Naty, suas viagens e seus vídeos secretos.
Ninguém conhece um dos maiores segredos de Natalia Oreiro. Ela é uma ninfomaníaca. Longe de querer se curar, ela usa isso pra ganhar dinheiro. É por isso que em vários países ela participou de vídeos onde é oferecida a grupos de homens, em troca de uma grana, é claro.

Rússia 2Em outra visita à Rússia, ela procurou o produtor do pornô. Ela se divertiu muito na primeira festa; agora pediu que ele organizasse outra. Ela quer voltar a ser abusada por vários homens. O produtor a convidou para o outro clube exclusivo de prostitutas de alta classe. Lá, gravará outro vídeo onde Natalia será usada como uma puta. Homens novos, desconhecidos para Natalia. O vídeo começa com ela no camarim: botas vermelhas quase até os joelhos, uma saia curta com franjas que não cobre nada, deixa ver sua buceta raspada, sem calcinha, uma camisa jeans aberta, abotoada em um botão de baixo deixando aparecer seus peitos lindos. Cabelo preto solto com franja no estilo Betty Page.
— Você está pronta para ser violada e humilhada por mais de cinquenta homens? — perguntou o homem da câmera.
— Sim, mais do que nunca! — responde ela com muito entusiasmo.
Natalia é levada para um palco; atrás de uma cortina, ela espera. A imagem deixa de mostrar Natalia; vê-se um homem falando russo com legendas em espanhol.
— Bem-vindos, senhores. Todos estamos aqui para comer essa puta linda. Mas antes vamos estabelecer algumas regrinhas. Câmeras e celulares proibidos. Não farão nada que machuque a puta. Deverão ejacular dentro da puta, na buceta, no cuzinho ou na boca dela para que ela engula. Camisinhas não são permitidas a pedido da puta; ela quer sentir as picas de vocês, senhores. — era o discurso. Natalia é mostrada de novo; ela olha para a câmera.
— O que ele disse? Vocês sabem, vejam a tradução. A única coisa que eu entendi foi que ele disse para comer a puta linda, que sou eu — diz rindo.
— Com vocês, a puta desta noite, Natalia Oreiro — disse o homem. Naquele momento a cortina se abriu e Natalia levanta os braços; os aplausos e gritos soam. Aproximam o microfone de Natalia.
— Oi, senhores! Querem me comer? Estou aqui para a gente gozar juntos. Minha buceta e meu cuzinho são de vocês. Aproveitem, e não se esqueçam de meus lábios e boca, lembrem que eu adoro chupar paus e engolir tudo. – diz Natalia e todos aplaudem. Do lado do palco surge um carro, é uma espécie de picota acolchoada, Natalia sorri, se posiciona, fica em posição de quatro, uma madeira prende seu pescoço deitado e olhando para frente, suas mãos aos lados também presas, dessa forma ela não pode ver quem se aproxima por trás para transá-la, ela sorri o tempo todo. - Que venham os que quiserem! – grita toda eufórica e sacudindo o pouco que pode seus pés. O burburinho no clube era ensurdecedor. O cheiro de álcool, tabaco e testosterona enchia o ar enquanto os homens se amontoavam ao redor do palco. O primeiro homem, um cara alto e de ombros largos que parecia ter saído de uma academia russa, se adiantou. Não disse nada. Simplesmente se posicionou atrás de Natalia, cuja postura na picota a deixava completamente vulnerável, com o pescoço preso e o olhar fixo para frente, sem poder ver quem vinha. Ele agarrou seus quadris com força, afundando os dedos na pele, e sem aviso prévio, a penetrou de uma só estocada por trás. Natalia soltou um grito agudo, não de dor, mas de puro prazer, arqueando as costas enquanto seus pés se sacudiam freneticamente. O homem começou a fodê-la cada vez mais rápido. O ritmo da penetração traseira ficou frenético, os golpes secos ressoavam contra a picota. Natalia tinha os olhos entreabertos, a respiração entrecortada e um sorriso que não saía do rosto nem por um segundo. Ao mesmo tempo, um homem mais velho se posicionou na frente dela. Suas mãos enluvadas seguraram sua mandíbula com firmeza, mas sem brusquidão, guiando sua cabeça para baixo. Quando sentiu a entrada em sua boca, Natalia o envolveu com os lábios de imediato, sugando com entusiasmo enquanto o homem que a fodía por trás soltava um grunhido de satisfação. - Isso mesmo, gostosa! Agrade a todos! - gritou o cara da academia, acelerando ainda mais sem beijos. Depois de alguns minutos, o homem lubrificou o cuzinho dela com uma pomada e depois enfiou o pau, começando a comer o cuzinho dela. Na frente dela, o homem se retirou e outro apareceu, ela chupou o novo pau sem reclamar. A troca foi instantânea. O homem mais velho se retirou com um suspiro de satisfação, deixando Natalia com a boca aberta e pronta para o próximo. Sem perder um segundo, um homem mais jovem e de pele clara se posicionou na frente dela, guiando o membro até os lábios dela. Natalia o recebeu com a mesma avidez, envolvendo-o com a língua e chupando com força enquanto seus olhos se moviam de um lado para o outro, curtindo o espetáculo que tinha diante de si. Enquanto isso, por trás, o cara da academia não tinha perdido o ritmo, a penetração anal ficou mais profunda e constante. As estocadas rítmicas faziam o corpo de Natalia vibrar contra a madeira do tronco.
