Oi, meu nome é Keyla, tenho 19 anos, meus amigos me chamam de Key, e vou contar como foi que saí de casa e fui morar junto tão jovem. Bom, tudo começa quando minha mãe e eu nos mudamos para a Cidade do México, uma cidade caótica, mas cheia de gente. Demoramos um tempo para nos adaptar à nova cidade, pois viemos de uma cidadezinha. Mas, por sorte, uma vizinha, da idade da minha mãe (41 anos), nos ajudou com tudo o que precisávamos. Éramos só minha mãe, minha irmã e eu, então no começo supus que ela era gentil, já que entre mulheres a gente se ajuda. Essa vizinha se chama Teresa, não tem o corpo esbelto, está acima do peso, digo, algo normal para alguém da idade dela, suponho, também não é loira, é meio morena, é dona de uma mercearia, uma loja boa, de bom tamanho, com depósito e tudo. Eu também não me gabaria do meu corpo, mas a verdade é que já recebi olhares dos meus colegas e até de algumas colegas da minha antiga escola, os peitos de bom tamanho, e um belo rabo, e sou meio loira, para os padrões de um mexicano kkkk. Bom, ela nos conhece há quase 2 meses, mas como disse, foi de grande apoio no início da mudança, nos emprestando coisas e fiando da loja, nunca nos cobrou, ela diz que não suportaria ver 3 mulheres sofrendo recém-chegadas. Um dia Teresa disse para minha mãe que tinha goteiras na casa dela, e se poderia ficar para dormir com a gente. Minha mãe, óbvio, a convidou, minha irmã e eu dividimos o quarto, ambas numa mesma cama queen size (já que minha mãe ainda não tinha comprado outra) e minha mãe dormia sozinha numa cama de solteiro. Minha mãe pensou que ela e Teresa não caberiam na mesma cama juntas, e como ainda não tínhamos comprado sofá, era sim ou sim nos acomodar para dormir. Então minha mãe teve a ideia de que ela e minha irmã dormiriam na cama de solteiro, já que ambas cabiam melhor ali. E eu dividiria a cama queen com Teresa. Talvez tenha sido pela nobreza da minha mãe, ou pela ingenuidade, já que ela não sabia que Teresa é lésbica. Ela mesma colocou uma lésbica na cama da filha mais velha. A verdade é que eu também não sabia que a Tere era lésbica, até aquela noite. Dividimos a cama e, por causa do calor que fazia, eu estava de blusa e short curto. Teresa: desculpa invadir teu espaço, key, mas acho que a gente cabe melhor aqui as duas. Key: não se preocupa, já tô acostumada a dormir com minha irmã, fica à vontade. Tere: vou ficar à vontade, eu também tô acostumada a dividir cama com mulheres. Key: você dorme com suas irmãs também? Tere: não tenho irmãs, sou filha única. Key: ah tá, então com suas amigas, imagino, hahaha. Tere: é, dá pra dizer que são amigas. Desculpa essa camisa, mas é que eu tô acostumada a dormir só de calcinha quando faz tanto calor. Key: ah tá, pode ficar de short se quiser, não me incomoda, até porque a gente é mulher. Não sei como não entendi essas indiretas, quase quase eu falava "claro, se quiser eu tiro a roupa e deixo você abrir minhas pernas", mas na minha ingenuidade também não pensei que ela fosse lésbica. Tere: bom, então se você insiste, vou te obedecer, você se sente à vontade assim? Key: sim, tô à vontade, muito confortável... Teresa se deitou do meu lado, só de calcinha. Tere: então o que te deixa tão preocupada? Ou triste, te vejo pensativa. Key: ah, é que ainda tô me acostumando com o que deixei pra trás, na minha cidadezinha mágica. Tere: deixou o namorado pra trás? Key: não não, nada disso hahaha, não tinha namorado, é vergonhoso mas eu não dei meu primeiro beijo. Tere: não pode ser, não acredito. Key: bom, só dei selinhos, mas não um daqueles franceses que a gente vê nos filmes. Tere: não é grande coisa, acredita, você dá um e depois se acostuma. Key: pois é, suponho que vou demorar pra descobrir. Tere: e por que não agora? Key: pois é, posso, não tem garoto hahaha. Tere: eu posso fingir ser o garoto que você gosta, olha, se eu estivesse assim tão perto, o que você faria? Teresa se aproximou e eu podia sentir a respiração dela. Teresa: você ficaria congelada? Key: