Desde muito pequeno tive que me virar pra ganhar o pão, vinha de uma família muito pobre, recursos escassos e muitos irmãos, meu pai não conseguia sustentar todo mundo e minha mãe não trabalhava, então tive que sair pra labutar desde os 15, ganhando algumas moedas pra comer, embora claro que isso não dava pra muita coisa.
Com o passar dos anos comecei a trabalhar mais, assim que pude me independentizei e comecei a ver que aquilo não ia me levar a nada, estava sempre muito apertado, ajustado pra chegar no fim do mês e olha que eu tinha dois empregos, minha vida era muito cansativa, nunca tinha um puto, labutava como um cachorro, estava cansado e dolorido o dia todo pra nunca poder curtir minha vida, então decidi fazer algo pra mudar essa vida de merda, buscava ganhar grana, não importava se fosse de forma legal.
Era muito cagão pra vender droga, então começou a enganar as pessoas com cheques falsos, sua capacidade de copiar e modificar papéis era extremamente boa, então lançava cheques sem fundos, começou a comprar muitas coisas que acabavam saindo de graça e quando o cheque voltava ele já tinha ido embora, vai reclamar pra quem, viagens grátis, hotéis, roupas, tecnologia, tudo começou a comprar assim, era uma vida dos sonhos, é como se tivesse o talão de cheques dourado, mas em vez disso tinha um talão de cheques falso e fodia as pessoas.
Começou a virar costume isso, era uma vida cheia de luxos, total, se dava bem e sumia, viajou por mais de 30 países e enganou muita gente, sempre por cima de todos, pensando que era o máximo, viveu os dois melhores anos da sua vida, Manhattan, Moscou, Madri, Havana, Tóquio, Berlim, Pequim, Florianópolis. Foram algumas entre muitíssimas cidades que visitou, enganando companhias aéreas, hotéis, redes, casas particulares, etc. Era um malandro de palavras maior, mas a todos chega em algum momento seu karma, ninguém vive de graça por cima pra sempre e é claro que ele não ia ser a exceção.
Leonel se meteu com um político corrupto, não fez isso diretamente, mas sim De forma indireta, ele possuía a linha de hotéis mais prestigiosa de toda Nova York, um erro que lhe custaria muito caro, 2 semanas all inclusive, lhe custava 2 milhões de dólares, que não era uma cifra extraordinária para esse playboy, mas perdeu prestígio, foi a piada de todos os milionários, vendo que caiu no golpe mais absurdo do mundo, embora eles não soubessem que ele era um golpista mundial, maaaaaas, isso não ia ficar assim, o político foi atrás dele, o rastreou e o caçou, recorreu o mundo inteiro para chegar até ele, teve que pagar mais de 5 milhões de dólares em advogados particulares, pedir dados privados ao FBI e usar a inteligência da CIA, mas deu com o paradeiro dele, e uma vez que o agarrou, a noite ia chegar pra ele.
Ia castigar Leonel de uma forma um pouco peculiar, em vez de mandá-lo pra cadeia ou colocá-lo pra trabalhar pra ele, queria recuperar sua honra, não era um político importante, um magnata multimilionário, um homem de poder, fez uma operação de mudança de sexo pra convertê-lo em mulher e depois disso ia fazê-lo penar.
Já não ia ser mais Leonel, agora ia ser Leonora, uma maldita puta muito slut, que trabalhava na sua rede de hotéis, pra satisfazer os homens mais poderosos e endinheirados do mundo, o que significa que ia ser a puta dos hotéis, a partir de agora ia se tornar uma empregada sexual, até pagar a dívida que tinha com ele, no total 2 milhões de dólares, por cada homem que atendesse, ela ia receber um total de 20000 dólares, ia ser uma puta vip, mas no total tinha que atender 100 homens, mas havia outra condição, só ia contar como atendidos aqueles que gozassem dentro dela e a última e pior condição, como isso era um jogo de orgulho, só podia usar o cu pra atendê-los. Ia ser uma prostituta que tinha que dar pra 100 homens, todos anais e todos tinham que gozar no cu dela.
