Eu estava sentada na cara dele e sentia ele chupando minha buceta e meu cu, enfiando a língua dentro deles. Eu continuava curtindo até que também quis fazer ele gozar, me deitei e comecei a mamar o pau dele enquanto ele chupava minha buceta, a gente estava no chão da cozinha curtindo nossos corpos.
A gente estava curtindo bastante, sentia muito gostoso como ele chupava minha buceta e eu também compensava mamando o pau dele o mais fundo que podia até enfiar na minha garganta, ele me levantou sem muito esforço e me colocou de pé encostada no balcão com a bundinha empinada e começou a me dar tapas muito forte a tal ponto de me fazer gemer de dor, minha pele aos poucos começou a ficar muito vermelha de tanta força com que ele me batia.
- que gostosa essas nalgas Hannia como eu quero te engravidar neném e te fazer minha você gosta que eu te bata e te maltrate - sim amor me deixa marcada, deixa minhas nalgas vermelhas Sweetie. Depois de tantas palmadas que ele tinha me dado ele se agachou e abriu minhas nalgas com muita força e separou minhas nalgas com suas duas mãos grandes e fortes. Senti o ar frio no meu ânus e na minha buceta molhada. Ele me abriu completamente, me expondo sem vergonha diante do olhar dele. —Que gostoso que fica seu bum apertado… e essa buceta rosada escorrendo com restos do meu sêmen—rosnou. Passou um dedo grosso por toda minha racha, do clitóris até o ânus, se lambuzando dos meus sucos—. Você tá molhada como uma puta no cio que gostosa. Depois senti sua respiração quente. Começou a me lamber toda. Sua língua larga e quente percorreu minha buceta de baixo pra cima, me saboreando, se enfiando entre meus lábios. Subiu e começou a me comer o cu sem piedade: lambia meu ânus em círculos, pressionava com a ponta da língua, chupava forte enquanto suas mãos apertavam minhas nalgas.
—Eu amo como você me domina… —gemí, empurrando meu cu contra a cara dele—. Que gostoso que é… peguei a cabeça dele e puxava contra mim pra que a língua dele entrasse mais fundo Ele me tinha completamente entregue. -amor quero que você arrebente meu cu e me deixe bem aberta, por favor me come por trás - sério que você quer Hannia? Não vai doer? - vai doer e muito mas eu tô com muita vontade e quero que você meta - tá bom gostosa vou te fuder muito forte. Mas primeiro lubrifica. —Quero chupar ele —falei olhando nos olhos dele. Peguei aquele pau grosso e venoso com as duas mãos. Tava pesado, quente e completamente duro. Primeiro tirei a língua e comecei a lamber desde as bolas até a cabeça, bem devagar e babado, saboreando cada centímetro. Era delicioso: macio, quente e com aquele gosto de homem que me deixava louca. —Que pau mais gostoso… —gemí antes de abrir a boca e enfiar ele. Comecei a chupar como uma expert. Descia a cabeça até onde dava, apertando os lábios em volta do tronco grosso, fazendo barulhos molhados e obscenos. Tirava ele, cuspia em cima com força e voltava a engolir, movendo a cabeça em círculos enquanto masturbava com a mão.