não não não, é só que tô nervosa, isso parece estranho. Tere: bom, é verdade, Normalmente os caras são os que fazem o primeiro movimento. Aí a Teresa me beijou na boca, no começo eu correspondi ao beijo. Aí ela começou a descer a mão e me pegou pela bunda, e começou a acariciar meu ânus com o dedo, nunca tinha sentido isso, mas não queria parar de sentir. Já me tinha colada nela, com a língua na minha boca e o dedo no meu cu, e embora sempre me considerei hétero, essa era a posição em que eu queria estar sempre. Tere: já tá se sentindo menos nervosa? Na rua beijando ela de novo, aí ela se colocou em cima de mim. Qualquer um diria que se eu começasse a experimentar minha homossexualidade, deveria ser com outra garota da minha idade, ou com alguém quase tão gostosa quanto eu. Mas ter essa mulher gorda de 41 anos em cima de mim, me dedando e passando a língua pelos meus peitos, me fazia sentir um orgasmo como os que nem eu mesma conseguiria provocar me tocando.


Na manhã seguinte, ela acordou antes de mim e foi trabalhar. Eu acordei pelada e suada, ainda bem que minha mãe não entrou no quarto. Cheguei na cozinha pra perguntar pra mamãe Key: mãe, cadê a Teresa? Mãe: ah filha, ela já foi; me disse pra te agradecer por dividir a cama e que não quis te acordar. Key: ah tá, valeu mãe. Fui na loja dela procurar, com a desculpa de que ia comprar alguma coisa. Quando cheguei, vi ela no balcão conversando com uma das meninas da faculdade que fica aqui perto (eu entrei no meio do semestre, mas conseguia reconhecer algumas colegas). Era a Michell, uma menina magrinha, pele bonita, branquinha, e não tem os peitos tão grandes nem a bunda também, tem um tamanho que deixa o quadril dela muito atraente, é uma das mais bonitas da faculdade. Mas mesmo assim, vi ela super animada conversando com a Teresa, e não resisti e cheguei perto pra espionar. Teresa: então você tá estudando medicina? Michell: sim, e é bem estressante, mas de vez em quando consigo tirar meus descansos. Tere: bom, então é melhor você terminar o curso, pra poder me atender depois, já preciso que me examinem. Mich: hahaha, você pode ir em alguém agora, o que tá doendo? Tere: não, prefiro esperar você, só deixaria você tocar no meu corpo. Mich: ah tá, hahaha, então acho que tenho que me apressar. Vi a Michell esfregar muito as pernas, tipo aquelas vezes que você tá com vontade de mijar, ou nesse caso vontade de... parecia que ela tava com mais vontade de usar elas. Tere: então você me examinaria inteira quando se formar? Mich: claro, você vai ser minha primeira paciente haha. Tere: muito bem, mas não gosto de ir em hospital, sempre tem muita gente. Mich: ai, e como é que eu vou te atender? Tere: bom, quando você se formar, você me avisa, o dia, e eu posso te esperar na sua casa. E olha, posso levar meu roupão de banho, tipo os que usam nos hospitais, eu também posso tirar a roupa e colocar o roupão pra você me examinar. A Michell continuava se esfregando. as pernas, e dava pra ver que ela segurava o celular com força na mão Mich: e o que é que eu teria que examinar em você? Que você teria que estar completamente nua Tere: é que eu sinto o abdômen e a buceta quentes quando falo com garotas tão lindas quanto você Michell segurou a vontade, se jogou e deu um beijo na boca dela Mich: desculpa desculpa desculpa meu deus desculpa, me perdoe, não sei o que me deu. É que eu… Teresa calou ela com outro beijo, e disse Tere: calma linda, isso é normal, eu também não conseguiria evitar te beijar. Me diz linda, quantos anos você tem Mich: 18 Tere: você tem namorado? Mich: não Que que tinha essa tonta, estava idiotizada, como se tivesse esquecido como falar, estava completamente fora, e se tem namorado, eu já vi ela com ele na escola Tere: alguma vez já te comeram o cu? Mich: nunca… Tere: é que desde que te vi entrar, vi que você tinha um bundão precioso. Você me acompanha lá pra parte de trás? Mich: sim… Tere: é "sim, mamãe" Mich: sim mamãe… Tere: ALEJANDRA! VEM NO BALCÃO, PRECISO