Oscar e a vadia do bairro

Espero que curtam essa história














Com a Laura descobri o prazer que se sente sendo corno, existem muitos tipos de cornos, acho que eu cheguei a ser o corno número um, o posto que muito poucos alcançam, só os verdadeiros perdedores podem aspirar a chegar, gozar se sentindo um fracassado não é pra qualquer um, isso eu jamais acreditei que pudesse me acontecer e tudo graças à minha amada Laura, uma mulher dominante que me conduziu ao fracasso até conseguir me fazer perder a pouca hombridade que apesar de tudo eu tinha, vamos começar pelo princípio, demorei demais pra conseguir uma namorada, meu relacionamento com a Laura aconteceu graças ao meu amigo José que já tinha se cansado de comer ela e me contava como era fácil comer ela


José olha pro Oscar, se você não pegar essa mina agora, nunca mais pega, no bairro já comeram ela toda


Tão puta que é


José, você vai ver, vem aqui em casa neste sábado, mas ó, me dá uma grana pra comprar o churrasco


claro que dei o dinheiro pra carne e o vinho e esperei ansioso a chegada do sábado, quando a vi percebi que era verdade o que o josé me dizia dela, a laura é uma gordinha que a única coisa boa que tem são seus grandes peitos, já quando ele me apresentou ela não saiu do meu lado, passei quase a noite toda conversando com ela e no máximo que cheguei foi beijá-la e no final da noite levei ela até a casa dela, onde combinei de me encontrar com ela pra o que tive que dar um dinheiro, cheguei em casa e fiquei pensando na pobre laura, todo mundo falava dela como se fosse uma vagabunda mas pra mim não era, sim era uma pobre moça que vivia as carências e sobrevivia como podia, nesse domingo a gente se deu muito bem e desde então nunca mais nos separamos, a tal ponto que quando ela se mudou pra minha casa a gente ainda não tinha tido relação sexual nenhuma, essa noite foi muito especial, ela me deu como coelho dá, não paramos de transar, até os primeiros meses a coisa continuou igual, claro que tive que atualizar todo o guarda-roupa dela, vê-la exibindo suas roupas novas me deixava feliz, essas camisetas decotadas, essas leggings que grudavam na bunda, essas saiazinhas curtas, tudo nela me deixava louco, pra mim tudo ficava lindamente gostosa, não me incomodava que outros homens olhassem pra ela com desejo mórbido nos olhos, pelo contrário, isso me encantava e nem se fala dos meus amigos quando alguma vez eu levava eles em casa, ver como a laura flertava com eles me deixava louco, mas mais louco ainda me deixava que meu velho e meus dois primos eram tão chegados a ela e principalmente nas férias, esses biquínis que ela usava com certeza faziam eles ficarem de pau duro, a gordinha sabia como se fazer desejar e eu adorava me exibir com ela, eu achava que era o macho dela e eles só me invejavam, nunca pensei que na verdade, só sou o grande corno e minha amada a grande puta da minha família e dos meus amigos, sozinho eu tinha entrado nesse jogo perverso, me acostumei a ter benefícios dos meus primos e do meu velho como algo natural, o que não era verdade, muito tarde entendi que esses benefícios eu obtinha graças a entregar minha namoradinha, pensando bem, incontáveis foram as vezes que comeram ela pelas minhas costas, claro, a Laura é uma gostosa que você quer comer sempre, ela sabe muito bem como provocar isso e mais, despertando o tesão na vítima dela, que ela espreme até deixar exausto enquanto eu aproveitava os benefícios, férias pagas no litoral, reuniões e churrascos em família, reformas na casa e até as facilidades de montar nosso próprio negócio, sem perceber, minha vida tinha melhorado muito, graças à Laura eu tinha até meu próprio carro, nossos fins de semana eram bem familiares, a única coisa que eu podia reclamar era o cansaço que eu carregava, trabalhava muito e isso fazia com que eu chegasse em casa exausto, com uma vontade enorme de descansar, o sexo com a Laura era mais que escasso, pelo menos nossas conversas eram só sobre o negócio e os planos para melhorá-lo, os domingos tinham virado uma fuga para nós dois, fuga familiar, digamos assim, ou eram visitas à casa dos meus primos ou à dos meus velhos, raramente saíamos sozinhos para algum lugar e, quando saíamos, era para comer fora de casa, onde, claro, a Laura era quem se destacava, nada disso mudou até que um dia me perguntei por que demorávamos tanto para nos firmar como casal e ter um filho, então descobri que a Laura se cuidava tomando umas pílulas para não engravidar, o clássico de qualquer vadia, só que eu não sabia e, quando descobri, encarei como algo normal, ela me fez entender as consequências que um filho nos traria, de certa forma ela tinha razão, era ter um filho e continuar crescendo com meu negócio, além disso, como eu podia engravidá-la se quase não transávamos, isso deixou de ser um problema para mim, já que no sexo eu quase nem pensava, rapidamente me acostumei a viver assim, com o único objetivo de manter meu negócio, sem perceber o que eu estava perdendo, já tinham passado três anos, o negócio estava muito estável e num domingo na casa dos meus velhos, minha mãe me pediu um neto, conversamos muito e percebi que ela tinha razão, já era hora disso, custou bastante convencer a Laura mas no final ela aceitou parar com as pílulas, vê-la com a barriga era agora minha ilusão embora eu devesse transar com ela, coisa que eu tinha esquecido como era, mas de repente tudo mudou, num sábado à noite, o único momento que eu tinha para ela, Laura começou a me lembrar como a gente transava bem quando éramos namorados, antes de eu ter o negócio, do quão ardente ela era na cama, essas coisas despertaram em mim o sexo que tinha adormecido por completo, transamos