Héctor apertou o botão de "Ligar". O coração batia tão forte que ele sentia os pulsos na garganta. Seu membro, meio modesto e fino comparado com os que tinha visto nos vídeos dos strippers, estava completamente ereto e pulsante, brilhando de líquido pré-ejaculatório. Tinha visto mil vezes no pornô, mas nunca tão perto da própria realidade: Dulce sendo usada, mijada, forçada a engolir a própria urina e a da Tania… e ele, longe, só podia olhar.
A chamada conectou.
Steph apareceu na tela. Estava de pé num corredor, com o celular numa mão e um sorriso torto. Atrás dela ainda dava pra ouvir o barulho do bar, a música e os gritos.
—Me dá dois segundos —disse ela com voz baixa e carregada de malícia.
Andou rápido, abriu uma porta lateral e entrou numa pequena sala do bar. Trancou. A câmera mostrou uma mesa bagunçada, um sofá velho e uma luz fraca. Steph sentou no sofá, abriu as pernas e ajeitou o celular num ângulo que deixava ela quase inteira na tela. Sem que Héctor percebesse, ativou a gravação em segundo plano. Queria guardar cada segundo.
Fazia anos que desejava o Héctor. Tinha querido ele em silêncio, sem nunca ter coragem de falar. Agora, com a Dulce fora de controle e ele desesperado, tinha a oportunidade perfeita de conseguir… do jeito errado.
—Agora estamos sozinhos —sussurrou, sorrindo de um jeito meio pirado—. Me mostra.
Héctor estava com a calça abaixada até os tornozelos. Seu pau, meio fino e de tamanho discreto, estava duro e levemente avermelhado. Segurava com a mão direita, mexendo devagar. Por dentro, se odiava.Que porra eu tô fazendo? Isso é uma loucura… mas se eu não fizer, ele não me dá o endereço. Eu tenho que chegar lá. Tenho que tirar a Dulce de lá.

—Steph… o endereço. Por favor. Quero ir antes que… —a voz dele falhou.
Steph riu baixinho. Com a mão livre, enfiou debaixo da própria saia curta e começou a se tocar sem vergonha. A câmera captou o movimento dos dedos dela sob o tecido. Os peitos pequenos dela subiam a cada respiração ofegante, e quando se ajeitou melhor, deu pra ver o contorno da bunda grande e redonda contra o sofá, junto com as pernas grossas e firmes.
—Primeiro vamos brincar um pouco —disse com tom suave mas firme—. Me diz uma coisa… você gosta de vê-la assim? Tão… aberta? Tão usada?
Héctor fechou os olhos por um segundo. A vergonha queimava o rosto dele.Não… não gosto disso. Odeio isso. Mas se eu não falar o que ele quer…Quando os abriu, olhou diretamente para a câmera com a mandíbula tensa.
—Sim… eu gosto —admitiu com a voz rouca, quase envergonhada. Cada palavra lhe custava.
Steph mordeu o lábio inferior e acelerou o movimento dos seus dedos.
—Mais claro. Me diga que você sempre quis vê-la assim, toda destruída. Que isso te excita.
Héctor respirou ofegante. Sua mão se movia mais rápido sobre seu membro modesto, mais por nervosismo do que por prazer.Isso é humilhante… tô falando coisas que não sinto. Mas se eu me negar, acaba. Tenho que salvá-la.

