Avril trabalha como vadia barata. Reality Show. Noite 4.
Noite 4Vemos a Avril em um escritório falando. - Oi! Este é um aviso, vocês vão ver cenas de sexo pesado onde eu vou ser fodida por homens de todo tipo, pirocas grandes, homens feios, homens gordos, homens bonitos, se você é impressionável, não assista, espero que curtam como eu curto. – ela ri e a tela escurece. Na imagem aparece Avril falando para a câmera. -Bem-vindos a mais um episódio de: Avril trabalhando como uma puta barata. Estou pronta pra vocês, venham, vamos ver que clientes lindos, ou feios, me pegam essa noite. - depois ela se dirige à entrada do beco pra esperar pelos clientes. Avril está na entrada do beco, com sua saia de colegial, sem calcinha, sua camisa branca, sem sutiã, sua gravata preta e tênis. Esse é tipo o uniforme de puta dela. Seis homens se aproximam dela. Avril sorri abertamente ao ver os seis homens se aproximando. Lambe os lábios e se aproxima deles rebolando os quadris.
- Oi, garotos, procurando companhia esta noite? Sou Avril, a puta favorita de vocês. - diz com voz sedutora enquanto passa a mão pelo cabelo. Para na frente deles e abre levemente as pernas, mostrando que não usa nada debaixo da saia.
- Quem quer ser o primeiro a foder uma estrela do rock? - pergunta rindo e piscando para eles. Se vira e começa a caminhar em direção ao colchão sujo no fundo do beco, mexendo o traseiro de forma provocante.
- Venham, tenho um trato especial pra vocês seis. Cem dólares cada um por tudo que quiserem me fazer. Vaginal, oral, anal... não tem limite. -
- Que tal se a gente te der quinhentos e incluir dupla penetração, dupla vaginal, dupla anal e você engolir tudo no final? - oferece um deles enquanto começa a apalpar sua buceta depilada. Avril geme suavemente quando o homem começa a apalpar sua buceta depilada. Sorri e morde o lábio inferior.
- Mmm, isso soa delicioso. Quinhentos dólares e dupla penetração em todos os buracos... eu adoro. Trato feito. - Diz.
Vão pro fundo do beco, ela se vira e se inclina sobre o colchão, levantando a saia pra mostrar o traseiro nu. Se agarra nas bordas do colchão e olha por cima do ombro.
- Então, quem vai primeiro? Quem quer enfiar o pauzão no meu cu enquanto outro me fode a boca? - pergunta provocativamente. Começa a mexer o traseiro de um lado pro outro, tentando eles.
- Não fiquem aí parados, garotos. Venham e peguem o que quiserem dessa puta roqueira. - um dos homens se deita com o pau que parece um mastro, Avril monta nele enfiando o pau na pussy, outro Ele vem por trás e a penetra pelo cu. Os outros esperam. Avril grita de prazer quando os dois homens a penetram simultaneamente. Começa a se mover para cima e para baixo, montando no homem embaixo dela enquanto o outro a pega por trás.
- Ahhh, sim... eu adoro sentir duas rolas dentro de mim ao mesmo tempo. - geme ela, jogando a cabeça para trás. Ela se inclina para frente, apoiando-se no peito do homem que está embaixo enquanto o outro continua metendo por trás. Seus peitos balançam a cada movimento.
- Mais forte... me fodam mais forte. - ordena entre gemidos. Olha para a câmera e sorri maliciosamente.
- Vocês gostam de ver como esses homens me fodam? Como me usam como brinquedo sexual deles? - pergunta provocativamente.
- Todo mundo gosta de te ver com uma rola na buceta e outra no cu. - diz o homem que a fode pelo cu. Avril ri e morde o lábio inferior.
- Claro que gostam. Todos os homens ficam excitados vendo uma garota como eu sendo fodida por duas rolas ao mesmo tempo. - diz ela. Ela se inclina para trás, apoiando-se no peito do homem que a penetra por trás enquanto continua se movendo para cima e para baixo na outra rola.
- Quer ver como é? - pergunta olhando nos olhos dele.
- Quer sentir como minha buceta e meu cu apertam sua rola? - Começa a se mover mais rápido, gemendo e ofegando enquanto os dois homens a fodam sem piedade.
- Ahhh, sim... vocês vão me fazer gozar. - grita ela. Os homens a soltam, ela se vira, se ajoelha na frente dos outros dois homens e começa a chupar as rolas alternadamente. Pega uma entre os lábios e a suga com força enquanto masturba a outra com a mão.
- Mmmm... têm um gosto delicioso. - murmura entre lambidas e chupadas. Olha para cima, para as câmeras, enquanto continua trabalhando nas rolas com a boca e as mãos.
- Vocês gostam de ver como eu chupo essas rolas? Como eu faço elas ficarem ainda maiores? - pergunta com um sorriso. Pega as duas rolas na boca ao Ao mesmo tempo, lambendo e chupando a pele macia. Seus olhos brilham de excitação enquanto ela se esforça para pegar mais deles na garganta.
- Vou fazer com que se acabem na minha cara... quero sentir como me banham com o esperma quente. - diz antes de voltar a se concentrar no trabalho oral.
- Espera, sua puta, ainda falta pra isso. - ele diz, se deita, Avril monta nele, enfia o pau na buceta, o outro vem e a penetra pela buceta também. Avril geme quando sente dois paus penetrando sua buceta ao mesmo tempo. Começa a se mover pra cima e pra baixo, cavalgando os homens enquanto geme de prazer.
- Ahhh, sim... adoro sentir como me esticam. - grita ela. Se inclina pra frente, se apoiando no peito de um dos homens enquanto o outro continua metendo por baixo. Seu traseiro se contrai a cada investida.
- Mais forte... me fodem mais forte. - ordena entre gemidos. Olha pra câmera e sorri maliciosamente.