Juan soltou um gemido rouco e me agarrou forte pelo cabelo com as duas mãos. —Assim, sua puta… chupa essa rola. Engole ela toda —rosnou, empurrando minha cabeça pra baixo. Puxou meu cabelo pra trás bruscamente, tirando a rola da minha boca. Passou a cabeça inchada e babada pelos meus lábios, batendo nas minhas bochechas e na língua enquanto eu colocava a língua pra fora como uma puta. —Cospe mais —me ordenou. Cuspi um bom jato de saliva na rola dele e ele mesmo esfregou na minha cara. Depois coloquei ela de novo com vontade, chupando mais fundo, fazendo garganta e deixando a baba escorrer pelo meu queixo e cair nas minhas tetas. —Porra, Hannia… que boca de puta você tem —gemia ele, respirando ofegante—. Você é uma chupadora de rola experiente… que gostosa você é. Essa rola é sua agora… mas você é minha, só minha essa noite. Os gemidos dele ficavam cada vez mais fortes e roucos enquanto eu continuava mamando sem parar: combinava chupadas profundas, lambidas longas desde as bolas, e sugava a cabeça com força. Quanto mais ele gemia, mais eu me esforçava, babando ela inteira, olhando nos olhos dele com cara de puta enquanto a rola grossa dele enchia minha boca. —Assim… não para, minha puta… você é boa demais —repetia entre dentes, puxando meu cabelo. Depois de deixar a rola dele completamente babada e brilhante da minha saliva, me separei ofegante e disse com voz carregada de desejo: —Essa rola gostosa… muito gostosa… quero que você me coma agora. —Fica de quatro, agora. Obedeci imediatamente, me colocando de quatro no sofá, arqueando as costas e empinando o cu o máximo possível com as costas bem inclinadas. Vale ressaltar que nessa hora já era noite, eram umas 8 da noite e eu não tinha chegado em casa nem avisado por estar transando e com certeza já tinha ligações dos meus pais, mas tinha deixado o celular no quarto e agora estava aproveitando minha foda. Ele me deu vários tapas fortes, fazendo minha bunda ficar muito mais vermelha. —Assim… abre esse cu pra mim —ordenou. Abri mais as pernas e com as mãos abri minhas nádegas, mostrando meu ânus ainda contraído. Juan ficou olhando por alguns segundos, se masturbando devagar. —Que foi? —perguntei, olhando por cima do ombro. Ele engoliu seco e respondeu com a voz carregada de tesão: —Quero te dar pelo cu, tô com muita vontade, gostosa… Seria o maior privilégio pra mim essa noite. Deixa? Senti um arrepio de excitação e medo misturados, embora já tivesse dito que me excitava ele me perguntar. —Faz —respondi quase sem pensar, pois já tinha dado permissão. Juan levantou rápido até uma gaveta da cozinha e trouxe um frasquinho de lubrificante e, além disso, cuspiu generosamente sobre meu ânus e esfregou o pau grosso e venoso contra ele. Senti a cabeça quente e grande pressionando contra meu buraquinho. Empurrou devagar mas firme. —Ahhh… porra… —gemí. Senti uma pressão enorme e uma dor forte que tentava abrir meu cu. A cabeça grossa forçou meu ânus, me abrindo aos poucos. Era uma pressão intensa, ardida e muito esticada. Senti meu cu cedendo lentamente, como aquele pau tão grosso me dilatava centímetro por centímetro. O ardor era forte, mas o tesão de estar deixando esse homem foder meu cu me deixava muito mais excitada. Obviamente estava ofegante e aguentando a dor, mas fazia questão de virar pra olhar pra ele pra que ele visse minha cara de dor.
—Que buceta apertada, você tá apertando muito meu pau… relaxa, sua puta… deixa eu entrar —rosnou ele, empurrando mais fundo, não faz força porque vai doer mais e eu vou te machucar. A cabeça finalmente passou pelo anel muscular com um “plop” e entrou. Soltei um gemido longo e rouco de dor e prazer misturados. Sentia meu cu pulsando ao redor da grossura dele, muito cheio, muito esticado. Juan ficou parado um instante, me deixando acostumar, e depois começou a enfiar mais pau devagar, abrindo o interior do meu cu.
—Deus… que gostoso que tá… —gemí, empurrando um pouco pra trás também, me ajudando a enfiar todo esse pau. Juan começou a se mover dentro do meu cu devagar, com estocadas curtas e profundas, me deixando sentir cada centímetro grosso e venoso abrindo meu ânus. Eu tinha uma mão entre as minhas pernas, esfregando meu clitóris inchado em círculos rápidos enquanto gemia. —Que gostoso que tá seu cu com meu pau dentro… olha como te abre —rosnou, admirando como meu ânus apertava o pau grosso—. Vou te dar uma foda nesse cu como deve ser, sua puta. Aos poucos foi aumentando o ritmo. Seus quadris batiam cada vez mais forte contra minhas nádegas. Me agarrou pelo cabelo com uma mão, puxando minha cabeça pra trás, e com a outra me dava tapas fortes e sonoros. —Tapa! Tapa! Tapa! —Esse cu é meu agora… tá me ouvindo? Você é minha puta essa noite. Veio pra um cara te arrebentar o cu como uma safada.