- Continua assim, puta gostosa! – dizem pra ela, ela não sabe de onde vêm os comentários nem os entende, já que falam em russo e o vídeo traduz nas legendas.
Outra troca, enquanto Natalia já tinha trocado por outro pau na boca, o cara da academia se retirou, encharcado de suor, um homem mais velho, de compleição robusta e barriga proeminente, se posicionou atrás de Natalia. Sem perder tempo, se ajeitou e começou a comê-la pelo cuzinho com movimentos pesados e lentos que faziam o tronco ranger levemente. Natalia nem piscou com a troca. Sua atenção estava totalmente voltada para o novo homem que tinha se colocado na frente dela. Com a boca ocupada, seus olhos brilhavam de excitação enquanto envolvia o novo pau com os lábios, chupando com a mesma intensidade de antes. O velho gordo soltou um grunhido profundo, agarrando os quadris de Natalia com as duas mãos para se firmar melhor enquanto suas estocadas rítmicas continuavam.
- Puta de merda. - diz o velho gordo que a fode pelo cuzinho antes de trocar de buraco e começar a comê-la pela buceta. Natalia não entende nada do que dizem, falam russo, o vídeo aparece legendado, ela não entende, mas sorri, ela já chupava outro pau de outro desconhecido, de vez em quando olha para a câmera e faz algum comentário sobre o quanto está se divertindo. Natalia soltou um gemido agudo quando sentiu a nova penetração, sentindo seu corpo se tensionar entre dois fogos.
- Ai, sim! Adoro quando me tratam assim! - gritou ela para a câmera.
- São todos uns animais, me deixam louca! - o homem que ela tinha na boca acariciou seu cabelo com brusquidão, aproveitando seu entusiasmo.
O homem que a comia pelo cu mudou de novo, um cara jovem e musculoso que se posicionou com firmeza, fazendo Natalia soltar um gemido profundo quando sentiu a penetração anal. Ao ficar livre na frente, ela aproveitou o momento para olhar um pouco para a câmera, com o cabelo preto meio bagunçado e os lábios úmidos.
- Gente, isso é incrível! - exclamou com um sorriso radiante, embora sua respiração estivesse pesada.
- Obrigada a todos esses homens por me tratarem como a puta que eu sou! Adoro que me usem assim, não parem nunca! - seus olhos brilhavam de pura euforia enquanto o homem atrás dela acelerava o ritmo, suas mãos apertando os quadris de Natalia com força, dois homens se aproximam pela frente, se revezam para meter o pau na boca dela, ela chupa com força, atrás dela outro muda, outro pau entra no seu cu. Todos se revezam para comer Natalia. Outros dois homens se posicionaram na frente de Natalia, segurando-a pelo maxilar com firmeza para se revezarem na sua boca. Ela os recebia a ambos com uma voracidade impressionante, alternando entre um e outro com movimentos rápidos e decididos, engolindo cada centímetro com um sorriso que não apagava. Por trás, o ritmo não dava trégua. Outro homem ocupou seu lugar, introduzindo seu membro no ânus de Natalia com um empurrão seco que a fez arquear as costas contra a picota. O som dos golpes rítmicos se misturava com os gritos dos homens que rodeavam o palco. A fila de homens parecia interminável. Eles se revezavam com uma eficiência mecânica, como se fossem uma linha de montagem de puro prazer. A cena continuou assim, Natalia só sorria enquanto os paus passavam por frente, onde ela chupava, e por trás, onde às vezes fodiam sua buceta, mas na maioria vinham comer seu cu. A cena se tornou uma coreografia frenética de corpos e fluidos. Natalia estava no seu elemento, entregue por completo à situação. Sua boca trabalhava sem descanso, alternando entre os membros que se apresentavam por diante, enquanto por trás o ritmo era implacável. O padrão se repetia uma e outra vez: um homem se retirava, outro ocupava seu lugar. A maioria buscava seu cu, aproveitando a resistência e o calor do seu ânus, alguns usavam sua buceta, deixando marcas e fluidos por toda parte. Natalia mantinha aquele sorriso radiante, quase angelical em meio a tanto caos carnal. De vez em quando, entre uma sucção e outra, conseguia olhar para a câmera com os olhos brilhantes.
