se entendemos por fantasia qualquer pensamento, imagem mental, memória ou cenário erótico que passa pela mente de uma pessoa e que gera ou aumenta a excitação sexual. normalmente a fantasia tem dois fatores que me levaram a escrever estas linhas.
o primeiro fator é a idealização, uma fantasia tem um problema gigante que é a idealização, não é só um cenário e uma soma de fetiches, é o como a gente deseja que a transa aconteça.
o segundo fator é a proximidade, uma fantasia é um ato alcançável, realizável, mas nem sempre é o caminho desejado…
Eu, como BULL em relações cuckold, costumo me encontrar no fim da fantasia, participo da realização do ato e isso às vezes apaga tudo, seja porque ao se realizar a fantasia ela termina, se cumpre, ou porque quem deseja a fantasia não aguenta a realização: passar do fetiche pro ato é vencer uma barreira, arrombar uma porta onde pode ser que nos leve à liberdade ou então seja a entrada pra medos que a gente não conhecia.*eu
No mundo cuckold/sw e nesta primeira etapa não vou diferenciá-los, temos que ter claro que para quem já é parte ativa desse mundo não é uma fantasia o que escolhemos, mas sim uma forma de prazer e de viver nossos relacionamentos, mas quase sempre entramos em qualquer um desses 2 mundos a partir da fantasia.
Obviamente não é essa a visão, eu escrevo isso sendo bull e pra isso vou usar como exemplo casais que entram no swing ou que buscam um terceiro.
A fantasia de expandir o casal é uma barreira a ser quebrada, mas adicionar pessoas, seja convidando um terceiro ou trocando de parceiro, representa não só realizar a fantasia, mas expor o casal a prazeres que não serão mais possíveis no formato monogâmico/hétero das relações tradicionais.
como BULL não posso falar mal das relações onde se somam pessoas, mas diante dos meus últimos relatos e SHOUTS recebi muitas perguntas de gente da comunidade e por aí ler isso pode ajudá-los. quebrar a fantasia sw/cuckold é essa porta a abrir que sempre custa, meu conselho é sempre o mesmo primeiro: sincerar a fantasia como conjunto e a origem do nosso desejo.
Consensuar a fantasia é fundamental pra saber até onde o casal compartilha esse desejo, e esclarecer que a origem da nossa fantasia está em atos simples e igualmente válidos pra homens e mulheres… a curiosidade, seja gay ou lésbica, precisa ser esclarecida, porque ao nos expormos nessas relações elas se tornam evidentes, e às vezes esse não saber da origem do desejo ou da curiosidade que a fantasia traz acaba gerando rachaduras no casal que é bom evitar se as duas partes do casal não souberam de antemão.
entender nossos limites e estar preparados para entender os limites do outro. no momento de levar adiante a expansão da parceria, sabemos que pode acontecer e vai acontecer de outra pessoa levar nosso par ou então a nós mesmos a margens de prazer que não dá pra igualar com o par… antes de dar o passo temos que ter claro isso e preparar nossa mente e nossa relação para que isso aconteça… além disso não é demais dizer que existe a possibilidade de a gente despertar uma sede que não sabíamos que tínhamos e isso é algo que a gente precisa aprender a lidar se quiser viver nesse mundo
a fidelidade dos permitidos. um casal que adiciona terceiros ou entra no mundo da troca precisa ter laços fortes, se tem algo que eu não aconselho e principalmente que devemos evitar é entrar nesse mundo como quem diz para salvar o relacionamento… seja qual for o caminho, o de entregar sua parceira ou compartilhá-la, não se faz para fugir de situações, mas para fortalecer o desejo e a chama do casal. é fundamental que ambas as partes do casal, ao adicionar terceiros, saibam sempre que cada vez que se visite ou sejam visitados por terceiros, e aqui vale esclarecer que, por exemplo, no cuckold há ocasiões em que uma parte do casal e o bull se veem sem o CORNO… mas com plena consciência das partes.

além de toda expressão que escrevo simplesmente porque me faz bem, espero que estas palavras sirvam pra vocês.. um conselho pra aqueles que desejam entrar nesse mundo, Primeiro e fundamental que o terceiro convidado ou o parceiro pra troca pelo menos no começo não seja próximo… isso mantém a vida pessoal e a nossa vida sexual em caminhos diferentes e nos casos de confusão (que podem acontecer) fica claro que se os convidados não são próximos é mais fácil tirá-los da nossa vida.
uma boa forma de entrar em contato com esse mundo sem a necessidade de concretizar nada é ir a festas liberais, conhecer lugares como SWEET ou CLASS, sejam cuidadosos, participem do que desejarem, sintam e vivam como é estar lá. saibam sempre que nesses lugares vocês podem aprender muito sobre as formas, as regras e os próprios limites.
sem mais esta reflexão que acredito que nós, que há anos fazemos parte desta comunidade, devemos aos nossos leitores e a quem ama este meio, seja por já fazer parte dele ou por querer entrar nele.
@leonardkta BULL sempre
sem mais nada a dizer e para enriquecer, deixo algumas imagens das garotas dos meus relatos/vivências que vocês podem encontrar nos relatos que subo no meu histórico.
Minha ex-amis, a gente costumava ir junto em festas liberais, mas ela gosta de grupais e eu não… era por isso que a gente ia junto, mas fazia vida separada dentro dos lugares

essa outra é mãe de uma amiga, me entregou a outra filha dela e hoje é minha submissa predileta, clara dos meus gostos e a infiel mais gostosa
Se for por submissão, a Empe é minha rainha, entregue pelo marido, tá na lista das únicas
pelo que a comunidade me diz, uma das favoritas deles, a judia com marido promíscuo que quebra todos os limites
o primeiro fator é a idealização, uma fantasia tem um problema gigante que é a idealização, não é só um cenário e uma soma de fetiches, é o como a gente deseja que a transa aconteça.
o segundo fator é a proximidade, uma fantasia é um ato alcançável, realizável, mas nem sempre é o caminho desejado…
Eu, como BULL em relações cuckold, costumo me encontrar no fim da fantasia, participo da realização do ato e isso às vezes apaga tudo, seja porque ao se realizar a fantasia ela termina, se cumpre, ou porque quem deseja a fantasia não aguenta a realização: passar do fetiche pro ato é vencer uma barreira, arrombar uma porta onde pode ser que nos leve à liberdade ou então seja a entrada pra medos que a gente não conhecia.*eu

