Vadia convencida

A atividade na empresa me tira tempo com meu gostoso, a gente passou de três vezes por semana pra uma. O ciúme tomou conta dele e eu não vi os sinais, e quase apodreceu tudo. Então nesse fim de semana me virei e levei ele pra Colônia. Foi um surto de sexo. Na sexta, jantar romântico, pousada linda bem pitoresca, levei todo o enxoval sexy que meu sogro me compra. Levei ele pro lado de fora pra que o cara se sentisse amedrontado. Banco tudo com meu cartão. Já mais calminho, dei uma bronca nele, não podia deixar passar a cena de ciúme que tinha acabado gritando comigo de vagabunda METIDA. A indiferença mergulhou ele mais ainda na culpa e no arrependimento. Então fiz ele chupar a minha buceta e enquanto chupava eu mandava mensagem pra mãe dele, minha irmã mais velha que nem imagina que eu posso fazer ela virar avó. A ordem tinha sido restabelecida. Quando a incomodidade de ficar de joelhos chupando pra mim me pareceu suficiente, larguei o celular e deixei ele subir pra cama. Tirei a fio-dental e montei nele enquanto pensava como eu gosto daquele corpinhos todo depiladinho que deixa ele mais gostoso. Gozei, fiquei sentindo o pau duro, e aos poucos fui mexendo o quadril buscando o segundo round. Chegou e eu relaxei toda. Rolei pro lado dele e ele começou a beijar meu pescoço, tocar meus peitos e me ajeitar de quatro, meteu tudo, serrou vários minutos até que os jatos de porra bateram dentro de mim. Acordamos, fomos tomar café, aluguei um carrinho chinês. Levei ele em umas vinícolas, uma vez ele comentou que tinha a fantasia de me comer num arvoredo, então na ida fui procurando o lugar onde na volta eu ia realizar a fantasia dele. Mas as circunstâncias já tinham escolhido outro lugar. Chegamos na vinícola, um lugar pitoresco. Degustação de três vinhos e uma tábua bem abundante e variada de queijos muito gostosos e frios, pão caseiro. Um dia esplêndido, os vinhedos lindos, verdes pelas chuvas abundantes do mês. Demos um passeio incentivados pela dona da vinícola percorrendo as parreiras, sozinhos, o campo, me pendurei no pescoço e começamos a nos pegar. Fomos avançando, ele tirou meus peitos e começou a mamar neles. Dei uma olhada para verificar se não tinha óculos e olhares escondidos e me ajoelhei para chupar o pau dele. Ele amassava meus peitos enquanto começava a me foder a boca. Ele viu uma pequena oficina a uns 100 metros, me levou pra lá e era o paraíso kkkk atrás dessas chapas tinha um banco de praça velho verde, o campo infinito e podíamos nos esconder de olhares indiscretos. Reiniciamos beijos, boquete e fui me despindo até ficar completamente nua (embora estivéssemos cobertos atrás do barraco, também não víamos se outros passantes se aproximavam) em pé apoiada no encosto do banco meu sobrinho me comeu desesperadamente. O cara do cu gozou e continuou, cada investida fazia um splash, meus sucos e o gozo dele encheram minha boceta. Gozou de novo. As palmas das mãos e os braços já quase não aguentavam mais. Aguentei as investidas e o peso do gostoso... escorrendo gozo e fluido, procurei a fio-dental e o jeans, procurei lenço de papel para me secar porque era uma lambança. Morrendo de rir começamos a volta, com um sorriso maroto a dona me disse TE INVEJO!!

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