Suas palavras sujas me excitavam demais, exatamente o que eu estava procurando. A dor da grossura no meu cu se misturava com um prazer intenso e proibido. Ele começou a me comer o cu muito forte, com investidas brutais e rápidas. O pau dele entrava e saía quase inteiro, me abrindo sem piedade e com muita força e rapidez. — Ahhh! Porra! —eu gritava. Tá doendo, tá doendo, que gostoso, continua, continua, arrebenta meu cu, quero que você me coma mais forte. Eu sentia como ele rompia meu cu e rasgava, e ao mesmo tempo, cada vez que chegava no fundo, sentia como perfurava meus intestinos, me dando vontade de ir ao banheiro, mas aguentando. O segundo orgasmo veio como um tsunami. Esfreguei meu clitóris mais rápido enquanto ele destruía meu cu. — Gozeiii! De novo! Meu Deus! —uivei. Meu ânus se contraiu violentamente ao redor do pau dele, apertando com força. Todo meu corpo tremia sem controle, as pernas falhavam e jatos de líquido saíam da minha buceta, molhando o sofá. Foi um orgasmo ainda mais intenso que o primeiro, quase doloroso de tão gostoso que foi. Gritei e gemi como louca enquanto as ondas de prazer me percorriam. Juan não parou. Continuou me fodendo o cu com força animal até que rosnou: — Vou gozar! Vou gozar! Apertou minhas nádegas com as duas mãos, cravando os dedos com força, e senti como o pau dele começava a pulsar violentamente dentro do meu ânus. Ficou parado, enterrado até o fundo. Eu, ainda tremendo, comecei a mover meu cu pra trás e pra frente, ordenhando ele, tirando até a última gota, sentia como o gozo dele começava a encher meu cu e escorria pelas minhas pernas até cair no sofá. — Que puta mais gostosa! Toma toda minha porra, safada! Aperta esse cu! Porra… você tá me espremendo! —rosnava soltando palavrões enquanto gozava. Quando terminou, tirou lentamente o pau de dentro do meu cu, e ao sair, jatos de esperma saíram junto. Ficou me olhando exausto, mas com um sorriso enorme. —Que gostoso… Obrigado por essa experiência, Hannia. De verdade. Nunca tinha transado com uma mulher igual a você. Você parece uma modelo… e fode como uma puta profissional. Não vou esquecer essa bunda na minha vida. Ficamos mais um tempo no sofá, recuperando o fôlego. Ele acariciava minhas costas e minha bunda suavemente enquanto eu ainda sentia as pulsações no meu ânus. Estava exausta, dolorida e muito satisfeita. Sem perceber, adormecemos e quando acordamos eram 12 da noite. -Já é hora de te levar, minha rainha, seus pais devem estar preocupados, mas neste fim de semana quero fazer algo especial, convence seus pais de que você vai ficar na casa de amigas o fim de semana, quero te levar a algum lugar, quero te comer o fim de semana todo, o que acha? -Sim, sim, gostei da ideia. Mas vamos logo porque meus pais vão me dar uma bronca. Já era bem tarde. Me levantei e comecei a me vestir. Subi minha calcinha fio-dental com cuidado, sentindo como minha bunda ardia a cada movimento. Coloquei a blusa e a jaqueta. Juan me olhava da cama com um sorriso. Entramos na caminhonete dele e ele me levou pra casa, durante todo o caminho pra casa eu não parava de lembrar: como ele tinha me chupado, como tinha me fodido gostoso, as palmadas, suas palavras sujas no meu ouvido enquanto me arrebentava… Minha fantasia tinha se realizado completamente. Cheguei em casa, obviamente meus pais me deram a maior bronca da minha vida e inventei que tinha ido com amigas, tomei banho com cuidado e me deitei ainda com a bunda dolorida. Sorri no escuro com meu corpo super usado pelo Juan.

