Te odeio, mas sou sua puta (parte 1)

Te odeio, mas sou sua puta (parte 1)

 A claridade da luz que acendeu me acordou, como todas as manhãs meu marido se levanta e acha que ninguém mais deve continuar dormindo, nesse momento eu o detesto, é tão desconsiderado. Fiquei observando ele se vestir, não preciso saber a hora, sei que são 6h05 da manhã, todos os dias é a mesma coisa, o cotidiano, o previsível. "Amor, você lavou a camisa azul?" ele me pergunta, meio dormindo respondo "está no armário..."; "não estou encontrando" ele disse; de mau humor falo "na ponta ali está, olha direito", pensei em mandar um insulto leve, mas era muito cedo. Ele vestiu, já quero que ele vá embora, sai do quarto e volta pra me dar um beijo na testa. Dou um meio sorriso fingido e ele vai. Tenho um tempinho a mais pra ficar na cama, mas essa situação já me acorda, é uma falta de consideração da parte dele que eu não discuto mais, só aguento.

Fico me revirando na cama, tento dormir e não consigo. Olho o relógio 6h15, fecho os olhos, estou inquieta, passaram minutos que parecem eternos, olho de novo 6h20, não faz sentido continuar na cama, me levanto, vou ao banheiro escovar os dentes e lavar o rosto. Lá me descubro no espelho e percebo: meus dois mamilos irreverentes se destacam no tecido da camiseta que uso pra dormir, como dois botões que querem ser tocados. Essa é minha inquietação, me levantei excitada. Me observo, um meio sorriso se desenha no meu rosto.vadiaTenho 40 anos, filhos, sou dona de casa, moro numa cidade pequena do Uruguai e sou felizmente casada. Embora isso seja só meia verdade. Amo meu marido, amo minha família, quero a realidade e estabilidade que vivo, tenho casa, carro, não me falta nada; mas... desejo outra coisa, sinto falta do meu eu de outro tempo. Meu marido me satisfaz, me fode, me faz gozar quase sempre, mas já não me mobiliza, já não acende a chama. As mulheres vão entender do que falo, não se trata de amor, é outra coisa. Buscando isso que me falta é que cheguei ao Poringa! e entre boas e más experiências encontrei o que procurava. Isso que conto pra vocês e que @TodoPensamientos escreve é o que me aconteceu numa dessas manhãs.

Saí do banheiro, fui ao telefone, entrei no P!, procurei no chat e só disse "Oi" às 6h35 da manhã; sei que não vou receber uma resposta imediata, mas sim em alguns minutos. Ele conhece o jogo, sabe como fazer, ele toca meus pontos exatos pra me dar prazer; não sei como faz, mas faz, com só uma frase posso me transformar na puta DELE. Sim, mesmo que soe mal; a dona de casa, a mãe de família, a esposa fiel; se transforma numa mulher desesperada que faz loucuras de tesão. No começo foi difícil aceitar, porque já tinha brincado com outros, mas "esse" era diferente. Tentei ignorá-lo, enganei ele, deixei ele plantado, fui embora, apaguei minha conta; mas só voltei pra ele, não consigo deixá-lo. Ele me recebeu, me entendeu, me fez advertências e sem perceber já estávamos nos excitando de novo.

Continuei com minhas tarefas matinais. A luta de toda manhã: acordei meus filhos pra irem pra escola; depois fui preparar o café da manhã; enquanto voltava pro meu quarto pra me vestir. Legging, top, tênis e por cima uma camiseta comprida que cobre tudo; quase pronta pra ir pra academia depois de levá-los. Voltei pra cozinha de passagem, dei uns gritos pra eles se apressarem, chegaram meio dormindo e vestidos pra sentar na mesa da sala de jantar, o café da manhã estava servido. Desde o passa-pratos da cozinha eu observei, olhei o celular 7:16, abri o P! e vi a mensagem dele:


Ele – Oi. Acordei com vontade de você


Minha reação foi automática: senti uma satisfação interna, meu humor mudou e minhas tetas ficaram duras junto com meus mamilos. Olhei para meus filhos, tomavam café da manhã.

Ele - quero te mandar uma mensagem enquanto seus filhos tomam café da manhã.

