Oi, gatas, como vocês estão???? Vim contar pra vocês essa história de filme... filme de terror, eu diria... relato épico Acontece que uns meses atrás entrou em contato comigo uma das minhas melhores amigas... Cintia Amiga de toda a vida... fazia anos que eu não a via, já que ela viaja pelo mundo. Um dia ela me liga pra dizer que estava na cidade com a amiga dela, Karen, com vontade de ir a uma cidadezinha a uns 90 km de onde eu morava... que segundo ela tinha umas paisagens incríveis... Como fazia séculos que ela não me via, me convidou pra viver essa experiência juntas e de quebra colocar o papo em dia. Eu naquela época estava muito à toa (como sempre), então aceitei o convite e de quebra viveria algo diferente Elas me pegam com a amiga Karen e partimos pra aventura... depois de uma hora em que fomos tomando mate e colocando o papo em dia, chegamos... O povoado era discreto... pra mim, chatíssimo... mas pra elas, que estavam descobrindo lugares novos, foi uma experiência incrível Passamos a tarde tomando mate, conversando e contemplando a paisagem até que decidimos voltar... tínhamos combinado às 18h no lugar onde o táxi nos deixou pra que voltasse pra nos pegar, mas ele nunca apareceu... esperamos uma hora e, como as três estávamos sem sinal de celular... decidimos caminhar em busca de alguma carona
No começo era tudo risada... ar puro e aventura... mas depois de um tempo caminhando, o cansaço já virava protagonista. Um cara para a gente numa caminhonete e oferece pra nos levar uns quilômetros perto da estrada pra lá conseguirmos transporte e sinal. Contentinhas pelo favor, viajamos um tempo até que a caminhonete do cara começou a falhar e ele, puto, nos deixou numa área pra seguirmos nosso caminho. O problema era que a área era muito despovoada e, sinceramente, não sabíamos pra onde ir... o pior de tudo é que o cara consegue ligar a caminhonete, mas dá um cavalo de pau e vaza. Já preocupadas, nós três começamos a andar, mas não sabemos pra onde ir... a área era sinistra... não se via movimento e ainda vinha uma tempestade por aí.
Com energia e vontade, caminhamos um bom tempo... mas escurecia e a tempestade estava cada vez mais ameaçadora. Avistamos uma casa meio abandonada, mas por ser a única do lugar... fomos pedir ajuda.
Desesperadas, batemos na porta pra ver se alguém podia nos ajudar... De repente saiu da casa um senhor de idade... simpático, mas com um olhar perturbador
Parecia inofensivo e infelizmente era nossa única esperança. Contamos o que aconteceu e ele gentilmente nos deixou entrar... estávamos exaustas, com sede e fome... então não hesitamos em entrar.
Já dentro da casa dele, com um aspecto lúgubre e escuro... contamos pro senhor o que tinha acontecido com a gente... perguntei se ele podia nos levar em algum lugar pra conseguirmos transporte e voltar pra casa, e ele disse que sim, que ia nos ajudar. Depois ele nos ofereceu um chá e disse pra gente descansar um pouco, e a gente aceitou sem pensar duas vezes
O senhor chamado Ricardo nos serviu chá quente e perguntou como tínhamos chegado até ali. Contamos tudo e ele disse que não devíamos ter confiado no jovem que nos deu carona, já que tinha muitos malucos pela região. Depois de tomar o chá e escutá-lo atentamente, Karen e Cintia se sentiram desconfortáveis... e com medo, quase não falavam... eu não sentia perigo nenhum e as acalmei dizendo que não se preocupassem. Fui a porta-voz e a que botou a cara pra falar. Pedi ao Ricardo se ele já podia nos levar... mas depois de fazer todo um papo furado, ele nos disse que tinha que esperar o filho dele voltar com a caminhonete pra ele poder nos levar. As meninas estavam mortas de medo, mas não tínhamos outra opção a não ser esperar. As acalmei dizendo que tudo estava bem... que não temessem... que eu daria um jeito na situação. Mas elas não confiavam no Ricardo... era um cara estranho... e muito manipulador... ele nos olhava com um sorriso macabro e um olhar sinistro.
