A gente se conheceu na cidade, durante as festas, e mantivemos um relacionamento de quase 2 anos.
Na noite em que aconteceu o que vou contar, eu tinha brigado com meu namorado. Tinha dirigido 200 km com meu carro pra ver se era verdade aquilo que uma amiga tinha me contado. Que ele tinha me colocado chifres!
Era o mês de janeiro e eu estava em plena época de provas. Mas eu precisava falar com ele. Dizer umas quantas coisas na cara dele.
Depois da discussão e com os nervos à flor da pele, peguei o carro, voltando pro apê que eu dividia. Só que, como se não bastassem as provas e a discussão com meu namorado (ex-namorado, na verdade), ainda por cima... começou a nevar.
E não foi uma nevasca normal. A nevasca do ano. Ou da década. Ou do século. Parei, meio nervosa por tudo, num posto de gasolina. Além de que eu precisava abastecer, tinham fechado as estradas (por causa da nevasca). Então, aproveitei pra tomar alguma coisa e me acalmar.
Mas, longe de me acalmar, meus nervos só aumentavam. Lá estava eu. Num posto de gasolina qualquer, numa noite fria, depois de ter brigado com meu namorado porque ele me colocou chifres, em plena época de provas e com uma nevasca monumental.
Além disso, era de madrugada. Então eu estava sozinha. Nos meus pensamentos. Me lamentando. Uma lágrima surgiu na minha bochecha. O suco de abacaxi sem açúcar que eu tinha pedido e uma tila… não me acalmavam.
De repente, uma voz profunda, ao meu lado, disse: —O que aconteceu com você, menina? Virei-me e vi um homem de idade indefinida. Careca, não muito alto, mal passaria de 1,70. Braços fortes. Rosto redondo, barba de vários dias, um grande papo, e uns olhos negros penetrantes. Mas o que, sem dúvida, mais se destacava nele era sua imensa barriga. Estava vestido com uma camisa xadrez e uma calça jeans.
O estranho me olhava. Atento. Lembrei que ele tinha me perguntado algo. —O quê? —Eu disse, tímida. Minha voz saiu trêmula. —O quê, se aconteceu alguma coisa com você, gostosa? Não sei em que momento, aquele homem se achou no direito de me chamar de menina ou gostosa. Mas, como não queria discutir, respondi. —Estou em plena época de provas, viajei mais de 200 quilômetros pra dizer pro meu namorado que ele é um babaca por me colocar chifres —E, sem querer, comecei a chorar.
O homem se aproximou de mim. Passou o braço forte em volta do meu pescoço. — Quem deixaria uma garota tão gostosa como você? Deve ser muito idiota. — É mesmo — eu disse (e de novo, algumas lágrimas começaram a brotar dos meus olhos). — Deixa eu te pagar uma bebida, gatinha. E aí, você vai ver como esquece ele rapidinho. E sem me dar tempo de responder, pediu duas cervejas. Não sei bem por quê, mas aceitei aquela cerveja. E, em poucos minutos, o estranho e eu estávamos sentados à mesa, tomando uma cerveja e conversando.
Ele me disse que se chamava Alfredo. Trabalhava como caminhoneiro e tinha deixado o caminhão do lado de fora, já que, por causa da nevasca, não podia seguir a rota. Era estranho. Mas eu me sentia à vontade com ele. Talvez eu precisasse conversar. Contar meus problemas para alguém. Por isso, deixei passar que, de vez em quando, Alfredo olhava para as minhas tetas. Eu estava de jeans e um suéter de inverno. Embora o suéter fosse grosso, dava para notar meus peitos (tamanho 90). —Pois o seu namorado é um imbecil, com uma mulher como você, tem que ser imbecil para te colocar chifres com outra. —Ele riu. Não sei por quê, talvez pelo meu estado de espírito alterado, aceitei que ele me chamasse de mulher. E não só isso, mas eu disse: —Muito obrigada, senhor —falei, mais por educação do que qualquer outra coisa. —Uai, senhor. Se eu só tenho 57, quantos você tem? 22? —Vinte e um —eu disse. —E com vinte e um anos, você está chorando por um imbecil? Você deveria fazer o mesmo que ele. E, por falar nisso, me chama de Alfredo. —Não te entendo, Alfredo. —Você sabe o que dizem: mancha de morango se tira com outro verde. Ou, como dizem na minha terra, um prego tira o outro —ao terminar de dizer isso, riu de novo, numa gargalhada estrondosa. Enquanto ria, a barriga dele tremia como um pudim. Talvez tenha sido o movimento do corpo dele ou talvez algo intencional. O caso é que ele colocou a mão na minha coxa. —Ou seja, me envolver com alguém? —falei, sem prestar muita atenção na mão dele. —Envolver? Não estou falando