como dois coelhos, embora eu tenha tido muita dificuldade para fazer, foi então que me veio à cabeça começar a pensar nisso, naquele momento eu não dava importância ao tamanho do meu pau ou se ela realmente gozava na cama ao meu lado, custou bastante eu me dar conta de que na cama sou um grande fracasso, mas apesar disso em pouco tempo Laura ficou grávida, as reuniões familiares ficaram mais intensas, Laura e sua barriga desapareciam aos sábados e aos domingos eu a encontrava na casa dos meus velhos ou de algum dos meus primos e até a convidaram para passar umas férias na costa sem que eu pudesse acompanhá-la, meus chifres continuavam crescendo e eu não percebia, com os anos nosso filho foi crescendo e a verdade é que eu curtia muito, a primária, a secundária e até a faculdade, claro que também conhecia embora pouco os amigos dele, que Laura super conhecia e até os incentivava para estudar em casa quando eu não estava, coisa que claro não me incomodava como também não me incomodava que a admirassem tanto, incrivelmente Laura começou a se incomodar com essas reuniões embora não pudesse evitá-las, ela me pedia que eu intervisse, coisa que não fiz, pelo contrário, até me ocorreu homenageá-los fazendo um churrasco para todos eles e assim limar as asperezas que Laura tinha com todos eles, coisa que não deu Resultado, essa foi minha primeira suspeita de que algo estava acontecendo, ver como minha mulher tinha ficado depois daquele churrasco era quase revelador, algo que me induziu a repetir com a cumplicidade do nosso filho, mas dessa vez não foi em casa já que todos tinham se formado, foi num camping onde me ocorreu comemorar com eles o triunfo alcançado, depois disso confirmei minhas suspeitas, eu era o rei dos cornos sem saber, é claro, algo que despertou em mim a luxúria mais mórbida de saber tudo sobre cada traição que a Laura tinha cometido, poderiam achar que eu estaria com raiva, mas não era assim, estava muito excitado e só de pensar nisso me dava tesão, isso acabou aos poucos com meu machismo e até com minha hombridade, apesar de ser um vencedor, já que meu negócio era muito importante, no meu íntimo eu me sentia um derrotado, segundo meu filho minha mulher era uma puta irrecuperável e eu um corno muito otário, talvez por isso conseguiu trabalho e saiu de casa, completamente resignado me entreguei por completo ao fetiche de querer ver a Laura transando com outros caras, já dava como certo que qualquer um que tinha se aproximado dela tinha comido, desde meu velho e meus primos até o cara do gás ou o encanador que alguma vez tivesse vindo trabalhar em casa e nem falar dos frequentadores da academia onde ela ia e até talvez algum dos meus amigos, tudo me parecia possível, mas não me animava a perguntar, tinha minhas dúvidas sobre o que aconteceria se eu fizesse, a verdade é que estava muito confortável assim, com nosso relacionamento, não há melhor corno que o que não vê mas no meu caso eu não sabia se de verdade agora não queria ver o quanto puta é minha mulher, também é verdade que a Laura é uma gostosa deliciosa, eu a conheci assim, talvez isso de tamanho sim que importa e embora a minha seja normalzinha, ela precisava que a usassem o mais frequentemente possível, reconheço que nisso falhei, como homem não mas como macho sim e isso me excitava demais, a única coisa que me faltava era me transformar num viadinho, não conseguia parar de pensar em quão bem se sente um pau, deveria ser maravilhoso a ponto de arriscar tudo o que se tem por ele, isso é o que acontecia com laura, ela sabia que podia não só me perder mas também ficar na rua e tudo por sentir como um pau lhe dava prazer? Mas como podia dominar seu macho e não se tornar sua escrava? Talvez isso tenha dado resultado até que seu filho a fez sua escrava e digo seu filho já que agora tinha a certeza de que eu não tinha nada a ver com ele, me excitava que até aquele cara me tenha colocado chifres, seguramente eu merecia, merecia não só ser corno mas também algo mais que isso, um corno que merecia ser submetido, coisa que me conquistava demais, submetido e até humilhado, esse sentimento foi crescendo dentro de mim a tal ponto de desejar me tornar a mulher de alguns dos machos da laura, não só eu merecia como até eu mesmo tinha ido atrás, depois de vários meses me atrevi a trazer à tona, precisava de umas férias e o que melhor que o Brasil onde sobram os negões enormes, machos sinistros para os branquinhos beta como eu, estava convencido de que definitivamente seria um cara totalmente diferente que voltaria, dessa vez só queria entregá-la de bandeja e principalmente viver as consequências então fomos ao Brasil, laura estava num sonho embora não me dissesse, o sonho de estar na cama com um negro, esse é o sonho de toda puta e talvez também fosse meu sonho, aluguei uma casinha a metros da praia onde passávamos grande parte do dia, apesar da idade, laura se mantinha muito bem e claro que se esmerava em mostrar a todos o quão apetitosa estava com seu biquíni azul-celeste me tendo ao seu lado como um cachorrinho de colo, sempre tentando passar despercebido, já no primeiro dia senti como os lobos famintos estavam à espreita, os vendedores que se aproximavam só falavam com ela oferecendo bebidas e outras coisas, um deles me chamou a atenção já que foi o único que também me ofereceu que comprasse uns biscoitos a amiga, claro que não só comprei como também comecei a conversar com ele, ele me disse que se chamava Edmundo, apesar de não ter um físico grandioso por ser magrelo, me dava um tesão do caralho, um negão da favela que ganhava a vida vendendo biscoitos, ele me caiu tão bem que o convidei pra jantar, isso surpreendeu a Laura