FAZER UMA COISA LÁ ATRÁS!! Não pode ser, assim como se nada fosse, me comeu ontem à noite e agora ia com outra Não podia acreditar que ela viu ela, se eu sou mais bunduda, eu tenho peito melhor, e tenho mais quadril, ela só porque é branquinha e magrinha, mas eu tenho mais bunda pra comer. E naquele momento eu percebi, que eu estava com ciúmes. Mas com muito ciúmes, como se o de ontem à noite não tivesse sido coisa de uma vez só, como se estivessem tirando algo que me pertence, como se estivessem me traindo. E claro que me pertencia, e eu ia lá reclamar o que é meu. Quando entrei no estoque vi Michell sentada na cara de Teresa, ela estava gemendo e eu não pude fazer nada além de ficar calada e ver como Teresa, MINHA MULHER, estava comendo outra garota. Fui muito irritada e molhada pra casa depois do que vi, e ao chegar minha mãe me disse: Mãe: oi key, você não vai acreditar no fofoca que eu fiquei sabendo, acontece que Teresa é lésbica Key: ah é? Não esperava, nem parece (falei meio desanimada) Mãe: e não É a fofoca toda, acontece que ela gosta de se deitar com as meninas do ensino médio e da faculdade que ficam por aqui, uma vizinha me contou que ela já teve quase todas as meninas daqui entre as pernas. Eu ouvi isso e os ciúmes só cresceram, fiquei furiosa de ouvir uma coisa dessas, já tinha ficado puta de saber que ela estava com outra, agora saber que ela pega quase todas as meninas que tem, não conseguia parar de cerrar os dentes de raiva. Mãe: ela não te deu nenhuma insinuação, né, Key? Key: não, mãe, ela não parece ter interesse em mim (só sou mais uma na lista dela, pelo visto). Mãe: ah, tá bom, é que eu pensei que até tinha nos ajudado só pra se aproximar de você, até pensei que de mim também kkkk. Ouvir até isso da minha mãe me deixava furiosa, então não tive outra opção a não ser ir confrontá-la. Chegando na loja, me coloquei na frente do balcão e a confrontei. Key: TERESA!! Tere: por que você grita, linda? Estou aqui mesmo. Key: os boatos são verdadeiros?! Tere: que boatos? Key: não se faz de tonta, Tere, essa história de que você se deita com mais meninas. Tere: mas é claro que eu faço. Key: como você pode ser tão atrevida?! Tere: bom, isso começou já faz alguns anos, muitos vizinhos me pedem fiado, ou pedem pra eu dar e não cobrar, então pra gente não ficar de mal, comecei a comer as filhas deles. Key: ou seja, todo esse tempo que você nos ajudou, também era pra transar comigo? Tere: ah, linda, não não não, mesmo que eu não tivesse ajudado elas, eu acabaria transando com você. Key: não posso acreditar, só sou mais uma pra você. Tere: linda, você não é mais uma, seu corpo é inesquecível, é delicioso e eu curti com você aquela noite. Key: aposto que você fala isso pra todas. Tere: (a verdade é que sim) só penso isso de você. Key: como quiser, posso conseguir outra mulher eu também. Assim que eu saí da loja, uma menina se levantou de baixo do balcão. Sonia: quem era? Parecia minha irmã? Tere: ah não, era outra menina, nada importante, agora volta aí pra baixo, continua chupando minha buceta. Minha irmã mais nova estava embaixo do balcão chupando a Teresa enquanto a gente conversava, só fiquei sabendo disso um tempinho depois. Tentei arrumar outra mulher pra substituir a Teresa, primeiro uma professora da universidade que rolava o boato de que era lésbica. Mas o sexo com ela foi muito sem graça. Depois disso, uma médica que me levou num hotel bacana pra transar, mas não era a mesma coisa, não me sentia igual. Aí pensei que devia ser alguém mais de rua, como dizem. Então peguei um táxi que tava terminando a rota, e fui a última a ficar, tudo com a intenção de que a taxista me comesse, e foi assim mesmo, ela me levou pro banco de trás do táxi e começou a me chupar inteira, a buceta, o cu, os peitos, a boca. Parecia que eu tinha a mulher perfeita pra esquecer a Teresa ou pelo menos pra deixar ela com ciúmes. Ou foi o que eu achei até ela dar um squirt e colocar minha boca na vagina dela me fazendo engolir tudo.