Sem dúvida, sua expressão não mostrava confiança nenhuma... mas era só um cara... eu não tinha medo de homens... pelo contrário... sempre soube como lidar com eles... mas ao ver as meninas apavoradas, fiquei protetora. O tempo passava e o suposto filho não chegava. As meninas não aguentaram mais e me disseram pra gente ir embora... comunicamos ao Ricardo e ele, depois de várias tentativas pra nos convencer, cedeu e abriu a porta pra gente e até indicou por onde a gente tinha que ir... Saímos da casa... as meninas mais aliviadas, ainda bem, e seguimos... Com o azar de que a tempestade decide aparecer. Era um temporal de vento e chuva. Falo pras meninas que a gente volte pra casa, mas elas se recusam... aparece o Ricardo e chama a gente pra entrar... Cíntia e Karen percebem que sair assim era uma loucura, então aceitam voltar. Ricardo nos deu toalhas e cobertores... e nós, já conformadas, tivemos que aceitar ficar até a tempestade parar. Passaram-se horas e a coisa não acalmava... a gente perguntava a toda hora se tinha novidades do filho dele, mas o astuto fingia estar preocupado. Depois de um tempo, ele supostamente liga pro filho e, segundo ele... o jovem informa que estava preso no povoado próximo com a caminhonete quebrada por causa da tempestade. As meninas entraram em pânico... mas como a tempestade não dava trégua... tive que acalmá-las e convencê-las de que a melhor opção era ficar debaixo do teto até parar. Como a coisa ia demorar... Ricardo nos deu um quarto pra gente se trocar e descansar... Ele tinha percebido que as meninas olhavam pra ele com terror... então começou a se mostrar calmo... mudou a atitude e a cara de psicopata e nos deixou tranquilas. Já no quarto, falei pras meninas que ia conversar um pouco com o Ricardo pra tentar descobrir as intenções dele.

Comecei a falar com o Ricardo de um jeito meio provocante pra tirar a ficha dele. Ele fingia bem... era um ótimo ator... se mostrava amável e inofensivo, mas eu tinha visto aquele olhar sinistro e sabia que ele tinha outras intenções. Por via das dúvidas, ajudei ele a arrumar um pouco a sala de jantar pra demonstrar gratidão... ele aceitou e, num deslize... minha calcinha apareceu.
Ao notar isso, Ricardo voltou com sua expressão de degenerado e se sentou para me observar com luxúria
Ao colocá-lo à prova, logo notei o quão punheteiro ele era... tinha que avisar as meninas que estávamos em perigo. Fui pro quarto e contei pra elas o que eu tava pensando
Cometi um grande erro, porque só consegui preocupá-las ainda mais... mas as acalmei dizendo que confiassem em mim, que eu as tiraria daquele lugar. Depois de um tempo, o Ricardo nos disse que ligou para um amigo para vir nos buscar, mas ele estava longe e demoraria... as meninas acreditaram nele e baixaram a guarda... mas eu não... estava atenta à jogada. Aí o Ricardo nos ofereceu mate.
Passaram os minutos e ele começou a cozinhar.. exatamente como imaginava, o amigo dele nunca apareceu Ele só nos manipulava pra ganhar tempo e pra gente não ir embora Não sobrou outra opção a não ser aceitar o jantar
Jantamos muito gostoso... a comida dele estava exquisita... mas eu suspeitava que ele poderia colocar algum sedativo. Não foi o caso, por sorte, mas depois de levantar a mesa e lavar os pratos... começamos a apressar o Ricardo... dissemos que queríamos ir embora. O encurralado entrou em pânico, mas era tão hábil que conseguiu fazer todo um teatro como se tivesse ligado para o amigo e este dizia que no final não viria. Já estávamos nervosas e quisemos ir embora... mas a tempestade continuava castigando a noite. Ele nos tinha em seu poder... Depois de nos ver já irritadas, voltou a fingir uma ligação com o suposto filho, que dizia que em algumas horas chegaria. Não nos restou outra alternativa a não ser esperar e ver se era verdade. Agora era eu quem estava exaltada e as meninas me acalmaram e disseram que devíamos confiar. Vê-las calmas me tranquilizou, mas ainda estava em alerta... Como era de se esperar, o filho nunca chegou e minhas amigas já começavam a sentir muito cansaço... fazia horas que não dormiam... Eu saí para falar com o Ricardo e o enfrentei, dizendo que já sabia o que ele tinha planejado... mas ele, todo um ator, negou até a morte más intenções em relação a nós. Eu não cedi, mas decidi agir e tentar pensar em como fugir. Já muito tarde, as meninas quiseram se deitar e eu disse para ficarem tranquilas, que eu as protegeria. Já tarde, o Ricardo se aproxima para nos dizer que mais uma vez o filho estava atrasado, mas que nos deitássemos, que ele avisaria quando o filho viesse. Tão devastadas estávamos que aceitamos descansar... mas eu faria a guarda caso o velho se aproveitasse. Colocamos roupas confortáveis para dormir, já que as nossas continuavam úmidas.


