Ela sentou sem se arrumar.
As tetas ainda de fora, brilhantes, cobertas daquele esperma grosso que escorria em fios brancos até a barriga. Ela me olhou de lado, com os lábios inchados, o rosto manchado e aquela expressão de vadia satisfeita que eu nunca tinha visto nela.
— E agora…?
Mal consegui abrir a boca.
— E agora… não sei…
— Agora me limpa, corno.
Ela pegou minha cabeça com as duas mãos e me empurrou contra as tetas dela.
O cheiro de porra alheia me acertou em cheio. Ela me obrigou a abrir a boca e eu comecei a chupar. A porra do Walter era grossa, salgada, grudenta. Grudava na minha língua, nos lábios, no queixo. Cada vez que eu passava a língua por um mamilo, ela soltava um gemido baixo e me apertava mais contra o peito.
— Isso… assim… adoro como você chupa minhas tetas, corno…
Quero repetir com o Walter. Quero que ele me encha de novo… e de novo…
Eu não conseguia falar. Só chupava. Olhava pra ela de baixo, via a cara de prazer puro, os olhos semicerrados, a boca entreaberta. Ela baixou uma das mãos e começou a se tocar por cima do jeans, esfregando forte. Depois abaixou o zíper, enfiou a mão e colocou dois dedos. O barulho molhado da buceta dela encheu o carro.
Consegui enfiar minha própria mão entre a roupa dela. Estava encharcada. Enfiei dois dedos também e senti como ela se fechava em volta. Com uma mão eu apertava uma teta e com a língua percorria o mamilo manchado, enquanto ela se tocava e eu a tocava ao mesmo tempo.
Ela olhou nos meus olhos, com a respiração entrecortada:
— Era isso que você queria, corno? Que eu fosse assim, tão vadia?
Naquele instante senti meu pau começar a disparar sozinho, sem ninguém tocar nele. Um jato quente molhou minha cueca, depois outro, e outro. Gozei inteiro, tremendo, com a cara ainda enterrada entre as tetas dela cheias de porra alheia.
Ela percebeu. Começou a gemer mais alto, mais sujo:
— Vou te deixar muito corno… muito corno… aaaai… siiim…
Ela gozou nos meus dedos, apertando minha mão entre as pernas, tremendo. Depois ela me olhou, me beijou com a boca ainda com gosto de porra do Walter e, quando desceu a mão pra me tocar, percebeu que estava tudo molhado.
Ela sorriu, quase com pena.
— Agora você me deixou na vontade…
A gente conversa quando chegar em casa.
A viagem de volta foi em silêncio total.
Ninguém disse uma palavra. As imagens giravam na minha cabeça a mil por hora: a boca dela aberta, o pau grosso do Walter, a porra caindo sobre as tetas dela, o jeito que ela esfregava a gozada do outro. Meu tesão não baixava. Continuava duro, manchado, humilhado… e quente como nunca.
Começaram a aparecer as dúvidas.
Em que momento ela tinha ficado tão puta, minha esposa?
Agia livre demais, com cumplicidade demais.
Era mesmo a primeira vez?
Tinha sido 100% sincera?
Não é que me incomodasse… mas se não fosse a primeira, eu gostaria de saber antes.
Entramos em casa ainda em silêncio.
Ela desapareceu por um segundo. Eu me joguei na cama vestido, fechei os olhos um instante com o pau ainda duro e manchado… e senti como ela abria meu zíper, baixava minha cueca e enfiava meu pau na boca num movimento só.
Levantei a cabeça.
Nossos olhares se cruzaram.
— Ainda tá quente, corno?
Gostou de me ver chupar outro pau assim?
— Sim… adorei — mal consegui dizer.
Ela afastou a boca um pouco e começou a brincar com a língua, lenta, me torturando. Não conseguia emitir palavra. Agarrou meu pau com força e começou a me masturbar enquanto me olhava nos olhos e falava:
— Vou dar pro Walter.
Sempre quis fazer isso.
Quero que ele me faça sentir bem puta… que me use… que me encha…
Ela puxou a pele pra baixo com força e perguntou:
— Vai me deixar dar pra ele?
— Sim…
Ela desceu a mão de novo, rápido e forte.
— Vai me deixar dar pra ele sozinha?
— Ufff…
Outra vez, mais forte.
— Vai me deixar dar pra ele sozinha, corno?
— Siiiiim…
Outra vez.
— Volto cheia de porra e você vai me limpar?
— Nããão… Essa vez ele fez cinco vezes seguidas, apertando minha base com força, quase me fazendo doer de prazer. — Volto cheia de porra… e você vai me limpar como fez com meus peitos? — Siiiiiiiiim… Começou a me masturbar com uma velocidade brutal. Eu estava no limite, tremendo, prestes a explodir de novo. Bem quando senti que não aguentava mais, ele parou de repente, me olhou com aquele sorriso de puta que agora eu conhecia muito bem… e me disse baixinho, quase num sussurro: — Então… da próxima vez que eu for com ele… você me espera na cama, pelado, com a boca aberta… pronto pra me limpar toda a porra que ele deixar dentro? corno
As tetas ainda de fora, brilhantes, cobertas daquele esperma grosso que escorria em fios brancos até a barriga. Ela me olhou de lado, com os lábios inchados, o rosto manchado e aquela expressão de vadia satisfeita que eu nunca tinha visto nela.