O filho da puta parecia que sabia o que estava acontecendo, isso me provocou uma mistura de medo e tesão, ele estava ali era real; conhecia a cena.

Eu - Será? -respondi.
Ele - Vai no banheiro que eu entro pelos fundos, te espero. Vai logo!.-escreveu com tom imperativo.machoO jogo tinha começado, um formigamento subiu por todo o meu corpo. O roleplay, a fantasia, o tesão, eu sentia falta disso, ansiava desde que acordei e ele tinha sentido; a centenas de quilômetros havia percebido minha excitação; ele, um estranho que mal conheço por fotos; ele, com quem sonho e me masturbo sem contar pra ele; não podia acreditar. Olhei pros meus filhos e como uma autômata saí apressada pro banheiro, com o celular na mão. Entrei, tranquei a porta, não acendi a luz, só entravam as primeiras luzes da manhã pela janela; li o celular, uma sequência de mensagens dizia:

Ele- entramos juntos, te pego de beijo e te encurralo contra a porta e começo a te beijar, a te apalpar, aperto seus peitos por baixo da blusa e te faço sentir meu pau duro. Tá sentindo?

Me joguei pra trás contra a parede, me olhei na penumbra no espelho, meu rosto tinha mudado, não estava ali a esposa e mãe, estava a mulher. Baixei minha mão pra virilha, tinha a buceta molhada... encharcada. Pensei: "filho da puta, não pode me deixar assim, te odeio" voltei a olhar a tela:

Ele- levanto sua blusa, te seguro pelos pulsos, levanto seus braços com uma mão e começo a chupar seus peitos, você geme baixinho como uma safada, dá pra ver o tesão na sua pele.
eu- mmm... tá quente. Corre que tenho que levar as crianças pra escola.
Ele- Você vai sair fodida, hoje não vai ver pornô -me diz e acrescenta ilustrando o que fantasmamos- te mordo os mamilos.
Eu- ahhhggggg....
Ele- te viro e te abaixo o legging, seu cu fica à minha disposição
Eu- Ayyy fdp.
Ele- Cala a boca que vão escutar, me agacho, separo suas bandas e chupo seu cu. Dou dois passos pra trás, abaixo minha calça, te pego pela cabeça, te faço ajoelhar e chupar meu pau, mmmmm........que quente tá sua boca safada. Queria pau? assim, assim engole tudo. Ah puta como eu gosto de foder sua boca.

Uma catarata de mensagens inunda minha tela, ele tá quente, me quer foder já, quer que eu vá fodida levar pros caras, eu amo. Apoio o celular no armário de remédios, pra deixar minhas mãos livres e começo a me tocar: meus dedos sobem pela lateral do meu corpo em direção aos meus peitos, os amasso com ternura e firmeza, levanto o top, aperto meus mamilos e solto um gemido leve, tiro uma mão e levo à boca, chupo meus dedos como se chupasse uma rola, babo tudo, vou em direção à minha pussy, abaixo a legging e com a urgência que ele me transmite enfio os dedos, sem pensar. Minha buceta tá quente, molhada, pronta. Olho meu rosto no espelho, gosto de mim, ali está: a mulher, a puta, a mulher desejada, a que se entrega a um macho, a que quer ser fodida de verdade, não por obrigação.gostosaComo se houvesse uma conexão invisível, ele escreve:

Ele- você para, me dá as costas, te coloco de frente pro espelho. Você tá com a camiseta levantada e a legging abaixada toda desgrenhada, com cara de desejo, de tesão, de fazer algo rápido. Sem perder tempo te enfio de uma vez na pussy.

Eu- ahhhhh……

Só isso consigo responder. Tô no banheiro com a legging nos joelhos, o top no pescoço e mordendo a camiseta pra não abaixar, enquanto enfio dois dedos na pussy e aperto meus mamilos. Assim me olho no espelho, lá está a puta, saiu de dentro, essa que se sente viva, essa fêmea que excita os outros e que ao mesmo tempo se excita e goza com o jogo sexual, que permite ser infiel de mente, sem ser de corpo.

Como uma rajada do seu tesão as mensagens chegam, estamos na fantasia, ele sabe, os breves monossílabos que expresso bastam pra que ele saiba o que estou fazendo comigo e o que suas palavras me causam.