A gente se preparou pra deitar... mas eu fui fechar a porta por via das dúvidas E quando cheguei perto vi uma imagem sinistra
Ricardo me observava da janela do quarto dele com um olhar e um sorriso degenerado e psicopata. Fechei forte e disse pras minas: Amigas, a gente tá em apuros... acho que o Ricardo vai fazer alguma coisa com a gente enquanto a gente dorme. Elas: aiii nãoooo... deus... tá falando sério, amiga? Eu: sim.. ele é um psicopata.. mas muito inteligente.. a gente tem que escapar sem que ele perceba. Elas: vamos tentar sair pela janela.
Mas estava lacrada... impossível sair por ali Eu: vamos esperar um pouco.. assim que ele sair do refeitório.. a gente sai correndo Esperamos um pouco enquanto espionávamos o doente... até que ele vai ao banheiro Eu: bom, peguem tudo mas fiquem aqui.. eu abro a porta rápido e vocês saem correndo.. quando ele vier atrás da gente eu quebro este vaso na cabeça dele e a gente foge As meninas aceitaram e nos preparamos Saí silenciosamente até a porta mas
Tem muitos ferrolhos... impossível de abrir. Voltei pro quarto. Eu: meninas, a gente tá presa... a casa toda trancada... a gente tá na mão dela.
Elas: Deus, o que vamos fazer agora??? Como a gente escapa??? Temos que bater nele e pegar as chaves dele
Eu: nãooo... com certeza ele tá armado... não podemos arriscar
Elas: então o que a gente faz? A gente escuta o Ricardo saindo do banheiro e sentando na mesa da sala com um sorriso demoníaco... sabendo que nos tinha encurraladas sem poder fazer nada
Então pensei, pensei e decidi usar a arma que eu tenho de melhor... a sedução
Eu: escutem... vou fazer uma coisa perigosa... mas vou conseguir tirar vocês daqui sem que esse doente faça nada com vocês
Elas: mas o que você vai fazer, amiga?
Eu: vou seduzir ele pra distrair
Elas: nãooo, isso é muito perigoso
Eu: confiem em mim... não vou falhar... vou enganar ele até ter ele na minha mão... e quando eu der o sinal vocês fogem... eu vou atrás de vocês
Se escondam embaixo da cama e esperem
Elas: ai, amiga, se cuida muito
Eu: não se preocupem.. eu sei o que faço... ele vai cair na armadilha
Continua
No começo era tudo risada... ar puro e aventura... mas depois de um tempo caminhando, o cansaço já virava protagonista. Um cara para a gente numa caminhonete e oferece pra nos levar uns quilômetros perto da estrada pra lá conseguirmos transporte e sinal. Contentinhas pelo favor, viajamos um tempo até que a caminhonete do cara começou a falhar e ele, puto, nos deixou numa área pra seguirmos nosso caminho. O problema era que a área era muito despovoada e, sinceramente, não sabíamos pra onde ir... o pior de tudo é que o cara consegue ligar a caminhonete, mas dá um cavalo de pau e vaza. Já preocupadas, nós três começamos a andar, mas não sabemos pra onde ir... a área era sinistra... não se via movimento e ainda vinha uma tempestade por aí.
Com energia e vontade, caminhamos um bom tempo... mas escurecia e a tempestade estava cada vez mais ameaçadora. Avistamos uma casa meio abandonada, mas por ser a única do lugar... fomos pedir ajuda.
Desesperadas, batemos na porta pra ver se alguém podia nos ajudar... De repente saiu da casa um senhor de idade... simpático, mas com um olhar perturbador
Parecia inofensivo e infelizmente era nossa única esperança. Contamos o que aconteceu e ele gentilmente nos deixou entrar... estávamos exaustas, com sede e fome... então não hesitamos em entrar.
