Oi amigos, me desculpo por ter demorado tanto pra continuar com os relatos. Dessa vez vou contar a terceira parte do primeiro encontro da Anto com o Jere, meu amigo que estava prestes a entrar na polícia. Continuando...
Eu estava deitado, de bruços, sem cueca (tinha usado ela pra limpar o esperma da masturbação que eu tinha me mandado ouvindo vocês) não sabia o que fazer. Peguei o celular, eram 02 da manhã, uma loucura tudo aquilo. Amanhã eu e a Anto tínhamos aula às 08, e o Jere devia estar no Instituto às 07 pro teste físico, segundo ele tinha nos contado. Um barulho vindo do banheiro me trouxe de volta ao que estava acontecendo, era a garganta da Anto, um suspiro e risadas abafadas do Jere. Será que eles não se importavam que eu estivesse ali ouvindo?
Me levantei, e lentamente me aproximei agachado em direção ao banheiro, o Jere tinha deixado a porta aberta e não tinha cortina no chuveiro. Agora se ouviam leves batidinhas úmidas e depois mais fortes, como estalos. O que era aquilo? Seriam beijos? Com cuidado, me acomodei atrás do sofá que dava pra porta de entrada, mas de lado dava pro banheiro. Eu os vi: ela ajoelhada na frente dele, colocando a língua pra fora e ele passando aquele pedaço de carne por toda a cara dela. Batendo na bochecha, na testa, nos olhos...
Nunca tinha visto um pau assim, quando a gente era moleque costumávamos comparar e bater punheta em grupo com meus amigos, o Jere sempre se destacava, mas agora parecia ainda maior. Facilmente 20cm, provavelmente mais. Um tapa forte do Jere na cara da Anto me assustou, me deu até medo. O que esse animal estava fazendo? Por que a Anto não se levantava e me chamava por ajuda? Ela não disse nada, sorriu e enfiou o pau até o fundo. Ele agarrou o cabelo dela e não deixou ela tirar. Eu escutava como ela se engasgava e as lágrimas brotavam dos olhos dela, até que ele soltou.
A- Filho da puta, você vai me matar - Disse depois de tirar o pau da boca, enquanto um fio grosso de baba escorria da boca dela. Essa boquinha tão linda, com os lábios grossos que eu tanto gostava. J- Se você adora, sua puta. Eu te disse pra não falar, sem barulho, qual parte você não entende. Ou você quer que meu amigo nos escute? Capaz que você é dessas safadas, é de se comportar mal? Hein, promíscua, me conta, cuidado com chifrar meu amigo - Enquanto dizia isso, ele a levantava pelos cabelos e a colocava contra a parede oposta ao chuveiro
A- Não, eu sempre me comporto bem. Mas eu gosto muito de ser fodida, de ser bem fodida. Às vezes me dá vontade de experimentar outras picas, mas seu amigo é muito bom - Com sua melhor voz de puta, se fazendo de bebê como ela diz.
A- Outro dia outro amigo do Jere me escreveu e eu não fiz nada, eu sempre me comporto bem. Os homens me procuram muito, não sei por quê, além disso... AI AH AH Devagar, por favor - Jere tinha começado a fodê-la de novo, de pé
J- Cala a boca, sua puta, então você anda se fazendo de puta por aí, eu sabia... - Cada vez mais forte ele dava, embora não fizessem muito barulho.
Depois de alguns minutos, Jere a virou e a pegou com seus braços, puxando-a até enfiar a pica de novo. Assim ele a manteve até que ela começou a se agitar e gemer mais alto, enquanto ele tapava a boca dela.
J- Agora tira meu gozo com a boca, vai - Ela voltou a se ajoelhar e em poucos segundos ele explodiu na boca dela, algumas gotas escaparam, algumas escorreram na perna do Jere - Você engole tudo, eu te disse, lambe essas gotas da minha perna e do meu pé - Enquanto levantava o pé direito e ela obedecia.
Eu voltei sem fazer barulho pra cama, me coloquei em posição fetal de bruços como costumo dormir, estava com a pica dura, mas não tinha conseguido me masturbar, queria ver tudo o que acontecia e fazer o menor barulho possível. Não os escutei mais, um dos dois saiu do banheiro, porque comecei a escutar barulho de roupa e alguém se deitando no colchão, com certeza era o Jere. Olhei o celular, eram 03:20 da manhã
Se ouvia o chuveiro do banheiro, Anto devia estar limpando o suor daquela sessão de sexo com Jere. Nisso eu volto a escutar barulho de movimento no colchão
J- Facu, mano... Tá me ouvindo? - Eu fingia dormir, sentia entre vergonha e raiva, mas ao mesmo tempo estava tão excitado como poucas vezes na minha vida.
