O melhor amigo Parte 1

Santi é um empresário de sucesso, casado com Erika, uma linda jovem norueguesa, ruiva, belíssima. Nacho é o amigo insignificante, seu parasita como o próprio Santi diz. Seu melhor amigo. O MELHOR AMIGO Parte 1 Minha esposa não é espanhola, é norueguesa. Isso por si só já seria algo bastante peculiar, além disso é ruiva. Como se essas duas condições não fossem suficientes por serem tão extravagantes, ela ainda é muito gostosa. Tem 1,78 de altura, pele muito branca, olhos verdes, um rosto com bastantes sardas sobre um nariz fino e empinado e uma boca sensual e carnuda. A conheci quando ela tinha 22 anos, há exatamente dez anos, Erika vinha a Madri fazer um pós-graduação em história da arte e estudar espanhol. Eu já trabalhava com imóveis com meu pai e na verdade me envolvi em atendê-la porque fiquei impressionado assim que a vi. Procurava apartamento para alugar, na verdade a empresa do meu pai já estava totalmente envolvida na construção de torres e diversos empreendimentos e mantínhamos a pequena imobiliária de Goya como um amuleto da sorte dos primeiros tempos. Acertei de passar por lá e vi Erika com sua amiga e me pus a trabalhar para encontrar um apartamento para alugar para ela. Erika era como uma deusa nórdica, exuberante, tirava o fôlego. Suas paixões eram arte, vida na natureza e esportes. O óvalo perfeito de seu rosto parecia quase pequeno demais em comparação com o comprimento e esbeltez do resto do corpo. Seu rosto era uma miniatura perfeita onde tudo era pequeno e bem formado, pequenas as orelhinhas, as pálpebras, as maçãs do rosto marcadas e cobertas de sardas, só a boquinha um pouco grande demais e carnuda. Suas delicadas sobrancelhas de ruiva, seu longo e esbelto pescoço que sustentava essa perfeição de sua cabecinha e depois esse corpo incrível que contrastava pela incrível voluptuosidade de suas curvas e redondezas. Mal conseguia prestar atenção no que ela falava, seus peitos grandes e exuberantes, sua cinturinha, esse bundão apertado nos jeans, suas longas pernas de atleta. Ela tinha a particularidade de que parecia se mover como em câmera lenta, seus movimentos eram quase indolentes, eu a achava exquisita. Tinha uma longa e sedosa cabeleira ruiva, de um ruivo escuro que contrastava com a brancura da sua pele e seus olhões verdes. Eu, aos meus 26 anos, estava bem pra caralho, me cuidava, manejava muito dinheiro, me achava todo um empresário e estava prestes a me casar. Claro que não me casei com minha namorada da época, em vez disso acabei me envolvendo com a Erika. Esses primeiros tempos são algo que ainda me deixam maluco só de lembrar. Dizem que as mulheres nórdicas são muito liberais no sexo e tudo mais, mas a Erika não era assim. Mais pra tímida, eu tinha que me esforçar pra caralho pra quase tudo, mas eu estava no paraíso, sentir essas pernas longas me envolvendo enquanto eu comia ela era algo que jamais tinha sonhado na minha vida. Ainda lembro da primeira vez que consegui dar pra ela pelo cu, como acabei convencendo ela, depois de estimular muito, de me esforçar pra caralho, de descer até o fundo e meter sem parar, beijar essa bucetinha ruiva até o cansaço e enfiar um dedinho no cu dela e depois dois e ao mesmo tempo esticar um braço pra amassar esses peitões brancos como a neve onde o mamilo era um botão vermelho brilhante como um morango grande E depois essa sensação de triunfo total, de abrir caminho através do vão entre suas nádegas carnudas e deslizar meu pau lá bem fundo e sentir ela suspirar e pensar que eu estava comendo pelo cu uma deusa dessas que fazia virar a cabeça de dez caras ao redor por onde passasse. Lembro que beijava uma das bochechas marcadas dela, várias vezes, enquanto enrabava ela suavemente, a pele branca do seu rosto com sardas, agora avermelhada e quente e depois fazer minha essa boca carnuda. E enquanto dava pra ela pelo cu sentia o cheiro do seu cabelo ruivo com esse perfume que também me parecia avermelhado e floral. _Que bom amor….ja….ja……gud…..gud…… não… para……_ _ Você gosta, amor?