- Vocês gostam de ver como esses homens novos me fodam? Como me usam como brinquedo sexual deles? - pergunta provocativamente, minutos depois ela chupa os paus que estiveram juntos na sua buceta. Pouco depois Avril se ajoelha na frente dos últimos dois homens e começa a chupar os paus alternadamente, de novo. Pega um entre os lábios e chupa com força enquanto masturba o outro com a mão.
- Mmmm... vocês também têm um sabor delicioso. - murmura entre lambidas e chupadas. Olha pra cima, pras câmeras, enquanto continua trabalhando nos paus com a boca e as mãos.
- Vocês gostam de ver como eu chupo esses dois paus novos? Como faço eles crescerem ainda mais? - pergunta com um sorriso. Pega os dois paus na boca ao mesmo tempo, lambendo e chupando a pele macia. Os homens se ajeitam, Avril supõe que é a dupla anal, se senta sobre o que se deita e enfia o pau no cu, o outro vem e enfia no cu também. Avril grita quando sente dois paus penetrando seu cu ao mesmo tempo. - Ahhh, sim... eu adoro sentir como esticam meu cu. - grita ela. - Mais forte... me fodam mais forte. - ordena entre gemidos. Olha para a câmera e sorri maliciosamente. Os homens deram mais duas voltas, se revezam em duplas, fodendo Avril em duplos anais e vaginais de dois em dois. Ela resistiu como uma campeã. Finalmente, Avril se ajoelha esperando que os homens encham sua boca de esperma, com a boca aberta e a língua de fora, olha para cima, nos olhos deles, com um sorriso. - Vamos, caras... me deem tudo o que vocês têm - diz. - Quero sentir como me inundam a garganta. - os homens começam a se masturbar sobre ela, disparando jatos de esperma na sua boca aberta. Avril os recebe sem hesitar, engolindo tudo o que podem dar. - Mmmm... delicioso. - murmura entre lambidas. - Quem será o próximo a desfrutar dos serviços de Avril Lavigne, a puta roqueira? - pergunta em voz alta. - Não fiquem para trás, caras... tenho muito mais a oferecer. - começa a caminhar pelo beco, balançando os quadris de forma provocante enquanto busca sua próxima presa. Não se importa de ser vista assim em público; na verdade, a excita saber que alguém poderia estar olhando. - Quem quer um boquete rápido no banheiro do bar da esquina? - oferece a um grupo de homens que passam por ali. - Cem dólares e te faço sentir como nunca. - seis homens negros se aproximam dela. Avril sorri amplamente quando vê os seis homens negros se aproximarem. Lambe os lábios e se aproxima deles rebolando os quadris. A câmera escurece por um momento. Ao voltar, ela está na frente dos homens.
- Oi, meninos, procurando companhia esta noite? Sou Avril, a puta favorita de vocês. - diz com voz sedutora enquanto passa a mão pelo cabelo loiro. Ela para na frente deles e abre levemente as pernas, mostrando que não usa nada por baixo da saia.
- Quem quer ser o primeiro a comer uma estrela do rock? - pergunta rindo e piscando para eles. Ela se vira e começa a andar em direção ao beco escuro, mexendo o traseiro de forma provocante.
- Venham, tenho um trato especial para vocês seis. Cem dólares cada um por tudo o que quiserem me fazer. Vaginal, oral, anal... não tem limite. -
- Só temos trezentos. Que tal se você nos der boquetes e o seu cu! Talvez alguns duplos anais. - diz um deles. Avril para e se vira para eles, com um sorriso safado no rosto.
- Mmmm, isso soa interessante. Trezentos dólares por boquetes e duplo anal... gosto de como vocês pensam, trato feito. – responde ela e os leva para o fundo, se aproxima deles e começa a desabotoar a camisa, deixando à mostra seus peitos pequenos mas perfeitos.
- Então, quem quer ser o primeiro a provar minha boca quente e molhada? - pergunta enquanto tira a camisa completamente, joga a camisa de lado e se aproxima de um dos homens, se ajoelhando na frente dele e começando a desabotoar a calça.
- E depois quero sentir como dois de vocês me comem o cu ao mesmo tempo. - murmura antes de tirar o pau e começar a chupar.
Avril está rodeada das seis rolas, chupa e punheta, deixando-as duras, Avril está maravilhada com o tamanho que são, olha para cima, para as câmeras, enquanto continua trabalhando nas rolas com a boca e as mãos. Seus olhos brilham de excitação enquanto se esforça chupando, tentando enfiá-las até a garganta.
- Mmmm... têm um sabor delicioso. - murmura entre lambidas e chupadas.
- Vocês gostam de ver como eu chupo essas rolas gigantes? - pega duas rolas na boca ao mesmo tempo, lambendo e chupando a pele macia. Suas mãos trabalham nas outras quatro picas, masturbando-as com força. Um deles a joga contra o colchão e começa a foder ela pelo cu, enquanto os outros olham esperando. Avril grita quando o homem a penetra pelo cu, arqueando suas costas e empurrando seu traseiro contra ele.
- Ahhh, sim... eu amo sentir como me fodem pelo cu. - grita ela. Ela se vira para olhar os outros homens que esperam sua vez, com um sorriso no rosto.
- Venham, caras... quero sentir duas picas dentro de mim ao mesmo tempo. – diz. Ela se inclina para frente, apoiando-se nas mãos e joelhos enquanto o homem continua investindo por trás. Seu traseiro se contrai a cada empurrão.
- Não seja ansiosa, vadia, primeiro queremos foder esse cu lindo de um por vez. - disse o segundo, o primeiro se retirou e ele já a fodendo pelo cu. Os outros esperavam sua vez. Avril geme quando o segundo homem a penetra pelo cu, movendo-se lentamente no começo, mas aumentando a velocidade e força de suas investidas.
- Ahhh, sim... eu amo como me fodem. - grita ela. Ela olha para os outros homens que esperam sua vez, com um sorriso no rosto. Ela morde o lábio inferior enquanto o segundo homem a pega com força por trás.
- Não fiquem aí parados, caras... quero sentir todas as suas picas dentro de mim. - diz. Ela se inclina para frente ainda mais, apoiando o peito no colchão enquanto o homem continua investindo sem piedade. O segundo vai e vem o terceiro.