- Não parem, por favor, continuem! - dizia Natalia.
- Vocês são os melhores! – voltou a dizer.
Uma pausa acontece, a câmera se aproxima do rosto de Natalia, podia-se ver cada gota de suor escorrendo pela sua testa e bochechas, seu cabelo negro grudado no pescoço, seus olhos demonstravam pura adrenalina.
- Como você está? Continuamos? - perguntam.
- Como assim continuamos? Não parem! - exclamou com uma energia transbordante, passando a língua pelos lábios molhados.
- Estou no meu paraíso! Que venham todos os que quiserem, quero sentir cada um de vocês! - se ajeitou um pouco no picote com um sorriso desafiador para a lente.
- Vamos, senhores! A puta está pronta para mais! – grita.
Desta vez foi diferente, nenhum homem se aproximou pela frente, começaram a se revezar, comiam pelo cu, um pouco pela buceta e deixavam lugar para outro homem, assim começaram a passar. O ritmo mudou por completo. A boca de Natalia, que até agora ela tinha estado ocupada sem descanso, ficou livre, mas não houve ninguém que a aproveitasse. Os homens se concentraram exclusivamente no seu traseiro. Virou uma sucessão interminável de penetrações anais. Um homem se retirava e o seguinte ocupava seu lugar quase instantaneamente, sem deixar que o calor da carne esfriasse. De vez em quando, algum se movia para sua buceta para uma estocada rápida antes de ceder a vez ao próximo. Natalia sentia como seu corpo era reivindicado uma e outra vez. O som da pele batendo contra a pele enchia o palco, um golpe rítmico e constante que não dava trégua. Depois de quase uma hora, os homens começaram a ejacular dentro da sua pussy, depois de passar pelo seu cuzinho. A fila de homens virou um desfile grotesco e fascinante da natureza humana. Não havia filtros, não havia seleção. Natalia era o centro de um turbilhão de corpos que se revezavam sem descanso. Gordos suados que a faziam gemer com seu peso, homens magros e fibrosos que se moviam com rapidez nervosa, musculosos que a sacudiam contra a madeira do pelourinho, e caras de todas as formas e tamanhos. Até travestis se juntaram à fila, trazendo ritmos diferentes que a faziam arquear em prazer. O lubrificante era aplicado rápido entre um homem e outro, garantindo que o fluxo não parasse. O cheiro no palco era denso, uma mistura de suor, pomada e fluidos corporais. Natalia sentia como seu corpo se enchia por alguns que a comiam pela pussy e ejaculavam dentro. Depois de meia hora, todos começaram a comer sua pussy e ejacular dentro, um atrás do outro. O palco virou uma maré de corpos que se amontoavam para alcançar seu objetivo. Já não havia turnos lentos; agora era uma sucessão frenética de homens buscando sua pussy. Natalia sentia como cada estocada a empurrava contra o acolchoado do pelourinho, seu corpo tremendo sob o peso de tantos homens. Um atrás do outro, os membros entram e saem, quentes e molhados. Natalia arqueava as costas, soltando gemidos que se perdiam no estrondo da boate. Podia sentir o calor de cada ejaculação dentro dela, um fluxo constante que a fazia se sentir completamente cheia, reivindicada por cada um daqueles desconhecidos. - Isso! Me enche toda! - gritava ela, com a voz falhada pela excitação, enquanto suas pernas tremiam sem controle. A fila não avançava, simplesmente abria caminho. Finalmente, tudo cessou, Natalia estava exausta, abriram o picota e a ajudaram a se sentar. - Uma forte salva de palmas para Natalia, a puta da noite, incrível... - disse o homem ao microfone, uma estrondosa salva de palmas soou. Natalia se deixou cair sobre os joelhos no chão do palco, respirando com dificuldade. Tinha o cabelo totalmente bagunçado, colado ao rosto pelo suor, e sua camisa jeans estava desabotoada quase até a cintura. Suas pernas tremiam visivelmente enquanto tentava recuperar o fôlego, ela levantou a cabeça lentamente, tinha um sorriso cansado mas genuíno que iluminava seu rosto apesar do esgotamento. - Obrigada, obrigada a