Oi, sou o Mario. Tenho 36 anos. Sou um homem bem gordinho, na verdade. Peito largo, braços grossos peludos e uma barriga que já não é de jovem… tô mais velho, mas ainda tenho força. Tô casado há oito anos e, de verdade, sou feliz. Tenho uma filhinha que eu adoro, um trabalho que não vai mal e uma esposa que eu amo. Levo uma vida tranquila e divertida. Tudo em ordem. Até que ela aparece. A Dariana é minha cunhada. Tem 18 anos. É muito linda. Pele clara e macia, cintura fina que se destaca quando ela anda, peitos firmes e redondos que se apertam contra qualquer blusa, e um rabo bem gostoso, que fica delicioso de se ver com legging. Desde o primeiro dia que a vi na casa da minha então namorada, ela me chamou a atenção. Nunca falei nada. Nunca pensei em voz alta. Só guardei.
Toda vez que eu ia de visita não conseguia evitar olhar a bunda dela. Sempre me dei bem com ela, a gente se dava muito bem… mas nada além disso. Uma tarde fui ao banheiro sem bater. Abri a porta e lá estava ela, pelada, tomando banho. Fiquei olhando por um segundo. Ela percebeu, se assustou, se cobriu e gritou "tá ocupadooo!". Fechei a porta rápido, mas não consegui tirar aquela imagem da cabeça. Minha cunhada pelada. Aquela imagem ficou grudada em mim, o corpo nu dela me hipnotizou, mas não como quando você se apaixona, era desejo. Depois, bom, me casei. Tive minha filha. Segui com minha vida normal. Mas nunca deixei de olhar a Dariana. Faz pouco tempo foi a festa da avó da minha esposa. Nos arrumamos, minha esposa, minha filha e eu, e fomos pra um sítio da família dela. O lugar estava cheio. Família completa, primos, pais, tios, amigos… todo mundo. Música alta, comida pra todo lado e muita bebida. Chegamos e, como sempre, o cumprimento um por um, abraços, sorrisos, "como você tá?". E lá estava a Dariana. Tava com um vestido meio largo, solto, que mesmo assim ficava lindo nela. Marcava a cintura e, quando ela se mexia, a bunda aparecia. Uma delícia. Cheguei perto pra cumprimentar com a mesma naturalidade de sempre. Um abraço curto, um "e aí, cunhada", e pronto. Nada fora do normal.
A festa continuou. Comemos, dançamos, celebramos. Conforme a noite avançava, começamos a beber o de sempre: cerveja, tequila, o que tivesse na mesa. Eu me mantive controlado. Dariana, por outro lado, não está acostumada. No começo ela só bebia devagar, rindo com as primas, mas conforme a noite passou o álcool foi subindo rápido nela. Eu a observava de canto de olho. Cada vez que ela se inclinava pra servir ou pegar alguma coisa, o vestido colava no corpo dela por um segundo. Cada vez que ela ria alto, aquelas tetas firmes se mexiam sob o tecido. E eu, com minha barriga e meus 36 anos, sentia aquela culpa antiga remexendo no peito… mas não tirava os olhos. Aos poucos ela começou a cambalear. Se agarrava nas cadeiras, falava mais alto, mais arrastado. Uma das primas disse pra ela parar, mas ela só riu e pediu "mais uma". Minha esposa veio até mim perto das duas da manhã, com cara de preocupação. —Mario… a Dariana já não consegue nem ficar em pé. Leva ela pra nossa casa pra dormir, fica mais perto que a da minha mãe, por favor. Eu fico mais um pouco com minhas primas e o pessoal, tô bem à vontade. A menina pode dormir aqui no quarto dos fundos. Olhei pra ela. Dariana estava sentada numa cadeira de plástico, o vestido subido mais do que devia, as pernas abertas sem perceber, o olhar perdido e um sorriso bobo na cara. Engoli em seco. —Tá bom —respondi. Minha esposa me ajudou a levantá-la. Entre nós dois, tiramos ela da cadeira. Dariana mal se sustentava. Ria feito boba, com a cabeça caída no meu ombro. Na hora de ajeitá-la pra carregar, minha mão grande escorregou e eu agarrei uma teta inteira, sem querer. Senti firme, quente, pesada na palma. Tirei a mão na hora, como se tivesse me queimado, e engoli em seco. Minha esposa não percebeu. Continuamos andando. Colocamos ela no carro sem maiores problemas. Minha esposa ajeitou o cinto, me deu um beijo rápido e disse: —Dirige devagar. Eu chego daqui a pouco ou, se você chegar rápido, você vem. Arranquei. O trajeto foi curto. Dariana ia recostada no banco, o vestido todo revirado, uma perna aberta, respirando pesado. De vez em quando soltava uma risada baixa ou murmurava algo que não dava pra entender. Eu não olhava muito pra ela… mas também não conseguia deixar de sentir o peso daquela teta que eu tinha agarrado segundos antes. Chegamos em casa. Tirei ela do carro quase carregando. Entramos. Levei ela direto pra sala e deitei no sofá. Ficou jogada, bebíssima, o vestido subido até a metade das coxas, o decote torto deixando ver a borda de um sutiã claro. A boca entreaberta, os olhos semicerrados, o peito subindo e descendo devagar. Fiquei de pé na frente dela, respirando ofegante. A casa estava em silêncio. Só nós dois. Chegamos em casa. Tirei ela do carro quase carregando. Entramos. Levei ela direto pra sala e deitei no sofá. Ficou jogada de bruços, bebíssima, o vestido subido até a metade das coxas, o decote torto deixando ver a borda de um sutiã claro. A boca entreaberta, os olhos semicerrados, o peito subindo e descendo devagar. Fiquei de pé na frente dela, respirando ofegante. A casa estava em silêncio. Só nós dois. —Dariana… —chamei baixinho. Nada. —Dariana —repeti, um pouco mais alto. Não respondeu. Estava dormindo profundamente. Nem se mexeu. Só continuava respirando pesado, a bunda levantada pela posição, o vestido amassado sobre suas coxas grossas. Fiquei olhando pra ela. A culpa apertou meu peito com força. Pensei na minha esposa, na minha filha dormindo no rancho, nos oito anos de casamento. Mas meus olhos não saíam daquela bunda redonda, pesada, mal coberta pelo tecido do vestido. De onde eu estava dava pra ver perfeitamente o contorno das nádegas.
