Dyrus chegou por volta das 6 da tarde, exatamente como a gente tinha combinado, eu saí pra receber ele no portão do condomínio, que é onde fica o estacionamento, abri a porta e vi ele pela primeira vez, convidei ele pra entrar e enquanto a gente ia caminhando até minha casa tinha vários vizinhos fora de casa, tipo sentados nos bancos, obviamente eles estavam vendo aquele homem negro entrando comigo e a gente indo direto pra minha casa e eu acho que muitos até imaginaram pra que ele tava vindo e o que a gente ia fazer, e mais ainda pela minha roupa. Eu tava usando uma blusa de alcinha bem decotada e fininha, que deixava ver uma boa parte dos meus peitos e como eu não tava de sutiã dava pra ver meus mamilos marcando, e um short de tecido bem fininho tipo calcinha fio-dental, ou melhor, em mim ficava meio que como calcinha mesmo, ou seja, dava pra ver minha bunda por baixo do short porque além de tudo eu não tava de fio-dental e um chinelo de coelho rosa. Deixo uma foto de como eu recebi o Dyrus. Esse shortzinho além de deixar minhas pernas 100% à mostra deixava ver minha bunda e ainda entrava no meio das minhas nádegas, então o Dyrus de primeira já tava levando um belo de um banho de vista e os vizinhos também.
No meu quarto eu tinha roupa íntima, lingerie pronta, caso o Dyrus quisesse brincar com ela ou arrancar de mim. Tinha uma calcinha fio-dental vermelha e um sutiã da mesma cor. Ele era muito alto, tinha cerca de 1,88, e era muito musculoso por causa de carregar peso no trabalho. Entramos na minha casa e ofereci um copo d'água enquanto ele se acomodava no sofá. Ele sentou no sofá, e eu sentei do lado dele. Tirou de uma bolsa que trazia o exame, e vi que não tinha nenhuma DST. Repeti um pouco o que eu queria. Falei que esperava fazer muitas vezes durante a noite, que queria que basicamente ele me comesse e me fizesse dele. Falei que na primeira vez queria fazer mais "tranquilo", pra me relaxar mais e pegar confiança. Depois a gente ia aumentando o ritmo. Ele disse que não tinha problema, e que esperava passar uma noite excelente e que se no final pudesse dormir, eu disse que sim, que não tinha problema nenhum, que ele podia dormir comigo na minha cama, afinal de contas ele ia me comer e meter o pau dele, não é como se a gente não fosse compartilhar a cama. Ele me perguntou se eu preferia começar a noite no chuveiro ou na cama, e respondi que seria mais confortável na cama, mas que depois a gente podia fazer no banheiro ou em qualquer lugar da casa. Antes de começar falei pra ele me esperar, subi pro meu quarto e comecei a colocar a lingerie, o sutiã vermelho, a calcinha fio-dental vermelha e as ligas nas pernas, por cima de toda a minha lingerie coloquei o shorts que eu estava e a blusa, mas assim minha lingerie fica aparecendo.
Ele começou tirando a blusa que eu estava usando, e depois meu shorts, fiquei só com a lingerie que eu tinha colocado pra ele. Eu fiz o mesmo com ele, mas continuei até deixá-lo completamente nu. Quando abaixei a cueca dele, vi sua enorme cobra negra. Ainda não estava ereta, mas tinha um tamanho muito bom. Não era só comprida, mas também grossa e muito venenosa. Coloquei na boca e comecei a chupá-la lentamente.
Ele pegou minha cabeça com as mãos e acompanhava meu movimento. O pau dele começou a aumentar de tamanho, até se tornar a besta de 22 ou 24 centímetros que eu tinha visto pela câmera, era idêntica, até parecia maior pessoalmente, eu estava chupando ele na minha sala, se alguém estivesse lá fora e olhasse, poderia me ver no meio do boquete. Aos 5 minutos, ele me disse para levantar. Me deitou no sofá, de barriga pra cima, e começou a lamber minha pussy. Ele era muito habilidoso. Eu comecei a me mexer no sofá, e soltava algum gemido de vez em quando. Ele enfiava a língua e roçava minhas paredes internas.