Ele foi o primeiro a provar dela, jogou-a contra o sofá e estreou seu cu virgem e apertado, claro que não foi nada gentil, cada investida ele fez com raiva, era uma demonstração do seu poder, de que o que ele queria ele conseguia, começou a foder a Leonora bem forte, a pobre não tinha o cu dilatado e ele nem sequer usou vaselina ou lubrificante, então cada investida era uma dor aguda e penetrante no seu cu, ela tremia e gritava, não era só a dor de estar abrindo o cu dela, mas ele estava fazendo a seco, ele a fodeu bem forte e com força, mas como o ânus dela estava muito apertado, ele não aguentou muito e gozou, dentro, claro. 1/100. Faltavam apenas 99.
As primeiras doeram, o cu dela foi se abrindo aos poucos, eles eram muito brutos, não tinham compaixão, simplesmente descarregavam o estresse nela, o desejo deles, gostavam e se excitavam ao ver uma garotinha sob o poder deles, que ela gritasse de dor enquanto arrebentavam o cu dela, sem compaixão curtiam ver o sofrimento dela, era uma questão de poder. As primeiras 5 vezes doeu, ela odiou, cada maldita estocada era uma tortura e um sofrimento insuportável.
A partir da sexta vez foi diferente, dessa vez quando a comeram não doeu, seu ânus tinha se recuperado dos mini desgarros que lhe causaram, já não doía e já estava esticado, dessa vez a cock entrava relativamente fácil, ela estava quente, não aproveitava, mas um pouco de prazer lhe causava, não deixava de ser uma resposta natural do seu corpo que os esquentou ainda mais enquanto metia o dedo na buceta, a sexta vez foi diferente, dessa vez ela gemeu, não gritou, no fundo seu corpo tinha se acostumado a ser comida pelo cuzinho e já estava começando a pegar o jeito.
6/100 quando gozaram na bunda dela, ela gemeu, sentiu a porra bem grossa lá dentro, mesmo que ainda incomodasse, era desconfortável e nojento ter porra no cu, escorrendo e pingando, mas dava prazer, sentir o pau pulsando e aquela sensação quentinha, era o começo do ponto de ruptura dela.
O 14/100 foi estranho, ele a chamou e não a comeu no switch, a levou para passear, ela aceitou porque tanto fazia, e seu objetivo era terminar o mais rápido possível com aquilo antes que começasse a gostar, e voltar a ser homem rápido, esse cara rodou a cidade na limusine dele enquanto ela estava do lado, quando ele ficou com tesão, colocou ela de quatro nos bancos e reivindicou seus direitos de comê-la, a penetrou enquanto ela estava de quatro olhando pela limusine as ruas de Nova York, lembrando sua antiga vida, mas dessa vez estava gemendo como uma puta enquanto ele a comia por trás, já parecia estar gostando, embora queira se enganar seus gemidos de puta dizem uma coisa e sua mente pensa outra.
Ela acabou com o cu coberto de porra, expulsando aos poucos enquanto se dilatava, e ela soltou um suspiro longo, mais uma carga e já eram 14, seu cu estava recebendo muitas, já tinha se acostumado a ser gozada, como a ponta palpita antes de soltar a carga e se prepara para sentir a porra quente dentro.
Na vez número 34/100 ela recebeu algo novo, que nunca tinha recebido antes, um negro, já era raro, demorou pra chegar, o descendente africano com uma rola de mais de 25 cm, era um monstro, quando ela viu, se alarmou, já sentia prazer em ser comida, mas isso precisamente não ia ser prazeroso, ia sentir de novo o que sentiu nas primeiras vezes, enquanto aquela rola colossal entrava, aos pouquinhos sentia seu cu se abrindo cada vez mais, ia ficar muito dilatado, devagar entrou toda, uma vez que isso aconteceu vem o pior, as investidas dele, como era de se esperar o negro não ia ter piedade, então meteu bem forte, tapava e batia até o fundo, 28 centímetros exatos dentro do seu cu, quase tocava os intestinos, enquanto ela gemia, doía, mas não podia evitar sentir certo prazer, seu cu já estava feito pra receber pirocas.
Na vez número 57/100, já mais da metade, ela experimenta seu primeiro orgasmo anal, já estava adestrada e acostumada a ser fodida pelo cu, tanto que já lhe causava prazer extremo, enquanto a fodiam por ali, era capaz de chegar ao orgasmo, soltando um squirt enquanto lhe davam pelo cu como uma puta, se sentiu uma degenerada, gozar porque é fodida pelo cu era algo que nunca teria imaginado, mas quem diria que isso ia acontecer, aos poucos ela estava se perdendo, já não faltava muito para que não houvesse mais volta.