Engoli em seco. Minhas mãos suavam. Me aproximei. Toquei o ombro dela com força. —Dariana… acorda. Nada. Nem um movimento. Toquei de novo, mais forte, quase sacudindo. —Dariana, você me ouve? Silêncio total. Continuava profundamente dormindo, respirando pesado, o rosto amassado contra o sofá. A culpa estava me comendo vivo. Pensava na minha esposa, na minha filha, em tudo que podia perder… mas o desejo era mais forte. Estava me vencendo. Me agachei e tirei os saltos dela um por um. Seus pés ficaram descalços, macios, relaxados. Não consegui parar de olhar. Aquele corpo jogado de bruços, o vestido revirado, a bunda levantada… Fiquei de pé outra vez. Engoli em seco. E levantei o vestido dela. Subi devagar até a cintura. Ficou completamente descoberta da cintura pra baixo. Só usava uma calcinha branca, fininha, que entrava um pouco entre as nádegas. A bunda dela parecia enorme, redonda, a pele clara e macia. As coxas grossas apertadas uma contra a outra. Fiquei paralisado olhando pra ela, era exatamente como eu imaginava
O pau já estava ficando duro dentro da calça. Fiquei parado na frente dela vários segundos, só olhando. O vestido estava subido até a cintura, a calcinha branca mal cobria aquele cuzão. Dava pra ver o vão entre as nádegas, o tecido um pouco afundado. A pele parecia macia, clara, quase brilhando com a pouca luz da sala. A culpa me apertava a garganta. "Isso tá errado... é sua cunhada... você tem esposa... tem filha..." Mas o pau já doía de tão duro. Estiquei a mão tremendo. Primeiro só roçei com a ponta dos dedos atrás da coxa dela. Estava quente. Macia. Ela não se mexeu. Então subi a mão devagar e agarrei uma nádega inteira. A carne afundou entre os meus dedos. Era pesada, firme e macia ao mesmo tempo. Apertei de novo, mais forte, e mexi um pouco de um lado pro outro. A bunda dela tremeu.
—Caralho… —sussurrei. Continuei apalpando ela. Abri um pouco as nádegas dela com as duas mãos, olhando como o tecido da calcinha se enfiava mais entre a bunda. O calor que saía dali subiu direto pra minha cabeça. Já não pensava com clareza. Fiquei atrás dela no sofá. Comecei a baixar a calcinha. Baixei devagar, centímetro por centímetro, até deixar na metade das coxas. A bunda ficou completamente exposta. Redonda, aberta, a buceta mal visível entre as nádegas. Dava pra ver tudo. Cheiro de mulher, de álcool e de algo doce. A culpa continuava ali… mas já não era suficiente pra me parar. Abri as nádegas dela com as duas mãos. Separei bem pra ver melhor. Tinha a buceta um pouco peluda, inchadinha, um pouco brilhante pela umidade. Dava pra ver o cu também, apertado e escuro. Não consegui evitar. Baixei uma mão e toquei a buceta dela com dois dedos. Estava quente e macia. Esfreguei devagar de cima a baixo, sentindo como ela se abria um pouco entre os lábios. Enfiei a ponta do dedo médio e notei que já estava começando a molhar, mesmo estando dormindo. —Puta merda… —murmurei. Abri mais as nádegas dela e enfiei o dedo um pouco mais fundo na buceta. Estava apertada, quente, e fazia um barulhinho molhado quando eu mexia. Com a outra mão continuava apertando a bunda dela, separando, olhando tudo. A culpa queimava meu peito. Sabia que estava tocando minha cunhada bêbada e dormindo. Mas não conseguia parar. A buceta dela parecia boa demais, quente demais. Tirei o dedo, levei à boca e chupei. Tinha o gosto dela. Depois enfiei de novo, dessa vez mais fundo, e comecei a mexer dentro, devagar, escutando o som molhado que fazia. Dariana só soltou um gemido baixo, quase um ronco, mas não acordou. Não aguentei mais, baixei a calcinha por completo. Cheguei bem perto, abri as nádegas dela com as duas mãos e colei o rosto na bunda. Primeiro cheirei forte. Depois coloquei a língua pra fora e dei uma lambida longa, de baixo pra cima, passando pela buceta inteira. Estava quente e tinha um gosto delicioso. Lambi de novo, mais devagar, abrindo os lábios dela com a língua, enfiando entre eles. Chupei. Chupei a buceta dela com vontade, fazendo barulho, enfiando a língua o mais fundo que pude. Sentia o gosto dela, o calor, como ficava mais molhada enquanto eu chupava. Com as mãos eu continuava abrindo a bunda dela pra enterrar melhor a cara. estava tão bêbada que não acordou. Continuei. Chupei os lábios dela, dei linguadas rápidas no clitóris, enfiei a língua pra dentro de novo. O som era obsceno: molhado, sujo. A saliva se misturava com os fluidos dela e escorria pelo meu queixo. Não me importei. Continuei comendo a buceta dela como um animal, respirando pelo nariz, apertando as nádegas dela com força. Me levantei um pouco, desabotoeei a calça e tirei o pau. Já estava completamente duro, grosso, venoso, com a cabeça pingando. Peguei ele e esfreguei na cara dela: na bochecha, nos lábios, no nariz. Deixei um rastro brilhante de lubrificação.