Depois ele começou a me dedar, primeiro um, depois dois, depois 3. Eu estava adorando. Aí ele parou pra me levantar e me virar. Me colocou de quatro e se posicionou atrás de mim. Pedi pra ele fazer devagar na primeira vez, e pra me deixar ditar o ritmo. Ele aceitou numa boa. Peguei o pau dele e coloquei na entrada da minha buceta. Ele tirou minha calcinha fio-dental pro lado e começou a lubrificar minha buceta com a saliva dele, pegou o pau e empurrou na entrada da minha bucetinha e eu me joguei um pouco pra trás pra começar a me penetrar e ajudar ele.
Era gigantesco. Consegui enfiar a cabeça, e depois soltei o resto. Continuei indo pra trás, fazendo com que cada vez fosse maior a proporção que tinha dentro de mim. Tinha que fazer devagar, porque era grande demais pra mim. Quando senti que tocou o fundo, comecei a me mover pra frente e pra trás, bem devagar. Alguns gemidos começaram a sair da minha boca. Dyrus colocou as mãos na minha cintura, bem firmes, pra acompanhar o movimento. Comecei a aumentar o ritmo conforme a dor diminuía e o prazer aumentava. Não chegamos a fazer muito rápido, mas era um bom começo. Ficamos assim por quase 10 minutos, até que ele me disse que estava prestes a gozar e que queria fazer na minha boca. Vale ressaltar que, com o tesão, ele nem tinha colocado camisinha, estava me comendo no pelo e eu adorava.
Terminei com ele e voltei a chupá-lo. Depois ele pegou com a mão enorme e começou a se masturbar o mais rápido que pôde, até disparar um jato enorme de porra na minha boca. Era gostoso e quentinho, mas era tanta que escorria pelos cantos e caía pelo meu corpo. Ele me disse pra engolir, e eu obedeci. A gente tava no meu sofá à vista dos vizinhos, se tivesse, mas eu tava tão tarada que não me importava. Ele perguntou como tinha sido a primeira vez, e eu respondi que tinha adorado, mas que ainda faltava muito mais. Ficamos deitados no sofá por uns minutos, até que ele se levantou e me disse pra levá-lo ao meu banheiro. Peguei ele pela mão e o guiei pra cima, e enquanto subíamos ele não perdia a chance de me dar uns tapas na bunda ou apertar minhas nádegas. A roupa dele tinha ficado na sala, igual à minha, a única coisa que eu tava usando era minha lingerie. De novo ele me pediu pra chupá-lo, pra voltar ao estado de ereção. Em dois minutos já tava grande de novo. Entramos no chuveiro e abrimos a torneira, tava tão quente que eu nem tinha tirado a lingerie, entrei na ducha assim mesmo. Como tava muito calor, abrimos só a fria, o que refrescava nossos corpos. Ele me pegou por trás, me inclinou um pouco pra frente e me pediu pra arquear um pouco a cintura. Aí senti o pau dele roçar meus lábios vaginais, que não demoraram a ser atravessados por aquele membro enorme, me fazendo gemer bem alto. O prazer voltou, enquanto as gotas frescas de água tiravam o calor e o suor. As mãos dele massageavam minhas tetas.
O ritmo ele conduzia, mas não era muito mais acelerado do que o que a gente vinha fazendo há alguns minutos no sofá. Enquanto metia o pau dele em mim, começou a tirar minha lingerie até me deixar completamente nua. Depois tirou o pênis de dentro de mim e me virou. Levantou uma das minhas pernas e enfiou o pau dele. Disse pra eu abraçar ele com as pernas e os braços, que ele me seguraria. Fiz o que ele pediu, e em poucos segundos eu estava pendurada nele como se fosse um macaco numa árvore. Agora o ritmo era um pouco mais acelerado. Olhei pra ele e beijei ele. Apesar de sentir um pouco de dor por causa daquele pauzão, o prazer era maior, ele chegava até o fundo e me fazia gemer bem alto.
