

A mensagem chegou à tarde: «Desta vez eu levo a roupa. Se prepara.» Katia sentiu um arrepio. Imediatamente pensou: Vai ser algo meu. De novo. Quando chegou ao apartamento, Fabiano já a esperava com uma bolsa de tecido. Olhou para ela com um sorriso contido e entregou o conteúdo sem explicar nada. Dentro havia uma anágua branca, dessas formais que chegam logo acima do joelho, de tecido fino e meio rígido. Uma camisa branca de botões, a mesma que ela usava anos atrás quando trabalhava de secretária. E um frasco de perfume. O perfume dela. O que guardava na penteadeira da casa dela. — Veste tudo — disse ele com voz baixa —. E passa o perfume. Tudo. Katia entrou no banheiro com as mãos tremendo. Se despiu, vestiu a anágua e a camisa. Abotoou devagar. O cheiro do perfume, ao abri-lo, atingiu sua memória com uma força brutal. Passou um pouco no pescoço e nos pulsos. Quando se olhou no espelho, viu a mulher que era há quinze anos… e a mãe de Fabiano. Saiu do banheiro. Fabiano ficou parado. Olhou para ela de cima a baixo com uma intensidade que não tinha tido antes. Os olhos escureceram. Respirou fundo, como um animal que acabou de sentir sangue. Deu um passo em direção a ela, se aproximou até quase roçá-la e cheirou seu pescoço com avidez, os olhos fechados. — Você não sabe quantas vezes eu me masturbei na minha juventude quando via minha mãe sair para trabalhar com esse uniforme — sussurrou contra a orelha dela, a voz rouca de emoção contida —. Me excitava demais. Lembro que eu ficava espiando ela enquanto se trocava… ao mesmo tempo que me masturbava. Katia sentiu um nojo profundo, frio, que subiu do estômago até a garganta. Quis chorar. Quis empurrá-lo. Quis gritar que era ela, que era a mãe dele, que o que ele acabara de confessar era monstruoso. Mas não disse nada. Só ficou rígida enquanto ele continuava a cheirando. — Fica de quatro — ordenou de repente —. E vem andando até mim. Devagar. Ela obedeceu. Se ajoelhou no tapete e começou a avançar de quatro em direção a ele. Fabiano a observava da cama, já sem camisa, a respiração acelerada. —Diz —exigiu—. Diz: "Isso é o que você sempre quis, filho… fode tua mãe". Katia engoliu em seco. A voz saiu quase sem força, apagada: —Isso é o que você sempre quis, filho… fode tua mãe. Ele soltou um gemido gutural e a agarrou pelos quadris. A usou como uma puta. A embateu de quatro com força, sem a ternura do encontro anterior. Segurava a cintura dela com as duas mãos e empurrava até o fundo, grunhindo. Virou-a, colocou-a de frango assado e abriu as pernas dela bem abertas, fodendo-a fundo enquanto segurava os pulsos dela acima da cabeça. Sentou-a montada sobre ele e a fez quicar, segurando os peitos dela por cima da camisa. Colocou-a de lado, levantou uma perna dela e a penetrou com investidas rápidas e secas. Cada vez que ela gemia, ele dizia coisas: —Assim… assim se fode uma mãe… —Você gosta que seu filho te use? —Você é igual… igual a ela… Katia fechava os olhos e só sentia nojo, culpa e uma excitação traiçoeira que odiava. Quando ele se aproximou do orgasmo, obrigou-a a se ajoelhar, agarrou o cabelo dela e gozou na boca e no rosto dela. O esperma caiu quente sobre os lábios, a bochecha e o queixo. Ela engoliu em silêncio, o olhar baixo. —Se limpa —disse ele, ainda ofegante. Katia se levantou, foi ao banheiro e lavou o rosto com água fria. Quando saiu, pronta para pegar a roupa e ir embora, Fabiano a pegou pelo braço e a empurrou de novo para a cama. —Ainda não. Dessa vez não a fodeu como puta. A beijou. A beijou com uma paixão quase desesperada, abrindo a boca dela, mordendo o lábio inferior, descendo para o pescoço. Tirou a camisa dela devagar e lambeu os peitos por cima da camisa. Entrou nela de frango assado de novo, mas agora com movimentos longos, profundos, olhando nos olhos dela. Beijava a testa, as bochechas, a boca entre uma investida e outra. Sussurrava coisas suaves misturadas com obscenidades. Katia tentou desviar o rosto algumas vezes, mas ele a segurava com firmeza e continuava beijando-a. Quando gozou, o fez dentro dela, apertando-a contra o peito, tremendo. Ficou por cima um momento e depois se deitou ao lado, ainda dentro, e a abraçou pela cintura. Katia tinha os olhos cheios de lágrimas. Queria chorar. Aguentou-se. Ele a apertou mais contra o corpo e falou contra o cabelo dela, com voz calma, quase contente: —Já que não posso fuck minha mãe… vou continuar te fodendo em cada oportunidade que eu puder. As lágrimas escaparam então. Rolaram pela têmpora até o travesseiro. Fabiano não percebeu. Continuava abraçando-a, acariciando-lhe as costas. Depois de um tempo ela se levantou. Vestiu-se em silêncio. Ele a observava da cama, ainda nu. —Não vou poder te ver por uns dias —disse de repente—. Vou ficar na casa dos meus pais pelo aniversário do velho. Katia ficou paralisada. O tempo parou por um segundo. Ele ia dormir sob o mesmo teto que ela. No quarto ao lado. O filho que a desejava, o que estava fodendo ela sem saber, o que se masturbava sentindo o cheiro da roupa de secretária dela… ia estar na casa dela. Acenou com a cabeça, sem voz. Na porta parou um instante, como sempre. —Se quiser repetir… já sabe onde me encontrar. Saiu. Fechou a porta com cuidado. No elevador não houve lágrimas. Só um vazio frio. A frase dava voltas na cabeça dela uma e outra vez: Vou ficar na casa dos meus pais. Seu filho. O que queria fuck ela. O que já tinha fodido ela. Dormiria a poucos metros da cama dela.
0 comentários - Contrata uma puta e chega a mãe dela. Parte #5