de se enforcar. De se apaixonar. Estou falando de dar uma transada. Além disso, você está estressada com os exames e uma boa empurrada sempre desestressa. Você me entende, né? —Ele olhou direto nos meus olhos. Enquanto esperava minha resposta, pediu no balcão mais um par de cervejas. Em outro momento, em outras circunstâncias, teria mandado ele à merda. Mas Alfredo tinha conseguido que, mesmo que fosse um pouco, eu esquecesse meus exames e os chifres do meu namorado, e estava me animando. Mesmo que fosse por isso, ele merecia que, pelo menos, eu lhe desse minha atenção. —Ach… acho que sim. Bom, talvez. Mas, com quem? Moro a duzentos quilômetros daqui e… Não falei mais nada. Ficamos em silêncio, nos olhando. Agora, eu estava plenamente consciente da mão do Alfredo na minha coxa. Mas não falei nada. De repente, Alfredo, disse. —Se você quiser, a gente pode ir pra cabine do meu caminhão. Tomamos umas brejas e você me conta mais pra ver se você tem claro com quem se vingar desse babaca. Eu não podia acreditar. Será que ele estava me propondo o que eu tava pensando? Que eu fosse pra cabine do caminhão dele. Ele tinha falado de tomar umas cervejas, mas a mão dele na minha coxa dava a entender outras coisas. —Bom, se é pra tomar umas cervejas… —Eu disse. Mais que nada, porque não me apetecia ficar sozinha naquele posto de gasolina. —Claro… e você me conta com quem você se envolveria, gostosa. Quem você gostaria que te desse uma boa empurrada. Alfredo foi até o caixa, pagou o que a gente tinha bebido. Eu, enquanto isso, esperava na porta do posto, pensando em tudo que tinha acontecido naquele dia. E no que estava por acontecer. De fato, tão absorta estava nos meus pensamentos que não percebi como Alfredo me pegou pela cintura, me levando pra fora do posto. Na outra mão, grande, enorme, ele tinha um par de latas de cerveja. O toque da mão dele na minha cintura e o frio da noite me fizeram reagir. Por um lado, aquele homem, feio, gordo, mais velho, estava me pegando pela cintura e me propondo ir com ele pra cabine do caminhão. Um sentimento de náusea subiu na minha garganta. Mas, por outro lado, meu sexo me mandou um sinal. Um sinal de vingança. De que aquele homem tinha razão. Que eu devia me vingar da afronta do meu namorado e relaxar das minhas provas. Além disso, a palavra "empurrada" ressoava forte no meu cérebro. Não sei como, mas me vi andando em direção ao caminhão. Ao chegar na porta contrária à do motorista, Alfredo se adiantou, me abrindo a porta e segurando ela. Me deu a mão, pra que eu me agarrasse, já que tinha um degrau elevado. —Valeu —Eu disse e me preparei pra subir. Quando alcancei o degrau, Alfredo, soltou minha mão e, num movimento rápido, se colocou atrás de mim. Imaginei que, na situação em que estávamos (eu, subindo os degraus e ele atrás, de pé, mais abaixo), Alfredo tinha uma boa visão da minha bunda. Mas, caso eu ainda tivesse alguma dúvida, ouvi ele assobiar. —Caralho, que bunda, menina. Que empurrada boa. Me virei. Ia dizer algo pra ele. Reclamar. Mas os olhos dele, de porco babão fixos na minha bunda, provocaram em mim um choque de prazer. Não podia acreditar. Estava gostando que um velho, gordo e feio olhasse minha bunda. E não só isso, até... eu estava curtindo a situação. Na verdade, me surpreendi quando me virei, sim, mas pra sorrir pra ele. E não era um sorriso normal. Era aquele sorriso que eu faço quando quero seduzir um cara. Passaram alguns segundos, em que eu me ajeitei no banco do carona, enquanto Alfredo dava a volta pra subir na cabine. Ele subiu e fechou a porta do motorista. Eu aproveitei pra dar uma olhada, curiosa, na cabine do caminhão. Atrás da fileira de bancos, onde estávamos sentados, tinha uma cortininha. Alfredo me olhava. Seguindo com os olhos os meus. Os dois estávamos em silêncio. Ele aproximou a mão, me dando uma das cervejas. —Pela vingança, gostosa? —Ele me disse. Seus olhos, de novo, olhavam pros meus peitos. —Tim tim —eu disse, sorrindo. —Eita, tim tim, que fina, a menina. Não respondi. Só brindei a cerveja dele com a minha. E sorri. De novo, fazendo aquele sorriso sedutor. Ficamos alguns minutos em silêncio, nos olhando. De repente, sem dizer nada, a mão dele, aquela mão enorme, forte, pousou, de novo, na minha coxa. Eu sentia que meu coração batia a mil por hora. Alfredo me olhou nos