Eu gozei enquanto estava pendurada nele, mas ele continuou um pouco mais até gozar, dessa vez ele tinha gozado onde devia kkkkk e que gozada ele tinha me dado na minha buceta. Eu disse que ele podia gozar dentro de mim, e foi o que ele fez. Senti toda a porra quente dele no meu interior. Quando voltei a apoiar minhas pernas, elas tremiam um pouco, e da minha pussy escorria uma mistura de sêmen e fluidos vaginais. Saímos do chuveiro e nos secamos rápido. Voltamos, mas dessa vez para a cama para repor as energias. Não conseguimos repor muito, porque em 10 minutos já estávamos fazendo um 69. Eu não conseguia chupá-lo direito porque o prazer que ele me proporcionava era demais, e não conseguia me concentrar em mamar ele. Depois de alguns minutos, me deitei de barriga pra cima e abri as pernas, deixando minha pussy à disposição dele. Ele se posicionou na minha frente e inseriu seu pau descomunal. Dessa vez a metida era forte e dura. Ouviam-se meus gemidos de prazer, com o barulho das bolas dele batendo contra mim como fundo. Doía um pouco, mas eu não queria que ele parasse. Ele me pegava pelas pernas para me dar com mais força. Sentia como o pau dele entrava até o meu limite e quando eu virava pra ver como ele metia, via o volume dele entrar e sair e como no meu abdômen, na parte do meu baixo ventre, por eu ser magrinha, cada vez que ele metia o pau dava pra ver o volume na minha barriguinha e quando ele tirava dava pra ver como esse volume desaparecia, isso me excitava muito ver como minha barriga subia e descia.
Depois ele me colocou de lado e se deitou atrás de mim. Colocou o pau de novo e continuou me fodendo forte. Em 5 minutos eu gozei de novo, mas ele continuou por um bom tempo até vir a vontade de soltar porra. Gozou dentro de mim de novo. Eu adorava sentir a porra dele dentro de mim, mas estava cansada e meu corpo doía um pouco mais, minha buceta já estava super vermelha de tanta fricção, já doía um pouco minha barriga. Ficamos deitados um tempo, os dois nus, suados, ele com o pau meio duro e eu com a buceta escorrendo de tanta porra que ele tinha me dado, enquanto nos recuperávamos eu disse: amor, quer algo pra jantar? Sim, sua safada, quero um pão com geleia e porra fria. Tá bom, amor, já te trago. Como boa submissa saí do meu quarto e desci pra cozinha ainda com as pernas tremendo e com a buceta escorrendo de porra, porra que escorria pelas minhas pernas até chegar no chão. Já na cozinha preparei o que ele queria e subi de novo. Obviamente desci nua e acendi a luz, não vi se tinha vizinhos, imagino que sim porque se ouvem vozes, então imagino que me viram nua, mas enfim, esse não é o ponto. Subi o jantar e ele me deu um beijo na boca de agradecimento. Jantamos enquanto recuperávamos as forças e uns minutos depois de ter jantado, já eram umas 8, a gente tava há umas 2 horas fodendo e eu já estava extremamente cansada e dolorida, mas queria mais. Acho que não demorava muito pro meu namorado falar. Ele me colocou na beirada da cama de quatro e antes de meter o pau na minha buceta pegou geleia do pote e começou a passar no pau. Achei que ele ia me fazer chupar, mas não, depois que passou bastante geleia no pau, enfiou o pau na minha bucetinha com tudo, com geleia e tudo, e começou a meter e tirar rápido. Eu sentia tudo muito gostoso, falei: me dá tapas, me dá tapas bem fortes! Sentia tão gostoso que não ligava pro pau dele estar cheio de geleia e estar metendo na minha buceta.
E ele, todo animado, começou a me dar muitos tapas na bunda com bastante força. A gente já tava muito excitados quando, de repente, meu celular começa a tocar e eu vejo a chamada: era meu namorado ligando. Eu falei: não vou atender, depois eu ligo de volta. E meu novo macho fala: não, pelo contrário, atende e segura os gemidos, sua puta. Quero ver você fazer isso. Achei arriscado, mas cheio de adrenalina, e no final aceitei atender: oi, meu amor.
E o Dyrus me diz baixinho: coloca no viva-voz, quero ouvir quem comia uma puta dessas e agora tá sendo corneado. E foi o que fiz, coloquei no viva-voz e tentava disfarçar a voz o máximo possível, mas quanto mais eu tentava, com mais vontade o Dyrus me penetrava e eu não conseguia me conter completamente, então escapavam uns gemidinhos, fora que minha respiração estava bem ofegante e sei lá, mas suponho que dava pra ouvir o barulho do meu corpo batendo no abdômen dele, dava pra ouvir no quarto inteiro o barulho do meu corpo com o corpo dele, então imagino que no telefone também.
