Oi, trago esses relatos, em partes diferentes, gostaria de ir em ordem cronológica, desde a primeira vez que aconteceu... CONTEXTO Temos um relacionamento relativamente longo de anos, isso aconteceu alguns meses depois de nos conhecermos... nos conhecemos muito jovens, começamos um relacionamento como qualquer outro, encontros, cinema, passeios no parque, caminhadas, refeições, etc. Pela mesma idade em que estávamos, chegou a fase de sair para festas, dançar, beber, enfim, ambos éramos jovens e nos conhecendo, saímos juntos para uma festa 3 meses depois de nos conhecermos e, como todo jovem tarado, mencionei o assunto de transar, se podíamos fazer naquele dia, que eu estava com muita vontade e muito apaixonado, ela me respondeu que ainda era virgem (segundo o que me disse) e que tinha muito medo, que não sabia se estava pronta, e que nos divertíssemos e que acontecesse quando tivesse que acontecer (realmente acreditei pela forma como ela me disse)... e bom, como todo cavalheiro, obedeci e aconteceu aproximadamente 15 dias depois disso... e aconteceu, transamos, fomos a um motel e fizemos, mas algo não batia, para ser a primeira vez dela não sangrou, não doeu, não a senti desconfortável nem nada... achei estranho, mas pelo quanto estava apaixonado deixei passar, realmente a desejava, queria meter, sentir sua buceta, seu corpo, e queria algo sério com ela, no entanto sempre senti aquele pequeno espinho, aquele pequeno incômodo sobre por que não aconteceu tudo o "normal" quando uma garota é virgem... Passaram uns 4 a 5 meses e ainda tinha aquele espinho, queria saber por que ela estava assim, algo muito dentro de mim me fazia sentir que não era o primeiro, como se sempre soubesse, já estava cansado, queria ouvir dela, queria ouvir que a primeira vez dela não foi comigo, mas sabia que ela nunca admitiria, então fiz um plano simples mas eficaz... RELATO Levei ela para beber numa balada, sair para dançar, tudo normal, mas tinha que embebedá-la e assim foi, fiz ela beber como nunca, levei para minha casa e comprei mais álcool e continuamos Bebendo, a gente foi falando coisas dela, coisas minhas, sobre nosso relacionamento, tudo aos poucos, e surgiu o assunto. Perguntei se era verdade que ela era virgem e que eu tinha sido a primeira vez dela. Como eu suspeitava, ela negou. Disse que sim, que era virgem, que só tinha ficado comigo, que como eu podia pensar uma coisa dessas, simplesmente negou. Mas eu queria a verdade, tinha que arrancar tudo dela. Falei que não ia ficar bravo, que ia entender, que só queria saber a verdade porque era algo que sempre estava na minha cabeça, sempre me incomodava ou me machucava (só falava isso pra arrancar a verdade dela, já que pra mim dava um certo tesão). Ela pensou um pouco e começou a chorar e me contou... Disse que faz tempo, aos 3 meses de a gente se conhecer, uns dias depois de eu propor transar com ela, uma noite ela recebeu uma ligação. Era um conhecido antigo do ensino médio dela, era 3 anos mais velho, mas se conheciam por amigos em comum. Ele disse que estava um pouco bêbado e se ela podia passar pra buscar ele, que não tinha dinheiro pro táxi, que era perigoso voltar andando e só ela podia ajudar. Segundo minha mulher, ela aceitou porque tinha um certo carinho por ele. Quando chegou no bar onde ele disse que estava, viu que ele não estava bêbado e, segundo ela, ficou puta. Disse que não estava certo ele mentir pra ela e tal. Segundo minha mulher, ele pediu uma jarra de um drink de cor verde e pediu por favor pra ela acompanhar ele, que não sabia como chamar ela pra sair e que só teve essa ideia, dessa forma ela também aceitaria, que queria conversar com ela pra ela ajudar ele a ficar com outra garota... enfim, desculpas pra ela ficar. Como minha namorada na época era muito nova, ela ficou e me disse que no começo tudo normal, que ele falava de outra garota que ele gostava, puxava conversa do passado da escola e nisso acabou a primeira jarra. Segundo minha namorada, ela já estava se sentindo um pouco tonta, entre aquele limite de estar sóbria e tonta, e o cara pediu mais uma jarra. Quando estavam pela metade, segundo minha namorada, ela começou a perder a consciência, que começa a lembrar partes lembra só que o cara perguntou se minha namorada tinha estado com mais alguém, as perguntas começaram a ficar mais picantes, muitas que segundo minha mulher ela não lembra, e de um momento pro outro ela não lembra mais nada, só de estar num táxi e ele estava apertando os peitos dela, ela começou a chorar mais e me disse que era verdade que não queria continuar que não lembrava de mais nada, aí eu falei que ela podia me contar, me dizer tudo o que aconteceu, e ela me disse que quando acordou se assustou muito porque estava completamente nua, sentindo frio, só levantou e sentia muita dor e que a cama estava cheia de sangue, que isso a assustou ainda mais, que começou a procurar as coisas dela, que estavam espalhadas por todo lado, as botas de um lado, a calça do outro, o sutiã no banheiro, que doía muito a buceta dela ao sentar, ao tentar se agachar pra pegar a roupa, ela começou a chorar e nunca achou a calcinha que estava usando, segundo minha namorada entrou em choque, deu raiva, dor de não lembrar de nada e só sentir dor física, segundo minha namorada quando chegou em casa a avó dela disse que ela estava andando estranho, e isso a deixou ainda mais triste.... como eu sei que ela me disse a verdade? E que ela não estava só dizendo que foi assim pra expiar a culpa dela?? Porque tinha um documento legal (sabem do que eu tô falando) colocado por parte dela, já que ela contou pra prima dela e foram no médico que deu positivo, encontrando restos de esperma na buceta dela e por isso procedeu esse documento legal, eu não sabia o que fazer quando ela me contou, eu supunha que antes ela tinha um namoradinho e que ele tinha comido ela, meu plano era perguntar o que ela sentiu, como foi, mas nunca esperava essa resposta.... algo nasceu em mim desde aquele dia, doeu ouvir ela e pensar que era verdade, mas ao mesmo tempo me deu um tesão tremendo saber que era verdade que ela não era virgem, que tinha doído daquele jeito, que a cama estava cheia de sangue, que desde o táxi ele estava passando a mão nela e ela indefesa sem poder negar, sem poder fazer nada, minha cabeça ficou com um tesão que não nunca tinha sentido raiva, tristeza e muito tesão..... aconteceu de novo mais uma vez e também outras histórias mais... em muitos anos de relacionamento acontecem muitas coisas (fiquem à vontade pra comentar e perguntar o que quiserem) parte 2 no próximo post
2 comentários - O dia em que estupraram minha mulher (bêbada)