Laura, amor, sério que você convidou o Edmundo pra jantar? Não acredito nisso, ele mora numa favela pelo que eu soube, é como se você convidasse um favelado pra jantar em casa


me pareceu um cara legal, você não gosta dele? Vi como você olhava pra ele, bebê


Laura, bom, no fim das contas ele é um negro, a gente nunca sabe o que pode acontecer com eles


Isso é pura conversa, bebê, eu não acredito nisso


Laura, eu tenho muita certeza que é verdade


Tá falando sério que você acha que o Edmundo pode ser como você imagina?


Laura, mesmo sendo magrinho, eu ainda imagino ele potente


Aposto o que você quiser que ele não me supera


Laura, tenho certeza absoluta que ela te supera, amor. É melhor nem tentar, porque você vai perder.


Olha, sério, você acha mesmo que eu vou perder? E se eu perder, e daí?


Laura, se você se perder, vai ser a mulher dele


E se quem ganhar for eu?


Laura, vou falar pra todo mundo que você ganhou de um negro e foi o melhor
Então a aposta tá feita


Eu sabia muito bem que não tinha chance de ganhar daquele negrinho, meu pau de 14 centímetros não era rival pra ninguém e muito menos pra um negro, por mais magro que fosse. Laura ficou de biquíni e assim recebeu Edmundo, que chegou no horário. A comida estava servida, o negro se dedicou a comer e beber do melhor, e quando terminamos de jantar começamos a conversar


Laura, você sabe da rivalidade entre você e meu marido


Edmundo, pra falar a verdade, não


Laura, é que a gente tem a ideia de que o homem negro é mais potente que o branco e melhor ferramenta


E apostamos que isso é um mito


Edmundo, eu tô convencido de que não é mito. O que vocês apostaram?