—Sempre… sempre quis te ver assim, toda quebrada. Me dá tesão —disse ele, sentindo o orgulho se desfazer na boca.
Steph soltou um gemido curto.
—Bom… agora outra coisa. Mija num copo. Quero te ver beber. Tudo.
Héctor ficou parado por um segundo.Beber minha própria urina? Isso já é demais…Mas a imagem de Dulce naquele bar, cercada de estranhos, o empurrou. Pegou o copo vazio que estava ao lado do sofá, levantou-se um pouco e deixou sair um jato quente dentro do copo. O líquido era transparente, apenas tingido de um amarelo bem suave. Quando terminou, levantou o copo em direção à câmera. O cheiro subiu ao seu nariz. Com o rosto avermelhado e a mão tremendo, levou-o aos lábios e bebeu devagar. Primeiro um gole, depois outro. Engoliu com dificuldade, sentindo o sabor amargo e quente descer pela sua garganta.
Não acredito que tô fazendo isso…pensou, derrotado.Mas se ele me der o endereço… se eu chegar a tempo…
Steph se tocou mais forte ao vê-lo. Seus olhos brilhavam com uma mistura de poder e desejo.
—Engole tudo… mais devagar. Quero ver como sua boca fica cheia.
Héctor obedeceu, deixando o líquido escapar um pouco pelos cantos dos lábios antes de terminar de beber. Seu rosto estava completamente vermelho de vergonha e excitação. Cada gole tinha gosto de derrota.
—Agora… vira pra cá —continuou ela, com a voz mais grave—. Me mostra sua bunda. Abre bem. Quero ver você enfiando os dedos.
Héctor hesitou.Isso... isso já é outra coisa.Ele se ajeitou de lado no sofá com a pelve voltada para a câmera, se movendo desajeitadamente. Com as duas mãos, afastou as nádegas, expondo claramente o ânus. Com a mão livre, passou saliva no dedo indicador e o empurrou lentamente para dentro de si mesmo. Soltou um gemido abafado, mais de vergonha do que de prazer. Seu pau tremia no ar enquanto ele se masturbava e se penetrava ao mesmo tempo.
Não acredito que tô me deixando ver assim… por ela. Por chegar na Dulce.
Steph olhava pra ele sem piscar, excitada com a submissão.
—Mais fundo… abre mais… assim —ordenou ela—. Agora deita. Quadril pra cima. Quero que você goze na boca e engula tudo.
Héctor se deitou de costas, levantou a pelve e segurou as pernas. Seu membro discreto apontava para o próprio rosto. Sentia-se ridículo, exposto, derrotado. Mas a esperança de salvar Dulce ainda estava lá, frágil e desesperada.
Steph, do outro lado da tela, acelerou o ritmo dos dedos e começou a falar com voz rouca e enlouquecida:
—Imagina o que estão fazendo com ela agora mesmo… Como abrem o cu dela sem proteção… como enchem a buceta dela com porra de outro… como obrigam ela a foder com um desconhecido enquanto todo mundo assiste… como humilham ela na frente do bar inteiro… como deixam ela cheia e marcada…
As palavras de Steph levaram Héctor ao limite. Seu corpo ficou tenso. Ao mesmo tempo, Steph se arqueou no sofá, gemendo alto enquanto gozava.
Héctor ejaculou com força. Os jatos quentes caíram na boca dele, no rosto e no peito. Ele tentou engolir o que pôde, mas o esperma escorreu pelo queixo e sujou seus lábios.Isso... isso eu nunca vou esquecer, pensou, com o orgulho em pedaços.
Steph, ainda tremendo pelo próprio orgasmo, se aproximou mais da câmera. Sua voz era baixa, quase um sussurro, enquanto Héctor ainda tinha o esperma na boca e no rosto:
—O endereço é…
A chamada conectou.
Steph apareceu na tela. Estava de pé num corredor, com o celular numa mão e um sorriso torto. Atrás dela ainda dava pra ouvir o barulho do bar, a música e os gritos.
—Me dá dois segundos —disse ela com voz baixa e carregada de malícia.
Andou rápido, abriu uma porta lateral e entrou numa pequena sala do bar. Trancou. A câmera mostrou uma mesa bagunçada, um sofá velho e uma luz fraca. Steph sentou no sofá, abriu as pernas e ajeitou o celular num ângulo que deixava ela quase inteira na tela. Sem que Héctor percebesse, ativou a gravação em segundo plano. Queria guardar cada segundo.
Fazia anos que desejava o Héctor. Tinha querido ele em silêncio, sem nunca ter coragem de falar. Agora, com a Dulce fora de controle e ele desesperado, tinha a oportunidade perfeita de conseguir… do jeito errado.
—Agora estamos sozinhos —sussurrou, sorrindo de um jeito meio pirado—. Me mostra.
Héctor estava com a calça abaixada até os tornozelos. Seu pau, meio fino e de tamanho discreto, estava duro e levemente avermelhado. Segurava com a mão direita, mexendo devagar. Por dentro, se odiava.Que porra eu tô fazendo? Isso é uma loucura… mas se eu não fizer, ele não me dá o endereço. Eu tenho que chegar lá. Tenho que tirar a Dulce de lá.