A gente estava curtindo bastante, sentia muito gostoso como ele chupava minha buceta e eu também compensava mamando o pau dele o mais fundo que podia até enfiar na minha garganta, ele me levantou sem muito esforço e me colocou de pé encostada no balcão com a bundinha empinada e começou a me dar tapas muito forte a tal ponto de me fazer gemer de dor, minha pele aos poucos começou a ficar muito vermelha de tanta força com que ele me batia.
- que gostosa essas nalgas Hannia como eu quero te engravidar neném e te fazer minha você gosta que eu te bata e te maltrate - sim amor me deixa marcada, deixa minhas nalgas vermelhas Sweetie. Depois de tantas palmadas que ele tinha me dado ele se agachou e abriu minhas nalgas com muita força e separou minhas nalgas com suas duas mãos grandes e fortes. Senti o ar frio no meu ânus e na minha buceta molhada. Ele me abriu completamente, me expondo sem vergonha diante do olhar dele. —Que gostoso que fica seu bum apertado… e essa buceta rosada escorrendo com restos do meu sêmen—rosnou. Passou um dedo grosso por toda minha racha, do clitóris até o ânus, se lambuzando dos meus sucos—. Você tá molhada como uma puta no cio que gostosa. Depois senti sua respiração quente. Começou a me lamber toda. Sua língua larga e quente percorreu minha buceta de baixo pra cima, me saboreando, se enfiando entre meus lábios. Subiu e começou a me comer o cu sem piedade: lambia meu ânus em círculos, pressionava com a ponta da língua, chupava forte enquanto suas mãos apertavam minhas nalgas.
—Eu amo como você me domina… —gemí, empurrando meu cu contra a cara dele—. Que gostoso que é… peguei a cabeça dele e puxava contra mim pra que a língua dele entrasse mais fundo Ele me tinha completamente entregue. -amor quero que você arrebente meu cu e me deixe bem aberta, por favor me come por trás - sério que você quer Hannia? Não vai doer? - vai doer e muito mas eu tô com muita vontade e quero que você meta - tá bom gostosa vou te fuder muito forte. Mas primeiro lubrifica. —Quero chupar ele —falei olhando nos olhos dele. Peguei aquele pau grosso e venoso com as duas mãos. Tava pesado, quente e completamente duro. Primeiro tirei a língua e comecei a lamber desde as bolas até a cabeça, bem devagar e babado, saboreando cada centímetro. Era delicioso: macio, quente e com aquele gosto de homem que me deixava louca. —Que pau mais gostoso… —gemí antes de abrir a boca e enfiar ele. Comecei a chupar como uma expert. Descia a cabeça até onde dava, apertando os lábios em volta do tronco grosso, fazendo barulhos molhados e obscenos. Tirava ele, cuspia em cima com força e voltava a engolir, movendo a cabeça em círculos enquanto masturbava com a mão.