No mundo cuckold/sw e nesta primeira etapa não vou diferenciá-los, temos que ter claro que para quem já é parte ativa desse mundo não é uma fantasia o que escolhemos, mas sim uma forma de prazer e de viver nossos relacionamentos, mas quase sempre entramos em qualquer um desses 2 mundos a partir da fantasia.
Obviamente não é essa a visão, eu escrevo isso sendo bull e pra isso vou usar como exemplo casais que entram no swing ou que buscam um terceiro.
A fantasia de expandir o casal é uma barreira a ser quebrada, mas adicionar pessoas, seja convidando um terceiro ou trocando de parceiro, representa não só realizar a fantasia, mas expor o casal a prazeres que não serão mais possíveis no formato monogâmico/hétero das relações tradicionais.
como BULL não posso falar mal das relações onde se somam pessoas, mas diante dos meus últimos relatos e SHOUTS recebi muitas perguntas de gente da comunidade e por aí ler isso pode ajudá-los. quebrar a fantasia sw/cuckold é essa porta a abrir que sempre custa, meu conselho é sempre o mesmo primeiro: sincerar a fantasia como conjunto e a origem do nosso desejo.
Consensuar a fantasia é fundamental pra saber até onde o casal compartilha esse desejo, e esclarecer que a origem da nossa fantasia está em atos simples e igualmente válidos pra homens e mulheres… a curiosidade, seja gay ou lésbica, precisa ser esclarecida, porque ao nos expormos nessas relações elas se tornam evidentes, e às vezes esse não saber da origem do desejo ou da curiosidade que a fantasia traz acaba gerando rachaduras no casal que é bom evitar se as duas partes do casal não souberam de antemão.
entender nossos limites e estar preparados para entender os limites do outro. no momento de levar adiante a expansão da parceria, sabemos que pode acontecer e vai acontecer de outra pessoa levar nosso par ou então a nós mesmos a margens de prazer que não dá pra igualar com o par… antes de dar o passo temos que ter claro isso e preparar nossa mente e nossa relação para que isso aconteça… além disso não é demais dizer que existe a possibilidade de a gente despertar uma sede que não sabíamos que tínhamos e isso é algo que a gente precisa aprender a lidar se quiser viver nesse mundo
a fidelidade dos permitidos. um casal que adiciona terceiros ou entra no mundo da troca precisa ter laços fortes, se tem algo que eu não aconselho e principalmente que devemos evitar é entrar nesse mundo como quem diz para salvar o relacionamento… seja qual for o caminho, o de entregar sua parceira ou compartilhá-la, não se faz para fugir de situações, mas para fortalecer o desejo e a chama do casal. é fundamental que ambas as partes do casal, ao adicionar terceiros, saibam sempre que cada vez que se visite ou sejam visitados por terceiros, e aqui vale esclarecer que, por exemplo, no cuckold há ocasiões em que uma parte do casal e o bull se veem sem o CORNO… mas com plena consciência das partes.

além de toda expressão que escrevo simplesmente porque me faz bem, espero que estas palavras sirvam pra vocês.. um conselho pra aqueles que desejam entrar nesse mundo, Primeiro e fundamental que o terceiro convidado ou o parceiro pra troca pelo menos no começo não seja próximo… isso mantém a vida pessoal e a nossa vida sexual em caminhos diferentes e nos casos de confusão (que podem acontecer) fica claro que se os convidados não são próximos é mais fácil tirá-los da nossa vida.
uma boa forma de entrar em contato com esse mundo sem a necessidade de concretizar nada é ir a festas liberais, conhecer lugares como SWEET ou CLASS, sejam cuidadosos, participem do que desejarem, sintam e vivam como é estar lá. saibam sempre que nesses lugares vocês podem aprender muito sobre as formas, as regras e os próprios limites.
sem mais esta reflexão que acredito que nós, que há anos fazemos parte desta comunidade, devemos aos nossos leitores e a quem ama este meio, seja por já fazer parte dele ou por querer entrar nele.
@leonardkta BULL sempre
sem mais nada a dizer e para enriquecer, deixo algumas imagens das garotas dos meus relatos/vivências que vocês podem encontrar nos relatos que subo no meu histórico.
Minha ex-amis, a gente costumava ir junto em festas liberais, mas ela gosta de grupais e eu não… era por isso que a gente ia junto, mas fazia vida separada dentro dos lugares

essa outra é mãe de uma amiga, me entregou a outra filha dela e hoje é minha submissa predileta, clara dos meus gostos e a infiel mais gostosa
Se for por submissão, a Empe é minha rainha, entregue pelo marido, tá na lista das únicas
pelo que a comunidade me diz, uma das favoritas deles, a judia com marido promíscuo que quebra todos os limites
4 comentários - O fim da fantasia (hotwife/cuckold)