Na 73/100 ela já era uma puta viciada em anal, ali estava sendo movida como uma boneca enquanto arrombavam a bunda dela e ela gemia, não importava, ali estava recebendo rola e sendo feliz, dar o cu já era quase seu pão de cada dia, era uma viciada em anal, precisava foder, uma rola grande e grossa no cu era a única coisa que saciava seu apetite, já estava tão acostumada que seu cu pulsava 3 vezes por dia pedindo rola, e não conseguia relaxar até não foderem ela pelo cu.
A bunda dela não podia ficar feliz e completa sem uma carga grossa e densa de porra, ela odiava quando transbordava, queria tudo lá dentro, queria sentir escorrendo pra dentro da cavidade anal, sentir quentinho e grosso, era pra ela, já era a vitamina dela, como se absorvesse por ali.
Perto do final, na número 95 e 96/100 pra ser exato, ela pegou dois, ela não se assustou, pelo contrário, pulou em cima deles e disse pra meterem bem forte, que fossem homens, e assim foi, ela aguentou os dois, dupla foda anal, enquanto gemia bem alto aos gritos, como arrebentavam e esticavam ainda mais o cu dela, algo que a essa altura parecia impossível, ela conseguia com um ménage, os dois contra o cu dela, ela aguentou como uma campeã, de fato podia continuar ainda mais, terminou com eles e queria outros dois, já era uma ninfomaníaca insaciável, com um cu traga-porra que não tinha jeito de deixar ela satisfeita.
Não sabemos como terminou, embora possamos supor que depois de chegar às 100 ele não voltou a ser homem, sua mente já estava suficientemente quebrada pra aceitar seu novo papel, o que podemos saber com certeza é que certo político foi o grande beneficiado aqui, tendo uma puta vip anal, pra sempre. Fim.
Ele foi o primeiro a provar dela, jogou-a contra o sofá e estreou seu cu virgem e apertado, claro que não foi nada gentil, cada investida ele fez com raiva, era uma demonstração do seu poder, de que o que ele queria ele conseguia, começou a foder a Leonora bem forte, a pobre não tinha o cu dilatado e ele nem sequer usou vaselina ou lubrificante, então cada investida era uma dor aguda e penetrante no seu cu, ela tremia e gritava, não era só a dor de estar abrindo o cu dela, mas ele estava fazendo a seco, ele a fodeu bem forte e com força, mas como o ânus dela estava muito apertado, ele não aguentou muito e gozou, dentro, claro. 1/100. Faltavam apenas 99.
As primeiras doeram, o cu dela foi se abrindo aos poucos, eles eram muito brutos, não tinham compaixão, simplesmente descarregavam o estresse nela, o desejo deles, gostavam e se excitavam ao ver uma garotinha sob o poder deles, que ela gritasse de dor enquanto arrebentavam o cu dela, sem compaixão curtiam ver o sofrimento dela, era uma questão de poder. As primeiras 5 vezes doeu, ela odiou, cada maldita estocada era uma tortura e um sofrimento insuportável.
A partir da sexta vez foi diferente, dessa vez quando a comeram não doeu, seu ânus tinha se recuperado dos mini desgarros que lhe causaram, já não doía e já estava esticado, dessa vez a cock entrava relativamente fácil, ela estava quente, não aproveitava, mas um pouco de prazer lhe causava, não deixava de ser uma resposta natural do seu corpo que os esquentou ainda mais enquanto metia o dedo na buceta, a sexta vez foi diferente, dessa vez ela gemeu, não gritou, no fundo seu corpo tinha se acostumado a ser comida pelo cuzinho e já estava começando a pegar o jeito.
6/100 quando gozaram na bunda dela, ela gemeu, sentiu a porra bem grossa lá dentro, mesmo que ainda incomodasse, era desconfortável e nojento ter porra no cu, escorrendo e pingando, mas dava prazer, sentir o pau pulsando e aquela sensação quentinha, era o começo do ponto de ruptura dela.