Juan soltou um gemido rouco e me agarrou forte pelo cabelo com as duas mãos. —Assim, sua puta… chupa essa rola. Engole ela toda —rosnou, empurrando minha cabeça pra baixo. Puxou meu cabelo pra trás bruscamente, tirando a rola da minha boca. Passou a cabeça inchada e babada pelos meus lábios, batendo nas minhas bochechas e na língua enquanto eu colocava a língua pra fora como uma puta. —Cospe mais —me ordenou. Cuspi um bom jato de saliva na rola dele e ele mesmo esfregou na minha cara. Depois coloquei ela de novo com vontade, chupando mais fundo, fazendo garganta e deixando a baba escorrer pelo meu queixo e cair nas minhas tetas. —Porra, Hannia… que boca de puta você tem —gemia ele, respirando ofegante—. Você é uma chupadora de rola experiente… que gostosa você é. Essa rola é sua agora… mas você é minha, só minha essa noite. Os gemidos dele ficavam cada vez mais fortes e roucos enquanto eu continuava mamando sem parar: combinava chupadas profundas, lambidas longas desde as bolas, e sugava a cabeça com força. Quanto mais ele gemia, mais eu me esforçava, babando ela inteira, olhando nos olhos dele com cara de puta enquanto a rola grossa dele enchia minha boca. —Assim… não para, minha puta… você é boa demais —repetia entre dentes, puxando meu cabelo. Depois de deixar a rola dele completamente babada e brilhante da minha saliva, me separei ofegante e disse com voz carregada de desejo: —Essa rola gostosa… muito gostosa… quero que você me coma agora. —Fica de quatro, agora. Obedeci imediatamente, me colocando de quatro no sofá, arqueando as costas e empinando o cu o máximo possível com as costas bem inclinadas. Vale ressaltar que nessa hora já era noite, eram umas 8 da noite e eu não tinha chegado em casa nem avisado por estar transando e com certeza já tinha ligações dos meus pais, mas tinha deixado o celular no quarto e agora estava aproveitando minha foda. Ele me deu vários tapas fortes, fazendo minha bunda ficar muito mais vermelha. —Assim… abre esse cu pra mim —ordenou. Abri mais as pernas e com as mãos abri minhas nádegas, mostrando meu ânus ainda contraído. Juan ficou olhando por alguns segundos, se masturbando devagar. —Que foi? —perguntei, olhando por cima do ombro. Ele engoliu seco e respondeu com a voz carregada de tesão: —Quero te dar pelo cu, tô com muita vontade, gostosa… Seria o maior privilégio pra mim essa noite. Deixa? Senti um arrepio de excitação e medo misturados, embora já tivesse dito que me excitava ele me perguntar. —Faz —respondi quase sem pensar, pois já tinha dado permissão. Juan levantou rápido até uma gaveta da cozinha e trouxe um frasquinho de lubrificante e, além disso, cuspiu generosamente sobre meu ânus e esfregou o pau grosso e venoso contra ele. Senti a cabeça quente e grande pressionando contra meu buraquinho. Empurrou devagar mas firme. —Ahhh… porra… —gemí. Senti uma pressão enorme e uma dor forte que tentava abrir meu cu. A cabeça grossa forçou meu ânus, me abrindo aos poucos. Era uma pressão intensa, ardida e muito esticada. Senti meu cu cedendo lentamente, como aquele pau tão grosso me dilatava centímetro por centímetro. O ardor era forte, mas o tesão de estar deixando esse homem foder meu cu me deixava muito mais excitada. Obviamente estava ofegante e aguentando a dor, mas fazia questão de virar pra olhar pra ele pra que ele visse minha cara de dor.
—Que buceta apertada, você tá apertando muito meu pau… relaxa, sua puta… deixa eu entrar —rosnou ele, empurrando mais fundo, não faz força porque vai doer mais e eu vou te machucar. A cabeça finalmente passou pelo anel muscular com um “plop” e entrou. Soltei um gemido longo e rouco de dor e prazer misturados. Sentia meu cu pulsando ao redor da grossura dele, muito cheio, muito esticado. Juan ficou parado um instante, me deixando acostumar, e depois começou a enfiar mais pau devagar, abrindo o interior do meu cu.
—Deus… que gostoso que tá… —gemí, empurrando um pouco pra trás também, me ajudando a enfiar todo esse pau. Juan começou a se mover dentro do meu cu devagar, com estocadas curtas e profundas, me deixando sentir cada centímetro grosso e venoso abrindo meu ânus. Eu tinha uma mão entre as minhas pernas, esfregando meu clitóris inchado em círculos rápidos enquanto gemia. —Que gostoso que tá seu cu com meu pau dentro… olha como te abre —rosnou, admirando como meu ânus apertava o pau grosso—. Vou te dar uma foda nesse cu como deve ser, sua puta. Aos poucos foi aumentando o ritmo. Seus quadris batiam cada vez mais forte contra minhas nádegas. Me agarrou pelo cabelo com uma mão, puxando minha cabeça pra trás, e com a outra me dava tapas fortes e sonoros. —Tapa! Tapa! Tapa! —Esse cu é meu agora… tá me ouvindo? Você é minha puta essa noite. Veio pra um cara te arrebentar o cu como uma safada.