_ _Si….whit love…yes….yes ….._ Ja é Sim em norueguês e gud é Deus, essas eram as palavras no idioma dela que aprendi fodendo com ela e também misturava um pouco de inglês no começo. Com meu amigo Nacho, a gente brincava que eu fodía com ela em três idiomas diferentes. Nacho era tipo uma rêmora, aqueles peixinhos que seguem um peixe maior e se alimentam do que ele vai deixando pelo caminho. A gente se conhecia desde o início, desde o começo estava destinado a não dar certo, ele me fazia rir bastante e a verdade é que a gente ficou muito amigo, quase inseparáveis, de um jeito inexplicável. Acho que é assim que acontece com muitas amizades. Ele tentou estudar para técnico eletromecânico, não durou muito, era inevitável que acabasse trabalhando na empresa de construção com a gente. Meu pai também achava ele bem engraçado, essa era sua grande virtude, ser engraçado. _Seu amigo Nacho, meu filho, não vale um pimentão, mas às vezes é melhor cair nas graças do que ser engraçado_ costumava me dizer meu pai. Claro que eu compartilhava com ele minhas aventuras com Erika desde o início. _Porra, o que eu não daria pra foder uma viking dessas, cara_ _Bom, você tem a amiga dela, a Johana_ _Mas essa aí não é viking nem nada_ A garota que dividia o apartamento com Erika era uma moreninha de cabelo curto e preto, era bem bonita também, de 1,60 de altura, braços e pernas bem torneados, não é que fosse feia, mas do lado da Erika não tinha comparação. Nacho acabou ficando com ela e a gente contava todas as intimidades dos nossos rolos noruegueses. Johana era mais liberal que Erika no sexo e Nacho metia no cu dela pra valer desde o começo, às vezes a fazia gritar tanto quando fodía com ela, que minha namorada e eu ficávamos escutando da nossa cama. _Nacho é muito apaixonado_ me dizia Erika com seu sotaque norueguês acentuando demais os rr _E a Johana grita exagerado, né?_ _Bom, é o love, meu querido_ me dizia e a gente voltava pro fight. _Eu faço ela gritar como uma porca, você precisava ver como eu deixo esse cu gordo dela aberto_ Me dizia Nacho, orgulhoso. _Então dá uma maneirada, cara, porque às vezes vocês já enchem o saco demais_ _Ei, se a gente montasse com as duas ao mesmo tempo, seria do caralho, não acha? Essas norueguesas morrem pelo pau espanhol_ _Nem sonha, parceiro_ eu dizia, já percebia que ele ficava louco de vontade de foder a Erika. Depois ele se convenceu de que o meu com ela era algo mais que um lance e não insistiu mais com a ideia. Um ano e meio depois, quando o pós-graduação já estava acabando, pedi Erika em casamento. Lembro como ela chorava quando mostrei o anel, não esperava. Mas nada era tão simples com ela, me disse que precisava contar aos pais e pensar bem, me pediu três meses de tempo. Voltou para o país dela. Lembro que Nacho e eu nos embebedamos quando finalmente ela me deu o Sim por zoom. _Caralho, Santi, parabéns pra você... casar com uma viking... uma viking assim... é muita coisa... é muita coisa_ ele repetia na bebedeira. Nacho é um cara de aparência estranha, barriga de cerveja e apesar de tudo braços e pernas fibrosos, mais baixo que eu de altura, um pouco mais de 1,70, cabelo sempre raspado, tipo espetos de porco, dizia meu pai. Olhinhos pequenos, um grande nariz adunco e uma grande boca de dentes meio tortos. Sobrancelhas grossas, queixo afundado e costeletas antiquadas completavam o rosto. Apesar do tipo dele não se dava mal com as mulheres, até já o vi com mulheres bonitas demais para ele. Segundo Erika, a amiga dela Johana tinha dito que o cu do Nacho achava muito atraente, era um cu gordo e musculoso mas meio pontudo como o cu de um macaco. _E você também gosta?