Abri um pouco a boca dela com os dedos e enfiei só um pouco. Senti o calor e a saliva. Movi devagar dentro da boca mole dela, sem forçar demais. Tirei toda melada. Depois fui pra trás dela. Abri as nádegas, coloquei o pau em cima da buceta e esfreguei pra cima e pra baixo, me molhando com os fluidos dela. Estava bem escorregadia e quente. Acomodei a ponta na entrada e empurrei devagar, bem devagarzinho. Estava apertada, abria com dificuldade em volta do meu pau, mas como estava bem molhada foi entrando centímetro por centímetro sem muito problema. Continuei empurrando devagar até afundar inteira, até as bolas. Fiquei parado um segundo, bem lá no fundo, respirando ofegante. A culpa me bateu de novo… mas meu pau estava enterrado até o fundo na buceta da minha cunhada. Comecei a me mover devagar. Comecei a comer ela devagar, aos poucos mais fundo. Cada estocada fazia o rabo dela quicar contra minha barriga. O som era molhado e sujo: meu pau entrando e saindo da buceta dela, chapinhando. Apertava as nádegas com as duas mãos e separava pra ver como ela me engolia inteiro. De repente Dariana se tensou. —…Mario? —a voz dela saiu arrastada, confusa. Acordou. Tentou se mexer, mas eu estava em cima, bem enfiado. —Que… que você tá fazendo?! —disse, ainda meio bêbada, tentando me afastar com as mãos moles—. Não… tira isso! Mario, não! Continuei metendo. Mais forte. Mais fundo. —Cala a boca… —falei entre dentes, segurando ela pela cintura—. Já tô dentro. —Não! Me solta! Você é o marido da minha irmã! —forcejeou um pouco, mas o álcool e o sono deixavam ela fraca. A buceta dela, no entanto, continuava me apertando, molhada, sugando meu pau cada vez que saía. A culpa me queimava, mas eu não ia parar mais. Segurei mais forte, levantei um pouco os quadris dela e comecei a dar mais bruto. O baque dos meus quadris contra o rabo dela ressoava na sala. —Mario… para…! —a voz dela já não soava tão segura. Escapou um gemi quando dei especialmente fundo. —Você tem uma buceta gostosa demais —rosnei no ouvido dela, sem parar de comer—. Já se entrega. Ela continuava negando com a cabeça, mas os empurrões estavam cada vez mais fracos. A buceta dela se contraía sozinha ao redor do meu pau. De repente parou de se debater de vez. Só ofegava, com o rosto esmagado contra o sofá, agarrando a almofada com uma mão. —Caralho… —sussurrou, quase sem voz. E então cedeu. Abriu um pouco mais as pernas. Empurrou a bunda pra trás, me procurando. Já não dizia pra parar. Só gemia baixinho cada vez que eu enfiava até o fundo. Comi mais forte, mais safado, sem piedade, ouvindo como minha cunhada de 18 anos, bêbada e recém-acordada, acabava se entregando inteira pra mim. Continuei comendo a Dariana com força, bem fundo, ouvindo o som molhado do meu pau entrando e saindo da buceta dela. Ela já não se debatia. Só gemia contra o sofá, a bunda empurrando pra trás cada vez que eu investia. De repente levantou um pouco o torso. Com as mãos trêmulas pegou o vestido e começou a subir ela mesma. Tirou ele todo, jogando no chão. Depois desabotoou o sutiã e tirou também. Ficou completamente pelada. Os peitos firmes e redondos ficaram livres, caídos um pouco pela posição, os mamilos duros. As costas nuas, a cintura estreita, a bunda enorme e agora sem nada cobrindo. Todo o corpo dela à minha disposição. —Assim… —sussurrou ela, quase sem voz, e abriu mais as pernas. Peguei ela pelos quadris e enfiei até o fundo de uma vez só. Agora podia ver tudo: os peitos balançando cada vez que eu comia, a pele clara brilhando de suor, a bunda tremendo a cada investida. Dei um tapa forte e a carne ondulou. —Que vadia você fica assim —falei, sem parar de enfiar o pau—. Toda pelada Dariana só gemeu mais alto e empurrou a bunda pra mim, me procurando ainda mais fundo. Tirei o pau de repente. Saiu brilhante, grosso, coberto de seus fluxos. Um fio grosso de líquido se esticou da cabeça até sua buceta aberta. Virei ela de um puxão. Coloquei-a de barriga pra cima no sofá. O rosto dela ainda parecia meio sonolento, os olhos entreabertos, os lábios inchados, o cabelo preto grudado na testa pelo suor. Tinha aquela expressão de bebedeira e prazer misturados. Embaixo, entre as pernas abertas, via-se a buceta completamente aberta e molhada peludinha: os lábios inchados, rosados, brilhando, o buraco dilatadinho e pingando sobre o sofá. Montei em cima dela. Abri mais as pernas dela, ajeitei o pau na entrada e enfiei de um só empurrão até o fundo. Ela arqueou as costas e soltou um gemido longo. Comecei a foder forte, de frente. Cada investida fazia os peitos dela quicarem. Peguei o rosto dela com uma mão e obriguei-a a me olhar. Depois me inclinei e a beijei. Enfiei a língua na boca dela enquanto dava duro, fodendo sem piedade. Ela correspondeu ao beijo, desajeitada, safada, chupando minha língua enquanto sua buceta me apertava. O som era obsceno: meu pau chapinhando dentro dela, o baque dos meus quadris contra a bunda dela, os gemidos abafados entre o beijo. Mordi o lábio inferior dela e continuei enfiando até o fundo, olhando nos olhos dela enquanto a usava. —Assim que eu te queria… —rosnei contra a boca dela—. Toda aberta, deixando ser fodida. Dariana só abriu mais as pernas e me agarrou pelas costas, cravando as unhas, pedindo mais. Continuei dando sem parar. Mais forte, mais fundo, sem piedade. O sofá rangia. Os peitos dela quicavam a cada investida. A buceta fazia um som molhado e safado cada vez que meu pau entrava e saía. Dariana já não se segurava: gemia alto, com a boca aberta, os olhos entreabertos, me agarrando pelos ombros e empurrando os quadris contra mim. —Vou… vou gozar… —disse ela.