todos! - exclamou, levantando uma mão para a multidão. - Vocês foram incríveis! Amei cada segundo! - os homens na primeira fila aplaudiam com força, alguns gritando seu nome. A câmera foca como ajudam Natalia a chegar ao seu camarim, a porta se fecha e a imagem escurece por alguns segundos. Ao voltar vemos Natalia com os cabelos molhados e um roupão, tomou um banho, se senta para esperar o relatório da noite. O silêncio do camarim era quase irreal depois do estrondo da boate. Natalia se deixou cair na poltrona de couro, sentindo cada músculo do seu corpo protestar. O roupão parecia estranhamente macio contra a pele que há apenas alguns minutos era golpeada e agarrada por dezenas de mãos desconhecidas. Passou uma mão pelo cabelo molhado, ajeitando os fios negros que ainda pingavam um pouco. Seus olhos, embora cansados, mantinham aquele brilho de adrenalina residual. O produtor entrou no camarim com um tablet na mão e uma expressão de absoluta satisfação. Sentou-se na frente dela, revisando os números.
- Foi um sucesso retumbante, Natalia. - disse ele, sem levantar os olhos da tela.
- 117 homens te comeram pelo cu e usaram a palavra: buceta, várias vezes, 95 boquetes, você engoliu 83 gozadas e na sua buceta ejacularam 195 vezes. - diz o produtor.
- Que atuação incrível, Natalia! - diz ele de novo. Natalia deixou escapar um suspiro longo, quase um suspiro de alívio, enquanto os números do produtor flutuavam no ar como uma medalha de honra. Recostou-se na poltrona, sentindo o peso de cada um desses números no próprio corpo.
- Cento e noventa e cinco? - repetiu ela, com um sorriso torto que misturava incredulidade e orgulho.
- Meu Deus... sinto que ainda estou cheia deles. - passou a mão pela barriga, por baixo do roupão, como se ainda pudesse sentir o calor de todas aquelas ejaculações.
- Foi uma loucura, de verdade. - continuou, sua voz suave.
- Esses números são inacreditáveis. Os caras estavam como loucos. Eu amo quando perco o controle assim, quando sou só um corpo pra eles. -
- Olha pra câmera, diz algo pros seus fãs pra se despedir. - diz ele por último. Natalia se endireitou na poltrona, ajeitando um pouco o cabelo molhado atrás da orelha. Olhou diretamente para a lente da câmera com aquela expressão cúmplice e vibrante que a caracterizava, como se estivesse falando com cada um dos seus seguidores através da tela.
- Bom, meus amores... - começou, com uma voz suave mas carregada daquela energia elétrica que ainda a percorria.
- Obrigada por estarem aí comigo esta noite. Foi uma loucura total, e não poderia ter sido melhor sem vocês. - mordeu o lábio inferior, lançando um olhar brincalhão para a câmera.
- Lembrem que sou de vocês, sempre. Da próxima vez que me virem, espero que estejam prontos pra outra noite tão intensa quanto essa. Amo vocês, até logo! -
- Quem é a mais puta? - pergunta o produtor, brincando. Natalia soltou uma gargalhada limpa, uma que encheu todo o camarim. Inclinou-se para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, e olhou para a câmera com um brilho desafiador e divertido nos olhos.
- Quem é a mais puta? - repetiu ela, como se saboreasse a pergunta. Depois apontou para si mesma com o polegar, com um sorriso de pura satisfação.
- Eu! Obviamente sou eu! - recostou-se de novo na poltrona, passando uma mão pela barriga com um gesto despreocupado.
- Não tem outra como eu, né? - acrescentou com uma piscada cúmplice para a câmera, enquanto ajeitava o roupão.
- Ninguém mais aguentaria tanto quanto eu aguentei essa noite. -
- Valeu, Natalia, seus fãs agradecem. – diz o produtor. Natalia assentiu com a cabeça, mantendo aquele sorriso relaxado que não saía do rosto.
- De nada. - respondeu com simplicidade, como se estivesse agradecendo um elogio qualquer em um tapete vermelho, mas com aquele toque de cumplicidade que só ela tinha. Levantou-se da poltrona com um movimento lento, sentindo ainda o cansaço nas pernas, e foi em direção ao banheiro do camarim.