_ eu tinha dito _Por favorr Santi não reparo nessas coisas_ disse ela, o cabelo ruivo dela às vezes parecia brilhar como fogo. _No cu dos caras? Eu tenho um bom cu?_ _Vai, não seja bobo_ disse ela naquela vez. Ela já tinha voltado para Madri e logo nos casamos, pouco tempo depois estava grávida, a empresa da família continuava funcionando maravilhosamente e comecei esse período da vida em que tudo parece que vai sempre cada vez melhor. Nasceu nosso primeiro filho, Erika conseguiu trabalho em um colégio como professora. Seu espanhol melhorava a cada dia, mal se notava já seu acento estrangeiro. Pouco tempo depois ela engravidou de novo, nasceu nossa filha. A empresa de construção ia bem. Erika ia muito à academia para recuperar a forma depois das gravidezes e foi algo impressionante, porque ela começou a ficar cada dia mais gostosa. Se antes era uma deusa, agora era algo realmente espetacular, parecia como se as gravidezes tivessem acabado de arredondá-la, suas curvas eram de escândalo, sua altura de 1,78, sua cinturinha, o bundão que ela tinha, os peitões imponentes, túrgidos, brancos, cheios. Até seu rosto tinha mudado, continuava sendo um oval perfeito, quase infantil, mas agora umas breves linhas sensuais sulcavam sua cara, sua pele era fresca e rosada, suas maçãs do rosto cheias de sardas, sua boca carnuda. Tinha cortado um pouco seu cabelo vermelho escuro e agora usava um chanel na altura dos ombros. Lembro quando minha esposa completou 31 anos, pensei que não podia me sentir mais feliz, continuava tão apaixonado por ela ou mais ainda. Tinha dois filhos lindos, meus pais, um amigo incondicional como Nacho, sempre rondando por ali, o tio carinhoso com meus pequenos e o amigo engraçadinho com Erika. Um mês depois meu pai faleceu subitamente. Foi um ataque cardíaco em plena manhã de trabalho no escritório, ele tinha só 67 anos. Foi um baque descomunal, a cada passo me parecia ver meu pai em todo lugar. Fui me recuperando aos poucos, me apoiei muito na Erika e no Nacho, claro. Depois de uns seis ou sete meses comecei a entender que quem tocava o negócio na verdade era meu pai, quer dizer, eu sabia de tudo, mas quem juntava as peças era ele. Entendi isso quando um dos nossos investidores de longa data me abandonou depois de concluir uma obra. Ele me disse que não participaria do novo projeto, deu umas desculpas, não insisti demais, que se foda, pensei. Estávamos de novo numa pequena crise do setor, os projetos travavam, nada parecia dar certo. De repente eu tinha dívidas e prazos pra pagar e refinanciamentos, o dinheiro que sempre tinha fluído como uma fonte abundante virou um fiozinho de água turva. Foi aí que o Nacho me apresentou ao Luis, ele tinha algum dinheiro pra investir e sei lá onde tinha conhecido ele. O cara era um moleque arrogante e nunca me agradou, mas eu tava precisando de dinheiro e aceitei, o pior foi que o Luis sabia como pressionar, tava bem informado de todas as minhas dívidas e comprou mais da metade das ações da empresa. Senti que realmente tinha falhado com meu pai, tinha perdido o controle da construtora que ele tinha fundado do nada. Um desses dias, já ia fazer um ano da morte do meu pai, fomos beber alguma coisa com o Nacho num pub. Uma das garçonetes era uma morena muito gostosa, de cabelo curto, bem alta, magrinha. Se cumprimentaram com familiaridade com o Nacho. _Ei, dá pra você escapar um pouco?