Meu namorado notando isso me pergunta: love, você tá bem? E eu: sim, Sweetie, só que eu tô na esteira, tô fazendo cardio pra manter meu corpo jajaja você sabe que eu gosto de ficar magrinha então tô meio ofegante por causa do cardio que tô fazendo mas tá tudo bem love. E minha namorada: aai gostosa. Como você tá se sentindo aí? Você tá sozinha? E eu falo: tô me sentindo bem, é muito legal morar sozinha, tô sozinha e entediada e sem nada pra fazer, por isso comecei a correr jajaja mas às vezes eu fico entediada sim, mas tô me comportando muito muito bem, só da escola pra minha casa. Dyrus de tão excitado que estava, sussurrava assim baixinho, seu namorado não sabe que você é uma puta e que você bota chifres nele? Jaja eu te adoro, queria que ele soubesse que você adora uma rola de puta e não a dele. E aí meu namorado me fala: tem alguém com você? Tô ouvindo tipo outra voz perto de você, tô ouvindo tipo sussurrando E eu: não Sweetie, tô na esteira e liguei a TV porque não gosto de ficar no silêncio mas tô sozinha. Parecia que ele não tava muito convencido de que tava acreditando em mim e eu falo, olha deixa eu desligar já e falo pro Dyrus: não fala mais, vou te dar oral agora. E falo pro meu namorado: vou começar a comer um picolé de chocolate super gostoso que acabei de comprar, tem um recheio de gozo muito gostoso e o chocolate é delicioso e me enche bastante. E bem quando acabo isso começo a chupar o Dyrus e dava pra ouvir os chupões e a sucção de como eu tava fazendo, dava pra ouvir bem safado e meu namorado não podia falar nada porque eu já tinha dito que era um "picolé" e bem nesse momento também notei que o Dyrus tinha pegado o celular e tava me gravando. Eu super excitada sorrindo enquanto chupava a rola dele e falava com meu namorado. E ele me fala: quando eu vou poder ir te ver love? Eu acho que você tá precisando de uma boa foda minha e eu também tô com vontade de te foder Tirando a rola da boca eu respondo: não sei love, se eu tô precisando de uma boa foda e obviamente só com você que é meu namorado, mas meus pais têm câmeras em casa e se eu colocar alguém, a confusão que se arma, então não sei, igual um dia que eu disser pros meus pais, porque na casa toda tem câmeras. Obviamente eu estava mentindo muito pro meu namorado, não precisava de uma foda porque justamente estavam me ajeitando o útero e eu já tinha colocado vários homens na minha casa, outra mentira, eu sentia falta de transar com ele, a verdade é que eu não tinha provado paus maiores e mais gostosos que o dele e que me tinham dado muito prazer, outra mentira que minha casa estava cheia de câmeras e não, não tinha câmeras, e a última que eu estava há tempo sem transar kkkk. Ele me diz: okay, tá bom, então tem câmeras? Isso me deixa mais tranquilo. Eu: por quê, amor? Meu namorado: bom, não pense que eu desconfio de você, mas você é muito gostosa e me dá a certeza de que você está sozinha e não acontece nada com você, eu acho que ele ficava mais tranquilo de que eu não ia ser infiel, mas não quis me falar exatamente assim. Eu: sim, amor, não se preocupa, tudo está cheio de câmeras até no meu quarto e estou sozinha neste momento. Bom, já te deixo continuar com suas coisas. Te amo, meu amor, e continua se comportando bem que aqui te espero pra te dar pau quando te ver. E eu: sim, amor, obrigada. Claro que me comporto bem, você já sabe, te amo e sinto falta do seu pau. Bye. Terminando a ligação, ele continua me gravando e diz: você é uma tremenda puta, sabia? Olha que estar falando com seu namorado e eu te comendo e depois me dando um oral e ele ouvindo tudo. Eu gostaria em outra ocasião que seu namorado descubra que tem uma namorada bem puta, vou pensar em algo pra fazer isso e que ele pare de te ver como uma menina inocente e santa quando na verdade você adora ser comida como a puta que você é. Você me encanta, puta, vou ter que vir te visitar seguido pra te comer como você merece e agora você será minha. E eu: sim, por favor, vem me comer, sou sua puta, você já sabe, quero que você seja meu dono ou melhor, meu namorado. Ele me diz: quer ser mais puta, quer ser minha mulher? E eu: sim, óbvio que quero ser sua mulher. E com um cinto meu que tinha me amarra o pescoço e assim como coleira e correia de slut me tira do quarto e começa a me passear por toda a casa e dizendo: que gostosa que você é, sabia? Sim sim sei que sou uma gostosa muito boa. Vamos pra cozinha e num prato põe água e coloca no chão e diz: toma água sua puta, e eu me empino pra tomar água levantando meu bum e ele diz: espera aí assim quero te gravar, e pega o celular e começa a me gravar, e diz: fala que você é uma puta super puta, e eu: sou uma puta super puta e amo cock. Continua...
