Há mais de 5 anos sou amigo do Charly, ele sabe que sou Bull mas, acima de tudo, sabe que me movo em ambientes liberais e ele sempre gostou desse meio… digamos que fui apresentando gente pra ele, foi assim que apresentei a Lauri pra ele
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Lauri é amante de suruba e eu não curto suruba. Se você leu os relatos anteriores, desde que eu a protegi de um estupro, ela quer que eu cuide dela, e mesmo depois de eu apresentar o Charly e os amigos dele, ela me queria ali cuidando dela.
Os encontros eram na casa do Charly. Casa que os pais compraram pra ele e pra irmã dele pra virem pra CABA estudar.
A irmã do Charly era uma morena de 19 anos, chegada de Jujuy faz uns meses ainda com sotaque. Ela tinha um namorado que vi umas duas vezes, um otaku meio lerdo na aparência. Pra um eu de 4x, me custa entender esses adolescentes que parecem não gostar de sexo.

Charly organizou uns grupais, o trato era simples: eu levava a Lauri, ficava comendo alguma coisa e assistindo TV… se alguém passasse dos limites ou não respeitasse um não, eu enchia de porrada e expulsava, então eu era basicamente o segurança… Eu escolhi não participar porque os grupais são convites a doenças, além disso, uma boa parte do meu prazer é sentir o orgasmo da mulher, senti-la tremendo e curtir a cumplicidade do prazer. Outro fator é que, na minha própria variação de prazeres, eu gosto de ser BULL, encontro muito prazer no cuckold e em ser o amante, um pouco é o sabor do proibido, outro pouco é escolha.
Durante o segundo encontro ele a levou e eles vão na deles, mas nem Charly nem eu contávamos com a irmã dele chegando cedo da faculdade. O barulho de sexo era evidente e, além de ela me conhecer, ficou vermelha e foi pro quarto dela.
Quando saiu, a única coisa que consegui dizer foi
- Você não participa? Me disse?
- Não, só tô cuidando de uma amiga, pra mim essas coisas eu gosto é pele a pele.
Ela foi até a geladeira e pelo visto o barulho de sexo a deixou excitada, porque se agachou e mesmo tentando disfarçar, deu pra perceber, deixou ver seu cuzinho de fio dental.
Ela me olhou e quando nossos olhos se encontraram, eu a encostei na geladeira, ela se rebola desejando que aconteça ali.
- Não vai rolar, você é a irmã do Charly por um lado e por outro, se não me engano, você tem namorado e duvido que se eu te foder ele não vá perceber. eu disse
- Ele não me fode, não é assim nossa relação. me respondeu

Aí eu soltei ela, dei um tapa forte na bunda dela e falei: melhor você ir e dizer pro otário do seu namorado te comer, porque se eu fizer isso, ele não vai conseguir te dar prazer nunca mais…
Obviamente isso me deixou de pau duro mas em conflito, sou um homem de códigos rígidos então me negava a foder a novinha não por feia ou teen, a recusava por causa do meu amigo Charly.
A mina me mandou fotos escondida da varanda dela e foi aí que eu falei com o Charly, e fui claro: se ela me procurar, vai me encontrar, e sinceramente achei que ele ia ficar puto.



- Lea, deixa que eu falo com ela, eu digo quem e como você é, e se ela continuar te procurando, faz o que tiver que fazer, desde que não a engravide nem a apaixone, tá tudo bem. Disse Charly
Com o que o Charly falou, eu já não precisava de permissão, então mesmo assim mantive ela congelada até aquela quarta-feira, quando levei a Lauri pra sessão em grupo dela. A menina estava… quando todo mundo se trancou, ela saiu pra se esquentar, mas dessa vez algo mudou.
Eu a agarrei pelo pescoço contra a parede, olhei nos olhos dela e simplesmente deixei claro
- Não sou seu namorado, não vou ser, o que você quer?
Sem dizer uma palavra, sua mão procurou meu pau e ali na cozinha, onde começou o esconderijo do pau, eu a sentenciei… uma bucetinha de menina ainda sem depilar que abria uns lábios finos deliciosos, com aquele cheirinho de desejo. Sobre a mesa onde meu amigo Charly costuma comer, a irmã dele estava se contorcendo com uma chupada de pussy, escorrendo os deliciosos néctares do prazer diante de um comensal que pensava em perdoá-la.