Senti ela me apertar de repente. A buceta dela se contraiu forte ao redor do meu pau, uma e outra vez, em ondas. Ela gozou tremendo, me deixando ainda mais molhado. Gritou meu nome entre os dentes enquanto gozava. Isso me empurrou também. Dei as últimas estocadas brutais, bem fundo, e gozei dentro. Enchi a buceta dela de porra. Senti como jorrava, quente, grossa, disparando dentro dela. Fiquei cravado até o fundo enquanto continuava jorrando tudo. Quando finalmente tirei o pau, saiu grosso, brilhante, e atrás dele começou a sair a porra. Um jato branco e grosso escorreu da buceta aberta, escorrendo entre os lábios inchados, descendo pela bunda e formando uma poça no sofá. Continuava saindo aos poucos, cremosa, misturada com os próprios fluidos dela. A entrada estava vermelha, dilatada, pingando. Dariana respirava ofegante, ainda com as pernas abertas, olhando como toda a minha porra saía da buceta dela. Deitei ao lado dela no sofá, ainda com o pau molhado e o peito agitado. Os dois respirávamos pesado. O silêncio da casa parecia mais forte agora. Dariana ficou calada um tempo, olhando pro teto. De repente falou, com a voz rouca e baixa: —Foi… foi minha primeira vez. Virei pra olhar ela. Tinha o rosto ainda avermelhado, os lábios inchados, o cabelo bagunçado. Entre as pernas ainda escapava um fio de porra branca que descia pela coxa. —O quê? —perguntei, embora tivesse ouvido perfeitamente. —Nunca tinha… nunca tinha ficado com ninguém —repetiu. Ficou calada uns segundos e depois me olhou, confusa—. Mario… como eu cheguei aqui? O que aconteceu comigo? Não lembro quase nada depois da festa… Engoli em seco. A culpa me bateu de novo, mas já era tarde pra me arrepender. Menti pra ela. —Você se insinuou pra mim —falei com calma, olhando nos olhos dela—. No carro você começou a me tocar, me beijou… me disse que me queria. Quando chegamos em casa você se jogou no sofá e me pediu pra te comer. Você estava bem borracha, mas era você que estava me procurando. Dariana me olhou em silêncio. Piscou devagar, como se tentasse encaixar minhas palavras com as poucas lembranças que tinha. Não disse nada no começo. Só baixou o olhar para o próprio corpo nu, para o gozo que ainda escorria da buceta dela. —Eu… te pedi isso? —sussurrou. —Sim —menti de novo—. Foi você. Ficou calada. Não sei se acreditou de verdade… mas também não me contradisse. Depois de um tempo ela falou de novo, quase num sussurro: —Eu… eu gostei. Fiquei calado por alguns segundos. Olhei de lado. Continuava nua, com meu gozo ainda escorrendo pela coxa. —Tenho que ir —falei—. Se não, vão desconfiar. Minha esposa está no rancho. Se eu demorar muito vão perguntar. Dariana assentiu devagar, ainda meio atordoada. Antes de me levantar eu disse: —Amanhã te compro a pílula do dia seguinte. Não se preocupa com isso. Ela não respondeu de imediato. Só me olhou. —Espero que se repita —acrescentei, baixinho. Dariana baixou o olhar. Ficou calada um instante e depois respondeu, quase sem força: —Não sei… Levantou do sofá, pegou a roupa do chão e entrou no banheiro sem dizer mais nada, se olhava linda. Ouvi ela abrir o chuveiro. Eu ajeitei a calça, me limpei o melhor que pude e saí da casa. Tudo tinha acontecido em uns quarenta minutos. Quando voltei pro rancho minha esposa ainda estava com as primas, rindo. A menina continuava dormindo no quarto dos fundos. Ninguém desconfiou de nada. Sentei do lado dela, sorri como se nada tivesse acontecido… e a culpa me acompanhou o resto da noite. Saímos do rancho uma hora depois. Quando chegamos em casa, Dariana já estava dormindo no sofá, encolhida, coberta com uma manta. Parecia que nada tinha acontecido. Minha esposa e eu fomos dormir. Ela apagou profundamente em poucos minutos. Eu fiquei olhando pro teto, com a culpa e a lembrança ainda quentes na cabeça. Ninguém desconfiou de nada. Só ela e eu A gente sabia o que tinha acontecido naquela noite. No dia seguinte, todo mundo levantou pra tomar café da manhã, eu saí e lá estava ela, só me deu um sorriso tímido com cumplicidade, tinha uma tensão enorme no ar entre eu e ela, e minha esposa me manda comprar um soro pra ressaca da Dariana e dela, porque ela também bebeu, eu aceito e minha esposa disse pra Dariana ir comigo, e a gente foi a pé, conversamos, aproveitei e comprei a pílula do dia seguinte pra ela antes de tomar, voltamos a foder no carro, foi delicioso, gozei dentro dela de novo e quando a gente terminou, lambi a buceta dela, depois desse dia ela era minha amante, ela vem de visita às vezes e a gente aproveita qualquer momento pra foder escondido
Deixo pra vocês algumas que tirei dela faz pouco tempo