olhos, esboçou um sorriso safado e me disse: —Quer que eu te mostre onde fica a cama? —Cla... claro —respondi, sustentando o olhar dele. Alfredo se levantou, girou o corpo e abriu a cortininha que tinha atrás dos bancos. Me virei, passando meu rosto entre os bancos e ficando a poucos centímetros da dela. Olhei o quartinho. Com a cama, que ocupava quase todo o pequeno espaço, e algum móvel pequeno. Quando me virei, de novo, nossos rostos se encontraram. De frente. Não sei como aconteceu, mas nos beijamos. Um beijo que começou como um selinho, para, pouco depois, virar um beijo de língua, como se fôssemos dois adolescentes. E, de nos beijarmos, passei a ter a língua do Alfredo quase na minha garganta. Nem eu mesma podia acreditar. Um cara que quase triplicava minha idade, feio, gordo, estava me beijando como um louco. E o pior é que eu estava gostando. E muito. E mais ainda, quando aquelas mãos enormes e fortes pousaram sobre meus peitos. —Caralho, menina, que melões você tem —riu— Por que não me mostra? —Olhou nos meus olhos, fixamente. Meu corpo tremia. Uma coisa era trocar uns beijos com um cara. Outra, mostrar minhas tetas pra ele. Não sei explicar o que me deu. Só sei que me afastei um pouco dele, coloquei minhas mãos na parte de baixo do meu suéter e tirei. Caso tivesse alguma dúvida do que estava fazendo, o olhar do Alfredo, lambendo os lábios, como um sátiro, pros meus peitos, ainda cobertos pelo sutiã, me confirmaram que eu estava gostando. Como uma puta. —Caralho, que tetinhas. —Tetas ou tetinhas, se decide —falei, brincando. —Não sei, é que não consigo ver direito —respondeu, entrando na brincadeira. Poucas vezes na minha vida tirei um sutiã mais rápido do que naquela vez. Estava mostrando meus peitos, tamanho 90, pra um cara que acabei de conhecer e que estava muito longe dos garotos da minha idade com quem já fiquei. —Caralho… que tetas As mãos enormes dele avançaram pra apalpar meus peitos. Eu estava como louca. Todas as emoções daquele dia afloravam agora, e minha buceta estava pulsando como nunca tinha sentido. —Caralho, menina, como você é gostosa. —Muito obrigada —falei, sorrindo. Lisonjeada. Agora, num movimento rápido, Alfredo começou a tirar a camisa. Eu olhava. Aquele corpo, enorme, gordo, flácido. Nada a ver com os cara com quem eu já fiquei. Surpreendentemente, era eu, agora, que, babaca, olhava aquela barriga amorfa e descomunal. Não conseguia acreditar e mais ainda quando, depois de tirar a camisa, começou a desabotoar as calças. Apesar do aperto da cabine, não teve dificuldade nenhuma em fazer isso e, em poucos segundos, Alfredo estava completamente nu. Eu, olhava, agora, o membro dele. Pequeno (calculei uns 14 cm), cheio de pelo grisalho, grosso. Muito grosso. Fiquei em silêncio alguns segundos, contemplando aquele membro pequeno mas grosso. Comparando com os dos caras com quem já fiquei (com os deles depilados e, em alguns casos, longos e potentes membros). Como se estivesse lendo meu pensamento, Alfredo me disse: —E aí?, tá gostando?, Com certeza não deve ser como a daquele idiota que te colocou chifres. Nem como a de outros caras que você já transou…mas é o suficiente pra te dar uma boa metida. Não falei nada… sorri. Ia dizer algo. Não deu tempo. —Gostosa, por que você não tira essas calças e me deixa ver esse bundão que você tem? Como pude, levada mais por um impulso selvagem, irracional, tirei as calças, deixando ele ver a fio-dental que eu usava. —Porra, que bunda —Depois de dizer isso, esticou a mãozorra dele. E me deu um tapa. Seco, forte. Numa das minhas nádegas— Seria maravilhoso poder te comer. —Você não seria o primeiro —Respondi. Aquelas palavras tinham saído da minha boca? Sim. Já tinha feito anal. Com meu, agora ex namorado, e com algum outro namorado e ficante. Mas agora, será que eu estava aceitando que aquele velho gordo me comesse o cu? Não tinha dúvida. Tinha feito. —Caralho, menina, que metida eu vou te dar. Essa noite, você não vai esquecer por muito tempo. —Nem você —Respondi, excitada. —Ah é?, e me diz —fez uma pausa. Olhando nos meus olhos. Com um olhar de porco sátiro que me fez sentir um arrepio.