Key: o que te aconteceu?! Taxista: já matei sua sede, linda, de nada Key: supõe-se que eu tenha um squirt primeiro, não você, você tem que aguentar, eu sou a dama aqui Taxista: você é uma puta, essa é a primeira vez que a gente se vê e você já estava abrindo as pernas pra mim Key: que lésbica dominante ruim você é, melhor virar passiva se for fazer essas bobagens Taxista: se você engoliu tudo, você gostou. Eu não fico brava, se der vontade de transar gostoso de novo, aqui está meu número Com toda a raiva, guardei o número. Caso não encontrasse alguém pra substituí-la. Continuei procurando, transei com uma motorista de caminhão, lá o chão era mais amplo e a gente transou pelo chão todo. Apesar de ter sido incrível, eu não esquecia a Teresa. Transei com a mulher da papelaria, com a mulher que vendia comida ali, até com uma mulher que trabalhava numa construção, a verdade é que ela foi a melhor pela força que ela me colocava, me deixou ter um squirt primeiro, e engoliu tudo Acho que eu já tinha conhecido a mulher ideal pra esquecer a Teresa e quando fui contar pra ela: Key: oi Tere, sem ressentimentos pelo que aconteceu outro dia Tere: claro, linda, sem problema, ei, por falar nisso, tenho uma dúvida Key: ah é? Qual é? Tere: sua mãe sabe que você parou de ir pra escola pra sair transando com uma lésbica diferente todo dia? Key: como você sabe disso? Tere: sou amiga de todo mundo aqui, e de todas as lésbicas da cidade. Eu não tinha visto direito esse bundão que você tem, pelo visto é muito requisitado pelas mulheres Key: você vai contar pra minha mãe? Tere: a gente tem confiança, eu poderia dizer pra ela que você abre as pernas pra todas as mulheres, ou poderia dizer que você abre só pra uma mulher Key: do que você tá falando? A que você se refere? Tere: que você se mude comigo, e como o lado lésbica não vai sair de você, a gente vai dizer pra sua mãe que você se apaixonou por mim, e eu por você, e a gente vai morar juntas Key: você espera que eu largue a universidade, meu futuro, e minhas oportunidades, pra virar sua dona de casa? Pra eu ficar te lavando, cozinhando e limpando todos os dias, esperando que chega do trabalho pra você me comer até dormir? (Siiiiii meu deus siiiiii, isso é exatamente o que eu quero, si si si si) Tere: sim, você tem um rabo que eu queria comer todas as manhãs e todas as noites Key: (siiiii sou sua, me tira logo de casa e me leva pra sua cama!!!) e como a gente vai falar pra minha mãe que vou largar a faculdade pra ficar com uma mulher 22 anos mais velha que eu? Tere: a gente vai falar que você está apaixonada por mim, e que agora você me pertence Key: (sempre te pertenci, só não sabia!!! Sou sua!!) Bom, até que poderia funcionar, claro, ela não vai levar bem Tere: ah não se preocupa, não me importa como ela vai levar, você já é minha Key: então somos esposas? Tere: ai key, não sabia que você era tão melosa assim, a gente só está junto. Na verdade o que Teresa sentia mesmo era ciúmes das outras, então a gente ficou junto pra ela poder me ter em casa e me comer quando quiser, e pra eu não poder mais comer nenhuma outra mulher. E aí vocês se perguntam, a Teresa também parou de comer outras garotas? Pois não, enquanto eu estava em casa limpando ou entediada, a Teresa comia quanta garota chegasse na loja dela. E eu sabia, mas sabe de uma coisa, sou feliz, porque sei que toda noite minha mulher vai chegar em casa pra me fazer dela.