Toda vez que eu ia de visita não conseguia evitar olhar a bunda dela. Sempre me dei bem com ela, a gente se dava muito bem… mas nada além disso. Uma tarde fui ao banheiro sem bater. Abri a porta e lá estava ela, pelada, tomando banho. Fiquei olhando por um segundo. Ela percebeu, se assustou, se cobriu e gritou "tá ocupadooo!". Fechei a porta rápido, mas não consegui tirar aquela imagem da cabeça. Minha cunhada pelada. Aquela imagem ficou grudada em mim, o corpo nu dela me hipnotizou, mas não como quando você se apaixona, era desejo. Depois, bom, me casei. Tive minha filha. Segui com minha vida normal. Mas nunca deixei de olhar a Dariana. Faz pouco tempo foi a festa da avó da minha esposa. Nos arrumamos, minha esposa, minha filha e eu, e fomos pra um sítio da família dela. O lugar estava cheio. Família completa, primos, pais, tios, amigos… todo mundo. Música alta, comida pra todo lado e muita bebida. Chegamos e, como sempre, o cumprimento um por um, abraços, sorrisos, "como você tá?". E lá estava a Dariana. Tava com um vestido meio largo, solto, que mesmo assim ficava lindo nela. Marcava a cintura e, quando ela se mexia, a bunda aparecia. Uma delícia. Cheguei perto pra cumprimentar com a mesma naturalidade de sempre. Um abraço curto, um "e aí, cunhada", e pronto. Nada fora do normal.
A festa continuou. Comemos, dançamos, celebramos. Conforme a noite avançava, começamos a beber o de sempre: cerveja, tequila, o que tivesse na mesa. Eu me mantive controlado. Dariana, por outro lado, não está acostumada. No começo ela só bebia devagar, rindo com as primas, mas conforme a noite passou o álcool foi subindo rápido nela. Eu a observava de canto de olho. Cada vez que ela se inclinava pra servir ou pegar alguma coisa, o vestido colava no corpo dela por um segundo. Cada vez que ela ria alto, aquelas tetas firmes se mexiam sob o tecido. E eu, com minha barriga e meus 36 anos, sentia aquela culpa antiga remexendo no peito… mas não tirava os olhos. Aos poucos ela começou a cambalear. Se agarrava nas cadeiras, falava mais alto, mais arrastado. Uma das primas disse pra ela parar, mas ela só riu e pediu "mais uma". Minha esposa veio até mim perto das duas da manhã, com cara de preocupação. —Mario… a Dariana já não consegue nem ficar em pé. Leva ela pra nossa casa pra dormir, fica mais perto que a da minha mãe, por favor. Eu fico mais um pouco com minhas primas e o pessoal, tô bem à vontade. A menina pode dormir aqui no quarto dos fundos. Olhei pra ela. Dariana estava sentada numa cadeira de plástico, o vestido subido mais do que devia, as pernas abertas sem perceber, o olhar perdido e um sorriso bobo na cara. Engoli em seco. —Tá bom —respondi. Minha esposa me ajudou a levantá-la. Entre nós dois, tiramos ela da cadeira. Dariana mal se sustentava. Ria feito boba, com a cabeça caída no meu ombro. Na hora de ajeitá-la pra carregar, minha mão grande escorregou e eu agarrei uma teta inteira, sem querer. Senti firme, quente, pesada na palma. Tirei a mão na hora, como se tivesse me queimado, e engoli em seco. Minha esposa não percebeu. Continuamos andando. Colocamos ela no carro sem maiores problemas. Minha esposa ajeitou o cinto, me deu um beijo rápido e disse: —Dirige devagar. Eu chego daqui a pouco ou, se você chegar rápido, você vem. Arranquei. O trajeto foi curto. Dariana ia recostada no banco, o vestido todo revirado, uma perna aberta, respirando pesado. De vez em quando soltava uma risada baixa ou murmurava algo que não dava pra entender. Eu não olhava muito pra ela… mas também não conseguia deixar de sentir o peso daquela teta que eu tinha agarrado segundos antes. Chegamos em casa. Tirei ela do carro quase carregando. Entramos. Levei ela direto pra sala e deitei no sofá. Ficou jogada, bebíssima, o vestido subido até a metade das coxas, o decote torto deixando ver a borda de um sutiã claro. A boca entreaberta, os olhos semicerrados, o peito subindo e descendo devagar. Fiquei de pé na frente dela, respirando ofegante. A casa estava em silêncio. Só nós dois. Chegamos em casa. Tirei ela do carro quase carregando. Entramos. Levei ela direto pra sala e deitei no sofá. Ficou jogada de bruços, bebíssima, o vestido subido até a metade das coxas, o decote torto deixando ver a borda de um sutiã claro. A boca entreaberta, os olhos semicerrados, o peito subindo e descendo devagar. Fiquei de pé na frente dela, respirando ofegante. A casa estava em silêncio. Só nós dois. —Dariana… —chamei baixinho. Nada. —Dariana —repeti, um pouco mais alto. Não respondeu. Estava dormindo profundamente. Nem se mexeu. Só continuava respirando pesado, a bunda levantada pela posição, o vestido amassado sobre suas coxas grossas. Fiquei olhando pra ela. A culpa apertou meu peito com força. Pensei na minha esposa, na minha filha dormindo no rancho, nos oito anos de casamento. Mas meus olhos não saíam daquela bunda redonda, pesada, mal coberta pelo tecido do vestido. De onde eu estava dava pra ver perfeitamente o contorno das nádegas.
