Relato gay Viedma, caminhoneiro maduro

Oi a todos! Primeiro de tudo, agradeço todas as mensagens de gente que recebi se masturbando com meus relatos, por sorte eu vivi eles e conto lembrando todos os momentos lindos vividos.. Começamos.. Os momentos lindos de 2013, o auge dos grupos de Facebook, isso começa assim. Em Viedma aparecem os primeiros grupos gay então eu disse mãos à obra, perfil falso (gay enrustido), chat picante, muita esquentada de chaleira pouco tomar mate. Um dia eu estava a full conversando e disse, "vamos ver o que acontece se eu publicar?" Coloquei algo tipo, passivo jovem busca ativo másculo com experiência para me ensinar a ser passivo. Eu estava muito fraquinho nesse assunto então queria maduros por fetiche e para aprender. Muitos punheteiros me escreveram que não me excitavam nada de nada e ainda por cima sem lugar. Eu todo pra baixo meio triste estava me dando por vencido até que chega uma mensagem de, vamos chamá-lo de Carlos, "Oi, em 2h chego em Viedma, quer que eu te ensine?" Fiz o interrogatório pertinente. Carlos era caminhoneiro (de Buenos Aires) fazia a típica escala, Viedma, Bahía Blanca, Bs As. Tinha naquela época 45, eu 24. Conversamos, nos demos bem, ele me disse de cara, vamos comer algo no posto e vemos qual é. Chegou no posto meio assustado/ansioso, não sabia com o que ia me encontrar já que só trocamos fotos das partes bonitas. Escrevo dizendo que já cheguei, e ele não me responde, já estava me sentindo frustrado. Para os que não conhecem a região, no posto onde os caminhões param não tem muita luz, é muito afastado, é o lugar perfeito para dar o cu. Chega uma mensagem que diz "estou no banheiro" Eu todo assustado digo tá bom, entro, duvidei muitas vezes e disse foda-se. Entro, não tinha ninguém à vista. Escuto - "Gaby?" E vejo que a porta de um dos banheiros se abre. Disse sim e entrei. Era uma pessoa robusta bem másculo, peludo e barrigudo, típico caminhoneiro rústico, não gostei muito quando o vi mas já estava lá. Ele me diz entra e fecha. Me viu assustado e me disse relaxa, não acontece nada enquanto tirava o pau, eu toda atordoada submissa só concordava com a cabeça. Carlos: tava com fome? Eu: hein? Carlos: por que eu tinha te convidado pra comer Eu: ah sim sim, bora?- momento constrangedor- Carlos: vamo, vem senta aqui pra ver se você merece o jantar Eu: hein? Saca a cock, grossa não grande, bem bem grossa me olha e me diz. "Vamo ver como você chupa, sua promíscua" e apoia toda a cock grossa e venosa na minha cara. Eu não entendia muito até que ouvi ele fazendo umas coisas estranhas enquanto eu chupava a cock dele. Tava bem duro literalmente, já sabia que a única coisa que eu ia comer naquela noite era cock. Essa cock tava bonner, não passaram nem 3 minutos e ele encheu minha boca de cum. Literal escorria cum da minha boca. Eu: você me sujou todo kkkkk Carlos: huuu não vem comigo assim você se limpa, saímos do banheiro e fomos direto pro caminhão dele. Eu nesse meio tempo todo cagado de medo porque eram 21h, tinha gente e movimento mas ninguém percebeu que eu tava subindo naquele caminhão. Assim que subimos ele fechou as cortinas, me tirou a camisa e fiquei sem camisa. Eu sou meio gordinho e ele me diz "leva sua camisa nessa sacola, aqui te empresto essa pra você ir tranquilo pra casa" Pensei, já gozei, já era, sou descartável. Carlos "que peitinhos lindos que você tem, posso chupar?" falei que sim. Ele chupou tudo e em um momento sinto as mãos dele tocando minha Booty apaixonadamente e pensei "ele vai me comer gostoso" mas não, ele tirou minha cock e começou a chupar, ficou assim uns minutos, tirou minha calça e me disse entra aqui. Atrás dos bancos tá a cama do caminhoneiro. Uma cabine estreita, escondida e confortável. Eu até esse ponto era uma boneca, esse homem fazia o que queria comigo. O espaço era muito estreito e ele usou isso a seu favor. Me colocou de lado e encheu minha Booty de gel íntimo e em vez de me dilatar com os dedos fez com a cock dele, foi lindo. Colocou a camisinha e fomos devagar. Essa cock grossa foi empurrando a porta até entrar. A cabeça não doía, era normal essa sensação, ficamos num assjob uns 5 minutos até que por erro empurrei de mais e o pau entrou até a metade de uma vez. Esse pau era bem bem grosso, não comprido, bem grosso. E gritei como nunca enquanto ele me abraçava e tapava minha boca. Quando passou e comecei a gostar, relaxei e me deixei levar. Esse cara sabia o que fazia, pra ser barrigudo e não ter o pau tão comprido, me comeu muito bem. Começou a me dar forte e rápido no momento certo. Gozou dentro de mim e eu não consegui gozar, Você me deixou na vontade, Carlos: desculpa, tava muito quente, quer ficar mais um pouco? Agora sim a gente come alguma coisa, vai? Eu: sim, vamo. Carlos: qualquer coisa você é meu sobrinho. Eu: tá. Fomos, comemos, bebemos algo, rimos Carlos: vem pra cabine de novo? Eu: sim, com certeza. Transamos várias vezes naquela noite, fiz coisas que nunca tinha feito antes, foi lindo. O mais louco foi sair daquela cabine às 5 da manhã com minha camiseta cheia de porra numa sacola e a camiseta do Carlos que guardo de lembrança.

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