No meu quarto eu tinha roupa íntima, lingerie pronta, caso o Dyrus quisesse brincar com ela ou arrancar de mim. Tinha uma calcinha fio-dental vermelha e um sutiã da mesma cor. Ele era muito alto, tinha cerca de 1,88, e era muito musculoso por causa de carregar peso no trabalho. Entramos na minha casa e ofereci um copo d'água enquanto ele se acomodava no sofá. Ele sentou no sofá, e eu sentei do lado dele. Tirou de uma bolsa que trazia o exame, e vi que não tinha nenhuma DST. Repeti um pouco o que eu queria. Falei que esperava fazer muitas vezes durante a noite, que queria que basicamente ele me comesse e me fizesse dele. Falei que na primeira vez queria fazer mais "tranquilo", pra me relaxar mais e pegar confiança. Depois a gente ia aumentando o ritmo. Ele disse que não tinha problema, e que esperava passar uma noite excelente e que se no final pudesse dormir, eu disse que sim, que não tinha problema nenhum, que ele podia dormir comigo na minha cama, afinal de contas ele ia me comer e meter o pau dele, não é como se a gente não fosse compartilhar a cama. Ele me perguntou se eu preferia começar a noite no chuveiro ou na cama, e respondi que seria mais confortável na cama, mas que depois a gente podia fazer no banheiro ou em qualquer lugar da casa. Antes de começar falei pra ele me esperar, subi pro meu quarto e comecei a colocar a lingerie, o sutiã vermelho, a calcinha fio-dental vermelha e as ligas nas pernas, por cima de toda a minha lingerie coloquei o shorts que eu estava e a blusa, mas assim minha lingerie fica aparecendo.
Ele começou tirando a blusa que eu estava usando, e depois meu shorts, fiquei só com a lingerie que eu tinha colocado pra ele. Eu fiz o mesmo com ele, mas continuei até deixá-lo completamente nu. Quando abaixei a cueca dele, vi sua enorme cobra negra. Ainda não estava ereta, mas tinha um tamanho muito bom. Não era só comprida, mas também grossa e muito venenosa. Coloquei na boca e comecei a chupá-la lentamente.
Ele pegou minha cabeça com as mãos e acompanhava meu movimento. O pau dele começou a aumentar de tamanho, até se tornar a besta de 22 ou 24 centímetros que eu tinha visto pela câmera, era idêntica, até parecia maior pessoalmente, eu estava chupando ele na minha sala, se alguém estivesse lá fora e olhasse, poderia me ver no meio do boquete. Aos 5 minutos, ele me disse para levantar. Me deitou no sofá, de barriga pra cima, e começou a lamber minha pussy. Ele era muito habilidoso. Eu comecei a me mexer no sofá, e soltava algum gemido de vez em quando. Ele enfiava a língua e roçava minhas paredes internas.
Depois ele começou a me dedar, primeiro um, depois dois, depois 3. Eu estava adorando. Aí ele parou pra me levantar e me virar. Me colocou de quatro e se posicionou atrás de mim. Pedi pra ele fazer devagar na primeira vez, e pra me deixar ditar o ritmo. Ele aceitou numa boa. Peguei o pau dele e coloquei na entrada da minha buceta. Ele tirou minha calcinha fio-dental pro lado e começou a lubrificar minha buceta com a saliva dele, pegou o pau e empurrou na entrada da minha bucetinha e eu me joguei um pouco pra trás pra começar a me penetrar e ajudar ele.