Avril grita quando o terceiro homem a penetra pelo cu, arqueando suas costas e jogando a cabeça para trás.
- Ahhh, sim... eu amo sentir como me esticam. - grita ela.
- Quem quer ser o quarto a me foder pelo cu? - ela se vira para olhar o quarto homem, com um sorriso no rosto. Ela mordisca o lábio inferior enquanto o terceiro homem continua investindo por trás. O terceiro vai e vem o quarto. Ela se inclina para frente ainda mais, apoiando o peito no colchão enquanto o homem continua pegando forte na bunda dela. Sai o quarto e vem o quinto, Avril brinca com a câmera.
- Vocês gostam de ver como esses homens me comem? - pergunta entre gemidos.
- Como eles me usam como seu brinquedo sexual? – ela se vira para olhar o sexto e último homem, com um sorriso provocante no rosto. Avril grita de prazer quando o sexto homem a penetra pelo cu, seu corpo inteiro tremendo enquanto ela alcança o orgasmo.
- Ahhh, sim... Gozo. - grita ela, se vira para olhar as câmeras, com um sorriso satisfeito no rosto. Sua buceta continua pingando depois do orgasmo intenso.
Os homens se agrupam de dois em dois.
- Hora de dupla anal slut. - Avril sorri abertamente quando vê os homens se agruparem de dois em dois. Ela fica de quatro no colchão, apresentando sua bunda para eles.
- Mmmm, dupla anal... isso soa delicioso. - diz ela.
- Quem quer ser o primeiro a me comer pelo cu junto com outro? -
Ela se vira para olhar as câmeras, com um sorriso no rosto. Espera impaciente que os dois primeiros homens se aproximem e a penetrem simultaneamente pelo cu. Avril esquece seu orgasmo para sentir seu cu se expandir, com um pouco de dor, mas um prazer extremo. Grita quando sente as duas picas penetrando seu cu ao mesmo tempo, expandindo-o além.
- Ahhh, sim... adoro sentir como eles me esticam. - grita ela. Ela se move para frente e para trás, se fodendo nas duas picas que a penetram. Seus olhos estão fechados de prazer e seu rosto está corado. Continua se movendo sem descanso, aproveitando cada segundo da dupla penetração anal.
Dois se vão outros dois entram, picas negras e enormes. Avril abre os olhos arregalados quando vê as enormes picas negras se aproximando dela. Sua bunda ainda lateja pela dupla penetração anterior, mas ela está ansiosa para sentir mais.
- Mmmm, picas gigantes... isso é exatamente o que eu preciso. – diz ela. Se vira de novo para olhar as câmeras, com um sorriso.
Vão embora outras duas e as últimas não cabem no seu cuzinho. Avril grita quando sente as últimas duas picas penetrando seu cuzinho ao mesmo tempo, esticando-a mais.
- Ahhh, sim... adoro sentir como me partem ao meio. - grita ela. Seu rosto está coberto de suor e seus olhos estão vidrados de prazer. Continua se movendo sem descanso, aproveitando cada segundo da dupla penetração anal.
Finalmente, Avril está deitada no sofá com as pernas abertas.
- Mudança de planos, vadia, a gente vai te comer a buceta e gozar dentro, o mais fundo que a gente puder. - disse um deles enquanto começava a foder a buceta dela. Avril geme quando sente um pau penetrando sua buceta, se movendo rapidamente dentro e fora dela. Os outros homens se aproximam, se masturbando enquanto observam.
- Ahhh, sim... adoro sentir como fodem minha buceta. - grita ela, arqueando as costas enquanto o homem continua investindo sem piedade. Seu rosto está coberto de suor e seus olhos estão fechados de prazer. Os seis homens passaram, gozaram tão fundo na buceta dela que nada saiu, ficou tudo dentro de Avril, ela ficou tomando um respiro, deitada no colchão enquanto os homens vão embora, deixando-a.
Avril jaz no colchão, ofegante e tentando recuperar o fôlego depois da maratônica sessão de sexo. Seu corpo está coberto de suor e sua buceta pulsa pela quantidade de vezes que foi fodida, se sente meio inchada de tanto esperma dentro dela.
- Mmmm... isso foi incrível. - murmura para si mesma. Senta-se lentamente, olhando ao redor enquanto os homens vão embora. Se sente satisfeita e exausta ao mesmo tempo.
- Acho que é hora de me limpar e procurar mais clientes. - diz com um sorriso safado.
- Afinal, sou Avril Lavigne, a vadia roqueira, e sempre tem mais picas para chupar e mais para foder. - Novamente Avril está apoiada na parede, desta vez uma minivan estaciona, um homem pede que ela se aproxime. Avril se aproxima do homem que a chama da minivan, rebolando os quadris. Quando chega ao lado dele, se inclina para falar com ele pela janela aberta.
- Procurando companhia esta noite, gostoso? - pergunta com um sorriso sedutor.
- Sou Avril, e posso realizar todas as suas fantasias sexuais. - o homem mostra quinhentos dólares e Avril sorri ainda mais amplamente.
- Mmmm, gosto de como você pensa. - diz ela.
- O que você tem em mente? Quer um boquete rápido ou prefere foder uma estrela do rock na parte de trás da sua minivan?
- Se pegar o dinheiro, você vai ser estuprada por... bom, se quiser saber, pega o dinheiro, vadia. - diz o homem de forma ameaçadora. Avril hesita por um momento, olhando o dinheiro na mão do homem e depois para o rosto ameaçador dele. Finalmente, pega o dinheiro com um sorriso forçado.
- Claro, querido... o que você quiser. - diz ela, tentando manter a calma.
- O que eu tenho que fazer? - o homem abre a porta da minivan e a convida a subir. Avril entra cautelosamente, sentando no banco de trás. O homem fecha a porta e se senta ao lado dela, trancando com a chave.
- Agora, vadia... você vai ser estuprada por mim e meus amigos. - diz com um sorriso sádico.