Engoli em seco. Minhas mãos suavam. Me aproximei. Toquei o ombro dela com força. —Dariana… acorda. Nada. Nem um movimento. Toquei de novo, mais forte, quase sacudindo. —Dariana, você me ouve? Silêncio total. Continuava profundamente dormindo, respirando pesado, o rosto amassado contra o sofá. A culpa estava me comendo vivo. Pensava na minha esposa, na minha filha, em tudo que podia perder… mas o desejo era mais forte. Estava me vencendo. Me agachei e tirei os saltos dela um por um. Seus pés ficaram descalços, macios, relaxados. Não consegui parar de olhar. Aquele corpo jogado de bruços, o vestido revirado, a bunda levantada… Fiquei de pé outra vez. Engoli em seco. E levantei o vestido dela. Subi devagar até a cintura. Ficou completamente descoberta da cintura pra baixo. Só usava uma calcinha branca, fininha, que entrava um pouco entre as nádegas. A bunda dela parecia enorme, redonda, a pele clara e macia. As coxas grossas apertadas uma contra a outra. Fiquei paralisado olhando pra ela, era exatamente como eu imaginava
O pau já estava ficando duro dentro da calça. Fiquei parado na frente dela vários segundos, só olhando. O vestido estava subido até a cintura, a calcinha branca mal cobria aquele cuzão. Dava pra ver o vão entre as nádegas, o tecido um pouco afundado. A pele parecia macia, clara, quase brilhando com a pouca luz da sala. A culpa me apertava a garganta. "Isso tá errado... é sua cunhada... você tem esposa... tem filha..." Mas o pau já doía de tão duro. Estiquei a mão tremendo. Primeiro só roçei com a ponta dos dedos atrás da coxa dela. Estava quente. Macia. Ela não se mexeu. Então subi a mão devagar e agarrei uma nádega inteira. A carne afundou entre os meus dedos. Era pesada, firme e macia ao mesmo tempo. Apertei de novo, mais forte, e mexi um pouco de um lado pro outro. A bunda dela tremeu.
—Caralho… —sussurrei. Continuei apalpando ela. Abri um pouco as nádegas dela com as duas mãos, olhando como o tecido da calcinha se enfiava mais entre a bunda. O calor que saía dali subiu direto pra minha cabeça. Já não pensava com clareza. Fiquei atrás dela no sofá. Comecei a baixar a calcinha. Baixei devagar, centímetro por centímetro, até deixar na metade das coxas. A bunda ficou completamente exposta. Redonda, aberta, a buceta mal visível entre as nádegas. Dava pra ver tudo. Cheiro de mulher, de álcool e de algo doce. A culpa continuava ali… mas já não era suficiente pra me parar. Abri as nádegas dela com as duas mãos. Separei bem pra ver melhor. Tinha a buceta um pouco peluda, inchadinha, um pouco brilhante pela umidade. Dava pra ver o cu também, apertado e escuro. Não consegui evitar. Baixei uma mão e toquei a buceta dela com dois dedos. Estava quente e macia. Esfreguei devagar de cima a baixo, sentindo como ela se abria um pouco entre os lábios. Enfiei a ponta do dedo médio e notei que já estava começando a molhar, mesmo estando dormindo. —Puta merda… —murmurei. Abri mais as nádegas dela e enfiei o dedo um pouco mais fundo na buceta. Estava apertada, quente, e fazia um barulhinho molhado quando eu mexia. Com a outra mão continuava apertando a bunda dela, separando, olhando tudo. A culpa queimava meu peito. Sabia que estava tocando minha cunhada bêbada e dormindo. Mas não conseguia parar. A buceta dela parecia boa demais, quente demais. Tirei o dedo, levei à boca e chupei. Tinha o gosto dela. Depois enfiei de novo, dessa vez mais fundo, e comecei a mexer dentro, devagar, escutando o som molhado que fazia. Dariana só soltou um gemido baixo, quase um ronco, mas não acordou. Não aguentei mais, baixei a calcinha por completo. Cheguei bem perto, abri as nádegas dela com as duas mãos e colei o rosto na bunda. Primeiro cheirei forte. Depois coloquei a língua pra fora e dei uma lambida longa, de baixo pra cima, passando pela buceta inteira. Estava quente e tinha um gosto delicioso. Lambi de novo, mais devagar, abrindo os lábios dela com a língua, enfiando entre eles. Chupei. Chupei a buceta dela com vontade, fazendo barulho, enfiando a língua o mais fundo que pude. Sentia o gosto dela, o calor, como ficava mais molhada enquanto eu chupava. Com as mãos eu continuava abrindo a bunda dela pra enterrar melhor a cara. estava tão bêbada que não acordou. Continuei. Chupei os lábios dela, dei linguadas rápidas no clitóris, enfiei a língua pra dentro de novo. O som era obsceno: molhado, sujo. A saliva se misturava com os fluidos dela e escorria pelo meu queixo. Não me importei. Continuei comendo a buceta dela como um animal, respirando pelo nariz, apertando as nádegas dela com força. Me levantei um pouco, desabotoeei a calça e tirei o pau. Já estava completamente duro, grosso, venoso, com a cabeça pingando. Peguei ele e esfreguei na cara dela: na bochecha, nos lábios, no nariz. Deixei um rastro brilhante de lubrificação.
