Primeira experiência como corno – Parte 5

Ela sentou sem se arrumar. As tetas ainda de fora, brilhantes, cobertas daquele gozo grosso que escorria em fios brancos até a barriga. Ela me olhou de lado, com os lábios inchados, o rosto manchado e aquela expressão de puta satisfeita que eu nunca tinha visto nela.

— E agora…?

Mal consegui abrir a boca.

— E agora… não sei…

— Agora me limpa, corno.

Ela agarrou minha cabeça com as duas mãos e me empurrou contra as tetas dela. O cheiro de porra alheia me atingiu em cheio. Ela me forçou a abrir a boca e comecei a chupar. O gozo do Walter era grosso, salgado, grudento. Colava na minha língua, nos lábios, no queixo. Cada vez que eu passava a língua por um mamilo, ela soltava um gemido baixo e me apertava mais contra o peito.

— Isso… assim… adoro como você chupa minhas tetas, corno… Quero repetir com o Walter. Quero que ele me encha de novo… e de novo…

Eu não conseguia falar. Só chupava. Olhava pra ela de baixo, via a cara de prazer puro, os olhos semicerrados, a boca entreaberta. Ela baixou uma das mãos e começou a se tocar por cima do jeans, esfregando forte. Depois abaixou o zíper, enfiou a mão e meteu dois dedos. O barulho molhado da buceta dela encheu o carro.

Consegui enfiar minha própria mão entre a roupa dela. Estava encharcada. Meti dois dedos também e senti como ela se fechava ao redor. Com uma mão eu apertava uma teta e com a língua percorria o mamilo manchado, enquanto ela se tocava e eu a tocava ao mesmo tempo.

Ela me olhou nos olhos, com a respiração entrecortada:

— Era isso que você queria, corno? Que eu fosse assim, puta?

Naquele instante senti meu pau começar a disparar sozinho, sem ninguém tocar. Um jato quente molhou minha cueca, depois outro, e outro. Gozei inteiro, tremendo, com o rosto ainda enterrado entre as tetas dela cheias de porra alheia.

Ela percebeu. Começou a gemer mais alto, mais sujo:

— Vou te deixar muito corno… muito corno… seeee… sííííí…

Ela gozou sobre meus dedos, apertando minha mão entre as pernas, tremendo. Depois ela me olhou, me beijou com a boca ainda com gosto de porra do Walter e, quando desceu a mão pra me tocar, percebeu que eu tava todo molhado. Ela sorriu, quase com pena. — Agora você me deixou na vontade…   Vamos conversar quando chegarmos em casa. A viagem de volta foi em silêncio total.   Ninguém disse uma única palavra. As imagens rodavam na minha cabeça a mil por hora: a boca dela aberta, o pau grosso do Walter, a porra caindo sobre os peitos dela, o jeito que ela esfregava a gozada do outro. Meu tesão não baixava. Continuava duro, sujo, humilhado… e quente como nunca. Começaram a aparecer as dúvidas.   Em que momento ela tinha ficado tão puta, minha esposa?   Ela agia com muita liberdade, com muita cumplicidade.   Será que era realmente a primeira vez?   Será que ela tinha sido 100% sincera?   Não é que me incomodasse… mas se não fosse a primeira vez, eu gostaria de ter sabido antes. Entramos em casa ainda em silêncio.   Ela desapareceu por um segundo. Eu me joguei na cama vestido, fechei os olhos por um instante com o pau ainda duro e sujo… e senti como ela abria meu zíper, abaixava minha cueca e enfiava meu pau na boca de um só movimento. Levantei a cabeça.   Nossos olhares se cruzaram. — Ainda tá com tesão, corno?   Gostou de me ver chupando outro pau assim? — Sim… adorei — mal consegui dizer. Ela tirou a boca um pouco e começou a brincar com a língua, devagar, me torturando. Não conseguia emitir palavra. Ela agarrou meu pau com força e começou a me punhetar enquanto me olhava nos olhos e falava: — Vou dar pro Walter.   Sempre quis fazer isso.   Quero que ele me faça sentir muito puta… que me use… que me encha… Ela puxou a pele pra baixo com força e me perguntou: — Você vai me deixar dar pra ele? — Sim… Ela baixou a mão de novo, rápido e forte. — Você vai me deixar dar pra ele sozinha? — Ufff… Outra vez, mais forte. — Você vai me deixar dar pra ele sozinha, corno? — Siiiiim… Outra vez. — Volto cheia de porra e você vai me limpar? — Nããão… Essa vez ele fez cinco vezes seguidas, apertando minha base com força, quase me fazendo doer de prazer. — Volto cheia de porra… e você vai me limpar como fez com meus peitos? — Siiiiiiiiim… Começou a me masturbar com uma velocidade brutal. Eu estava no limite, tremendo, prestes a explodir de novo. Bem quando senti que não aguentava mais, ele parou de repente, me olhou com aquele sorriso de puta que agora eu conhecia bem demais… e me disse baixinho, quase num sussurro: — Então… da próxima vez que eu for com ele… você me espera na cama, pelado, com a boca aberta… pronto pra me limpar toda a porra que ele deixar dentro de mim? cuck

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