- Não tente escapar. - Avril sente um nó no estômago ao ouvir essas palavras, mas tenta manter a compostura. O homem a leva até um descampado, um deles agarra Avril e a leva até um galpão, ela olha para a câmera meio assustada, mas ainda assim brinca.
- Era de se esperar, aproveitem enquanto me estupram. - diz ela.
Avril ri nervosamente enquanto o homem a arrasta para o fundo de uma cama. Seus olhos estão um pouco assustados, mas ela tenta manter sua atitude desafiadora.
- Bom, acho que hoje vou ter que trabalhar um pouco mais duro. - diz com um sorriso forçado.
- Tantos homens... isso vai ser interessante. - a empurram contra a cama e Eles começam a cercá-la, olhando-a de cima a baixo como se fosse um pedaço de carne. Avril tenta se manter ereta, embora suas pernas tremam levemente. - Não fiquem aí parados, caras... se vão me estuprar, pelo menos façam alguma coisa a respeito. - diz ela, tentando soar mais confiante do que se sente. Um dos homens se aproxima e começa a desabotoar as calças, outro a segura, enquanto outro começa a pegá-la pelo cu, Avril parece meio amedrontada, os insulta, mas não oferece resistência, grita quando sente o pau penetrando seu cu sem aviso prévio. O homem que a segura a mantém imóvel. - Me solta, filhos da puta! - grita ela, tentando levemente se livrar do agarre. - Quem caralho deu permissão pra vocês pegarem meu cu? - apesar de suas palavras desafiadoras, Avril não oferece muita resistência. Sabe que está em desvantagem e que não tem escapatória. Seus olhos estão cheios de lágrimas, mas tenta contê-las. - Vou fazer com que vocês sejam presos por isso. - ameaça entre dentes. Já a pegaram umas três vezes, Avril vê a câmera e sorri, não se sabe se está atuando ou é real, não oferece resistência, mas insulta os homens e zomba do tamanho dos paus deles. - Isso é o melhor que vocês podem fazer, imbecis? - os insulta, tentando manter sua atitude desafiadora apesar das circunstâncias. - Seus paus são tão pequenos que nem sinto. - Embora suas palavras sejam arrogantes, - Isso é tudo que você tem, anão? - diz ela a um deles depois que ele a penetra. - Meu dedo mindinho é maior que seu pau. - suas palavras são arrogantes, Avril está claramente exausta e dolorida. Seu corpo está coberto de suor, e seu traseiro está vermelho e inchado pelas repetidas penetrações. Passam seis, sete, oito, todos pegam seu cu, ela insulta e brinca com os paus deles, mas se deixa pegar. Passaram os doze pelo seu cu, agora começam a pegar sua buceta. Avril grita quando sente o primeiro pau penetrando sua buceta. Seu corpo está completamente exausta e dolorida, mas os homens não têm intenção de parar.
- Não! Minha buceta também, filhos da puta! - protesta fracamente.
- Já me foderam o suficiente pelo cu. - Apesar de suas palavras, seu corpo está fraco demais para lutar. Os homens continuam se revezando para estuprá-la na buceta, ignorando seus pedidos.
- Por favor... parem. - diz com a voz embargada, as lágrimas finalmente começando a cair pelo seu rosto.
- Não aguento mais. - sua voz vai ficando cada vez mais fraca à medida que os homens continuam usando seu corpo sem piedade. Avril olha para a câmera, ri fracamente e zomba dos homens, eles começaram a gozar na sua buceta. Apesar da atitude desafiadora, seus olhos estão cheios de lágrimas e seu corpo treme levemente.
- É isso que vocês sabem fazer de melhor, imbecis? - provoca, tentando manter a voz firme.
- Gozar dentro de mim como se fosse uma porra de camisinha. - embora suas palavras sejam arrogantes, Avril está claramente exausta. Seu corpo está coberto de suor, e sua buceta escorre porra dos homens.
Avril fica ajoelhada, alguns se aproximam e enfiam o pau na boca dela e gozam, ela cospe e os insulta.
- Me soltem, filhos da puta! - grita, tentando se afastar. Mas os homens a seguram firmemente enquanto continuam gozando na sua boca e garganta. Quando finalmente a soltam, Avril cospe o sêmen com repulsa e começa a insultá-los.
- Filhos da puta! Odeio todos vocês! - grita com a voz trêmula.
- Como se atrevem a me tratar assim? - os homens vão embora, ela fica sentada na cama suando, com sêmen no rosto e na buceta, olhando para a câmera. Um deles a agarra, a van se aproxima, a colocam numa sacola grande, fecham e a põem na van, levam de volta ao beco, tiram da sacola e a deixam ali. Avril mal consegue andar, vai até o colchão e desaba ali.
- Pelo menos deixaram quinhentos. - diz. Avril fica Sentada no colchão, completamente exausta e coberta de suor, porra escorrendo da sua buceta, no rosto e na boca. Olha para a câmera com uma mistura de tristeza e resignação no rosto.
- Acho que isso é melhor do que nada. - seus olhos estão vermelhos e inchados de tanto chorar, e seu corpo treme levemente. Apesar de tudo, tenta manter um sorriso.
- Afinal, eu sou Avril Lavigne... a vadia do rock. - diz tentando soar convincente.
- Isso é só mais uma noite na vida de uma vadia de rua. - Avril se levanta com dificuldade, ainda tremendo. Olha diretamente para a câmera.
- Bom, pessoal... esse foi mais um episódio da Avril trabalhando como uma vadia barata. - diz com voz suave.
- Embora as coisas tenham ficado um pouco violentas no final, isso faz parte do trabalho de uma vadia. - joga um beijo para a câmera.
- Não se preocupem comigo, fãs... estou bem. Isso é só mais uma noite na vida de Avril Lavigne, puta de rua. Vejo vocês no próximo episódio. - com isso, faz um gesto com a mão e se despede, deixando os espectadores com a imagem do seu corpo coberto de suor e sua buceta escorrendo porra.