— por que você não começa chupando meu pau? Aquele jeito de falar comigo, de me olhar… não duvidei. Fiz um rabo de cavalo e me joguei. Fiquei de 4, No banco do caminhão e introduzi todo esse membro… na minha boca. Já engoli maiores (meu ex tem um membro de 18 cm e alguns outros ex e uns rolos, bom… algo maiores). Mas esse membro era muito grosso. Então preenchia minha boca —Porra… que boquinha você tem, menina. Lisonjeada, continuei com o boquete que estava fazendo nele. E não devia estar fazendo nada mal porque ouvia os grunhidos de prazer do Alfredo. Além disso, como se não bastasse, assim, na posição em que eu estava, o Alfredo me deu algumas palmadas com aquelas mãos enormes e fortes. Embora, sinceramente, não sei quem estava aproveitando mais o boquete. Se ele, recebendo ou eu, fazendo. —Para, menina, que vou gozar —Me disse, em um determinado momento— E quero te dar uma boa metida. —Assim? Sem proteção? —De repente, não sei bem por quê, caí nesse detalhe. Não queria engravidar aos vinte anos e menos ainda de um cara gordo, feio e que tem o dobro da minha idade, por muito prazer que estivesse me dando. —Quando eu for gozar, te aviso e tiro. Vem, vamos passar. Alfredo abriu a cortina, passamos para onde estava a cama, ele se deitou em cima de mim, assim, com aquela barriga descomunal e começou a me penetrar. As investidas dele eram lentas mas brutais. Tirava, por completo, seu pequeno mas grosso membro e me introduzia, de uma vez. No começo, esse membro grosso me machucou um pouco. Mas, aos poucos, minha buceta cedeu e eu curtia. Ah, se curtia. Nós dois curtíamos. —Fica de 4, menina, que vou te meter. Me virei, de forma que minha cabeça ficou atravessada entre os bancos dianteiros. Alfredo, atrás, começou a me penetrar. De uma maneira brutal, selvagem. Por incrível que pudesse parecer, esse homem, naquela noite, estava me dando um prazer que jamais teria imaginado. A ponto de que lamentei que, depois de alguns minutos penetrando minha buceta, o Alfredo parasse. Felizmente, foram só alguns segundos. Ia olhar pra ele, perguntar por que parava, quando me disse. —Só estou pegando Vai, pra te meter no cu. Toma. Assim, na brutalidade. Sem mais. Começou a me penetrar analmente. Eu, com a cabeça quase enfiada entre os bancos, olhava para o posto de gasolina. Mais especificamente, para a mesa onde, alguns minutos antes, eu chorava, lembrando de tudo o que vivi naquele dia. E agora, estava sendo selvagemente penetrada por um cara que quase triplicava minha idade, feio, gordo. Mas o pior não era isso. O pior é que eu estava gostando. E muito. Tanto que, para meu desespero, alguns minutos depois, Alfredo rugiu. —Que vou gozar. Porra, abre a boca. Muito poucas vezes deixei os caras gozarem na minha boca. Mas, obviamente, me virei, tirando minha cabeça de onde estava, olhei fixamente para Alfredo, que apertava seu pau grosso e pequeno, e abri minha boca. Encantada. Alfredo colocou a ponta do membro na minha garganta, tirou a mão que apertava o pau para colocar na minha nuca e explodiu. Na minha boca. Ou, mais especificamente, na minha garganta. Tentei parar aquilo. Segurar na boca, mas foi impossível. Engoli tudo o que ele tinha dentro. Que não era pouco. Assim ele me segurou, com minha nuca pressionada contra aquela barriga amorfa até que os últimos espasmos caíram na minha garganta. —Porra, menina… que foda Me limpei alguns grumos nos lábios e no queixo. —Com certeza —falei. Com um sorriso. —Já te disse que, o melhor pra esquecer esse imbecil, era uma boa metida. Eu tinha razão ou não? Assenti. Depois da foda, ficamos mais um tempo na cama. Agora, era eu que estava semideitada, em cima do Alfredo. Ele me segurava pela cintura, embora sua mão, de vez em quando, desse uns tapinhas na minha bunda. Estávamos os dois deitados. Como dois namorados. Ficamos assim um bom tempo. Olhei meu relógio. Era quase 4 da manhã. Já fazia quase 2 horas que eu estava no caminhão do Alfredo. E o melhor de tudo é que eu não queria ir embora. Mas, às vezes, as coisas não saem como a gente quer. Naquele momento, o rádio da cabine apitou, indicando que os limpa-neves já tinham terminado o trabalho e estavam voltando abrir caminhos. Alfredo me olhou. Não disse nada. Eu entendi a mensagem. Me vesti. Bem na hora, antes de descer, Alfredo me pediu meu número de celular e…
Na noite em que aconteceu o que vou contar, eu tinha brigado com meu namorado. Tinha dirigido 200 km com meu carro pra ver se era verdade aquilo que uma amiga tinha me contado. Que ele tinha me colocado chifres!