Já dentro da casa dele, com um aspecto lúgubre e escuro... contamos pro senhor o que tinha acontecido com a gente... perguntei se ele podia nos levar em algum lugar pra conseguirmos transporte e voltar pra casa, e ele disse que sim, que ia nos ajudar. Depois ele nos ofereceu um chá e disse pra gente descansar um pouco, e a gente aceitou sem pensar duas vezes
O senhor chamado Ricardo nos serviu chá quente e perguntou como tínhamos chegado até ali. Contamos tudo e ele disse que não devíamos ter confiado no jovem que nos deu carona, já que tinha muitos malucos pela região. Depois de tomar o chá e escutá-lo atentamente, Karen e Cintia se sentiram desconfortáveis... e com medo, quase não falavam... eu não sentia perigo nenhum e as acalmei dizendo que não se preocupassem. Fui a porta-voz e a que botou a cara pra falar. Pedi ao Ricardo se ele já podia nos levar... mas depois de fazer todo um papo furado, ele nos disse que tinha que esperar o filho dele voltar com a caminhonete pra ele poder nos levar. As meninas estavam mortas de medo, mas não tínhamos outra opção a não ser esperar. As acalmei dizendo que tudo estava bem... que não temessem... que eu daria um jeito na situação. Mas elas não confiavam no Ricardo... era um cara estranho... e muito manipulador... ele nos olhava com um sorriso macabro e um olhar sinistro.
Sem dúvida, sua expressão não mostrava confiança nenhuma... mas era só um cara... eu não tinha medo de homens... pelo contrário... sempre soube como lidar com eles... mas ao ver as meninas apavoradas, fiquei protetora. O tempo passava e o suposto filho não chegava. As meninas não aguentaram mais e me disseram pra gente ir embora... comunicamos ao Ricardo e ele, depois de várias tentativas pra nos convencer, cedeu e abriu a porta pra gente e até indicou por onde a gente tinha que ir... Saímos da casa... as meninas mais aliviadas, ainda bem, e seguimos... Com o azar de que a tempestade decide aparecer. Era um temporal de vento e chuva. Falo pras meninas que a gente volte pra casa, mas elas se recusam... aparece o Ricardo e chama a gente pra entrar... Cíntia e Karen percebem que sair assim era uma loucura, então aceitam voltar. Ricardo nos deu toalhas e cobertores... e nós, já conformadas, tivemos que aceitar ficar até a tempestade parar. Passaram-se horas e a coisa não acalmava... a gente perguntava a toda hora se tinha novidades do filho dele, mas o astuto fingia estar preocupado. Depois de um tempo, ele supostamente liga pro filho e, segundo ele... o jovem informa que estava preso no povoado próximo com a caminhonete quebrada por causa da tempestade. As meninas entraram em pânico... mas como a tempestade não dava trégua... tive que acalmá-las e convencê-las de que a melhor opção era ficar debaixo do teto até parar. Como a coisa ia demorar... Ricardo nos deu um quarto pra gente se trocar e descansar... Ele tinha percebido que as meninas olhavam pra ele com terror... então começou a se mostrar calmo... mudou a atitude e a cara de psicopata e nos deixou tranquilas. Já no quarto, falei pras meninas que ia conversar um pouco com o Ricardo pra tentar descobrir as intenções dele.

Comecei a falar com o Ricardo de um jeito meio provocante pra tirar a ficha dele. Ele fingia bem... era um ótimo ator... se mostrava amável e inofensivo, mas eu tinha visto aquele olhar sinistro e sabia que ele tinha outras intenções. Por via das dúvidas, ajudei ele a arrumar um pouco a sala de jantar pra demonstrar gratidão... ele aceitou e, num deslize... minha calcinha apareceu.
Ao notar isso, Ricardo voltou com sua expressão de degenerado e se sentou para me observar com luxúria
Ao colocá-lo à prova, logo notei o quão punheteiro ele era... tinha que avisar as meninas que estávamos em perigo. Fui pro quarto e contei pra elas o que eu tava pensando
Cometi um grande erro, porque só consegui preocupá-las ainda mais... mas as acalmei dizendo que confiassem em mim, que eu as tiraria daquele lugar. Depois de um tempo, o Ricardo nos disse que ligou para um amigo para vir nos buscar, mas ele estava longe e demoraria... as meninas acreditaram nele e baixaram a guarda... mas eu não... estava atenta à jogada. Aí o Ricardo nos ofereceu mate.