- A gente se vê na próxima produção. - acrescentou sem olhar para trás, sua voz ecoando suavemente no pequeno espaço enquanto começava a desatar o nó do roupão. A câmera escureceu e o vídeo terminou.
Ninguém conhece um dos maiores segredos de Natalia Oreiro. Ela é uma ninfomaníaca. Longe de querer se curar, ela usa isso pra ganhar dinheiro. É por isso que em vários países ela participou de vídeos onde é oferecida a grupos de homens, em troca de uma grana, é claro.

Rússia 2Em outra visita à Rússia, ela procurou o produtor do pornô. Ela se divertiu muito na primeira festa; agora pediu que ele organizasse outra. Ela quer voltar a ser abusada por vários homens. O produtor a convidou para o outro clube exclusivo de prostitutas de alta classe. Lá, gravará outro vídeo onde Natalia será usada como uma puta. Homens novos, desconhecidos para Natalia. O vídeo começa com ela no camarim: botas vermelhas quase até os joelhos, uma saia curta com franjas que não cobre nada, deixa ver sua buceta raspada, sem calcinha, uma camisa jeans aberta, abotoada em um botão de baixo deixando aparecer seus peitos lindos. Cabelo preto solto com franja no estilo Betty Page.
— Você está pronta para ser violada e humilhada por mais de cinquenta homens? — perguntou o homem da câmera.
— Sim, mais do que nunca! — responde ela com muito entusiasmo.
Natalia é levada para um palco; atrás de uma cortina, ela espera. A imagem deixa de mostrar Natalia; vê-se um homem falando russo com legendas em espanhol.
— Bem-vindos, senhores. Todos estamos aqui para comer essa puta linda. Mas antes vamos estabelecer algumas regrinhas. Câmeras e celulares proibidos. Não farão nada que machuque a puta. Deverão ejacular dentro da puta, na buceta, no cuzinho ou na boca dela para que ela engula. Camisinhas não são permitidas a pedido da puta; ela quer sentir as picas de vocês, senhores. — era o discurso. Natalia é mostrada de novo; ela olha para a câmera.
— O que ele disse? Vocês sabem, vejam a tradução. A única coisa que eu entendi foi que ele disse para comer a puta linda, que sou eu — diz rindo.
— Com vocês, a puta desta noite, Natalia Oreiro — disse o homem. Naquele momento a cortina se abriu e Natalia levanta os braços; os aplausos e gritos soam. Aproximam o microfone de Natalia.
— Oi, senhores! Querem me comer? Estou aqui para a gente gozar juntos. Minha buceta e meu cuzinho são de vocês. Aproveitem, e não se esqueçam de meus lábios e boca, lembrem que eu adoro chupar paus e engolir tudo. – diz Natalia e todos aplaudem. Do lado do palco surge um carro, é uma espécie de picota acolchoada, Natalia sorri, se posiciona, fica em posição de quatro, uma madeira prende seu pescoço deitado e olhando para frente, suas mãos aos lados também presas, dessa forma ela não pode ver quem se aproxima por trás para transá-la, ela sorri o tempo todo. - Que venham os que quiserem! – grita toda eufórica e sacudindo o pouco que pode seus pés. O burburinho no clube era ensurdecedor. O cheiro de álcool, tabaco e testosterona enchia o ar enquanto os homens se amontoavam ao redor do palco. O primeiro homem, um cara alto e de ombros largos que parecia ter saído de uma academia russa, se adiantou. Não disse nada. Simplesmente se posicionou atrás de Natalia, cuja postura na picota a deixava completamente vulnerável, com o pescoço preso e o olhar fixo para frente, sem poder ver quem vinha. Ele agarrou seus quadris com força, afundando os dedos na pele, e sem aviso prévio, a penetrou de uma só estocada por trás. Natalia soltou um grito agudo, não de dor, mas de puro prazer, arqueando as costas enquanto seus pés se sacudiam freneticamente. O homem começou a fodê-la cada vez mais rápido. O ritmo da penetração traseira ficou frenético, os golpes secos ressoavam contra a picota. Natalia tinha os olhos entreabertos, a respiração entrecortada e um sorriso que não saía do rosto nem por um segundo. Ao mesmo tempo, um homem mais velho se posicionou na frente dela. Suas mãos enluvadas seguraram sua mandíbula com firmeza, mas sem brusquidão, guiando sua cabeça para baixo. Quando sentiu a entrada em sua boca, Natalia o envolveu com os lábios de imediato, sugando com entusiasmo enquanto o homem que a fodía por trás soltava um grunhido de satisfação. - Isso mesmo, gostosa! Agrade a todos! - gritou o cara da academia, acelerando ainda mais sem beijos. Depois de alguns minutos, o homem lubrificou o cuzinho dela com uma pomada e depois enfiou o pau, começando a comer o cuzinho dela. Na frente dela, o homem se retirou e outro apareceu, ela chupou o novo pau sem reclamar. A troca foi instantânea. O homem mais velho se retirou com um suspiro de satisfação, deixando Natalia com a boca aberta e pronta para o próximo. Sem perder um segundo, um homem mais jovem e de pele clara se posicionou na frente dela, guiando o membro até os lábios dela. Natalia o recebeu com a mesma avidez, envolvendo-o com a língua e chupando com força enquanto seus olhos se moviam de um lado para o outro, curtindo o espetáculo que tinha diante de si. Enquanto isso, por trás, o cara da academia não tinha perdido o ritmo, a penetração anal ficou mais profunda e constante. As estocadas rítmicas faziam o corpo de Natalia vibrar contra a madeira do tronco.