— E agora…?
Mal consegui abrir a boca.
— E agora… não sei…
— Agora me limpa, corno.
Ela pegou minha cabeça com as duas mãos e me empurrou contra as tetas dela.
O cheiro de porra alheia me acertou em cheio. Ela me obrigou a abrir a boca e eu comecei a chupar. A porra do Walter era grossa, salgada, grudenta. Grudava na minha língua, nos lábios, no queixo. Cada vez que eu passava a língua por um mamilo, ela soltava um gemido baixo e me apertava mais contra o peito.
— Isso… assim… adoro como você chupa minhas tetas, corno…
Quero repetir com o Walter. Quero que ele me encha de novo… e de novo…
Eu não conseguia falar. Só chupava. Olhava pra ela de baixo, via a cara de prazer puro, os olhos semicerrados, a boca entreaberta. Ela baixou uma das mãos e começou a se tocar por cima do jeans, esfregando forte. Depois abaixou o zíper, enfiou a mão e colocou dois dedos. O barulho molhado da buceta dela encheu o carro.
Consegui enfiar minha própria mão entre a roupa dela. Estava encharcada. Enfiei dois dedos também e senti como ela se fechava em volta. Com uma mão eu apertava uma teta e com a língua percorria o mamilo manchado, enquanto ela se tocava e eu a tocava ao mesmo tempo.
Ela olhou nos meus olhos, com a respiração entrecortada:
— Era isso que você queria, corno? Que eu fosse assim, tão vadia?
Naquele instante senti meu pau começar a disparar sozinho, sem ninguém tocar nele. Um jato quente molhou minha cueca, depois outro, e outro. Gozei inteiro, tremendo, com a cara ainda enterrada entre as tetas dela cheias de porra alheia.
Ela percebeu. Começou a gemer mais alto, mais sujo:
— Vou te deixar muito corno… muito corno… aaaai… siiim…
Ela gozou nos meus dedos, apertando minha mão entre as pernas, tremendo. Depois ela me olhou, me beijou com a boca ainda com gosto de porra do Walter e, quando desceu a mão pra me tocar, percebeu que estava tudo molhado.
Ela sorriu, quase com pena.
— Agora você me deixou na vontade…
A gente conversa quando chegar em casa.
A viagem de volta foi em silêncio total.
Ninguém disse uma palavra. As imagens giravam na minha cabeça a mil por hora: a boca dela aberta, o pau grosso do Walter, a porra caindo sobre as tetas dela, o jeito que ela esfregava a gozada do outro. Meu tesão não baixava. Continuava duro, manchado, humilhado… e quente como nunca.
Começaram a aparecer as dúvidas.
Em que momento ela tinha ficado tão puta, minha esposa?
Agia livre demais, com cumplicidade demais.
Era mesmo a primeira vez?
Tinha sido 100% sincera?
Não é que me incomodasse… mas se não fosse a primeira, eu gostaria de saber antes.
Entramos em casa ainda em silêncio.
Ela desapareceu por um segundo. Eu me joguei na cama vestido, fechei os olhos um instante com o pau ainda duro e manchado… e senti como ela abria meu zíper, baixava minha cueca e enfiava meu pau na boca num movimento só.
Levantei a cabeça.
Nossos olhares se cruzaram.
— Ainda tá quente, corno?
Gostou de me ver chupar outro pau assim?
— Sim… adorei — mal consegui dizer.
Ela afastou a boca um pouco e começou a brincar com a língua, lenta, me torturando. Não conseguia emitir palavra. Agarrou meu pau com força e começou a me masturbar enquanto me olhava nos olhos e falava:
— Vou dar pro Walter.
Sempre quis fazer isso.
Quero que ele me faça sentir bem puta… que me use… que me encha…
Ela puxou a pele pra baixo com força e perguntou:
— Vai me deixar dar pra ele?
— Sim…
Ela desceu a mão de novo, rápido e forte.
— Vai me deixar dar pra ele sozinha?
— Ufff…
Outra vez, mais forte.
— Vai me deixar dar pra ele sozinha, corno?
— Siiiiim…
Outra vez.
— Volto cheia de porra e você vai me limpar?
— Nããão… Essa vez ele fez cinco vezes seguidas, apertando minha base com força, quase me fazendo doer de prazer. — Volto cheia de porra… e você vai me limpar como fez com meus peitos? — Siiiiiiiiim… Começou a me masturbar com uma velocidade brutal. Eu estava no limite, tremendo, prestes a explodir de novo. Bem quando senti que não aguentava mais, ele parou de repente, me olhou com aquele sorriso de puta que agora eu conhecia muito bem… e me disse baixinho, quase num sussurro: — Então… da próxima vez que eu for com ele… você me espera na cama, pelado, com a boca aberta… pronto pra me limpar toda a porra que ele deixar dentro? corno
4 comentários - Primeira experiência como cuck – Parte 5