Abri um pouco a boca dela com os dedos e enfiei só um pouco. Senti o calor e a saliva. Movi devagar dentro da boca mole dela, sem forçar demais. Tirei toda melada. Depois fui pra trás dela. Abri as nádegas, coloquei o pau em cima da buceta e esfreguei pra cima e pra baixo, me molhando com os fluidos dela. Estava bem escorregadia e quente. Acomodei a ponta na entrada e empurrei devagar, bem devagarzinho. Estava apertada, abria com dificuldade em volta do meu pau, mas como estava bem molhada foi entrando centímetro por centímetro sem muito problema. Continuei empurrando devagar até afundar inteira, até as bolas. Fiquei parado um segundo, bem lá no fundo, respirando ofegante. A culpa me bateu de novo… mas meu pau estava enterrado até o fundo na buceta da minha cunhada. Comecei a me mover devagar. Comecei a comer ela devagar, aos poucos mais fundo. Cada estocada fazia o rabo dela quicar contra minha barriga. O som era molhado e sujo: meu pau entrando e saindo da buceta dela, chapinhando. Apertava as nádegas com as duas mãos e separava pra ver como ela me engolia inteiro. De repente Dariana se tensou. —…Mario? —a voz dela saiu arrastada, confusa. Acordou. Tentou se mexer, mas eu estava em cima, bem enfiado. —Que… que você tá fazendo?! —disse, ainda meio bêbada, tentando me afastar com as mãos moles—. Não… tira isso! Mario, não! Continuei metendo. Mais forte. Mais fundo. —Cala a boca… —falei entre dentes, segurando ela pela cintura—. Já tô dentro. —Não! Me solta! Você é o marido da minha irmã! —forcejeou um pouco, mas o álcool e o sono deixavam ela fraca. A buceta dela, no entanto, continuava me apertando, molhada, sugando meu pau cada vez que saía. A culpa me queimava, mas eu não ia parar mais. Segurei mais forte, levantei um pouco os quadris dela e comecei a dar mais bruto. O baque dos meus quadris contra o rabo dela ressoava na sala. —Mario… para…! —a voz dela já não soava tão segura. Escapou um gemi quando dei especialmente fundo. —Você tem uma buceta gostosa demais —rosnei no ouvido dela, sem parar de comer—. Já se entrega. Ela continuava negando com a cabeça, mas os empurrões estavam cada vez mais fracos. A buceta dela se contraía sozinha ao redor do meu pau. De repente parou de se debater de vez. Só ofegava, com o rosto esmagado contra o sofá, agarrando a almofada com uma mão. —Caralho… —sussurrou, quase sem voz. E então cedeu. Abriu um pouco mais as pernas. Empurrou a bunda pra trás, me procurando. Já não dizia pra parar. Só gemia baixinho cada vez que eu enfiava até o fundo. Comi mais forte, mais safado, sem piedade, ouvindo como minha cunhada de 18 anos, bêbada e recém-acordada, acabava se entregando inteira pra mim. Continuei comendo a Dariana com força, bem fundo, ouvindo o som molhado do meu pau entrando e saindo da buceta dela. Ela já não se debatia. Só gemia contra o sofá, a bunda empurrando pra trás cada vez que eu investia. De repente levantou um pouco o torso. Com as mãos trêmulas pegou o vestido e começou a subir ela mesma. Tirou ele todo, jogando no chão. Depois desabotoou o sutiã e tirou também. Ficou completamente pelada. Os peitos firmes e redondos ficaram livres, caídos um pouco pela posição, os mamilos duros. As costas nuas, a cintura estreita, a bunda enorme e agora sem nada cobrindo. Todo o corpo dela à minha disposição. —Assim… —sussurrou ela, quase sem voz, e abriu mais as pernas. Peguei ela pelos quadris e enfiei até o fundo de uma vez só. Agora podia ver tudo: os peitos balançando cada vez que eu comia, a pele clara brilhando de suor, a bunda tremendo a cada investida. Dei um tapa forte e a carne ondulou. —Que vadia você fica assim —falei, sem parar de enfiar o pau—. Toda pelada Dariana só gemeu mais alto e empurrou a bunda pra mim, me procurando ainda mais fundo. Tirei o pau de repente. Saiu brilhante, grosso, coberto de seus fluxos. Um fio grosso de líquido se esticou da cabeça até sua buceta aberta. Virei ela de um puxão. Coloquei-a de barriga pra cima no sofá. O rosto dela ainda parecia meio sonolento, os olhos entreabertos, os lábios inchados, o cabelo preto grudado na testa pelo suor. Tinha aquela expressão de bebedeira e prazer misturados. Embaixo, entre as pernas abertas, via-se a buceta completamente aberta e molhada peludinha: os lábios inchados, rosados, brilhando, o buraco dilatadinho e pingando sobre o sofá. Montei em cima dela. Abri mais as pernas dela, ajeitei o pau na entrada e enfiei de um só empurrão até o fundo. Ela arqueou as costas e soltou um gemido longo. Comecei a foder forte, de frente. Cada investida fazia os peitos dela quicarem. Peguei o rosto dela com uma mão e obriguei-a a me olhar. Depois me inclinei e a beijei. Enfiei a língua na boca dela enquanto dava duro, fodendo sem piedade. Ela correspondeu ao beijo, desajeitada, safada, chupando minha língua enquanto sua buceta me apertava. O som era obsceno: meu pau chapinhando dentro dela, o baque dos meus quadris contra a bunda dela, os gemidos abafados entre o beijo. Mordi o lábio inferior dela e continuei enfiando até o fundo, olhando nos olhos dela enquanto a usava. —Assim que eu te queria… —rosnei contra a boca dela—. Toda aberta, deixando ser fodida. Dariana só abriu mais as pernas e me agarrou pelas costas, cravando as unhas, pedindo mais. Continuei dando sem parar. Mais forte, mais fundo, sem piedade. O sofá rangia. Os peitos dela quicavam a cada investida. A buceta fazia um som molhado e safado cada vez que meu pau entrava e saía. Dariana já não se segurava: gemia alto, com a boca aberta, os olhos entreabertos, me agarrando pelos ombros e empurrando os quadris contra mim. —Vou… vou gozar… —disse ela.