Noite 4Vemos a Avril em um escritório falando. - Oi! Este é um aviso, vocês vão ver cenas de sexo pesado onde eu vou ser fodida por homens de todo tipo, pirocas grandes, homens feios, homens gordos, homens bonitos, se você é impressionável, não assista, espero que curtam como eu curto. – ela ri e a tela escurece. Na imagem aparece Avril falando para a câmera. -Bem-vindos a mais um episódio de: Avril trabalhando como uma puta barata. Estou pronta pra vocês, venham, vamos ver que clientes lindos, ou feios, me pegam essa noite. - depois ela se dirige à entrada do beco pra esperar pelos clientes. Avril está na entrada do beco, com sua saia de colegial, sem calcinha, sua camisa branca, sem sutiã, sua gravata preta e tênis. Esse é tipo o uniforme de puta dela. Seis homens se aproximam dela. Avril sorri abertamente ao ver os seis homens se aproximando. Lambe os lábios e se aproxima deles rebolando os quadris.
- Oi, garotos, procurando companhia esta noite? Sou Avril, a puta favorita de vocês. - diz com voz sedutora enquanto passa a mão pelo cabelo. Para na frente deles e abre levemente as pernas, mostrando que não usa nada debaixo da saia.
- Quem quer ser o primeiro a foder uma estrela do rock? - pergunta rindo e piscando para eles. Se vira e começa a caminhar em direção ao colchão sujo no fundo do beco, mexendo o traseiro de forma provocante.
- Venham, tenho um trato especial pra vocês seis. Cem dólares cada um por tudo que quiserem me fazer. Vaginal, oral, anal... não tem limite. -
- Que tal se a gente te der quinhentos e incluir dupla penetração, dupla vaginal, dupla anal e você engolir tudo no final? - oferece um deles enquanto começa a apalpar sua buceta depilada. Avril geme suavemente quando o homem começa a apalpar sua buceta depilada. Sorri e morde o lábio inferior.
- Mmm, isso soa delicioso. Quinhentos dólares e dupla penetração em todos os buracos... eu adoro. Trato feito. - Diz.
Vão pro fundo do beco, ela se vira e se inclina sobre o colchão, levantando a saia pra mostrar o traseiro nu. Se agarra nas bordas do colchão e olha por cima do ombro.
- Então, quem vai primeiro? Quem quer enfiar o pauzão no meu cu enquanto outro me fode a boca? - pergunta provocativamente. Começa a mexer o traseiro de um lado pro outro, tentando eles.
- Não fiquem aí parados, garotos. Venham e peguem o que quiserem dessa puta roqueira. - um dos homens se deita com o pau que parece um mastro, Avril monta nele enfiando o pau na pussy, outro Ele vem por trás e a penetra pelo cu. Os outros esperam. Avril grita de prazer quando os dois homens a penetram simultaneamente. Começa a se mover para cima e para baixo, montando no homem embaixo dela enquanto o outro a pega por trás.
- Ahhh, sim... eu adoro sentir duas rolas dentro de mim ao mesmo tempo. - geme ela, jogando a cabeça para trás. Ela se inclina para frente, apoiando-se no peito do homem que está embaixo enquanto o outro continua metendo por trás. Seus peitos balançam a cada movimento.
- Mais forte... me fodam mais forte. - ordena entre gemidos. Olha para a câmera e sorri maliciosamente.
- Vocês gostam de ver como esses homens me fodam? Como me usam como brinquedo sexual deles? - pergunta provocativamente.
- Todo mundo gosta de te ver com uma rola na buceta e outra no cu. - diz o homem que a fode pelo cu. Avril ri e morde o lábio inferior.
- Claro que gostam. Todos os homens ficam excitados vendo uma garota como eu sendo fodida por duas rolas ao mesmo tempo. - diz ela. Ela se inclina para trás, apoiando-se no peito do homem que a penetra por trás enquanto continua se movendo para cima e para baixo na outra rola.
- Quer ver como é? - pergunta olhando nos olhos dele.
- Quer sentir como minha buceta e meu cu apertam sua rola? - Começa a se mover mais rápido, gemendo e ofegando enquanto os dois homens a fodam sem piedade.
- Ahhh, sim... vocês vão me fazer gozar. - grita ela. Os homens a soltam, ela se vira, se ajoelha na frente dos outros dois homens e começa a chupar as rolas alternadamente. Pega uma entre os lábios e a suga com força enquanto masturba a outra com a mão.
- Mmmm... têm um gosto delicioso. - murmura entre lambidas e chupadas. Olha para cima, para as câmeras, enquanto continua trabalhando nas rolas com a boca e as mãos.
- Vocês gostam de ver como eu chupo essas rolas? Como eu faço elas ficarem ainda maiores? - pergunta com um sorriso. Pega as duas rolas na boca ao Ao mesmo tempo, lambendo e chupando a pele macia. Seus olhos brilham de excitação enquanto ela se esforça para pegar mais deles na garganta.
- Vou fazer com que se acabem na minha cara... quero sentir como me banham com o esperma quente. - diz antes de voltar a se concentrar no trabalho oral.
- Espera, sua puta, ainda falta pra isso. - ele diz, se deita, Avril monta nele, enfia o pau na buceta, o outro vem e a penetra pela buceta também. Avril geme quando sente dois paus penetrando sua buceta ao mesmo tempo. Começa a se mover pra cima e pra baixo, cavalgando os homens enquanto geme de prazer.
- Ahhh, sim... adoro sentir como me esticam. - grita ela. Se inclina pra frente, se apoiando no peito de um dos homens enquanto o outro continua metendo por baixo. Seu traseiro se contrai a cada investida.
- Mais forte... me fodem mais forte. - ordena entre gemidos. Olha pra câmera e sorri maliciosamente.
- Vocês gostam de ver como esses homens novos me fodam? Como me usam como brinquedo sexual deles? - pergunta provocativamente, minutos depois ela chupa os paus que estiveram juntos na sua buceta. Pouco depois Avril se ajoelha na frente dos últimos dois homens e começa a chupar os paus alternadamente, de novo. Pega um entre os lábios e chupa com força enquanto masturba o outro com a mão.