- Continua assim, puta gostosa! – dizem pra ela, ela não sabe de onde vêm os comentários nem os entende, já que falam em russo e o vídeo traduz nas legendas.
Outra troca, enquanto Natalia já tinha trocado por outro pau na boca, o cara da academia se retirou, encharcado de suor, um homem mais velho, de compleição robusta e barriga proeminente, se posicionou atrás de Natalia. Sem perder tempo, se ajeitou e começou a comê-la pelo cuzinho com movimentos pesados e lentos que faziam o tronco ranger levemente. Natalia nem piscou com a troca. Sua atenção estava totalmente voltada para o novo homem que tinha se colocado na frente dela. Com a boca ocupada, seus olhos brilhavam de excitação enquanto envolvia o novo pau com os lábios, chupando com a mesma intensidade de antes. O velho gordo soltou um grunhido profundo, agarrando os quadris de Natalia com as duas mãos para se firmar melhor enquanto suas estocadas rítmicas continuavam.
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- Ai, sim! Adoro quando me tratam assim! - gritou ela para a câmera.
- São todos uns animais, me deixam louca! - o homem que ela tinha na boca acariciou seu cabelo com brusquidão, aproveitando seu entusiasmo.
O homem que a comia pelo cu mudou de novo, um cara jovem e musculoso que se posicionou com firmeza, fazendo Natalia soltar um gemido profundo quando sentiu a penetração anal. Ao ficar livre na frente, ela aproveitou o momento para olhar um pouco para a câmera, com o cabelo preto meio bagunçado e os lábios úmidos.
- Gente, isso é incrível! - exclamou com um sorriso radiante, embora sua respiração estivesse pesada.
- Obrigada a todos esses homens por me tratarem como a puta que eu sou! Adoro que me usem assim, não parem nunca! - seus olhos brilhavam de pura euforia enquanto o homem atrás dela acelerava o ritmo, suas mãos apertando os quadris de Natalia com força, dois homens se aproximam pela frente, se revezam para meter o pau na boca dela, ela chupa com força, atrás dela outro muda, outro pau entra no seu cu. Todos se revezam para comer Natalia. Outros dois homens se posicionaram na frente de Natalia, segurando-a pelo maxilar com firmeza para se revezarem na sua boca. Ela os recebia a ambos com uma voracidade impressionante, alternando entre um e outro com movimentos rápidos e decididos, engolindo cada centímetro com um sorriso que não apagava. Por trás, o ritmo não dava trégua. Outro homem ocupou seu lugar, introduzindo seu membro no ânus de Natalia com um empurrão seco que a fez arquear as costas contra a picota. O som dos golpes rítmicos se misturava com os gritos dos homens que rodeavam o palco. A fila de homens parecia interminável. Eles se revezavam com uma eficiência mecânica, como se fossem uma linha de montagem de puro prazer. A cena continuou assim, Natalia só sorria enquanto os paus passavam por frente, onde ela chupava, e por trás, onde às vezes fodiam sua buceta, mas na maioria vinham comer seu cu. A cena se tornou uma coreografia frenética de corpos e fluidos. Natalia estava no seu elemento, entregue por completo à situação. Sua boca trabalhava sem descanso, alternando entre os membros que se apresentavam por diante, enquanto por trás o ritmo era implacável. O padrão se repetia uma e outra vez: um homem se retirava, outro ocupava seu lugar. A maioria buscava seu cu, aproveitando a resistência e o calor do seu ânus, alguns usavam sua buceta, deixando marcas e fluidos por toda parte. Natalia mantinha aquele sorriso radiante, quase angelical em meio a tanto caos carnal. De vez em quando, entre uma sucção e outra, conseguia olhar para a câmera com os olhos brilhantes.