Minha mãe não levou muito bem eu ter ido embora com uma mulher mais velha sabendo que ela só me queria pra me comer, isso a deixou paranoica, agora ela cuidava mais da minha irmã. E minha irmã no começo ficou um pouco com ciúmes de mim, mas depois continuou transando com a Teresa na loja como sempre. Sou feliz sendo a mulher da Teresa, ou como ela me chama, "sua buceta favorita". Depois conto pra vocês minha vida de casada (amigada).



Na manhã seguinte, ela acordou antes de mim e foi trabalhar. Eu acordei pelada e suada, ainda bem que minha mãe não entrou no quarto. Cheguei na cozinha pra perguntar pra mamãe Key: mãe, cadê a Teresa? Mãe: ah filha, ela já foi; me disse pra te agradecer por dividir a cama e que não quis te acordar. Key: ah tá, valeu mãe. Fui na loja dela procurar, com a desculpa de que ia comprar alguma coisa. Quando cheguei, vi ela no balcão conversando com uma das meninas da faculdade que fica aqui perto (eu entrei no meio do semestre, mas conseguia reconhecer algumas colegas). Era a Michell, uma menina magrinha, pele bonita, branquinha, e não tem os peitos tão grandes nem a bunda também, tem um tamanho que deixa o quadril dela muito atraente, é uma das mais bonitas da faculdade. Mas mesmo assim, vi ela super animada conversando com a Teresa, e não resisti e cheguei perto pra espionar. Teresa: então você tá estudando medicina? Michell: sim, e é bem estressante, mas de vez em quando consigo tirar meus descansos. Tere: bom, então é melhor você terminar o curso, pra poder me atender depois, já preciso que me examinem. Mich: hahaha, você pode ir em alguém agora, o que tá doendo? Tere: não, prefiro esperar você, só deixaria você tocar no meu corpo. Mich: ah tá, hahaha, então acho que tenho que me apressar. Vi a Michell esfregar muito as pernas, tipo aquelas vezes que você tá com vontade de mijar, ou nesse caso vontade de... parecia que ela tava com mais vontade de usar elas. Tere: então você me examinaria inteira quando se formar? Mich: claro, você vai ser minha primeira paciente haha. Tere: muito bem, mas não gosto de ir em hospital, sempre tem muita gente. Mich: ai, e como é que eu vou te atender? Tere: bom, quando você se formar, você me avisa, o dia, e eu posso te esperar na sua casa. E olha, posso levar meu roupão de banho, tipo os que usam nos hospitais, eu também posso tirar a roupa e colocar o roupão pra você me examinar. A Michell continuava se esfregando. as pernas, e dava pra ver que ela segurava o celular com força na mão Mich: e o que é que eu teria que examinar em você? Que você teria que estar completamente nua Tere: é que eu sinto o abdômen e a buceta quentes quando falo com garotas tão lindas quanto você Michell segurou a vontade, se jogou e deu um beijo na boca dela Mich: desculpa desculpa desculpa meu deus desculpa, me perdoe, não sei o que me deu. É que eu… Teresa calou ela com outro beijo, e disse Tere: calma linda, isso é normal, eu também não conseguiria evitar te beijar. Me diz linda, quantos anos você tem Mich: 18 Tere: você tem namorado? Mich: não Que que tinha essa tonta, estava idiotizada, como se tivesse esquecido como falar, estava completamente fora, e se tem namorado, eu já vi ela com ele na escola Tere: alguma vez já te comeram o cu? Mich: nunca… Tere: é que desde que te vi entrar, vi que você tinha um bundão precioso. Você me acompanha lá pra parte de trás? Mich: sim… Tere: é "sim, mamãe" Mich: sim mamãe… Tere: ALEJANDRA! VEM NO BALCÃO, PRECISO FAZER UMA COISA LÁ ATRÁS!! Não pode ser, assim como se nada fosse, me comeu ontem à noite e agora ia com outra Não podia acreditar que ela viu ela, se eu sou mais bunduda, eu tenho peito melhor, e tenho mais quadril, ela só porque é branquinha e magrinha, mas eu tenho