- Mmmm... vocês também têm um sabor delicioso. - murmura entre lambidas e chupadas. Olha pra cima, pras câmeras, enquanto continua trabalhando nos paus com a boca e as mãos.
- Vocês gostam de ver como eu chupo esses dois paus novos? Como faço eles crescerem ainda mais? - pergunta com um sorriso. Pega os dois paus na boca ao mesmo tempo, lambendo e chupando a pele macia. Os homens se ajeitam, Avril supõe que é a dupla anal, se senta sobre o que se deita e enfia o pau no cu, o outro vem e enfia no cu também. Avril grita quando sente dois paus penetrando seu cu ao mesmo tempo. - Ahhh, sim... eu adoro sentir como esticam meu cu. - grita ela. - Mais forte... me fodam mais forte. - ordena entre gemidos. Olha para a câmera e sorri maliciosamente. Os homens deram mais duas voltas, se revezam em duplas, fodendo Avril em duplos anais e vaginais de dois em dois. Ela resistiu como uma campeã. Finalmente, Avril se ajoelha esperando que os homens encham sua boca de esperma, com a boca aberta e a língua de fora, olha para cima, nos olhos deles, com um sorriso. - Vamos, caras... me deem tudo o que vocês têm - diz. - Quero sentir como me inundam a garganta. - os homens começam a se masturbar sobre ela, disparando jatos de esperma na sua boca aberta. Avril os recebe sem hesitar, engolindo tudo o que podem dar. - Mmmm... delicioso. - murmura entre lambidas. - Quem será o próximo a desfrutar dos serviços de Avril Lavigne, a puta roqueira? - pergunta em voz alta. - Não fiquem para trás, caras... tenho muito mais a oferecer. - começa a caminhar pelo beco, balançando os quadris de forma provocante enquanto busca sua próxima presa. Não se importa de ser vista assim em público; na verdade, a excita saber que alguém poderia estar olhando. - Quem quer um boquete rápido no banheiro do bar da esquina? - oferece a um grupo de homens que passam por ali. - Cem dólares e te faço sentir como nunca. - seis homens negros se aproximam dela. Avril sorri amplamente quando vê os seis homens negros se aproximarem. Lambe os lábios e se aproxima deles rebolando os quadris. A câmera escurece por um momento. Ao voltar, ela está na frente dos homens.
- Oi, meninos, procurando companhia esta noite? Sou Avril, a puta favorita de vocês. - diz com voz sedutora enquanto passa a mão pelo cabelo loiro. Ela para na frente deles e abre levemente as pernas, mostrando que não usa nada por baixo da saia.
- Quem quer ser o primeiro a comer uma estrela do rock? - pergunta rindo e piscando para eles. Ela se vira e começa a andar em direção ao beco escuro, mexendo o traseiro de forma provocante.
- Venham, tenho um trato especial para vocês seis. Cem dólares cada um por tudo o que quiserem me fazer. Vaginal, oral, anal... não tem limite. -
- Só temos trezentos. Que tal se você nos der boquetes e o seu cu! Talvez alguns duplos anais. - diz um deles. Avril para e se vira para eles, com um sorriso safado no rosto.
- Mmmm, isso soa interessante. Trezentos dólares por boquetes e duplo anal... gosto de como vocês pensam, trato feito. – responde ela e os leva para o fundo, se aproxima deles e começa a desabotoar a camisa, deixando à mostra seus peitos pequenos mas perfeitos.
- Então, quem quer ser o primeiro a provar minha boca quente e molhada? - pergunta enquanto tira a camisa completamente, joga a camisa de lado e se aproxima de um dos homens, se ajoelhando na frente dele e começando a desabotoar a calça.
- E depois quero sentir como dois de vocês me comem o cu ao mesmo tempo. - murmura antes de tirar o pau e começar a chupar.
Avril está rodeada das seis rolas, chupa e punheta, deixando-as duras, Avril está maravilhada com o tamanho que são, olha para cima, para as câmeras, enquanto continua trabalhando nas rolas com a boca e as mãos. Seus olhos brilham de excitação enquanto se esforça chupando, tentando enfiá-las até a garganta.
- Mmmm... têm um sabor delicioso. - murmura entre lambidas e chupadas.
- Vocês gostam de ver como eu chupo essas rolas gigantes? - pega duas rolas na boca ao mesmo tempo, lambendo e chupando a pele macia. Suas mãos trabalham nas outras quatro picas, masturbando-as com força. Um deles a joga contra o colchão e começa a foder ela pelo cu, enquanto os outros olham esperando. Avril grita quando o homem a penetra pelo cu, arqueando suas costas e empurrando seu traseiro contra ele.
- Ahhh, sim... eu amo sentir como me fodem pelo cu. - grita ela. Ela se vira para olhar os outros homens que esperam sua vez, com um sorriso no rosto.
- Venham, caras... quero sentir duas picas dentro de mim ao mesmo tempo. – diz. Ela se inclina para frente, apoiando-se nas mãos e joelhos enquanto o homem continua investindo por trás. Seu traseiro se contrai a cada empurrão.
- Não seja ansiosa, vadia, primeiro queremos foder esse cu lindo de um por vez. - disse o segundo, o primeiro se retirou e ele já a fodendo pelo cu. Os outros esperavam sua vez. Avril geme quando o segundo homem a penetra pelo cu, movendo-se lentamente no começo, mas aumentando a velocidade e força de suas investidas.
- Ahhh, sim... eu amo como me fodem. - grita ela. Ela olha para os outros homens que esperam sua vez, com um sorriso no rosto. Ela morde o lábio inferior enquanto o segundo homem a pega com força por trás.
- Não fiquem aí parados, caras... quero sentir todas as suas picas dentro de mim. - diz. Ela se inclina para frente ainda mais, apoiando o peito no colchão enquanto o homem continua investindo sem piedade. O segundo vai e vem o terceiro.