Suas palavras sujas me excitavam demais, exatamente o que eu estava procurando. A dor da grossura no meu cu se misturava com um prazer intenso e proibido. Ele começou a me comer o cu muito forte, com investidas brutais e rápidas. O pau dele entrava e saía quase inteiro, me abrindo sem piedade e com muita força e rapidez. — Ahhh! Porra! —eu gritava. Tá doendo, tá doendo, que gostoso, continua, continua, arrebenta meu cu, quero que você me coma mais forte. Eu sentia como ele rompia meu cu e rasgava, e ao mesmo tempo, cada vez que chegava no fundo, sentia como perfurava meus intestinos, me dando vontade de ir ao banheiro, mas aguentando. O segundo orgasmo veio como um tsunami. Esfreguei meu clitóris mais rápido enquanto ele destruía meu cu. — Gozeiii! De novo! Meu Deus! —uivei. Meu ânus se contraiu violentamente ao redor do pau dele, apertando com força. Todo meu corpo tremia sem controle, as pernas falhavam e jatos de líquido saíam da minha buceta, molhando o sofá. Foi um orgasmo ainda mais intenso que o primeiro, quase doloroso de tão gostoso que foi. Gritei e gemi como louca enquanto as ondas de prazer me percorriam. Juan não parou. Continuou me fodendo o cu com força animal até que rosnou: — Vou gozar! Vou gozar! Apertou minhas nádegas com as duas mãos, cravando os dedos com força, e senti como o pau dele começava a pulsar violentamente dentro do meu ânus. Ficou parado, enterrado até o fundo. Eu, ainda tremendo, comecei a mover meu cu pra trás e pra frente, ordenhando ele, tirando até a última gota, sentia como o gozo dele começava a encher meu cu e escorria pelas minhas pernas até cair no sofá. — Que puta mais gostosa! Toma toda minha porra, safada! Aperta esse cu! Porra… você tá me espremendo! —rosnava soltando palavrões enquanto gozava. Quando terminou, tirou lentamente o pau de dentro do meu cu, e ao sair, jatos de esperma saíram junto. Ficou me olhando exausto, mas com um sorriso enorme. —Que gostoso… Obrigado por essa experiência, Hannia. De verdade. Nunca tinha transado com uma mulher igual a você. Você parece uma modelo… e fode como uma puta profissional. Não vou esquecer essa bunda na minha vida. Ficamos mais um tempo no sofá, recuperando o fôlego. Ele acariciava minhas costas e minha bunda suavemente enquanto eu ainda sentia as pulsações no meu ânus. Estava exausta, dolorida e muito satisfeita. Sem perceber, adormecemos e quando acordamos eram 12 da noite. -Já é hora de te levar, minha rainha, seus pais devem estar preocupados, mas neste fim de semana quero fazer algo especial, convence seus pais de que você vai ficar na casa de amigas o fim de semana, quero te levar a algum lugar, quero te comer o fim de semana todo, o que acha? -Sim, sim, gostei da ideia. Mas vamos logo porque meus pais vão me dar uma bronca. Já era bem tarde. Me levantei e comecei a me vestir. Subi minha calcinha fio-dental com cuidado, sentindo como minha bunda ardia a cada movimento. Coloquei a blusa e a jaqueta. Juan me olhava da cama com um sorriso. Entramos na caminhonete dele e ele me levou pra casa, durante todo o caminho pra casa eu não parava de lembrar: como ele tinha me chupado, como tinha me fodido gostoso, as palmadas, suas palavras sujas no meu ouvido enquanto me arrebentava… Minha fantasia tinha se realizado completamente. Cheguei em casa, obviamente meus pais me deram a maior bronca da minha vida e inventei que tinha ido com amigas, tomei banho com cuidado e me deitei ainda com a bunda dolorida. Sorri no escuro com meu corpo super usado pelo Juan.
2 comentários - O inimigo do meu pai 6