_ disse ele _Vou ver, me espera e te falo_ disse ela _Essa é a Aldana, uma puta de muito cuidado, você vai ver_ Eu não tava com ânimo pra nada e só queria ir pra casa, bebemos uns tragos. A tal da Aldana passava na frente da gente e sorria. De repente ela chegou perto do Nacho e cochichou algo no ouvido dele. _Vem, vamos_ disse o Nacho _Aonde?_ eu disse _Vem, mano, você precisa se distrair com alguma coisa_ Subimos no carro, o Nacho dirigia, eu me sentia um pouco tonto e triste. Chegamos na frente de um portão, depois de um tempo um táxi parou e a Aldana desceu dele. A alcançamos quando ela abria com a chave. _Ei, com os dois é outro preço_ disse ela _Ele só vai olhar_ disse o Nacho _Dá no mesmo_ disse ela bem séria _Beleza, fica tranquila_ disse ele Não sei por que subi naquele apartamento. Nunca deveria ter feito isso. Entramos, era um lugar arrumado, limpo e bem sem graça. _Você tem certeza que esse aqui só vai olhar?_ disse a Aldana olhando pra mim _Claro, você não sabe a mulher de bandeira que ele tem por esposa, noruega além disso_ _ Sim? E o que faz aqui? Vocês são todos iguais_ _ Como somos?_ disse Nacho puxando-a para si _Uns porcos_ disse ela rindo Fomos para o quarto, eu me sentia uma puta merda, acho que também estava um pouco bêbado. _ Fica como da outra vez_ disse Nacho Ela se despiu ficando só com uma calcinha de renda bonita, tinha pouco peito, mas suas tetas eram bem formadas e redondinhas como laranjas. Subiu na cama de lado na direção da gente que continuávamos de pé ao lado da cama. _Vem querida, mexe esse bumbum como você sabe_ disse Nacho e começou a filmá-la com o celular. Ela de joelhos na cama se virou e ficou mostrando um cuzinho pequeno e bem formado. Puxou a calcinha pelas tiras dos lados. _Isso mexe esse bumbum pra mim, dança um pouquinho sua safadinha_ De repente comecei a ficar excitado, Nacho sempre tinha sido um babaca com as mulheres mas me surpreendeu um pouco nesse papel tão cafona e tão dominante com ela. O tempo todo filmava e dava ordens putas. _Mete os dedos na bucetinha_ _A calcinha bem dentro do cuzinho_ _Toca os mamilos_ _Mexe a bunda, rebola como a puta que você é_ _¿¿Gosta de mexer o bumbum pra mim??_ _Mexe esse bumbum _ e várias variações dessa frase eram o leitmotiv das ordens que ele dava. Ela começou a se acender também, cada vez mais, gemia entrecortado e seu rosto tinha as caretas típicas de estar com tesão. _ ¿Vai gozar pra mim querida? Isso, não para de mexer esse bumbum, sua porca_ Finalmente gozou, seu corpo magro e moreno se arqueava sobre a cama, seus dedos longos e delicados remexendo na bucetinha, era como se Nacho a tivesse hipnotizado com aquelas ordens cafonas que dava. O incrível é que eu também tinha uma grande ereção. _Toma, continua filmando você, que eu vou foder essa cadela_ disse Nacho e me deu o celular. Nacho bebia muita cerveja e tinha uma barriga inchada e grotesca, mas seus braços e pernas eram parrudos, o cabelo sempre com esses espetos de porco, tinha um pau do mesmo tamanho que eu, puxando pra grande, né. Em alguns momentos, quando Aldana emendava orgasmo atrás de orgasmo e gritava como se estivessem matando ela, lembrei da Johana e de como a gente escutava ela com a Erika quando éramos namorados, era tipo uma lembrança de uma certa felicidade que vinha do passado. Nacho era uma verdadeira máquina de foder, aquele cu de macaco dele, com as nádegas musculosas e