Avril grita quando o terceiro homem a penetra pelo cu, arqueando suas costas e jogando a cabeça para trás.
- Ahhh, sim... eu amo sentir como me esticam. - grita ela.
- Quem quer ser o quarto a me foder pelo cu? - ela se vira para olhar o quarto homem, com um sorriso no rosto. Ela mordisca o lábio inferior enquanto o terceiro homem continua investindo por trás. O terceiro vai e vem o quarto. Ela se inclina para frente ainda mais, apoiando o peito no colchão enquanto o homem continua pegando forte na bunda dela. Sai o quarto e vem o quinto, Avril brinca com a câmera.
- Vocês gostam de ver como esses homens me comem? - pergunta entre gemidos.
- Como eles me usam como seu brinquedo sexual? – ela se vira para olhar o sexto e último homem, com um sorriso provocante no rosto. Avril grita de prazer quando o sexto homem a penetra pelo cu, seu corpo inteiro tremendo enquanto ela alcança o orgasmo.
- Ahhh, sim... Gozo. - grita ela, se vira para olhar as câmeras, com um sorriso satisfeito no rosto. Sua buceta continua pingando depois do orgasmo intenso.
Os homens se agrupam de dois em dois.
- Hora de dupla anal slut. - Avril sorri abertamente quando vê os homens se agruparem de dois em dois. Ela fica de quatro no colchão, apresentando sua bunda para eles.
- Mmmm, dupla anal... isso soa delicioso. - diz ela.
- Quem quer ser o primeiro a me comer pelo cu junto com outro? -
Ela se vira para olhar as câmeras, com um sorriso no rosto. Espera impaciente que os dois primeiros homens se aproximem e a penetrem simultaneamente pelo cu. Avril esquece seu orgasmo para sentir seu cu se expandir, com um pouco de dor, mas um prazer extremo. Grita quando sente as duas picas penetrando seu cu ao mesmo tempo, expandindo-o além.
- Ahhh, sim... adoro sentir como eles me esticam. - grita ela. Ela se move para frente e para trás, se fodendo nas duas picas que a penetram. Seus olhos estão fechados de prazer e seu rosto está corado. Continua se movendo sem descanso, aproveitando cada segundo da dupla penetração anal.
Dois se vão outros dois entram, picas negras e enormes. Avril abre os olhos arregalados quando vê as enormes picas negras se aproximando dela. Sua bunda ainda lateja pela dupla penetração anterior, mas ela está ansiosa para sentir mais.
- Mmmm, picas gigantes... isso é exatamente o que eu preciso. – diz ela. Se vira de novo para olhar as câmeras, com um sorriso.
Vão embora outras duas e as últimas não cabem no seu cuzinho. Avril grita quando sente as últimas duas picas penetrando seu cuzinho ao mesmo tempo, esticando-a mais.
- Ahhh, sim... adoro sentir como me partem ao meio. - grita ela. Seu rosto está coberto de suor e seus olhos estão vidrados de prazer. Continua se movendo sem descanso, aproveitando cada segundo da dupla penetração anal.
Finalmente, Avril está deitada no sofá com as pernas abertas.
- Mudança de planos, vadia, a gente vai te comer a buceta e gozar dentro, o mais fundo que a gente puder. - disse um deles enquanto começava a foder a buceta dela. Avril geme quando sente um pau penetrando sua buceta, se movendo rapidamente dentro e fora dela. Os outros homens se aproximam, se masturbando enquanto observam.
- Ahhh, sim... adoro sentir como fodem minha buceta. - grita ela, arqueando as costas enquanto o homem continua investindo sem piedade. Seu rosto está coberto de suor e seus olhos estão fechados de prazer. Os seis homens passaram, gozaram tão fundo na buceta dela que nada saiu, ficou tudo dentro de Avril, ela ficou tomando um respiro, deitada no colchão enquanto os homens vão embora, deixando-a.
Avril jaz no colchão, ofegante e tentando recuperar o fôlego depois da maratônica sessão de sexo. Seu corpo está coberto de suor e sua buceta pulsa pela quantidade de vezes que foi fodida, se sente meio inchada de tanto esperma dentro dela.
- Mmmm... isso foi incrível. - murmura para si mesma. Senta-se lentamente, olhando ao redor enquanto os homens vão embora. Se sente satisfeita e exausta ao mesmo tempo.
- Acho que é hora de me limpar e procurar mais clientes. - diz com um sorriso safado.
- Afinal, sou Avril Lavigne, a vadia roqueira, e sempre tem mais picas para chupar e mais para foder. - Novamente Avril está apoiada na parede, desta vez uma minivan estaciona, um homem pede que ela se aproxime. Avril se aproxima do homem que a chama da minivan, rebolando os quadris. Quando chega ao lado dele, se inclina para falar com ele pela janela aberta.
- Procurando companhia esta noite, gostoso? - pergunta com um sorriso sedutor.
- Sou Avril, e posso realizar todas as suas fantasias sexuais. - o homem mostra quinhentos dólares e Avril sorri ainda mais amplamente.
- Mmmm, gosto de como você pensa. - diz ela.
- O que você tem em mente? Quer um boquete rápido ou prefere foder uma estrela do rock na parte de trás da sua minivan?
- Se pegar o dinheiro, você vai ser estuprada por... bom, se quiser saber, pega o dinheiro, vadia. - diz o homem de forma ameaçadora. Avril hesita por um momento, olhando o dinheiro na mão do homem e depois para o rosto ameaçador dele. Finalmente, pega o dinheiro com um sorriso forçado.
- Claro, querido... o que você quiser. - diz ela, tentando manter a calma.
- O que eu tenho que fazer? - o homem abre a porta da minivan e a convida a subir. Avril entra cautelosamente, sentando no banco de trás. O homem fecha a porta e se senta ao lado dela, trancando com a chave.
- Agora, vadia... você vai ser estuprada por mim e meus amigos. - diz com um sorriso sádico.