J- Ei, seu otário, tá dormindo? - Ele tinha se levantado, porque ouvi a voz dele mais perto. Me deu um leve chute no pé. Eu continuei me fingindo de dormido.
Aí abre a porta do banheiro, e a próxima coisa que ouço é o barulho da porta do banheiro fechando, enquanto sinto que alguém deita na cama. É a Anto, com certeza agora quem tá tomando banho é meu amigo.
A- amor, amor, tá dormindo? - Ela me disse, não sei o que ela esperava que eu fizesse, se eu falasse que sim, como a gente continuava? O que eu ia inventar?
A- Facu, amor - Disse se aproximando, e fazendo força pra me virar na direção dela - Não quer tomar um banho? Tá muito calor.
F- amor, que que foi? Eu tava dormindo pesado, já é hora de sair pra facul? - Falei fingindo sonolência
A- Não, devem ser umas 4, mas entre os pernilongos e o calor tá insuportável - Disse, um carro que passou na rua iluminou o rosto dela: olhos apertados, cara inchada, voz cansada, era óbvio que ela tava muito fodida, e ali estava ela falando comigo, mentindo pra mim... - Por que você não me abraça um pouquinho, amor, pra gente dormir juntinhos? - Me disse enquanto tirava o Booty, pedindo que eu a abraçasse de conchinha. - Mas só assim mesmo, não se faz de louco que tô muito cansada com o sexo que você me deu faz um tempinho, amorzinho.
Aí, abriu a porta do banheiro, o Jere com certeza nos viu naquela pose, e se deitou no colchão no chão.
Não consegui dormir no resto da noite. O Jere roncava de leve e a Anto também. O que eu tinha que fazer? Por que a Anto disse que outros caras a procuravam? Outro amigo meu? Quem? Por que ela pensava em outros paus às vezes?
Fiquei me revirando até que o despertador do Jere tocou. Levantei pro banheiro, que tava um desastre, água pra todo lado e a fio-dental da Anto num canto. Tomei banho e preparei o mate. O Jere levantou quando eu tava quase começando a tomar os mates, me perguntou se eu tinha dormido bem, falei que sim, que sempre Eu durmo rápido. J- Se é verdade, amigo, você sempre foi dorminhoco kkkkk Quando a gente era criança, você era o primeiro a dormir, lembra? - disse enquanto se jogava no sofá, estava de calça de moletom e regata, e dava pra notar algumas marcas no braço, como se fossem arranhões. F- É, sempre me ferrava kkkk. J- Eu, amigo, tomo dois mates e vou embora que senão fica tarde - Levantou-se e começou a arrumar as coisas na mochila, escova de dentes, toalha - Você não escutou nada ontem à noite? F- Não, escutar o quê, amigo? - Sinceramente, não sabia o que dizer, me sentia assustado e indignado, eu é que deveria ser o que fazia as perguntas. Jere se aproximou um pouco de mim e em voz baixa disse - Sua vizinha, você não escutou ela gemendo, tive que ir no banheiro me masturbar kkkkkk F- Ah, às vezes dá pra escutar sim kkkk - Às vezes dava pra escutar sim, eu tinha contado no nosso grupo do WhatsApp, mas o doente estava louco pra me humilhar assim, o que ele queria que eu fizesse? Lembrei que na noite anterior ele tinha me dito "vi que você estava com um olho meio aberto", será que era verdade, ou só estava me testando? J- Filha da puta, como gozava. Bom, você abre pra mim que tenho o Uber lá embaixo? Depois te conto como foi, já do instituto volto pro interior, então a gente se vê quando você estiver por lá. Abraços pra Anto. F- É, vai lá, amigo, todo sucesso e você já sabe, quando precisar vir pra cá... Anto não se levantou até vários minutos depois, não quis ir pra aula porque disse que estava se sentindo mal, então fui sozinho. À tarde, Jere me contou que tinha ido bem. Que em algumas semanas viajaria de novo, mas que tinha optado pela opção de internato, então não dormiria em casa. Embora provavelmente passaria pra visitar. Agradeço por lerem, aqui termina o primeiro encontro de Anto com Jere, foi o início da nossa vida como casal aberto ao cuckold. Pensar que éramos moleques de 19 anos kkkk que louco, um prazer compartilhar esse fetiche com vocês. Curto muito me excitando lembrando dessas coisas. Leio os comentários e escrevam no telegram pra continuar seguindo ela.