proeminentes se impulsionavam pra foder essa mina, destruindo ela. Ele tinha se colocado por cima dela, que estava de bruços e se deixava cair com todo o peso, com as pernas parrudas dele separou as pernas finas dela e vi que ele estava dando pelo cu com raiva. O pau dele me pareceu maior agora, tipo inchado, cada vez que entrava e saía do ânus avermelhado e aberto da mina. _Fala que você gosta do meu pau no cu, sua puta_ disse gritando eufórico _Eu gosto…porra…como eu gosto……_ disse ela Aí o Nacho levantou a cabeça na minha direção e disse: _ Assim você deve foder a Erika, com esse cuzão que ela tem, deve ser do caralho, parceiro_ e começou a dar com tudo na Aldana, um mete e tira violento que fez ela gozar de novo. Mas eu estava paralisado com aquela barbaridade que ele tinha dito, que ele tinha mencionado a minha esposa naquela situação e daquele jeito tão grosseiro "Esse cuzão que ela tem". Desde que ela era só um lance, dez anos atrás, que eu não escutava algo assim. Depois o Nacho tirou o pau do cu da mina e gozou na cara dela. _Goza você também, Santi, na cara dessa porca_ Mas eu não aceitei, meu pau estava explodindo mas eu não fiz. Voltei pra casa meio mal, até vomitei um pouco no vaso. Minha esposa já tinha feito as crianças dormirem, acordou e veio ver o que tinha acontecido comigo. _Amor, você tá bem?_ disse atrás de mim. Já quase não dava pra notar o sotaque estrangeiro dela mas ainda restava algo, um leve arrastar do "r" em algumas palavras, fora isso falava um português perfeito. _Sim…não se preocupa, saí com o Nacho e bebi demais_ _Essa Nacho é um babaca, acha que assim te faz um bem_ Olhei pra ela, estava de regata e calcinha de renda, por um momento pensei na Aldana. Pelo amor de Deus, que bundão a Erika tinha agora, com seus 32 anos ela tava incrível, seus pés descalços deslizavam pelo quarto. _Não quer comer alguma coisa? Devia tomar um café pelo menos, vai te fazer bem_ _Sim, mas vamos pra cozinha se você quiser_ falei pra ela Fomos pra cozinha, ela continuava descalça, de calcinha e regata, tinha tipo uma predileção por andar nua ou com pouca roupa pela casa. Começou a preparar café. Eu olhava ela mexendo nas coisas e não conseguia parar de pensar no quanto ela tava gostosa, os peitões marcando naquela regata de dormir, proeminentes e firmes. _Vou falar com o Nacho, já não gosto disso de você ir tanto com ele_ _Ele é meu amigo…nesse momento…você sabe_ senti um nó na garganta _Amor…desculpa…….vem aqui_ disse ela e colou o corpo no meu, nos beijamos, a verdade é que eu continuava com tesão e logo tava apalpando a bunda dela e pressionando meu pau duro contra ela. _Você tá triste ou com tesão? Ou quer tirar a tristeza transando?_ _As duas coisas eu acho_ falei Nos separamos, ela serviu o café. Suas pernas incríveis nuas, em pé ali na cozinha, seu cabelo ruivo bagunçado, suas sardas, seu narizinho fino _Onde vocês foram?_ disse ela, me oferecendo o café fumegante. E naquele momento, nunca vou saber por quê, não consegui segurar o impulso de contar a verdade pra ela, talvez porque eu tivesse uma grande necessidade de ser sincero, de falar. _O Nacho ficou com uma prostituta e me levou com ele_ _Santi, que porra você tá me dizendo?_ disse ela surpresa e puta da vida _Eu só fui olhar….não queria na verdade_ _Tá me zoando? Que merda…_ _Espera, é verdade, olha se não….eu só olhava_ O Nacho já tinha me mandado o vídeo que gravou com o celular. _Você olhava enquanto ele comia uma puta?