mais bunda pra comer. E naquele momento eu percebi, que eu estava com ciúmes. Mas com muito ciúmes, como se o de ontem à noite não tivesse sido coisa de uma vez só, como se estivessem tirando algo que me pertence, como se estivessem me traindo. E claro que me pertencia, e eu ia lá reclamar o que é meu. Quando entrei no estoque vi Michell sentada na cara de Teresa, ela estava gemendo e eu não pude fazer nada além de ficar calada e ver como Teresa, MINHA MULHER, estava comendo outra garota. Fui muito irritada e molhada pra casa depois do que vi, e ao chegar minha mãe me disse: Mãe: oi key, você não vai acreditar no fofoca que eu fiquei sabendo, acontece que Teresa é lésbica Key: ah é? Não esperava, nem parece (falei meio desanimada) Mãe: e não É a fofoca toda, acontece que ela gosta de se deitar com as meninas do ensino médio e da faculdade que ficam por aqui, uma vizinha me contou que ela já teve quase todas as meninas daqui entre as pernas. Eu ouvi isso e os ciúmes só cresceram, fiquei furiosa de ouvir uma coisa dessas, já tinha ficado puta de saber que ela estava com outra, agora saber que ela pega quase todas as meninas que tem, não conseguia parar de cerrar os dentes de raiva. Mãe: ela não te deu nenhuma insinuação, né, Key? Key: não, mãe, ela não parece ter interesse em mim (só sou mais uma na lista dela, pelo visto). Mãe: ah, tá bom, é que eu pensei que até tinha nos ajudado só pra se aproximar de você, até pensei que de mim também kkkk. Ouvir até isso da minha mãe me deixava furiosa, então não tive outra opção a não ser ir confrontá-la. Chegando na loja, me coloquei na frente do balcão e a confrontei. Key: TERESA!! Tere: por que você grita, linda? Estou aqui mesmo. Key: os boatos são verdadeiros?! Tere: que boatos? Key: não se faz de tonta, Tere, essa história de que você se deita com mais meninas. Tere: mas é claro que eu faço. Key: como você pode ser tão atrevida?! Tere: bom, isso começou já faz alguns anos, muitos vizinhos me pedem fiado, ou pedem pra eu dar e não cobrar, então pra gente não ficar de mal, comecei a comer as filhas deles. Key: ou seja, todo esse tempo que você nos ajudou, também era pra transar comigo? Tere: ah, linda, não não não, mesmo que eu não tivesse ajudado elas, eu acabaria transando com você. Key: não posso acreditar, só sou mais uma pra você. Tere: linda, você não é mais uma, seu corpo é inesquecível, é delicioso e eu curti com você aquela noite. Key: aposto que você fala isso pra todas. Tere: (a verdade é que sim) só penso isso de você. Key: como quiser, posso conseguir outra mulher eu também. Assim que eu saí da loja, uma menina se levantou de baixo do balcão. Sonia: quem era? Parecia minha irmã? Tere: ah não, era outra menina, nada importante, agora volta aí pra baixo, continua chupando minha buceta. Minha irmã mais nova estava embaixo do balcão chupando a Teresa enquanto a gente conversava, só fiquei sabendo disso um tempinho depois. Tentei arrumar outra mulher pra substituir a Teresa, primeiro uma professora da universidade que rolava o boato de que era lésbica. Mas o sexo com ela foi muito sem graça. Depois disso, uma médica que me levou num hotel bacana pra transar, mas não era a mesma coisa, não me sentia igual. Aí pensei que devia ser alguém mais de rua, como dizem. Então peguei um táxi que tava terminando a rota, e fui a última a ficar, tudo com a intenção de que a taxista me comesse, e foi assim mesmo, ela me levou pro banco de trás do táxi e começou a me chupar inteira, a buceta, o cu, os peitos, a boca. Parecia que eu tinha a mulher perfeita pra esquecer a Teresa ou pelo menos pra deixar ela com ciúmes. Ou foi o que eu achei até ela dar um squirt e colocar minha boca na vagina dela me fazendo engolir tudo.

