Eu sempre tinha gostado de pau, mas poucos sabiam. Cristian, um amigo, não sabia. A gente saía pra dançar e procurar gatinhas, mas eu sempre tinha minhas escapadas durante a semana e chupava algum pau por aí, nada além disso. Cristian não é o típico modelinho, é meio gordo, peludo, o pau é meio pequeno, mas ganha muito por ser banguela e ter grana, já que está numa posição econômica bem boa. Na terça daquela semana eu tinha combinado com um cara que me pediu pra chupá-lo na caminhonete porque nem ele nem eu tínhamos lugar, e ele vinha de uma viagem longa e estava com o pau explodindo de tesão, e eu aceitei, mas com camisinha. Deixei claro que era só boquete, mas mesmo assim ele me dedou como louco. Mas não passou disso, ele gozou e cada um foi pro seu lado. Que surpresa eu levei no sábado quando cheguei com Cristian de jogar bola e, quando entrei, estavam os pais e o cara que eu tinha chupado na terça. Acontece que era o tio do Cristian, que vinha de Formosa e ia ficar uns dias lá. Eu me aproximei pra cumprimentar como se nada fosse, esperando que ele não me reconhecesse, e ele apertou minha mão como se nada. Sem fazer comentários nem nada. Então pensei que ele não tinha me reconhecido. O cara se chama Antonio, é muito parecido com o Cristian, parece mais o pai do que o tio. Mas é um pouco menos barrigudo e tem mãos maiores. Aí entendi por que meu cu doía na segunda quando ele me dedou. Os pais do Cristian não sabiam que ele vinha, e eles já tinham um jantar, então ficamos nós com o cara e pedimos umas pizzas. Eu falei pra ir tomar um banho pra sair à noite. Entro no banheiro e não termino de me despir quando batem na porta e, antes que eu responda, Antonio entra. Eu: precisa de algo? Antonio: sim... (E fica pensando e, com um olhar cúmplice, continua) Você me chupou na terça, não foi? (Enquanto começa a apalpar o volume) Eu, de cueca, fico vermelho como um tomate e nego com a cabeça e digo: Eu: ehh não, nada a ver. Antonio: certeza? Me parece que sim! Eu: bom, sim. Mas não fala nada que o Cristian não sabe de nada Antonio: não, não falo nada, mas o que eu ganho com isso? Me faz algum favor, não te parece. Enquanto tirava a camiseta e abaixava a calça E antes que eu negasse já tava colado em mim e me empurrava pra gente entrar os dois no chuveiro. Fechou o box e começou a me beijar ali mesmo contra a parede oposta, enquanto me acariciava e apalpava tudo. Depois de um tempo me empurra pelos ombros com jeitinho pra que eu chupasse ele e eu desço. Enquanto chupava ele me segurava pela nuca e conforme ficava duro ele bombeava minha boca ou enfiava até o fundo e mantinha a pressão ali um tempo. Num momento batem na porta de novo e como não tirava o pau da boca não podia responder e sinto que abrem a porta e escuto a voz do Cristian Cristian: oi, você viu meu tio, não sei onde ele se meteu, ia comprar algo pra beber e perguntar se ele precisa de algo. Ele solta minha nuca e me separa um pouco e me ajuda a levantar, mas me colocava de costas pra parede e quando respondo Eu: ehh nem ideia.... Será que foi comprar cigarro? E ele começa a apalpar minha bunda e enfiar os dedos, primeiro de um em um, procurando o buraco, e mesmo que eu quisesse tirar a mão dele era muito mais forte e sussurrava no meu ouvido, "siiim" até o ponto que me escapou um "ahh" meio abafado. Nisso tudo o Cristian falava mas não prestei muita atenção e só escutei Cristian: não sei, vou sair pra ver, e vou comprar, se ele voltar me avisa, você tá bem? Eu: sim, pode ir, é só uma cãibra! E quando se ouviu que fechou a porta ele já enfiava e tirava o dedo inteiro, continuou assim um bom tempo até que saía e entrava confortável e começou de dois. Foi difícil, usava uma mão pra enfiar na minha boca e fazer eu chupar os dedos como pau e abafar os gemidos e com a outra enfiava e tirava ao ponto de me deixar na ponta dos pés de como me levantava e me diz no ouvido Antonio: já te comeram no pelo? Eu: não... Nunca me comeram! Respondo contendo o gemido de dor Antonio: me pede pra te arrebentar o Porra! Enquanto descascava o pau e me fodia o cu. Fala, pede logo! Eu: vai logo, você já tá aí. Com tom de cansaço. Vai que a gente vai ser descoberto, o Cristian já deve tá voltando. Cristian Antonio: pede com vontade! Eu: me fode o cu, papai, é assim que você gosta? Antonio: joga essa bunda pequena bem pra fora. Eu obedeço e ele mete o pau que entrou quase sem problema com a brincadeira que eu tinha feito com os dedos. E começou a foder subindo e descendo o ritmo. Eu não sabia como segurar a dor do cu e das pernas. Depois de ficar assim uns 15 minutos, batem na porta de novo. Era o Cristian de novo pra ver se eu tinha voltado. Segurando a fadiga, falo que não. Mas o Antonio diminuiu o ritmo mas continuava bombando. De repente me vira e me coloca contra o box e abre pra eu botar a cabeça pra fora. E enquanto ele fala com o Cristian sobre onde eu poderia estar, por que tinha deixado até o celular na mesa. Ele continua me fodendo devagar mas com intensidade, tirava quase inteiro e metia até o fundo. Até que eu falo pro Cristian que já vou sair. Ele sai do banheiro e o Antonio abre o box enquanto tira o pau do meu cu. E me ordena: ajoelha, vai, que eu vou gozar e você vai engolir tudo. Eu: não... não dá. Antonio: shh, vai logo que eu vou gozar. Enquanto se masturbava com força e velocidade. Me ajoelho e ele fala pra eu botar a língua pra fora. E goza na minha boca e na cara toda. Entre ânsias e mais ânsias e cuspindo porra, o Antonio me fala: viu tudo o que eu gozei, você já vai se acostumar a te tratar todo. Enquanto se troca rápido e sai do banheiro. Eu entro no chuveiro de novo e me lavo todo e faço bochecho pra tirar o cheiro e o gosto de pau da boca. Continua....
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