_ _É verdade….olha se não_ falei oferecendo o celular pra ela _Não posso acreditar que o Nacho seja tão idiota….sempre achei ele um imbecil….mas…_ Minha esposa irritada, com seu cabelo vermelho como fogo e sua altura de viking, parecia ainda mais bonita, se é que isso era possível. Era a primeira vez que eu a ouvia dizer algo assim sobre o Nacho. Ela pegou o celular. Olhava para a tela em pé na cozinha. Ouvi de novo a voz do Nacho. _Vai, amor, mexe esse bundão como você sabe_ dizia ele para a Aldana. A Erika arregalou os olhos. _Não posso acreditar nisso_ disse ela. _Isso, mexe esse bundão pra mim, dança um pouquinho sua safadinha_ a voz do Nacho vindo do celular. _Que nojo, pelo amor de Deus_ disse ela e me devolveu o celular. Ficamos nos olhando, ela cruzou os braços sobre o peito. _Você jura que só estava olhando?_ disse ela finalmente. _Sim, por que eu teria falado disso pra você se não fosse?_ _Tá bom……..tá bom….acho isso um nojo_ disse ela finalmente, sentando num banquinho. _Não sei por que fui com ele_ eu disse. _Ai, amor….é que você tá numa fase difícil e esse Nacho que é um babaca_ disse ela. _Sinto que tudo está se movendo debaixo dos meus pés_ eu disse finalmente. _Amor, eu sei que seu pai era….tão importante pra você….mas você precisa ser forte…..ele ia querer assim…você sabe disso_ Meus olhos se encheram de lágrimas. _Sim…eu sei…sei que ele esperava que eu fosse tão forte quanto ele…mas…_ _Vem, amor….você também é forte….ele tinha orgulho de você, falava de você o tempo todo_ disse ela e nos abraçamos de novo. Levantei a camiseta dela e comecei a beijar seus pezinhos incríveis. _Aqui não….vamos pra cama_ disse ela baixinho. Fomos pra cama e transamos, as imagens do Nacho comendo a Aldana vinham à minha mente o tempo todo. Primeiro fizemos um papai e mamãe e depois ela montou em cima de mim, seus peitões brancos pulando como loucos, ela tentava não gemer muito alto por causa das crianças. _Espera….espera_ eu disse. _O que….o que você quer?_ disse ela, também excitada. _Coloca a calcinha de novo_ _A calcinha de novo?_ disse ela. _Sim, coloca, vai_ eu disse. Ela colocou a calcinha de novo. _Fica de joelhos na cama, me mostra a bunda_ _Santi_ Quer….como a garota do vídeo?_ disse ela, entendendo _Sim…._ eu disse Ela se ajoelhou na cama, senti que enlouquecia, a curva das suas costas, aqueles peitões de lado, sua bundona carnuda, imponente, as plantas dos pés aparecendo por baixo, seu cabelo avermelhado na altura dos ombros. _Mexe a bunda, mexe essa bunda pra mim_ eu disse, imitando o Nacho. Ela se virou pra me olhar, seus olhos verdes faiscavam. Ela se moveu lentamente, obedecendo minha ordem _Mexe essa bunda, vadia_ eu disse pra ela _Santi…_ disse ela irritada mas vi como ela acariciava um mamilo Mas algo não funcionava na minha cabeça como eu queria. Peguei o celular, procurei o vídeo. _Vai amor, mexe essa bunda como você sabe_ ouviu-se a voz do Nacho pelo celular _Santi, o que você tá fazendo?_ disse Erika me olhando surpresa e com tesão. Nos olhávamos impassíveis com minha esposa, ela voltou a acariciar um mamilo com dois dedos _Isso, mexe essa bunda pra mim, dança um pouquinho sua safadinha_ disse Nacho de novo Nos olhamos com minha esposa, eu ansiando, ansioso pra que ela continuasse o jogo. Ela levantou os braços e se moveu como se dançasse, como seguindo a ordem do Nacho _Mete os dedos na bucetinha_ a voz do meu amigo soava nasal e rouca pelo celular Erika me olhou de novo com medo e levou uma das mãos pra dentro da calcinha. _A calcinha bem dentro do cuzinho_ disse Nacho Ela enfiou a calcinha dentro do seu cuzão maciço e branco, se virou pra me olhar com a boca entreaberta, respirando ofegante, seus peitões subiam e desciam a cada suspiro.

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