Oi, sou o Diego e venho contar mais uma das minhas histórias. Vocês lembram do meu relato anterior, a pijamada que terminou em uma masturbação? Pois é, meu eu de 15 anos não conseguiu fazer e ficou obcecado. Fiz 16 anos, meus traços ficaram mais definidos, meu corpo ficou um pouco mais tonificado, e meu pau cresceu em grossura e tamanho um pouco, continuava normal. Durante os próximos 7 meses eu pensava todos os dias naquela noite, não importava onde eu estivesse, no banheiro, na minha cama ou num almoço de família. E hoje, como todos os dias, aconteceu de novo: era terceira aula antes do intervalo e lembrei daquela noite e, como sempre, meu pau ficou duro e, como sempre, o Dani, um dos meus melhores amigos, percebeu e me avisou. Dani: Mano, tá ficando dura, relaxa. Agora quando começar o intervalo a gente sobe no banheiro e bate uma. Começou o intervalo, subimos pro banheiro de cima e entramos numa cabine. Baixamos as calças, o corpo do Dani era quase igual ao meu, ele era um pouco mais bonito que eu, a única diferença entre o pau dele e o meu era o formato, o dele tinha formato de cogumelo. A gente começou a se masturbar um pro outro, mas eu, desde aquela noite, já não curtia tanto. O Dani já não sente tão bem e aqui cheira mal, você escolheu o pior banheiro. Dani: Não reclama, é o que menos gente vem, e a Elena te deixou obcecado, por que você não fala pra ela te fazer uma masturbação de novo? Cuspiu pra lubrificar nossos paus. Por que, lembra, ela conseguiu um namorado de 20 anos. Dani: E por que você não fala pra Laura? Vocês ficam toda semana. Por que ela diz que o formato do meu pau não gosta, tá caidinha por você. Dani: Eu sei, eu mostrei a minha no aniversário da Claudia e ela amou, não fizemos nada porque bateram na porta do banheiro. Tocou a sirene e o Dani gozou, eu não consegui. Dani: Mano, você nem goza mais, tem que esquecer essa noite. Voltamos pra aula. À tarde estávamos na casa do Dani fumando, eu não fumava, não gostava. Dani, enquanto dá um trago no vape: O Mateo me disse que tem uma festa no campo dele na sexta. vamos? Todo mundo disse que sim, vocês já sabem, adolescência, toda semana a gente saía pra festa. E como em todas as festas vinha gente dos povoados ao redor e uma dessas pessoas era a Ariadna, uma mina de 18 anos super gostosa, a gente se dava super bem e tínhamos virado muito amigos. Chegou a sexta e fomos pra festa, uma festa normal, fumar e beber, o de sempre. No final da festa, quando tinha pouca gente, meus amigos estavam bêbados ou ficando com minas. Eu tava tranquilo, a Ariadna aproveitou e chegou perto de mim. Oi Ari, eu disse. Ariadna: Oi Diego, como você tá. Bem e você, conseguiu vaga pra estudar a faculdade que você queria, perguntei. O ex da Ari tinha traído ela com outra mina e ela tava mal fazia uns meses, eu sabia que entrar na faculdade importava muito pra ela. Ariadna: Sim, obrigada por se preocupar. Ei Diego, você é virgem? Era uma pergunta óbvia, todo mundo sabia que os únicos virgens que sobravam éramos eu, o Dani e a Laura. Sim, mas você já sabia. Eu disse. Ariadna: E você quer perder? Com quem? eu disse, tinha sacado a indireta e ela sabia. Ariadna: Tenho camisinha, vamos pro banheiro. Todos os meus amigos começaram a assobiar e me dar força, dava pra ver que estavam bêbados. Ignoramos eles e entramos no chalé, era bem grande, fomos num dos banheiros, entramos e fechamos a porta. Quando entrei, ela levantou um pouco minha camiseta e abaixou um pouco minha calça e começou a tocar no meu abdômen. Ariadna: Você não sabe a vontade que você tem de fazer isso, meu ex não se cuidava. É, mas ele tinha grande, ouvi os boatos, são verdade né. Ari ri e me deu o beijo mais suave que já me deram na vida: Dá pra ver que você é virgem. Sim, quero fazer isso com você porque você me atrai, não importa o tamanho do seu pau. Mas. Ela tapou minha boca, mas: Mas nada, cala a boca, chato. Tirei a roupa, meu pau tava super duro e pulsava a cada segundo. Ariadna: É lindo, não sei por que a Laura não gosta. Porque ela tá caidinha pelo Dani. Ariadna: E como é o pau do Dani? Como o meu, mas o dele tem forma de seta. Ariadna: então vou ter que provar a Dani riu é brincadeira. Não somos namorados você pode fazer isso. Ela olhou nos meus olhos sorriu e me deu outro beijo: você é bom demais e isso faz eu gostar mais de você. Ela se despiu Eu fiquei paralisado eram os primeiros peitos minha primeira buceta a primeira garota nua que eu via. Só conseguia escutar meu coração batendo a mil. Ela ficou de quatro pegou minhas mãos e colocou na cintura dava pra ver que ela tinha muito mais experiência se jogou pra trás e enfiou meu pau inteiro. Isso me fez voltar à realidade. Ari é devagar demais por favor. Ariadna: Desculpa diminuiu o ritmo até eu me acostumar com a sensação. Depois de um tempo os dois encontramos nosso ritmo e começamos a gemer ao mesmo tempo. Eu estava prestes a gozar mas não queria decepcionar a Ari ela percebeu. Ariadna: Diego não se segura se não eu não vou conseguir aproveitar. Isso me fez explodir soltei um jato de porra e transbordei a camisinha isso fez com que ela não conseguisse aguentar a sensação e gozasse no meu abdômen. Depois disso começamos a namorar foi minha primeira namorada embora só tenhamos durado duas vezes estávamos em fases diferentes da vida e ela teve que ir pra Madri estudar mesmo assim até hoje somos bons amigos.
0 comentários - A festa que terminou na minha primeira vez