—Steph… o endereço. Por favor. Quero ir antes que… —a voz dele falhou.
Steph riu baixinho. Com a mão livre, enfiou debaixo da própria saia curta e começou a se tocar sem vergonha. A câmera captou o movimento dos dedos dela sob o tecido. Os peitos pequenos dela subiam a cada respiração ofegante, e quando se ajeitou melhor, deu pra ver o contorno da bunda grande e redonda contra o sofá, junto com as pernas grossas e firmes.
—Primeiro vamos brincar um pouco —disse com tom suave mas firme—. Me diz uma coisa… você gosta de vê-la assim? Tão… aberta? Tão usada?
Héctor fechou os olhos por um segundo. A vergonha queimava o rosto dele.Não… não gosto disso. Odeio isso. Mas se eu não falar o que ele quer…Quando os abriu, olhou diretamente para a câmera com a mandíbula tensa.
—Sim… eu gosto —admitiu com a voz rouca, quase envergonhada. Cada palavra lhe custava.
Steph mordeu o lábio inferior e acelerou o movimento dos seus dedos.
—Mais claro. Me diga que você sempre quis vê-la assim, toda destruída. Que isso te excita.
Héctor respirou ofegante. Sua mão se movia mais rápido sobre seu membro modesto, mais por nervosismo do que por prazer.Isso é humilhante… tô falando coisas que não sinto. Mas se eu me negar, acaba. Tenho que salvá-la.

—Sempre… sempre quis te ver assim, toda quebrada. Me dá tesão —disse ele, sentindo o orgulho se desfazer na boca.
Steph soltou um gemido curto.
—Bom… agora outra coisa. Mija num copo. Quero te ver beber. Tudo.
Héctor ficou parado por um segundo.Beber minha própria urina? Isso já é demais…Mas a imagem de Dulce naquele bar, cercada de estranhos, o empurrou. Pegou o copo vazio que estava ao lado do sofá, levantou-se um pouco e deixou sair um jato quente dentro do copo. O líquido era transparente, apenas tingido de um amarelo bem suave. Quando terminou, levantou o copo em direção à câmera. O cheiro subiu ao seu nariz. Com o rosto avermelhado e a mão tremendo, levou-o aos lábios e bebeu devagar. Primeiro um gole, depois outro. Engoliu com dificuldade, sentindo o sabor amargo e quente descer pela sua garganta.

Não acredito que tô fazendo isso…pensou, derrotado.Mas se ele me der o endereço… se eu chegar a tempo…
Steph se tocou mais forte ao vê-lo. Seus olhos brilhavam com uma mistura de poder e desejo.
—Engole tudo… mais devagar. Quero ver como sua boca fica cheia.
Héctor obedeceu, deixando o líquido escapar um pouco pelos cantos dos lábios antes de terminar de beber. Seu rosto estava completamente vermelho de vergonha e excitação. Cada gole tinha gosto de derrota.
—Agora… vira pra cá —continuou ela, com a voz mais grave—. Me mostra sua bunda. Abre bem. Quero ver você enfiando os dedos.
Héctor hesitou.Isso... isso já é outra coisa.Ele se ajeitou de lado no sofá com a pelve voltada para a câmera, se movendo desajeitadamente. Com as duas mãos, afastou as nádegas, expondo claramente o ânus. Com a mão livre, passou saliva no dedo indicador e o empurrou lentamente para dentro de si mesmo. Soltou um gemido abafado, mais de vergonha do que de prazer. Seu pau tremia no ar enquanto ele se masturbava e se penetrava ao mesmo tempo.
Não acredito que tô me deixando ver assim… por ela. Por chegar na Dulce.
Steph olhava pra ele sem piscar, excitada com a submissão.
—Mais fundo… abre mais… assim —ordenou ela—. Agora deita. Quadril pra cima. Quero que você goze na boca e engula tudo.
Héctor se deitou de costas, levantou a pelve e segurou as pernas. Seu membro discreto apontava para o próprio rosto. Sentia-se ridículo, exposto, derrotado. Mas a esperança de salvar Dulce ainda estava lá, frágil e desesperada.Steph, do outro lado da tela, acelerou o ritmo dos dedos e começou a falar com voz rouca e enlouquecida:
—Imagina o que estão fazendo com ela agora mesmo… Como abrem o cu dela sem proteção… como enchem a buceta dela com porra de outro… como obrigam ela a foder com um desconhecido enquanto todo mundo assiste… como humilham ela na frente do bar inteiro… como deixam ela cheia e marcada…
As palavras de Steph levaram Héctor ao limite. Seu corpo ficou tenso. Ao mesmo tempo, Steph se arqueou no sofá, gemendo alto enquanto gozava.Héctor ejaculou com força. Os jatos quentes caíram na boca dele, no rosto e no peito. Ele tentou engolir o que pôde, mas o esperma escorreu pelo queixo e sujou seus lábios.Isso... isso eu nunca vou esquecer, pensou, com o orgulho em pedaços.
Steph, ainda tremendo pelo próprio orgasmo, se aproximou mais da câmera. Sua voz era baixa, quase um sussurro, enquanto Héctor ainda tinha o esperma na boca e no rosto:
—O endereço é…
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