Era gigantesco. Consegui enfiar a cabeça, e depois soltei o resto. Continuei indo pra trás, fazendo com que cada vez fosse maior a proporção que tinha dentro de mim. Tinha que fazer devagar, porque era grande demais pra mim. Quando senti que tocou o fundo, comecei a me mover pra frente e pra trás, bem devagar. Alguns gemidos começaram a sair da minha boca. Dyrus colocou as mãos na minha cintura, bem firmes, pra acompanhar o movimento. Comecei a aumentar o ritmo conforme a dor diminuía e o prazer aumentava. Não chegamos a fazer muito rápido, mas era um bom começo. Ficamos assim por quase 10 minutos, até que ele me disse que estava prestes a gozar e que queria fazer na minha boca. Vale ressaltar que, com o tesão, ele nem tinha colocado camisinha, estava me comendo no pelo e eu adorava.
Terminei com ele e voltei a chupá-lo. Depois ele pegou com a mão enorme e começou a se masturbar o mais rápido que pôde, até disparar um jato enorme de porra na minha boca. Era gostoso e quentinho, mas era tanta que escorria pelos cantos e caía pelo meu corpo. Ele me disse pra engolir, e eu obedeci. A gente tava no meu sofá à vista dos vizinhos, se tivesse, mas eu tava tão tarada que não me importava. Ele perguntou como tinha sido a primeira vez, e eu respondi que tinha adorado, mas que ainda faltava muito mais. Ficamos deitados no sofá por uns minutos, até que ele se levantou e me disse pra levá-lo ao meu banheiro. Peguei ele pela mão e o guiei pra cima, e enquanto subíamos ele não perdia a chance de me dar uns tapas na bunda ou apertar minhas nádegas. A roupa dele tinha ficado na sala, igual à minha, a única coisa que eu tava usando era minha lingerie. De novo ele me pediu pra chupá-lo, pra voltar ao estado de ereção. Em dois minutos já tava grande de novo. Entramos no chuveiro e abrimos a torneira, tava tão quente que eu nem tinha tirado a lingerie, entrei na ducha assim mesmo. Como tava muito calor, abrimos só a fria, o que refrescava nossos corpos. Ele me pegou por trás, me inclinou um pouco pra frente e me pediu pra arquear um pouco a cintura. Aí senti o pau dele roçar meus lábios vaginais, que não demoraram a ser atravessados por aquele membro enorme, me fazendo gemer bem alto. O prazer voltou, enquanto as gotas frescas de água tiravam o calor e o suor. As mãos dele massageavam minhas tetas.
O ritmo ele conduzia, mas não era muito mais acelerado do que o que a gente vinha fazendo há alguns minutos no sofá. Enquanto metia o pau dele em mim, começou a tirar minha lingerie até me deixar completamente nua. Depois tirou o pênis de dentro de mim e me virou. Levantou uma das minhas pernas e enfiou o pau dele. Disse pra eu abraçar ele com as pernas e os braços, que ele me seguraria. Fiz o que ele pediu, e em poucos segundos eu estava pendurada nele como se fosse um macaco numa árvore. Agora o ritmo era um pouco mais acelerado. Olhei pra ele e beijei ele. Apesar de sentir um pouco de dor por causa daquele pauzão, o prazer era maior, ele chegava até o fundo e me fazia gemer bem alto.
Eu gozei enquanto estava pendurada nele, mas ele continuou um pouco mais até gozar, dessa vez ele tinha gozado onde devia kkkkk e que gozada ele tinha me dado na minha buceta. Eu disse que ele podia gozar dentro de mim, e foi o que ele fez. Senti toda a porra quente dele no meu interior. Quando voltei a apoiar minhas pernas, elas tremiam um pouco, e da minha pussy escorria uma mistura de sêmen e fluidos vaginais. Saímos do chuveiro e nos secamos rápido. Voltamos, mas dessa vez para a cama para repor as energias. Não conseguimos repor muito, porque em 10 minutos já estávamos fazendo um 69. Eu não conseguia chupá-lo direito porque o prazer que ele me proporcionava era demais, e não conseguia me concentrar em mamar ele. Depois de alguns minutos, me deitei de barriga pra cima e abri as pernas, deixando minha pussy à disposição dele. Ele se posicionou na minha frente e inseriu seu pau descomunal. Dessa vez a metida era forte e dura. Ouviam-se meus gemidos de prazer, com o barulho das bolas dele batendo contra mim como fundo. Doía um pouco, mas eu não queria que ele parasse. Ele me pegava pelas pernas para me dar com mais força. Sentia como o pau dele entrava até o meu limite e quando eu virava pra ver como ele metia, via o volume dele entrar e sair e como no meu abdômen, na parte do meu baixo ventre, por eu ser magrinha, cada vez que ele metia o pau dava pra ver o volume na minha barriguinha e quando ele tirava dava pra ver como esse volume desaparecia, isso me excitava muito ver como minha barriga subia e descia.