Senti ela me apertar de repente. A buceta dela se contraiu forte ao redor do meu pau, uma e outra vez, em ondas. Ela gozou tremendo, me deixando ainda mais molhado. Gritou meu nome entre os dentes enquanto gozava. Isso me empurrou também. Dei as últimas estocadas brutais, bem fundo, e gozei dentro. Enchi a buceta dela de porra. Senti como jorrava, quente, grossa, disparando dentro dela. Fiquei cravado até o fundo enquanto continuava jorrando tudo. Quando finalmente tirei o pau, saiu grosso, brilhante, e atrás dele começou a sair a porra. Um jato branco e grosso escorreu da buceta aberta, escorrendo entre os lábios inchados, descendo pela bunda e formando uma poça no sofá. Continuava saindo aos poucos, cremosa, misturada com os próprios fluidos dela. A entrada estava vermelha, dilatada, pingando. Dariana respirava ofegante, ainda com as pernas abertas, olhando como toda a minha porra saía da buceta dela. Deitei ao lado dela no sofá, ainda com o pau molhado e o peito agitado. Os dois respirávamos pesado. O silêncio da casa parecia mais forte agora. Dariana ficou calada um tempo, olhando pro teto. De repente falou, com a voz rouca e baixa: —Foi… foi minha primeira vez. Virei pra olhar ela. Tinha o rosto ainda avermelhado, os lábios inchados, o cabelo bagunçado. Entre as pernas ainda escapava um fio de porra branca que descia pela coxa. —O quê? —perguntei, embora tivesse ouvido perfeitamente. —Nunca tinha… nunca tinha ficado com ninguém —repetiu. Ficou calada uns segundos e depois me olhou, confusa—. Mario… como eu cheguei aqui? O que aconteceu comigo? Não lembro quase nada depois da festa… Engoli em seco. A culpa me bateu de novo, mas já era tarde pra me arrepender. Menti pra ela. —Você se insinuou pra mim —falei com calma, olhando nos olhos dela—. No carro você começou a me tocar, me beijou… me disse que me queria. Quando chegamos em casa você se jogou no sofá e me pediu pra te comer. Você estava bem borracha, mas era você que estava me procurando. Dariana me olhou em silêncio. Piscou devagar, como se tentasse encaixar minhas palavras com as poucas lembranças que tinha. Não disse nada no começo. Só baixou o olhar para o próprio corpo nu, para o gozo que ainda escorria da buceta dela. —Eu… te pedi isso? —sussurrou. —Sim —menti de novo—. Foi você. Ficou calada. Não sei se acreditou de verdade… mas também não me contradisse. Depois de um tempo ela falou de novo, quase num sussurro: —Eu… eu gostei. Fiquei calado por alguns segundos. Olhei de lado. Continuava nua, com meu gozo ainda escorrendo pela coxa. —Tenho que ir —falei—. Se não, vão desconfiar. Minha esposa está no rancho. Se eu demorar muito vão perguntar. Dariana assentiu devagar, ainda meio atordoada. Antes de me levantar eu disse: —Amanhã te compro a pílula do dia seguinte. Não se preocupa com isso. Ela não respondeu de imediato. Só me olhou. —Espero que se repita —acrescentei, baixinho. Dariana baixou o olhar. Ficou calada um instante e depois respondeu, quase sem força: —Não sei… Levantou do sofá, pegou a roupa do chão e entrou no banheiro sem dizer mais nada, se olhava linda. Ouvi ela abrir o chuveiro. Eu ajeitei a calça, me limpei o melhor que pude e saí da casa. Tudo tinha acontecido em uns quarenta minutos. Quando voltei pro rancho minha esposa ainda estava com as primas, rindo. A menina continuava dormindo no quarto dos fundos. Ninguém desconfiou de nada. Sentei do lado dela, sorri como se nada tivesse acontecido… e a culpa me acompanhou o resto da noite. Saímos do rancho uma hora depois. Quando chegamos em casa, Dariana já estava dormindo no sofá, encolhida, coberta com uma manta. Parecia que nada tinha acontecido. Minha esposa e eu fomos dormir. Ela apagou profundamente em poucos minutos. Eu fiquei olhando pro teto, com a culpa e a lembrança ainda quentes na cabeça. Ninguém desconfiou de nada. Só ela e eu A gente sabia o que tinha acontecido naquela noite. No dia seguinte, todo mundo levantou pra tomar café da manhã, eu saí e lá estava ela, só me deu um sorriso tímido com cumplicidade, tinha uma tensão enorme no ar entre eu e ela, e minha esposa me manda comprar um soro pra ressaca da Dariana e dela, porque ela também bebeu, eu aceito e minha esposa disse pra Dariana ir comigo, e a gente foi a pé, conversamos, aproveitei e comprei a pílula do dia seguinte pra ela antes de tomar, voltamos a foder no carro, foi delicioso, gozei dentro dela de novo e quando a gente terminou, lambi a buceta dela, depois desse dia ela era minha amante, ela vem de visita às vezes e a gente aproveita qualquer momento pra foder escondido
Deixo pra vocês algumas que tirei dela faz pouco tempo
2 comentários - Acabei transando com minha cunhada bêbada