- Não tente escapar. - Avril sente um nó no estômago ao ouvir essas palavras, mas tenta manter a compostura. O homem a leva até um descampado, um deles agarra Avril e a leva até um galpão, ela olha para a câmera meio assustada, mas ainda assim brinca.
- Era de se esperar, aproveitem enquanto me estupram. - diz ela.
Avril ri nervosamente enquanto o homem a arrasta para o fundo de uma cama. Seus olhos estão um pouco assustados, mas ela tenta manter sua atitude desafiadora.
- Bom, acho que hoje vou ter que trabalhar um pouco mais duro. - diz com um sorriso forçado.
- Tantos homens... isso vai ser interessante. - a empurram contra a cama e Eles começam a cercá-la, olhando-a de cima a baixo como se fosse um pedaço de carne. Avril tenta se manter ereta, embora suas pernas tremam levemente. - Não fiquem aí parados, caras... se vão me estuprar, pelo menos façam alguma coisa a respeito. - diz ela, tentando soar mais confiante do que se sente. Um dos homens se aproxima e começa a desabotoar as calças, outro a segura, enquanto outro começa a pegá-la pelo cu, Avril parece meio amedrontada, os insulta, mas não oferece resistência, grita quando sente o pau penetrando seu cu sem aviso prévio. O homem que a segura a mantém imóvel. - Me solta, filhos da puta! - grita ela, tentando levemente se livrar do agarre. - Quem caralho deu permissão pra vocês pegarem meu cu? - apesar de suas palavras desafiadoras, Avril não oferece muita resistência. Sabe que está em desvantagem e que não tem escapatória. Seus olhos estão cheios de lágrimas, mas tenta contê-las. - Vou fazer com que vocês sejam presos por isso. - ameaça entre dentes. Já a pegaram umas três vezes, Avril vê a câmera e sorri, não se sabe se está atuando ou é real, não oferece resistência, mas insulta os homens e zomba do tamanho dos paus deles. - Isso é o melhor que vocês podem fazer, imbecis? - os insulta, tentando manter sua atitude desafiadora apesar das circunstâncias. - Seus paus são tão pequenos que nem sinto. - Embora suas palavras sejam arrogantes, - Isso é tudo que você tem, anão? - diz ela a um deles depois que ele a penetra. - Meu dedo mindinho é maior que seu pau. - suas palavras são arrogantes, Avril está claramente exausta e dolorida. Seu corpo está coberto de suor, e seu traseiro está vermelho e inchado pelas repetidas penetrações. Passam seis, sete, oito, todos pegam seu cu, ela insulta e brinca com os paus deles, mas se deixa pegar. Passaram os doze pelo seu cu, agora começam a pegar sua buceta. Avril grita quando sente o primeiro pau penetrando sua buceta. Seu corpo está completamente exausta e dolorida, mas os homens não têm intenção de parar.
- Não! Minha buceta também, filhos da puta! - protesta fracamente.
- Já me foderam o suficiente pelo cu. - Apesar de suas palavras, seu corpo está fraco demais para lutar. Os homens continuam se revezando para estuprá-la na buceta, ignorando seus pedidos.
- Por favor... parem. - diz com a voz embargada, as lágrimas finalmente começando a cair pelo seu rosto.
- Não aguento mais. - sua voz vai ficando cada vez mais fraca à medida que os homens continuam usando seu corpo sem piedade. Avril olha para a câmera, ri fracamente e zomba dos homens, eles começaram a gozar na sua buceta. Apesar da atitude desafiadora, seus olhos estão cheios de lágrimas e seu corpo treme levemente.
- É isso que vocês sabem fazer de melhor, imbecis? - provoca, tentando manter a voz firme.
- Gozar dentro de mim como se fosse uma porra de camisinha. - embora suas palavras sejam arrogantes, Avril está claramente exausta. Seu corpo está coberto de suor, e sua buceta escorre porra dos homens.
Avril fica ajoelhada, alguns se aproximam e enfiam o pau na boca dela e gozam, ela cospe e os insulta.
- Me soltem, filhos da puta! - grita, tentando se afastar. Mas os homens a seguram firmemente enquanto continuam gozando na sua boca e garganta. Quando finalmente a soltam, Avril cospe o sêmen com repulsa e começa a insultá-los.
- Filhos da puta! Odeio todos vocês! - grita com a voz trêmula.
- Como se atrevem a me tratar assim? - os homens vão embora, ela fica sentada na cama suando, com sêmen no rosto e na buceta, olhando para a câmera. Um deles a agarra, a van se aproxima, a colocam numa sacola grande, fecham e a põem na van, levam de volta ao beco, tiram da sacola e a deixam ali. Avril mal consegue andar, vai até o colchão e desaba ali.
- Pelo menos deixaram quinhentos. - diz. Avril fica Sentada no colchão, completamente exausta e coberta de suor, porra escorrendo da sua buceta, no rosto e na boca. Olha para a câmera com uma mistura de tristeza e resignação no rosto.
- Acho que isso é melhor do que nada. - seus olhos estão vermelhos e inchados de tanto chorar, e seu corpo treme levemente. Apesar de tudo, tenta manter um sorriso.
- Afinal, eu sou Avril Lavigne... a vadia do rock. - diz tentando soar convincente.
- Isso é só mais uma noite na vida de uma vadia de rua. - Avril se levanta com dificuldade, ainda tremendo. Olha diretamente para a câmera.
- Bom, pessoal... esse foi mais um episódio da Avril trabalhando como uma vadia barata. - diz com voz suave.
- Embora as coisas tenham ficado um pouco violentas no final, isso faz parte do trabalho de uma vadia. - joga um beijo para a câmera.
- Não se preocupem comigo, fãs... estou bem. Isso é só mais uma noite na vida de Avril Lavigne, puta de rua. Vejo vocês no próximo episódio. - com isso, faz um gesto com a mão e se despede, deixando os espectadores com a imagem do seu corpo coberto de suor e sua buceta escorrendo porra.
0 comentários - Avril trabalha como puta barata. Reality Show. Noite 4