Depois ele me colocou de lado e se deitou atrás de mim. Colocou o pau de novo e continuou me fodendo forte. Em 5 minutos eu gozei de novo, mas ele continuou por um bom tempo até vir a vontade de soltar porra. Gozou dentro de mim de novo. Eu adorava sentir a porra dele dentro de mim, mas estava cansada e meu corpo doía um pouco mais, minha buceta já estava super vermelha de tanta fricção, já doía um pouco minha barriga. Ficamos deitados um tempo, os dois nus, suados, ele com o pau meio duro e eu com a buceta escorrendo de tanta porra que ele tinha me dado, enquanto nos recuperávamos eu disse: amor, quer algo pra jantar? Sim, sua safada, quero um pão com geleia e porra fria. Tá bom, amor, já te trago. Como boa submissa saí do meu quarto e desci pra cozinha ainda com as pernas tremendo e com a buceta escorrendo de porra, porra que escorria pelas minhas pernas até chegar no chão. Já na cozinha preparei o que ele queria e subi de novo. Obviamente desci nua e acendi a luz, não vi se tinha vizinhos, imagino que sim porque se ouvem vozes, então imagino que me viram nua, mas enfim, esse não é o ponto. Subi o jantar e ele me deu um beijo na boca de agradecimento. Jantamos enquanto recuperávamos as forças e uns minutos depois de ter jantado, já eram umas 8, a gente tava há umas 2 horas fodendo e eu já estava extremamente cansada e dolorida, mas queria mais. Acho que não demorava muito pro meu namorado falar. Ele me colocou na beirada da cama de quatro e antes de meter o pau na minha buceta pegou geleia do pote e começou a passar no pau. Achei que ele ia me fazer chupar, mas não, depois que passou bastante geleia no pau, enfiou o pau na minha bucetinha com tudo, com geleia e tudo, e começou a meter e tirar rápido. Eu sentia tudo muito gostoso, falei: me dá tapas, me dá tapas bem fortes! Sentia tão gostoso que não ligava pro pau dele estar cheio de geleia e estar metendo na minha buceta.
E ele, todo animado, começou a me dar muitos tapas na bunda com bastante força. A gente já tava muito excitados quando, de repente, meu celular começa a tocar e eu vejo a chamada: era meu namorado ligando. Eu falei: não vou atender, depois eu ligo de volta. E meu novo macho fala: não, pelo contrário, atende e segura os gemidos, sua puta. Quero ver você fazer isso. Achei arriscado, mas cheio de adrenalina, e no final aceitei atender: oi, meu amor.
E o Dyrus me diz baixinho: coloca no viva-voz, quero ouvir quem comia uma puta dessas e agora tá sendo corneado. E foi o que fiz, coloquei no viva-voz e tentava disfarçar a voz o máximo possível, mas quanto mais eu tentava, com mais vontade o Dyrus me penetrava e eu não conseguia me conter completamente, então escapavam uns gemidinhos, fora que minha respiração estava bem ofegante e sei lá, mas suponho que dava pra ouvir o barulho do meu corpo batendo no abdômen dele, dava pra ouvir no quarto inteiro o barulho do meu corpo com o corpo dele, então imagino que no telefone também.