Eu estava deitado, de bruços, sem cueca (tinha usado ela pra limpar o esperma da masturbação que eu tinha me mandado ouvindo vocês) não sabia o que fazer. Peguei o celular, eram 02 da manhã, uma loucura tudo aquilo. Amanhã eu e a Anto tínhamos aula às 08, e o Jere devia estar no Instituto às 07 pro teste físico, segundo ele tinha nos contado. Um barulho vindo do banheiro me trouxe de volta ao que estava acontecendo, era a garganta da Anto, um suspiro e risadas abafadas do Jere. Será que eles não se importavam que eu estivesse ali ouvindo?
Me levantei, e lentamente me aproximei agachado em direção ao banheiro, o Jere tinha deixado a porta aberta e não tinha cortina no chuveiro. Agora se ouviam leves batidinhas úmidas e depois mais fortes, como estalos. O que era aquilo? Seriam beijos? Com cuidado, me acomodei atrás do sofá que dava pra porta de entrada, mas de lado dava pro banheiro. Eu os vi: ela ajoelhada na frente dele, colocando a língua pra fora e ele passando aquele pedaço de carne por toda a cara dela. Batendo na bochecha, na testa, nos olhos...
Nunca tinha visto um pau assim, quando a gente era moleque costumávamos comparar e bater punheta em grupo com meus amigos, o Jere sempre se destacava, mas agora parecia ainda maior. Facilmente 20cm, provavelmente mais. Um tapa forte do Jere na cara da Anto me assustou, me deu até medo. O que esse animal estava fazendo? Por que a Anto não se levantava e me chamava por ajuda? Ela não disse nada, sorriu e enfiou o pau até o fundo. Ele agarrou o cabelo dela e não deixou ela tirar. Eu escutava como ela se engasgava e as lágrimas brotavam dos olhos dela, até que ele soltou.
A- Filho da puta, você vai me matar - Disse depois de tirar o pau da boca, enquanto um fio grosso de baba escorria da boca dela. Essa boquinha tão linda, com os lábios grossos que eu tanto gostava. J- Se você adora, sua puta. Eu te disse pra não falar, sem barulho, qual parte você não entende. Ou você quer que meu amigo nos escute? Capaz que você é dessas safadas, é de se comportar mal? Hein, promíscua, me conta, cuidado com chifrar meu amigo - Enquanto dizia isso, ele a levantava pelos cabelos e a colocava contra a parede oposta ao chuveiro
A- Não, eu sempre me comporto bem. Mas eu gosto muito de ser fodida, de ser bem fodida. Às vezes me dá vontade de experimentar outras picas, mas seu amigo é muito bom - Com sua melhor voz de puta, se fazendo de bebê como ela diz.
A- Outro dia outro amigo do Jere me escreveu e eu não fiz nada, eu sempre me comporto bem. Os homens me procuram muito, não sei por quê, além disso... AI AH AH Devagar, por favor - Jere tinha começado a fodê-la de novo, de pé
J- Cala a boca, sua puta, então você anda se fazendo de puta por aí, eu sabia... - Cada vez mais forte ele dava, embora não fizessem muito barulho.
Depois de alguns minutos, Jere a virou e a pegou com seus braços, puxando-a até enfiar a pica de novo. Assim ele a manteve até que ela começou a se agitar e gemer mais alto, enquanto ele tapava a boca dela.
J- Agora tira meu gozo com a boca, vai - Ela voltou a se ajoelhar e em poucos segundos ele explodiu na boca dela, algumas gotas escaparam, algumas escorreram na perna do Jere - Você engole tudo, eu te disse, lambe essas gotas da minha perna e do meu pé - Enquanto levantava o pé direito e ela obedecia.
Eu voltei sem fazer barulho pra cama, me coloquei em posição fetal de bruços como costumo dormir, estava com a pica dura, mas não tinha conseguido me masturbar, queria ver tudo o que acontecia e fazer o menor barulho possível. Não os escutei mais, um dos dois saiu do banheiro, porque comecei a escutar barulho de roupa e alguém se deitando no colchão, com certeza era o Jere. Olhei o celular, eram 03:20 da manhã
Se ouvia o chuveiro do banheiro, Anto devia estar limpando o suor daquela sessão de sexo com Jere. Nisso eu volto a escutar barulho de movimento no colchão
J- Facu, mano... Tá me ouvindo? - Eu fingia dormir, sentia entre vergonha e raiva, mas ao mesmo tempo estava tão excitado como poucas vezes na minha vida.