- Não parem, por favor, continuem! - dizia Natalia.
- Vocês são os melhores! – voltou a dizer.
Uma pausa acontece, a câmera se aproxima do rosto de Natalia, podia-se ver cada gota de suor escorrendo pela sua testa e bochechas, seu cabelo negro grudado no pescoço, seus olhos demonstravam pura adrenalina.
- Como você está? Continuamos? - perguntam.
- Como assim continuamos? Não parem! - exclamou com uma energia transbordante, passando a língua pelos lábios molhados.
- Estou no meu paraíso! Que venham todos os que quiserem, quero sentir cada um de vocês! - se ajeitou um pouco no picote com um sorriso desafiador para a lente.
- Vamos, senhores! A puta está pronta para mais! – grita.
Desta vez foi diferente, nenhum homem se aproximou pela frente, começaram a se revezar, comiam pelo cu, um pouco pela buceta e deixavam lugar para outro homem, assim começaram a passar. O ritmo mudou por completo. A boca de Natalia, que até agora ela tinha estado ocupada sem descanso, ficou livre, mas não houve ninguém que a aproveitasse. Os homens se concentraram exclusivamente no seu traseiro. Virou uma sucessão interminável de penetrações anais. Um homem se retirava e o seguinte ocupava seu lugar quase instantaneamente, sem deixar que o calor da carne esfriasse. De vez em quando, algum se movia para sua buceta para uma estocada rápida antes de ceder a vez ao próximo. Natalia sentia como seu corpo era reivindicado uma e outra vez. O som da pele batendo contra a pele enchia o palco, um golpe rítmico e constante que não dava trégua. Depois de quase uma hora, os homens começaram a ejacular dentro da sua pussy, depois de passar pelo seu cuzinho. A fila de homens virou um desfile grotesco e fascinante da natureza humana. Não havia filtros, não havia seleção. Natalia era o centro de um turbilhão de corpos que se revezavam sem descanso. Gordos suados que a faziam gemer com seu peso, homens magros e fibrosos que se moviam com rapidez nervosa, musculosos que a sacudiam contra a madeira do pelourinho, e caras de todas as formas e tamanhos. Até travestis se juntaram à fila, trazendo ritmos diferentes que a faziam arquear em prazer. O lubrificante era aplicado rápido entre um homem e outro, garantindo que o fluxo não parasse. O cheiro no palco era denso, uma mistura de suor, pomada e fluidos corporais. Natalia sentia como seu corpo se enchia por alguns que a comiam pela pussy e ejaculavam dentro. Depois de meia hora, todos começaram a comer sua pussy e ejacular dentro, um atrás do outro. O palco virou uma maré de corpos que se amontoavam para alcançar seu objetivo. Já não havia turnos lentos; agora era uma sucessão frenética de homens buscando sua pussy. Natalia sentia como cada estocada a empurrava contra o acolchoado do pelourinho, seu corpo tremendo sob o peso de tantos homens. Um atrás do outro, os membros entram e saem, quentes e molhados. Natalia arqueava as costas, soltando gemidos que se perdiam no estrondo da boate. Podia sentir o calor de cada ejaculação dentro dela, um fluxo constante que a fazia se sentir completamente cheia, reivindicada por cada um daqueles desconhecidos. - Isso! Me enche toda! - gritava ela, com a voz falhada pela excitação, enquanto suas pernas tremiam sem controle. A fila não avançava, simplesmente abria caminho. Finalmente, tudo cessou, Natalia estava exausta, abriram o picota e a ajudaram a se sentar. - Uma forte salva de palmas para Natalia, a puta da noite, incrível... - disse o homem ao microfone, uma estrondosa salva de palmas soou. Natalia se deixou cair sobre os joelhos no chão do palco, respirando com dificuldade. Tinha o cabelo totalmente bagunçado, colado ao rosto pelo suor, e sua camisa jeans estava desabotoada quase até a cintura. Suas pernas tremiam visivelmente enquanto tentava recuperar o fôlego, ela levantou a cabeça lentamente, tinha um sorriso cansado mas genuíno que iluminava seu rosto apesar do esgotamento. - Obrigada, obrigada a todos! - exclamou, levantando uma mão para a multidão. - Vocês foram incríveis! Amei cada segundo! - os homens na primeira fila aplaudiam com força, alguns gritando seu nome. A câmera foca como ajudam Natalia a chegar ao seu camarim, a porta se fecha e a imagem escurece por alguns segundos. Ao voltar vemos Natalia com os cabelos molhados e um roupão, tomou um banho, se senta para esperar o relatório da noite. O silêncio do camarim era quase irreal depois do estrondo da boate. Natalia se deixou cair na poltrona de couro, sentindo cada músculo do seu corpo protestar. O roupão parecia estranhamente macio contra a pele que há apenas alguns minutos era golpeada e agarrada por dezenas de mãos desconhecidas. Passou uma mão pelo cabelo molhado, ajeitando os fios negros que ainda pingavam um pouco. Seus olhos, embora cansados, mantinham aquele brilho de adrenalina residual. O produtor entrou no camarim com um tablet na mão e uma expressão de absoluta satisfação. Sentou-se na frente dela, revisando os números.