Era o mês de janeiro e eu estava em plena época de provas. Mas eu precisava falar com ele. Dizer umas quantas coisas na cara dele.
Depois da discussão e com os nervos à flor da pele, peguei o carro, voltando pro apê que eu dividia. Só que, como se não bastassem as provas e a discussão com meu namorado (ex-namorado, na verdade), ainda por cima... começou a nevar.
E não foi uma nevasca normal. A nevasca do ano. Ou da década. Ou do século. Parei, meio nervosa por tudo, num posto de gasolina. Além de que eu precisava abastecer, tinham fechado as estradas (por causa da nevasca). Então, aproveitei pra tomar alguma coisa e me acalmar.
Mas, longe de me acalmar, meus nervos só aumentavam. Lá estava eu. Num posto de gasolina qualquer, numa noite fria, depois de ter brigado com meu namorado porque ele me colocou chifres, em plena época de provas e com uma nevasca monumental.
Além disso, era de madrugada. Então eu estava sozinha. Nos meus pensamentos. Me lamentando. Uma lágrima surgiu na minha bochecha. O suco de abacaxi sem açúcar que eu tinha pedido e uma tila… não me acalmavam.
De repente, uma voz profunda, ao meu lado, disse: —O que aconteceu com você, menina? Virei-me e vi um homem de idade indefinida. Careca, não muito alto, mal passaria de 1,70. Braços fortes. Rosto redondo, barba de vários dias, um grande papo, e uns olhos negros penetrantes. Mas o que, sem dúvida, mais se destacava nele era sua imensa barriga. Estava vestido com uma camisa xadrez e uma calça jeans.
O estranho me olhava. Atento. Lembrei que ele tinha me perguntado algo. —O quê? —Eu disse, tímida. Minha voz saiu trêmula. —O quê, se aconteceu alguma coisa com você, gostosa? Não sei em que momento, aquele homem se achou no direito de me chamar de menina ou gostosa. Mas, como não queria discutir, respondi. —Estou em plena época de provas, viajei mais de 200 quilômetros pra dizer pro meu namorado que ele é um babaca por me colocar chifres —E, sem querer, comecei a chorar.
O homem se aproximou de mim. Passou o braço forte em volta do meu pescoço. — Quem deixaria uma garota tão gostosa como você? Deve ser muito idiota. — É mesmo — eu disse (e de novo, algumas lágrimas começaram a brotar dos meus olhos). — Deixa eu te pagar uma bebida, gatinha. E aí, você vai ver como esquece ele rapidinho. E sem me dar tempo de responder, pediu duas cervejas. Não sei bem por quê, mas aceitei aquela cerveja. E, em poucos minutos, o estranho e eu estávamos sentados à mesa, tomando uma cerveja e conversando.
Ele me disse que se chamava Alfredo. Trabalhava como caminhoneiro e tinha deixado o caminhão do lado de fora, já que, por causa da nevasca, não podia seguir a rota. Era estranho. Mas eu me sentia à vontade com ele. Talvez eu precisasse conversar. Contar meus problemas para alguém. Por isso, deixei passar que, de vez em quando, Alfredo olhava para as minhas tetas. Eu estava de jeans e um suéter de inverno. Embora o suéter fosse grosso, dava para notar meus peitos (tamanho 90). —Pois o seu namorado é um imbecil, com uma mulher como você, tem que ser imbecil para te colocar chifres com outra. —Ele riu. Não sei por quê, talvez pelo meu estado de espírito alterado, aceitei que ele me chamasse de mulher. E não só isso, mas eu disse: —Muito obrigada, senhor —falei, mais por educação do que qualquer outra coisa. —Uai, senhor. Se eu só tenho 57, quantos você tem? 22? —Vinte e um —eu disse. —E com vinte e um anos, você está chorando por um imbecil? Você deveria fazer o mesmo que ele. E, por falar nisso, me chama de Alfredo. —Não te entendo, Alfredo. —Você sabe o que dizem: mancha de morango se tira com outro verde. Ou, como dizem na minha terra, um prego tira o outro —ao terminar de dizer isso, riu de novo, numa gargalhada estrondosa. Enquanto ria, a barriga dele tremia como um pudim. Talvez tenha sido o movimento do corpo dele ou talvez algo intencional. O caso é que ele colocou a mão na minha coxa. —Ou seja, me envolver com alguém? —falei, sem prestar muita atenção na mão dele. —Envolver? Não estou falando de se enforcar. De se apaixonar. Estou falando de dar uma transada. Além disso, você está estressada com os exames e uma boa empurrada sempre desestressa. Você me entende, né? —Ele olhou