J- Ei, seu otário, tá dormindo? - Ele tinha se levantado, porque ouvi a voz dele mais perto. Me deu um leve chute no pé. Eu continuei me fingindo de dormido.
Aí abre a porta do banheiro, e a próxima coisa que ouço é o barulho da porta do banheiro fechando, enquanto sinto que alguém deita na cama. É a Anto, com certeza agora quem tá tomando banho é meu amigo.
A- amor, amor, tá dormindo? - Ela me disse, não sei o que ela esperava que eu fizesse, se eu falasse que sim, como a gente continuava? O que eu ia inventar?
A- Facu, amor - Disse se aproximando, e fazendo força pra me virar na direção dela - Não quer tomar um banho? Tá muito calor.
F- amor, que que foi? Eu tava dormindo pesado, já é hora de sair pra facul? - Falei fingindo sonolência
A- Não, devem ser umas 4, mas entre os pernilongos e o calor tá insuportável - Disse, um carro que passou na rua iluminou o rosto dela: olhos apertados, cara inchada, voz cansada, era óbvio que ela tava muito fodida, e ali estava ela falando comigo, mentindo pra mim... - Por que você não me abraça um pouquinho, amor, pra gente dormir juntinhos? - Me disse enquanto tirava o Booty, pedindo que eu a abraçasse de conchinha. - Mas só assim mesmo, não se faz de louco que tô muito cansada com o sexo que você me deu faz um tempinho, amorzinho.
Aí, abriu a porta do banheiro, o Jere com certeza nos viu naquela pose, e se deitou no colchão no chão.
Não consegui dormir no resto da noite. O Jere roncava de leve e a Anto também. O que eu tinha que fazer? Por que a Anto disse que outros caras a procuravam? Outro amigo meu? Quem? Por que ela pensava em outros paus às vezes?
Fiquei me revirando até que o despertador do Jere tocou. Levantei pro banheiro, que tava um desastre, água pra todo lado e a fio-dental da Anto num canto. Tomei banho e preparei o mate. O Jere levantou quando eu tava quase começando a tomar os mates, me perguntou se eu tinha dormido bem, falei que sim, que sempre Eu durmo rápido. J- Se é verdade, amigo, você sempre foi dorminhoco kkkkk Quando a gente era criança, você era o primeiro a dormir, lembra? - disse enquanto se jogava no sofá, estava de calça de moletom e regata, e dava pra notar algumas marcas no braço, como se fossem arranhões. F- É, sempre me ferrava kkkk. J- Eu, amigo, tomo dois mates e vou embora que senão fica tarde - Levantou-se e começou a arrumar as coisas na mochila, escova de dentes, toalha - Você não escutou nada ontem à noite? F- Não, escutar o quê, amigo? - Sinceramente, não sabia o que dizer, me sentia assustado e indignado, eu é que deveria ser o que fazia as perguntas. Jere se aproximou um pouco de mim e em voz baixa disse - Sua vizinha, você não escutou ela gemendo, tive que ir no banheiro me masturbar kkkkkk F- Ah, às vezes dá pra escutar sim kkkk - Às vezes dava pra escutar sim, eu tinha contado no nosso grupo do WhatsApp, mas o doente estava louco pra me humilhar assim, o que ele queria que eu fizesse? Lembrei que na noite anterior ele tinha me dito "vi que você estava com um olho meio aberto", será que era verdade, ou só estava me testando? J- Filha da puta, como gozava. Bom, você abre pra mim que tenho o Uber lá embaixo? Depois te conto como foi, já do instituto volto pro interior, então a gente se vê quando você estiver por lá. Abraços pra Anto. F- É, vai lá, amigo, todo sucesso e você já sabe, quando precisar vir pra cá... Anto não se levantou até vários minutos depois, não quis ir pra aula porque disse que estava se sentindo mal, então fui sozinho. À tarde, Jere me contou que tinha ido bem. Que em algumas semanas viajaria de novo, mas que tinha optado pela opção de internato, então não dormiria em casa. Embora provavelmente passaria pra visitar. Agradeço por lerem, aqui termina o primeiro encontro de Anto com Jere, foi o início da nossa vida como casal aberto ao cuckold. Pensar que éramos moleques de 19 anos kkkk que louco, um prazer compartilhar esse fetiche com vocês. Curto muito me excitando lembrando dessas coisas. Leio os comentários e escrevam no telegram pra continuar seguindo ela.
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