- Foi um sucesso retumbante, Natalia. - disse ele, sem levantar os olhos da tela.
- 117 homens te comeram pelo cu e usaram a palavra: buceta, várias vezes, 95 boquetes, você engoliu 83 gozadas e na sua buceta ejacularam 195 vezes. - diz o produtor.
- Que atuação incrível, Natalia! - diz ele de novo. Natalia deixou escapar um suspiro longo, quase um suspiro de alívio, enquanto os números do produtor flutuavam no ar como uma medalha de honra. Recostou-se na poltrona, sentindo o peso de cada um desses números no próprio corpo.
- Cento e noventa e cinco? - repetiu ela, com um sorriso torto que misturava incredulidade e orgulho.
- Meu Deus... sinto que ainda estou cheia deles. - passou a mão pela barriga, por baixo do roupão, como se ainda pudesse sentir o calor de todas aquelas ejaculações.
- Foi uma loucura, de verdade. - continuou, sua voz suave.
- Esses números são inacreditáveis. Os caras estavam como loucos. Eu amo quando perco o controle assim, quando sou só um corpo pra eles. -
- Olha pra câmera, diz algo pros seus fãs pra se despedir. - diz ele por último. Natalia se endireitou na poltrona, ajeitando um pouco o cabelo molhado atrás da orelha. Olhou diretamente para a lente da câmera com aquela expressão cúmplice e vibrante que a caracterizava, como se estivesse falando com cada um dos seus seguidores através da tela.
- Bom, meus amores... - começou, com uma voz suave mas carregada daquela energia elétrica que ainda a percorria.
- Obrigada por estarem aí comigo esta noite. Foi uma loucura total, e não poderia ter sido melhor sem vocês. - mordeu o lábio inferior, lançando um olhar brincalhão para a câmera.
- Lembrem que sou de vocês, sempre. Da próxima vez que me virem, espero que estejam prontos pra outra noite tão intensa quanto essa. Amo vocês, até logo! -
- Quem é a mais puta? - pergunta o produtor, brincando. Natalia soltou uma gargalhada limpa, uma que encheu todo o camarim. Inclinou-se para frente, apoiando os cotovelos nos joelhos, e olhou para a câmera com um brilho desafiador e divertido nos olhos.
- Quem é a mais puta? - repetiu ela, como se saboreasse a pergunta. Depois apontou para si mesma com o polegar, com um sorriso de pura satisfação.
- Eu! Obviamente sou eu! - recostou-se de novo na poltrona, passando uma mão pela barriga com um gesto despreocupado.
- Não tem outra como eu, né? - acrescentou com uma piscada cúmplice para a câmera, enquanto ajeitava o roupão.
- Ninguém mais aguentaria tanto quanto eu aguentei essa noite. -
- Valeu, Natalia, seus fãs agradecem. – diz o produtor. Natalia assentiu com a cabeça, mantendo aquele sorriso relaxado que não saía do rosto.
- De nada. - respondeu com simplicidade, como se estivesse agradecendo um elogio qualquer em um tapete vermelho, mas com aquele toque de cumplicidade que só ela tinha. Levantou-se da poltrona com um movimento lento, sentindo ainda o cansaço nas pernas, e foi em direção ao banheiro do camarim.
- A gente se vê na próxima produção. - acrescentou sem olhar para trás, sua voz ecoando suavemente no pequeno espaço enquanto começava a desatar o nó do roupão. A câmera escureceu e o vídeo terminou.
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