O 14/100 foi estranho, ele a chamou e não a comeu no switch, a levou para passear, ela aceitou porque tanto fazia, e seu objetivo era terminar o mais rápido possível com aquilo antes que começasse a gostar, e voltar a ser homem rápido, esse cara rodou a cidade na limusine dele enquanto ela estava do lado, quando ele ficou com tesão, colocou ela de quatro nos bancos e reivindicou seus direitos de comê-la, a penetrou enquanto ela estava de quatro olhando pela limusine as ruas de Nova York, lembrando sua antiga vida, mas dessa vez estava gemendo como uma puta enquanto ele a comia por trás, já parecia estar gostando, embora queira se enganar seus gemidos de puta dizem uma coisa e sua mente pensa outra.
Ela acabou com o cu coberto de porra, expulsando aos poucos enquanto se dilatava, e ela soltou um suspiro longo, mais uma carga e já eram 14, seu cu estava recebendo muitas, já tinha se acostumado a ser gozada, como a ponta palpita antes de soltar a carga e se prepara para sentir a porra quente dentro.
Na vez número 34/100 ela recebeu algo novo, que nunca tinha recebido antes, um negro, já era raro, demorou pra chegar, o descendente africano com uma rola de mais de 25 cm, era um monstro, quando ela viu, se alarmou, já sentia prazer em ser comida, mas isso precisamente não ia ser prazeroso, ia sentir de novo o que sentiu nas primeiras vezes, enquanto aquela rola colossal entrava, aos pouquinhos sentia seu cu se abrindo cada vez mais, ia ficar muito dilatado, devagar entrou toda, uma vez que isso aconteceu vem o pior, as investidas dele, como era de se esperar o negro não ia ter piedade, então meteu bem forte, tapava e batia até o fundo, 28 centímetros exatos dentro do seu cu, quase tocava os intestinos, enquanto ela gemia, doía, mas não podia evitar sentir certo prazer, seu cu já estava feito pra receber pirocas.
Na vez número 57/100, já mais da metade, ela experimenta seu primeiro orgasmo anal, já estava adestrada e acostumada a ser fodida pelo cu, tanto que já lhe causava prazer extremo, enquanto a fodiam por ali, era capaz de chegar ao orgasmo, soltando um squirt enquanto lhe davam pelo cu como uma puta, se sentiu uma degenerada, gozar porque é fodida pelo cu era algo que nunca teria imaginado, mas quem diria que isso ia acontecer, aos poucos ela estava se perdendo, já não faltava muito para que não houvesse mais volta.
Na 73/100 ela já era uma puta viciada em anal, ali estava sendo movida como uma boneca enquanto arrombavam a bunda dela e ela gemia, não importava, ali estava recebendo rola e sendo feliz, dar o cu já era quase seu pão de cada dia, era uma viciada em anal, precisava foder, uma rola grande e grossa no cu era a única coisa que saciava seu apetite, já estava tão acostumada que seu cu pulsava 3 vezes por dia pedindo rola, e não conseguia relaxar até não foderem ela pelo cu.
A bunda dela não podia ficar feliz e completa sem uma carga grossa e densa de porra, ela odiava quando transbordava, queria tudo lá dentro, queria sentir escorrendo pra dentro da cavidade anal, sentir quentinho e grosso, era pra ela, já era a vitamina dela, como se absorvesse por ali.
Perto do final, na número 95 e 96/100 pra ser exato, ela pegou dois, ela não se assustou, pelo contrário, pulou em cima deles e disse pra meterem bem forte, que fossem homens, e assim foi, ela aguentou os dois, dupla foda anal, enquanto gemia bem alto aos gritos, como arrebentavam e esticavam ainda mais o cu dela, algo que a essa altura parecia impossível, ela conseguia com um ménage, os dois contra o cu dela, ela aguentou como uma campeã, de fato podia continuar ainda mais, terminou com eles e queria outros dois, já era uma ninfomaníaca insaciável, com um cu traga-porra que não tinha jeito de deixar ela satisfeita.Não sabemos como terminou, embora possamos supor que depois de chegar às 100 ele não voltou a ser homem, sua mente já estava suficientemente quebrada pra aceitar seu novo papel, o que podemos saber com certeza é que certo político foi o grande beneficiado aqui, tendo uma puta vip anal, pra sempre. Fim.
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