Laura, ele diz que é falso e eu digo que é verdade, se ele ganhar eu falo pro mundo que meu marido venceu um negro, agora se ele perder vai ter que se entregar e ser sua mulher


Edmundo, eu adoro esse jogo. E como a gente faz?


Fácil, nós dois deixamos ver nossas ferramentas e ela é quem decide


Edmundo, então ela é a juíza?


Sim, sim, claro, ela é a responsável por fazer nosso pau ficar duro, vai, vamos


Ao mesmo tempo que a gente se livrava dos nossos shorts, a Laura se livrava do biquíni dela, e obviamente teve um vencedor, eu realmente não conseguia acreditar que um magrelo como o Edmundo carregava um pedaço de rola daquele tamanho, à primeira vista é três vezes maior que a minha


Laura, amor, acho que você perdeu, então vem cá, como uma boa mulher você tem que chupar


Edmundo, mas você não vai se salvar


Laura, quem foi que disse que eu quero me salvar


Nós dois de joelhos na frente do pau negro começamos a chupar a rola, uma sensação divina, eu engolia inteira


Edmundo, como o cuck chupa bem, vou arrebentar o cu do branquinho e depois roubo a esposa dele


Laura, primeiro eu quero ser sua, depois acaba com o corno


Laura o levou para um canto e o levou para a cama, eu fui atrás deles, queria vê-los em ação, ela o colocou por cima dela e o negro a penetrou, não conseguia parar de me masturbar, o tesão comia minha cabeça ouvindo os gritos e os gemidos da minha mulher sendo fodida por um negro gostoso, meu sonho estava se realizando, o negro não parou de fodê-la até que a encheu e quando o fez ela me disse para limpar a pussy dela e quando eu fiz ela me disse


Laura, sim, cuck, engole toda a porra do macho que te venceu e prepara o cu porque ele vai te arrebentar, para de ser promíscua, você já vai comer


Me prepararam, naquele momento eu queria ser partido ao meio por aquele negão, e ele me partiu de verdade, o que aquele pau fez com meu cu foi muito sofrido, senti com cada dor cada centímetro daquele pau destruindo não só meu cu mas também minha masculinidade, estava feliz embora morresse de dor e quando ele começou a me cavalgar eu me sentia a mulher mais puta do mundo e gozava ainda mais ouvindo as coisas que minha mulher e o macho que me submetia diziam, meu corpo já não me respondia, minhas pernas tremiam ao mesmo tempo que sentia as fortes pirocadas que meu cu aguentava, ele me comeu muito mais do que comeu minha mulher ou pelo menos me pareceu e não parou até me encher de porra, tirou o pau e colocou na minha boca seu pau sujo que eu tive que limpar, depois, com desprezo me fizeram de lado e continuaram transando, era incrível o prazer que eu sentia vendo minha amada sendo comida tão forte ao mesmo tempo que a dor no cu tinha me invadido, me sentia uma puta e me comportava como se fosse, Edmundo e Laura me desprezavam e eu só aproveitava, ele a encheu de porra de novo e fui obrigado a limpá-la outra vez, assim chegou a manhã, Edmundo foi embora prometendo voltar, claro que antes de ir embora tive que pagar pelos serviços prestados, nesse dia não fomos à praia, eu custava a sentar e andava com as pernas abertas


Laura, sua safada, você acha que o Edmundo volta hoje à noite?


Tô certo que ela vai voltar, acho que assim ela ganha mais grana do que vendendo biscoito


Laura, olha que hoje à noite eu quero ele só pra mim, se você se comportar muito bem talvez eu deixe você chupar o pau dele, mas só uma vez


Isso é o melhor pra mim, minha bunda tá doendo muito, não acho que eu aguento ela me arrombar de novo


Para nossa surpresa, Edmundo veio com o irmão dele naquela noite, do começo ao fim tudo foi uma loucura, ver a Laura engolindo dois paus negros foi uma maravilha, transavam, comiam, bebiam e voltavam a transar de novo, a tal ponto que a Laura já não queria mais rola e pediu que dessem pra mim, essa foi a noite que mais engoli porra, meu cu já não aguentava mais esticar, assim passou a semana de férias no Brasil onde me transformaram numa bicha, ao chegar em casa pedi pra Laura me contar todas as vezes que me colocou chifre, isso ela fazia toda vez que me comia com um consolo parecido com o pau do Edmundo, que ela queria trazer pra morar com a gente

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