Passaram os minutos e ele começou a cozinhar.. exatamente como imaginava, o amigo dele nunca apareceu Ele só nos manipulava pra ganhar tempo e pra gente não ir embora Não sobrou outra opção a não ser aceitar o jantar
Jantamos muito gostoso... a comida dele estava exquisita... mas eu suspeitava que ele poderia colocar algum sedativo. Não foi o caso, por sorte, mas depois de levantar a mesa e lavar os pratos... começamos a apressar o Ricardo... dissemos que queríamos ir embora. O encurralado entrou em pânico, mas era tão hábil que conseguiu fazer todo um teatro como se tivesse ligado para o amigo e este dizia que no final não viria. Já estávamos nervosas e quisemos ir embora... mas a tempestade continuava castigando a noite. Ele nos tinha em seu poder... Depois de nos ver já irritadas, voltou a fingir uma ligação com o suposto filho, que dizia que em algumas horas chegaria. Não nos restou outra alternativa a não ser esperar e ver se era verdade. Agora era eu quem estava exaltada e as meninas me acalmaram e disseram que devíamos confiar. Vê-las calmas me tranquilizou, mas ainda estava em alerta... Como era de se esperar, o filho nunca chegou e minhas amigas já começavam a sentir muito cansaço... fazia horas que não dormiam... Eu saí para falar com o Ricardo e o enfrentei, dizendo que já sabia o que ele tinha planejado... mas ele, todo um ator, negou até a morte más intenções em relação a nós. Eu não cedi, mas decidi agir e tentar pensar em como fugir. Já muito tarde, as meninas quiseram se deitar e eu disse para ficarem tranquilas, que eu as protegeria. Já tarde, o Ricardo se aproxima para nos dizer que mais uma vez o filho estava atrasado, mas que nos deitássemos, que ele avisaria quando o filho viesse. Tão devastadas estávamos que aceitamos descansar... mas eu faria a guarda caso o velho se aproveitasse. Colocamos roupas confortáveis para dormir, já que as nossas continuavam úmidas.


A gente se preparou pra deitar... mas eu fui fechar a porta por via das dúvidas E quando cheguei perto vi uma imagem sinistra
Ricardo me observava da janela do quarto dele com um olhar e um sorriso degenerado e psicopata. Fechei forte e disse pras minas: Amigas, a gente tá em apuros... acho que o Ricardo vai fazer alguma coisa com a gente enquanto a gente dorme. Elas: aiii nãoooo... deus... tá falando sério, amiga? Eu: sim.. ele é um psicopata.. mas muito inteligente.. a gente tem que escapar sem que ele perceba. Elas: vamos tentar sair pela janela.
Mas estava lacrada... impossível sair por ali Eu: vamos esperar um pouco.. assim que ele sair do refeitório.. a gente sai correndo Esperamos um pouco enquanto espionávamos o doente... até que ele vai ao banheiro Eu: bom, peguem tudo mas fiquem aqui.. eu abro a porta rápido e vocês saem correndo.. quando ele vier atrás da gente eu quebro este vaso na cabeça dele e a gente foge As meninas aceitaram e nos preparamos Saí silenciosamente até a porta mas
Tem muitos ferrolhos... impossível de abrir. Voltei pro quarto. Eu: meninas, a gente tá presa... a casa toda trancada... a gente tá na mão dela.
Elas: Deus, o que vamos fazer agora??? Como a gente escapa??? Temos que bater nele e pegar as chaves deleEu: nãooo... com certeza ele tá armado... não podemos arriscar
Elas: então o que a gente faz? A gente escuta o Ricardo saindo do banheiro e sentando na mesa da sala com um sorriso demoníaco... sabendo que nos tinha encurraladas sem poder fazer nada
Então pensei, pensei e decidi usar a arma que eu tenho de melhor... a sedução
Eu: escutem... vou fazer uma coisa perigosa... mas vou conseguir tirar vocês daqui sem que esse doente faça nada com vocês
Elas: mas o que você vai fazer, amiga?
Eu: vou seduzir ele pra distrair
Elas: nãooo, isso é muito perigoso
Eu: confiem em mim... não vou falhar... vou enganar ele até ter ele na minha mão... e quando eu der o sinal vocês fogem... eu vou atrás de vocês
Se escondam embaixo da cama e esperem
Elas: ai, amiga, se cuida muitoEu: não se preocupem.. eu sei o que faço... ele vai cair na armadilha
Continua
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