direto nos meus olhos. Enquanto esperava minha resposta, pediu no balcão mais um par de cervejas. Em outro momento, em outras circunstâncias, teria mandado ele à merda. Mas Alfredo tinha conseguido que, mesmo que fosse um pouco, eu esquecesse meus exames e os chifres do meu namorado, e estava me animando. Mesmo que fosse por isso, ele merecia que, pelo menos, eu lhe desse minha atenção. —Ach… acho que sim. Bom, talvez. Mas, com quem? Moro a duzentos quilômetros daqui e… Não falei mais nada. Ficamos em silêncio, nos olhando. Agora, eu estava plenamente consciente da mão do Alfredo na minha coxa. Mas não falei nada. De repente, Alfredo, disse. —Se você quiser, a gente pode ir pra cabine do meu caminhão. Tomamos umas brejas e você me conta mais pra ver se você tem claro com quem se vingar desse babaca. Eu não podia acreditar. Será que ele estava me propondo o que eu tava pensando? Que eu fosse pra cabine do caminhão dele. Ele tinha falado de tomar umas cervejas, mas a mão dele na minha coxa dava a entender outras coisas. —Bom, se é pra tomar umas cervejas… —Eu disse. Mais que nada, porque não me apetecia ficar sozinha naquele posto de gasolina. —Claro… e você me conta com quem você se envolveria, gostosa. Quem você gostaria que te desse uma boa empurrada. Alfredo foi até o caixa, pagou o que a gente tinha bebido. Eu, enquanto isso, esperava na porta do posto, pensando em tudo que tinha acontecido naquele dia. E no que estava por acontecer. De fato, tão absorta estava nos meus pensamentos que não percebi como Alfredo me pegou pela cintura, me levando pra fora do posto. Na outra mão, grande, enorme, ele tinha um par de latas de cerveja. O toque da mão dele na minha cintura e o frio da noite me fizeram reagir. Por um lado, aquele homem, feio, gordo, mais velho, estava me pegando pela cintura e me propondo ir com ele pra cabine do caminhão. Um sentimento de náusea subiu na minha garganta. Mas, por outro lado, meu sexo me mandou um sinal. Um sinal de vingança. De que aquele homem tinha razão. Que eu devia me vingar da afronta do meu namorado e relaxar das minhas provas. Além disso, a palavra "empurrada" ressoava forte no meu cérebro. Não sei como, mas me vi andando em direção ao caminhão. Ao chegar na porta contrária à do motorista, Alfredo se adiantou, me abrindo a porta e segurando ela. Me deu a mão, pra que eu me agarrasse, já que tinha um degrau elevado. —Valeu —Eu disse e me preparei pra subir. Quando alcancei o degrau, Alfredo, soltou minha mão e, num movimento rápido, se colocou atrás de mim. Imaginei que, na situação em que estávamos (eu, subindo os degraus e ele atrás, de pé, mais abaixo), Alfredo tinha uma boa visão da minha bunda. Mas, caso eu ainda tivesse alguma dúvida, ouvi ele assobiar. —Caralho, que bunda, menina. Que empurrada boa. Me virei. Ia dizer algo pra ele. Reclamar. Mas os olhos dele, de porco babão fixos na minha bunda, provocaram em mim um choque de prazer. Não podia acreditar. Estava gostando que um velho, gordo e feio olhasse minha bunda. E não só isso, até... eu estava curtindo a situação. Na verdade, me surpreendi quando me virei, sim, mas pra sorrir pra ele. E não era um sorriso normal. Era aquele sorriso que eu faço quando quero seduzir um cara. Passaram alguns segundos, em que eu me ajeitei no banco do carona, enquanto Alfredo dava a volta pra subir na cabine. Ele subiu e fechou a porta do motorista. Eu aproveitei pra dar uma olhada, curiosa, na cabine do caminhão. Atrás da fileira de bancos, onde estávamos sentados, tinha uma cortininha. Alfredo me olhava. Seguindo com os olhos os meus. Os dois estávamos em silêncio. Ele aproximou a mão, me dando uma das cervejas. —Pela vingança, gostosa? —Ele me disse. Seus olhos, de novo, olhavam pros meus peitos. —Tim tim —eu disse, sorrindo. —Eita, tim tim, que fina, a menina. Não respondi. Só brindei a cerveja dele com a minha. E sorri. De novo, fazendo aquele sorriso sedutor. Ficamos alguns minutos em silêncio, nos olhando. De repente, sem dizer nada, a mão dele, aquela mão enorme, forte, pousou, de novo, na minha coxa. Eu sentia que meu coração batia a mil por hora. Alfredo me olhou nos olhos, esboçou um sorriso safado e me disse: —Quer que eu te mostre onde