 comentários - 65: Ei, Ethan (IV)
¿Se pondrá violento?