Minha Vovó Está Safada📑306

Minha Vovó Está Safada📑306
milfMinha avó Lucrecia tinha 58 anos e estava de luto há mais de dois meses.

O marido tinha morrido de infarto na cama, de madrugada, sem avisar. Ela tinha chorado, tinha usado o vestido preto, tinha recebido a família, tinha rezado. Aos 90 dias, se olhou no espelho do quarto, suspirou e se cansou.

Se depilou, colocou uma lingerie amarela que não usava há anos: sutiã de renda, fio-dental, cinta-liga. Se olhou de perfil, os peitos ainda se sustentavam, a bunda, mais mole que aos quarenta, mas no lugar, redonda.VadiaColocou um vestido branco, curto, decotado, e um salto. Passou batom e se perfumou.

— Pronto, disse pra si mesma.

— Dois meses já é o suficiente. E saiu decidida a caçar.

Não foi a um lugar de jovens. Foi a um bar da avenida, desses com mesas na calçada e música não tão alta.

Pediu um drink, sentou de um jeito que o vestido subisse. Em vinte minutos um cara de uns 30 e tantos se aproximou. Não era um jovem, nem era um velho.

— Tá sozinha?

— Agora sim, disse ela, e olhou ele de cima a baixo.

— E você?

Ele se chamava Mauro, trabalhava numa imobiliária. Lucrecia não perguntou o sobrenome. Perguntou se ele tinha carro. E tinha.

Disse que não queria ir a um motel da avenida, que queria ir pra casa dele, que estava sozinha, que o marido já não estava mais e queria um pouco de companhia masculina.

Na sala não perdeu tempo. Tirou o vestido branco, ficou só na lingerie amarela.Relatos eroticosMauro ficou olhando para as tetas dela, a thong, as meias.

—Senhora!!…

— Lucrecia, não me chama de senhora quando você vai meter em mim.

Ela se ajoelhou, abaixou o zíper dele e tirou o pau pra fora, não era enorme, era duro.

Chupou com vontade, com a boca de quem fazia meses que não tinha nada, Mauro agarrou o cabelo dela e grunhiu.

Deitou ela no sofá, abaixou a thong amarela, a buceta estava molhada, aparada, quente.

Quando ele penetrou, Lucrecia soltou um gemido longo, de viúva que tinha se segurado demais.

—Isso… me come. Não tenha medo.

Mauro meteu com vontade com estocadas rápidas. Ela pedia mais. Colocou as pernas na cintura dele, e ele enfiou até o fundo.

Depois colocou ela de quatro no sofá e comeu por trás, dando tapas na bunda que o vestido branco tinha ficado escondendo a noite toda.relatos quentesEle terminou dentro, Lucrecia ficou tremendo, com o rosto contra o travesseiro e a lingerie amarela toda destruída.

Quando Mauro se vestiu, ela serviu um copo d'água como se nada tivesse acontecido.

— Se quiser voltar, disse ela.

— toca a campainha. Não liga antes, não gosto que me avisem.

Fechou a porta, se olhou no espelho do corredor: o rímel borrado, os peitos pra fora do sutiã, o esperma escorrendo pela coxa.

Dona Lucrecia sorriu, seu luto tinha acabado e a caçada só estava começando.

O encontro com Mauro não a tinha acalmado. Tinha deixado ela pior.

Na noite seguinte Dona Lucrecia vestiu de novo a lingerie amarela (era a mais sexy que tinha), o vestido branco e os saltos.

Foi a outro bar, sentou no balcão e não demorou pra puxar conversa com um homem de uns 45.

Divorciado, dizia ele. A mulher tinha largado ele por infidelidade. Gostava de senhoras, das de verdade, não das jovens que não sabiam o que fazer com um homem.

Lucrecia não perdeu tempo. Debaixo do balcão agarrou o volume dele e apertou.

— Você tá com sorte, eu tô livre, não vou te fazer drama. E tô com tesão....

Se chamava Raúl, Ele levou ela pro apartamento dele. Na sala tirou o vestido dela, o sutiã amarelo e a fio-dental, deixou ela só de meia-calça e cinta-liga.

Foi primeiro pros peitos, chupou, apertou, mordeu os mamilos, desceu e comeu a buceta dela. Lucrecia gemia com a cabeça jogada pra trás, as mãos no cabelo dele.madura gostosaDepois ela se ajoelhou. O pau de Raúl era de bom tamanho, grosso, duro, ela chupou com vontade, lambia, mamava, chupando até os sacos, saboreando, olhando pra ele de baixo.

— Que gostosa essa milf!!... rosnou ele, agarrando a nuca dela.

Ele a deitou no sofá e meteu o pau na buceta dela, fodeu gostoso. Deu forte, Lucrecia se arqueava, cravando as unhas nas costas dele.

Depois ele a fez montar, ela empalou o pau dele na buceta e começou a quicar, os peitos pulando, gemendo como nos seus melhores tempos, aproveitando um belo pedaço.

—Isso… assim…que delícia!!

Raúl a abaixou, colocou de quatro e fodeu forte por trás, dando tapas na bunda dela. Ela gemia pedindo mais, pedia mais e mais.relatos pornoEle tirou o pau, apoiou a ponta no cu dela e meteu de uma vez. Dona Lucrecia soltou um grito que encheu o quarto.

—Isso! Rasga o cu da safada!

Ele meteu com fúria, uma mão na cintura e a outra tocando a buceta dela. Lucrecia gemia, empurrava pra trás, pedia que não parasse de enfiar.

Quando estava quase gozando, tirou, virou ela e gozou na boca e nos peitos, jatos quentes na língua, nos peitos.

Ela lambeu os lábios, ainda de joelhos, e olhou pra ele.

—Que garanhão você é.

Raúl riu, sem fôlego, e passou o polegar no lábio sujo dela.

—E você uma putona e tanto.

Lucrecia se vestiu com o vestido branco por cima da lingerie toda bagunçada. Na porta, deixou o número.

— Se quiser repetir, me liga. Mas não me venha com histórias da sua ex.

Desceu pro táxi com o cu sensível e um sorriso, o luto continuava enterrado.
E minha avó Lucrecia ainda tinha fome.madura safada

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