Ele- te enfio de uma vez até o fundo, você geme alto, tapo sua boca e continuo te fodendo sem piedade. Te digo no ouvido: "puta, era isso que você queria porque eu quero te comer e não fizemos a semana toda"

Eu- ai… filho da puta

Ele- te enfio até o fundo, você geme de novo. Tá com a buceta fervendo, você queima meu pau, os mamilos duríssimos, você se olha e vê a puta que tá dentro de você, empalada pelo seu macho. Enquanto te fodo na pussy enfio o dedo no cu, você abre bem os olhos e geme… ahhhh.....masturbacaoQuando leio isso, como se ele tivesse um controle remoto sobre mim, minha mão abandona minhas tetas e começa a brincar com o buraco do meu cu e enfio a primeira falange do meu dedo. Sinto o prazer dos dois orifícios ocupados. Já não penso, só gozo, o orgasmo começa a se formar.

- "Mãe, tá tudo bem? Vamos que tá ficando tarde. -Escuto do outro lado da porta.

Volto à realidade, são 7h29, passaram-se poucos minutos da brincadeira. "Uma rapidinha" como ele tinha prometido. Mas sem orgasmo. Irritada respondo: "vou, vão abrindo o portão da garagem". Me arrumo um pouco, como posso subo a legging, tô com a buceta encharcada, abaixo a blusa, não vai tapar a marca de umidade que vai atravessar minhas pernas. Saio do banheiro, pego um moletom e amarro na cintura e vou em direção ao carro. Os meninos estão lá, todos atrás e o celular no banco do carona, como se eu quisesse que ele estivesse ali.

Vamos em direção ao Colégio, nos dois semáforos que tem no caminho reviso o celular, leio apressada e escondida, não fechei o P!, tô com um tesão, uma urgência entre minhas pernas, sinto a buceta molhada. Que bom que trouxe o moletom pra me cobrir. Leio:

Ele- você se vira e me pede: "mete no meu cu que quero levar sua porra dentro a manhã toda". Dou um passo atrás e você separa as bandas da bunda e eu apoio a cabeça, dói, não entra; como desesperada você pega um creme do armário de remédios, põe na mão e lambuza meu pau "mete, filho da puta, por favor, que eu preciso dele dentro". E assim com o pau lambuzado de creme entra a cabeça, depois o tronco e finalmente você sente as bolas batendo na sua buceta

Avanço, chego no segundo semáforo e leio de novo:

Ele- você aperta meu pau e eu digo "filha da puta, quer me fazer gozar rápido". "Sim... que eu tenho que ir, me dá logo seu leite e vai embora" você me diz enquanto se toca a buceta e se masturba, aí mesmo você goza e eu gozo, enchendo seu cu de porra. Me você empurra, levanta a roupa, aperta o cuzinho pra sentir a porra dentro, me pega pela cara, me dá um beijo e me diz: "espera a gente sair e depois vai embora... obrigado".virtualQuando cheguei na escola, quase atropelei os meninos, eles desceram do carro, fiquei olhando enquanto entravam no estabelecimento e um estado de relaxamento completo me invadiu, finalmente estava sozinha apesar de estar no meio do burburinho da entrada escolar. Apoiei meu corpo por completo no banco, fechei os olhos, e ali senti como acontecia. Cada centímetro do meu corpo percebia, meus peitos como pedras, meus mamilos como picos, meu abdômen endurecido, estiquei a ponta dos meus pés, apertei o volante com as duas mãos e tive aquele orgasmo contido desde a minha casa. Minha mente estava em branco, só era corpo.

Tac, tac, tac…!!! Três batidas no vidro da minha porta interrompem meu transe prazeroso. Abro os olhos, olho e vejo uma mamãe. Abaixo o vidro, ela me pergunta não sei o quê, eu não desço do carro, só olho pra ela e minha mente está em outro lugar; está no pau dele, no corpo dele, sinto minha buceta molhada, meus mamilos duros, preciso já voltar a gozar, com tranquilidade, é quase uma obrigação para o meu corpo. Só respondo: “a gente conversa no chat das mamães”, dou tchau e volto pra casa, não pra academia, pra minha casa.

CONTINUA…

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