fica a cama? —Cla... claro —respondi, sustentando o olhar dele. Alfredo se levantou, girou o corpo e abriu a cortininha que tinha atrás dos bancos. Me virei, passando meu rosto entre os bancos e ficando a poucos centímetros da dela. Olhei o quartinho. Com a cama, que ocupava quase todo o pequeno espaço, e algum móvel pequeno. Quando me virei, de novo, nossos rostos se encontraram. De frente. Não sei como aconteceu, mas nos beijamos. Um beijo que começou como um selinho, para, pouco depois, virar um beijo de língua, como se fôssemos dois adolescentes. E, de nos beijarmos, passei a ter a língua do Alfredo quase na minha garganta. Nem eu mesma podia acreditar. Um cara que quase triplicava minha idade, feio, gordo, estava me beijando como um louco. E o pior é que eu estava gostando. E muito. E mais ainda, quando aquelas mãos enormes e fortes pousaram sobre meus peitos. —Caralho, menina, que melões você tem —riu— Por que não me mostra? —Olhou nos meus olhos, fixamente. Meu corpo tremia. Uma coisa era trocar uns beijos com um cara. Outra, mostrar minhas tetas pra ele. Não sei explicar o que me deu. Só sei que me afastei um pouco dele, coloquei minhas mãos na parte de baixo do meu suéter e tirei. Caso tivesse alguma dúvida do que estava fazendo, o olhar do Alfredo, lambendo os lábios, como um sátiro, pros meus peitos, ainda cobertos pelo sutiã, me confirmaram que eu estava gostando. Como uma puta. —Caralho, que tetinhas. —Tetas ou tetinhas, se decide —falei, brincando. —Não sei, é que não consigo ver direito —respondeu, entrando na brincadeira. Poucas vezes na minha vida tirei um sutiã mais rápido do que naquela vez. Estava mostrando meus peitos, tamanho 90, pra um cara que acabei de conhecer e que estava muito longe dos garotos da minha idade com quem já fiquei. —Caralho… que tetas As mãos enormes dele avançaram pra apalpar meus peitos. Eu estava como louca. Todas as emoções daquele dia afloravam agora, e minha buceta estava pulsando como nunca tinha sentido. —Caralho, menina, como você é gostosa. —Muito obrigada —falei, sorrindo. Lisonjeada. Agora, num movimento rápido, Alfredo começou a tirar a camisa. Eu olhava. Aquele corpo, enorme, gordo, flácido. Nada a ver com os cara com quem eu já fiquei. Surpreendentemente, era eu, agora, que, babaca, olhava aquela barriga amorfa e descomunal. Não conseguia acreditar e mais ainda quando, depois de tirar a camisa, começou a desabotoar as calças. Apesar do aperto da cabine, não teve dificuldade nenhuma em fazer isso e, em poucos segundos, Alfredo estava completamente nu. Eu, olhava, agora, o membro dele. Pequeno (calculei uns 14 cm), cheio de pelo grisalho, grosso. Muito grosso. Fiquei em silêncio alguns segundos, contemplando aquele membro pequeno mas grosso. Comparando com os dos caras com quem já fiquei (com os deles depilados e, em alguns casos, longos e potentes membros). Como se estivesse lendo meu pensamento, Alfredo me disse: —E aí?, tá gostando?, Com certeza não deve ser como a daquele idiota que te colocou chifres. Nem como a de outros caras que você já transou…mas é o suficiente pra te dar uma boa metida. Não falei nada… sorri. Ia dizer algo. Não deu tempo. —Gostosa, por que você não tira essas calças e me deixa ver esse bundão que você tem? Como pude, levada mais por um impulso selvagem, irracional, tirei as calças, deixando ele ver a fio-dental que eu usava. —Porra, que bunda —Depois de dizer isso, esticou a mãozorra dele. E me deu um tapa. Seco, forte. Numa das minhas nádegas— Seria maravilhoso poder te comer. —Você não seria o primeiro —Respondi. Aquelas palavras tinham saído da minha boca? Sim. Já tinha feito anal. Com meu, agora ex namorado, e com algum outro namorado e ficante. Mas agora, será que eu estava aceitando que aquele velho gordo me comesse o cu? Não tinha dúvida. Tinha feito. —Caralho, menina, que metida eu vou te dar. Essa noite, você não vai esquecer por muito tempo. —Nem você —Respondi, excitada. —Ah é?, e me diz —fez uma pausa. Olhando nos meus olhos. Com um olhar de porco sátiro que me fez sentir um arrepio.