Key: o que te aconteceu?! Taxista: já matei sua sede, linda, de nada Key: supõe-se que eu tenha um squirt primeiro, não você, você tem que aguentar, eu sou a dama aqui Taxista: você é uma puta, essa é a primeira vez que a gente se vê e você já estava abrindo as pernas pra mim Key: que lésbica dominante ruim você é, melhor virar passiva se for fazer essas bobagens Taxista: se você engoliu tudo, você gostou. Eu não fico brava, se der vontade de transar gostoso de novo, aqui está meu número Com toda a raiva, guardei o número. Caso não encontrasse alguém pra substituí-la. Continuei procurando, transei com uma motorista de caminhão, lá o chão era mais amplo e a gente transou pelo chão todo. Apesar de ter sido incrível, eu não esquecia a Teresa. Transei com a mulher da papelaria, com a mulher que vendia comida ali, até com uma mulher que trabalhava numa construção, a verdade é que ela foi a melhor pela força que ela me colocava, me deixou ter um squirt primeiro, e engoliu tudo Acho que eu já tinha conhecido a mulher ideal pra esquecer a Teresa e quando fui contar pra ela: Key: oi Tere, sem ressentimentos pelo que aconteceu outro dia Tere: claro, linda, sem problema, ei, por falar nisso, tenho uma dúvida Key: ah é? Qual é? Tere: sua mãe sabe que você parou de ir pra escola pra sair transando com uma lésbica diferente todo dia? Key: como você sabe disso? Tere: sou amiga de todo mundo aqui, e de todas as lésbicas da cidade. Eu não tinha visto direito esse bundão que você tem, pelo visto é muito requisitado pelas mulheres Key: você vai contar pra minha mãe? Tere: a gente tem confiança, eu poderia dizer pra ela que você abre as pernas pra todas as mulheres, ou poderia dizer que você abre só pra uma mulher Key: do que você tá falando? A que você se refere? Tere: que você se mude comigo, e como o lado lésbica não vai sair de você, a gente vai dizer pra sua mãe que você se apaixonou por mim, e eu por você, e a gente vai morar juntas Key: você espera que eu largue a universidade, meu futuro, e minhas oportunidades, pra virar sua dona de casa? Pra eu ficar te lavando, cozinhando e limpando todos os dias, esperando que chega do trabalho pra você me comer até dormir? (Siiiiii meu deus siiiiii, isso é exatamente o que eu quero, si si si si) Tere: sim, você tem um rabo que eu queria comer todas as manhãs e todas as noites Key: (siiiii sou sua, me tira logo de casa e me leva pra sua cama!!!) e como a gente vai falar pra minha mãe que vou largar a faculdade pra ficar com uma mulher 22 anos mais velha que eu? Tere: a gente vai falar que você está apaixonada por mim, e que agora você me pertence Key: (sempre te pertenci, só não sabia!!! Sou sua!!) Bom, até que poderia funcionar, claro, ela não vai levar bem Tere: ah não se preocupa, não me importa como ela vai levar, você já é minha Key: então somos esposas? Tere: ai key, não sabia que você era tão melosa assim, a gente só está junto. Na verdade o que Teresa sentia mesmo era ciúmes das outras, então a gente ficou junto pra ela poder me ter em casa e me comer quando quiser, e pra eu não poder mais comer nenhuma outra mulher. E aí vocês se perguntam, a Teresa também parou de comer outras garotas? Pois não, enquanto eu estava em casa limpando ou entediada, a Teresa comia quanta garota chegasse na loja dela. E eu sabia, mas sabe de uma coisa, sou feliz, porque sei que toda noite minha mulher vai chegar em casa pra me fazer dela.
Minha mãe não levou muito bem eu ter ido embora com uma mulher mais velha sabendo que ela só me queria pra me comer, isso a deixou paranoica, agora ela cuidava mais da minha irmã. E minha irmã no começo ficou um pouco com ciúmes de mim, mas depois continuou transando com a Teresa na loja como sempre. Sou feliz sendo a mulher da Teresa, ou como ela me chama, "sua buceta favorita". Depois conto pra vocês minha vida de casada (amigada).
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