Meu namorado notando isso me pergunta: love, você tá bem? E eu: sim, Sweetie, só que eu tô na esteira, tô fazendo cardio pra manter meu corpo jajaja você sabe que eu gosto de ficar magrinha então tô meio ofegante por causa do cardio que tô fazendo mas tá tudo bem love. E minha namorada: aai gostosa. Como você tá se sentindo aí? Você tá sozinha? E eu falo: tô me sentindo bem, é muito legal morar sozinha, tô sozinha e entediada e sem nada pra fazer, por isso comecei a correr jajaja mas às vezes eu fico entediada sim, mas tô me comportando muito muito bem, só da escola pra minha casa. Dyrus de tão excitado que estava, sussurrava assim baixinho, seu namorado não sabe que você é uma puta e que você bota chifres nele? Jaja eu te adoro, queria que ele soubesse que você adora uma rola de puta e não a dele. E aí meu namorado me fala: tem alguém com você? Tô ouvindo tipo outra voz perto de você, tô ouvindo tipo sussurrando E eu: não Sweetie, tô na esteira e liguei a TV porque não gosto de ficar no silêncio mas tô sozinha. Parecia que ele não tava muito convencido de que tava acreditando em mim e eu falo, olha deixa eu desligar já e falo pro Dyrus: não fala mais, vou te dar oral agora. E falo pro meu namorado: vou começar a comer um picolé de chocolate super gostoso que acabei de comprar, tem um recheio de gozo muito gostoso e o chocolate é delicioso e me enche bastante. E bem quando acabo isso começo a chupar o Dyrus e dava pra ouvir os chupões e a sucção de como eu tava fazendo, dava pra ouvir bem safado e meu namorado não podia falar nada porque eu já tinha dito que era um "picolé" e bem nesse momento também notei que o Dyrus tinha pegado o celular e tava me gravando. Eu super excitada sorrindo enquanto chupava a rola dele e falava com meu namorado. E ele me fala: quando eu vou poder ir te ver love? Eu acho que você tá precisando de uma boa foda minha e eu também tô com vontade de te foder Tirando a rola da boca eu respondo: não sei love, se eu tô precisando de uma boa foda e obviamente só com você que é meu namorado, mas meus pais têm câmeras em casa e se eu colocar alguém, a confusão que se arma, então não sei, igual um dia que eu disser pros meus pais, porque na casa toda tem câmeras. Obviamente eu estava mentindo muito pro meu namorado, não precisava de uma foda porque justamente estavam me ajeitando o útero e eu já tinha colocado vários homens na minha casa, outra mentira, eu sentia falta de transar com ele, a verdade é que eu não tinha provado paus maiores e mais gostosos que o dele e que me tinham dado muito prazer, outra mentira que minha casa estava cheia de câmeras e não, não tinha câmeras, e a última que eu estava há tempo sem transar kkkk. Ele me diz: okay, tá bom, então tem câmeras? Isso me deixa mais tranquilo. Eu: por quê, amor? Meu namorado: bom, não pense que eu desconfio de você, mas você é muito gostosa e me dá a certeza de que você está sozinha e não acontece nada com você, eu acho que ele ficava mais tranquilo de que eu não ia ser infiel, mas não quis me falar exatamente assim. Eu: sim, amor, não se preocupa, tudo está cheio de câmeras até no meu quarto e estou sozinha neste momento. Bom, já te deixo continuar com suas coisas. Te amo, meu amor, e continua se comportando bem que aqui te espero pra te dar pau quando te ver. E eu: sim, amor, obrigada. Claro que me comporto bem, você já sabe, te amo e sinto falta do seu pau. Bye. Terminando a ligação, ele continua me gravando e diz: você é uma tremenda puta, sabia? Olha que estar falando com seu namorado e eu te comendo e depois me dando um oral e ele ouvindo tudo. Eu gostaria em outra ocasião que seu namorado descubra que tem uma namorada bem puta, vou pensar em algo pra fazer isso e que ele pare de te ver como uma menina inocente e santa quando na verdade você adora ser comida como a puta que você é. Você me encanta, puta, vou ter que vir te visitar seguido pra te comer como você merece e agora você será minha. E eu: sim, por favor, vem me comer, sou sua puta, você já sabe, quero que você seja meu dono ou melhor, meu namorado. Ele me diz: quer ser mais puta, quer ser minha mulher? E eu: sim, óbvio que quero ser sua mulher. E com um cinto meu que tinha me amarra o pescoço e assim como coleira e correia de slut me tira do quarto e começa a me passear por toda a casa e dizendo: que gostosa que você é, sabia? Sim sim sei que sou uma gostosa muito boa. Vamos pra cozinha e num prato põe água e coloca no chão e diz: toma água sua puta, e eu me empino pra tomar água levantando meu bum e ele diz: espera aí assim quero te gravar, e pega o celular e começa a me gravar, e diz: fala que você é uma puta super puta, e eu: sou uma puta super puta e amo cock. Continua...
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