— por que você não começa chupando meu pau? Aquele jeito de falar comigo, de me olhar… não duvidei. Fiz um rabo de cavalo e me joguei. Fiquei de 4, No banco do caminhão e introduzi todo esse membro… na minha boca. Já engoli maiores (meu ex tem um membro de 18 cm e alguns outros ex e uns rolos, bom… algo maiores). Mas esse membro era muito grosso. Então preenchia minha boca —Porra… que boquinha você tem, menina. Lisonjeada, continuei com o boquete que estava fazendo nele. E não devia estar fazendo nada mal porque ouvia os grunhidos de prazer do Alfredo. Além disso, como se não bastasse, assim, na posição em que eu estava, o Alfredo me deu algumas palmadas com aquelas mãos enormes e fortes. Embora, sinceramente, não sei quem estava aproveitando mais o boquete. Se ele, recebendo ou eu, fazendo. —Para, menina, que vou gozar —Me disse, em um determinado momento— E quero te dar uma boa metida. —Assim? Sem proteção? —De repente, não sei bem por quê, caí nesse detalhe. Não queria engravidar aos vinte anos e menos ainda de um cara gordo, feio e que tem o dobro da minha idade, por muito prazer que estivesse me dando. —Quando eu for gozar, te aviso e tiro. Vem, vamos passar. Alfredo abriu a cortina, passamos para onde estava a cama, ele se deitou em cima de mim, assim, com aquela barriga descomunal e começou a me penetrar. As investidas dele eram lentas mas brutais. Tirava, por completo, seu pequeno mas grosso membro e me introduzia, de uma vez. No começo, esse membro grosso me machucou um pouco. Mas, aos poucos, minha buceta cedeu e eu curtia. Ah, se curtia. Nós dois curtíamos. —Fica de 4, menina, que vou te meter. Me virei, de forma que minha cabeça ficou atravessada entre os bancos dianteiros. Alfredo, atrás, começou a me penetrar. De uma maneira brutal, selvagem. Por incrível que pudesse parecer, esse homem, naquela noite, estava me dando um prazer que jamais teria imaginado. A ponto de que lamentei que, depois de alguns minutos penetrando minha buceta, o Alfredo parasse. Felizmente, foram só alguns segundos. Ia olhar pra ele, perguntar por que parava, quando me disse. —Só estou pegando Vai, pra te meter no cu. Toma. Assim, na brutalidade. Sem mais. Começou a me penetrar analmente. Eu, com a cabeça quase enfiada entre os bancos, olhava para o posto de gasolina. Mais especificamente, para a mesa onde, alguns minutos antes, eu chorava, lembrando de tudo o que vivi naquele dia. E agora, estava sendo selvagemente penetrada por um cara que quase triplicava minha idade, feio, gordo. Mas o pior não era isso. O pior é que eu estava gostando. E muito. Tanto que, para meu desespero, alguns minutos depois, Alfredo rugiu. —Que vou gozar. Porra, abre a boca. Muito poucas vezes deixei os caras gozarem na minha boca. Mas, obviamente, me virei, tirando minha cabeça de onde estava, olhei fixamente para Alfredo, que apertava seu pau grosso e pequeno, e abri minha boca. Encantada. Alfredo colocou a ponta do membro na minha garganta, tirou a mão que apertava o pau para colocar na minha nuca e explodiu. Na minha boca. Ou, mais especificamente, na minha garganta. Tentei parar aquilo. Segurar na boca, mas foi impossível. Engoli tudo o que ele tinha dentro. Que não era pouco. Assim ele me segurou, com minha nuca pressionada contra aquela barriga amorfa até que os últimos espasmos caíram na minha garganta. —Porra, menina… que foda Me limpei alguns grumos nos lábios e no queixo. —Com certeza —falei. Com um sorriso. —Já te disse que, o melhor pra esquecer esse imbecil, era uma boa metida. Eu tinha razão ou não? Assenti. Depois da foda, ficamos mais um tempo na cama. Agora, era eu que estava semideitada, em cima do Alfredo. Ele me segurava pela cintura, embora sua mão, de vez em quando, desse uns tapinhas na minha bunda. Estávamos os dois deitados. Como dois namorados. Ficamos assim um bom tempo. Olhei meu relógio. Era quase 4 da manhã. Já fazia quase 2 horas que eu estava no caminhão do Alfredo. E o melhor de tudo é que eu não queria ir embora. Mas, às vezes, as coisas não saem como a gente quer. Naquele momento, o rádio da cabine apitou, indicando que os limpa-neves já tinham terminado o trabalho e estavam voltando abrir caminhos. Alfredo me olhou. Não disse nada. Eu entendi a mensagem. Me vesti. Bem na hora, antes de descer, Alfredo me pediu meu número de celular e…
1 comentários - Corno com um caminhoneiro