Ela gozou aos gritos e ainda nem um dedo tinha tocado o interior dela, estava possuída como um demônio naquele momento, liberei meu pau e ela ficou olhando, acariciando, desejando…
- A do meu namorado não é assim!!! Não sei se!!! Disse ela
Começou com um boquete, meio desajeitado se eu comparar com minhas amigas experientes, mas com toda a paixão que a juventude dela dá.
Sem perder tempo, eu a guiei até o quarto dela, bichinhos de pelúcia na cama, pôsteres e livros. Mas não era pra isso que eu a levava, ela sabia o que eu queria e não ia negar.

Suave e carinhosa, ela abriu as pernas me deixando invadir, e mesmo não sendo virgem, dava pra sentir que era bem apertadinha. Minhas costas ainda carregam as marcas das unhas dela rasgando minha carne, algo como um karma implícito por invadir o corpo dela.
A mina era fogo puro, dava pra sentir os fluidos dela escorrendo pela rola, ela me envolvia com as pernas enquanto me mordia abafando os gritos, naquele momento a casa era um ambiente completamente sexual, num quarto a Lauri contra quatro e no outro a mina tava recebendo rola pra caralho, abrindo os lábios da buceta pra um cara que podia ser o tio dela.
Assim ficamos um bom tempo, ela estava voando em êxtase, em um momento teve orgasmo atrás de outro perdendo o controle por completo, aí quando meu pau depois de estar naquele sexo molhado começou a pulsar naquele espaço apertado, saí dela pra porra ir pelo corpo dela mas não dentro dela…
- quer sim, quero ela dentro? Disse ela com carinha de menina implorando.
- Não pode engravidar, menina, na sua idade de beijar você pode engravidar. Eu disse
Ela se encostou no meu peito, e eu, com esse vício que me domina, comecei com um dedinho a brincar naquele cu que era um ponto, intacto, pequenininho, escondido entre duas bundinhas pequenas. Primeiro um dedinho, e ela se abraçou forte a mim, dava pra ver que não queria dizer não, mas ao mesmo tempo era algo novo, algo que nunca tinha provado.

Num instante ela se virou, deixando sua bunda pequenina à disposição das minhas mãos, mas em vez de ficar só brincando com os dedos, comecei a lamber a bunda dela. Minha língua ia abrindo, preparando aquela bundinha, e ela, com a minha boca naquele rabo e meus dedos no clitóris, começou a gemer e a levantar a bunda pra me dar um ângulo melhor pra chupar.
Ela se contorcia entre seus lençóis de anime, abafava os gemidos de prazer enquanto seu esfíncter cedia a uma língua que estava ultrajando seu cuzinho.
Obviamente o momento estava chegando, minha cabeçuda separou as nádegas dela enquanto eu a segurava pelo pescoço, seu cu lubrificado a saliva custou pra ser vencido, esse cu era tão estreito que doía possuí-la e ela chorando tentou não gritar mordendo os lábios. Ela mordeu tão forte que seus dentes estavam vermelhos. Levei tipo meia hora pra terminar de entrar naquele cuzinho apertado quando sentiu que estava todo dentro quando nossos corpos colaram, a mão dela buscou me acariciar num ato carinhoso…
A ternura seguiu nossos corpos se movendo no ritmo, a empalada profunda se fazia sentir na casa toda, um som gutural mas não de desagrado, era um gemido perdido entre prazer e dor… em um momento comecei a pegar mais intensidade, ela se segurava forte arrancando os lençóis até que minha carga terminou toda dentro dela… nesse momento nós dois ficamos deitados, suados, exaustos, ela se refugiou no meu peito, o bum dela ficou tão aberto que meu dedo que há pouco não conseguia passar agora entrava sem resistência… desde aquele dia ela, eu e o Charly sabíamos… ela passou de uma menininha a uma puta, nunca largou o namorado dela já que é um garoto legal e paga todos os vícios de otaku dela, além disso agora ela comigo aprendeu como atender um homem… agora vem vestida com lingerie que estreia comigo…


Hoje eu já tô bem por fora dessas paradas, faz tempo que eu e a nena não nos vemos, meu amigo Charly às vezes encontra a Lauri na sweet e quando a gente se junta, os três, a Lauri costuma dizer que lembra como a nena gritava e como ela mudou pra melhor desde que a gente se encontrava todos lá…
Valeu a todos os leitores e isso responde um pouco da mina que eu fui postando os shouts dessa semana. Agradeço se deixarem pontos e compartilharem o post.
desde já obrigado e acompanham fotos da menina desde quando ela ainda nem tinha a buceta depilada até quando se vestia de lingerie pra mim….
pronto vêm alguns relatos que eu devo tanto da minha menina judia e da mamãe sem códigos…
0 comentários - A gostosa, chifres entre irmãos… (sempre corno)