A casa tinha se tornado o parque de diversões entre uma mulher adulta e quatro adolescentes que adoravam brincar com ela nesse jogo cada dia mais quente. Os dias passavam e os olhares que meu marido testemunhava que eu recebia dos garotos com todo o desejo pela minha carne era coisa de todo dia e o prazer que todos tínhamos era a regra geral da casa. Igual aos cantadas onde pararam de chamar meu rabo de Booty e chamavam as coisas pelo nome, inclusive na frente do meu marido, isso super excitava ele e a mim por ouvir "Vou bater uma punheta com o rabo da sua mãe, amigo (em referência ao meu filho Lució)" na frente dele e do meu marido. Eu ficava molhada, percebia que não havia remorso neles dois, curtiam igual ou mais que eles que sexualizassem meu corpo na frente deles, eu até aí queria soltar a puta que havia dentro de mim. Mas não saberia até onde meu marido e filho me permitiriam, o que sim fazíamos nos sábados que os amigos do meu filho ficavam em casa era um dia cheio de olhares e elogios de todos pra mim, e à noite quando nos deitávamos eles colocavam algum filme pornô a um volume que nós escutávamos sempre com alguma peça íntima minha pra bater uma punheta pensando em mim. Enquanto nós transávamos aos gritos pra eles ouvirem meus gemidos e gozavam sobre minha peça e no dia seguinte me deixavam pendurada no gancho da porta, isso aconteceu vários meses. Mas isso mudou uma noite que começou como sempre, mas eu queria mais e quando eles iam dormir eu disse: "Garotos_" e o que a senhora nos mostraria, Sra. Mónica _o que a senhora gostaria de ver?.... Eu disse essas palavras e meu marido me pegou pela mão e me girou pra que os garotos pudessem escolher que parte do meu corpo ver. Quando estou de costas mostrando meu rabo e fazendo força pra que se veja bem duro e empinado, sinto uns suspiros de excitação dos garotos, e sorrindo vejo seus olhos de desejo e meu marido acaricia minha barriga e desce a mão até minha buceta e com uma habilidade incrível comigo uma mão desabotoa o botão do shortinho que eu estava usando, mostra o elástico da calcinha que eu estava usando e, vendo os rostos deles, meu marido se atreve a mais. E abaixa a calcinha um pouquinho, deixando ver um pouco dos meus pelos pubianos (embora eu depile, deixo com um pouquinho de pelo bem aparado para o deleite do meu marido e agora dos meninos), os pelos eram pretinhos e naquele instante tudo mudou, as barreiras caíram como se nada. Em estado de emoção pura e dura, Carlos se aproximou e com um sorriso me deu um beijo na bochecha como dando sua aprovação ao que aconteceria ali. Sem dizer nada, coloquei um filme xxx e eles se sentaram no sofá grande e eu no meio dos quatro, dois de cada lado meu, e Carlos se sentou no sofá individual na nossa frente, onde veria o seu próprio filme pornô protagonizado pela sua amada, mas puta, esposa. Não terminei de apoiar a bunda no sofá e as mãos para me acariciar toda pareceram primeiro suaves e devagar, temerosas de arruinar o momento, de que eu me irritasse e cortasse o barato, mas abri minhas pernas para deixá-los tocar com conforto e eles, sem nenhuma palavra minha ou do meu marido, entenderam o gesto de abrir minhas pernas de absoluta aprovação aos seus amassos. Facundo estava do lado direito e Sebastián do lado esquerdo meu, os únicos que podiam me tocar; meu filho e o outro amigo teriam que esperar a vez deles para me acariciar. Estávamos cobertos por uma manta fina que eu tinha para quando via TV e sentia frio, aí meu marido não podia ver diretamente como tocavam minha buceta, mas pelo movimento da manta não havia muita outra coisa que Carlos podia imaginar, e ele pegou uma almofada do sofá e colocou na frente da virilha, e tapava nossa visão como a manta, mas o movimento era de que ele estava se tocando por cima da roupa. Eles se atrapalhavam com as mãos na minha buceta, agarrei a manta e puxei para cima para cobrir nosso corpo até os ombros e pegar uma das mãos, que foi a de Sebastián e eu levei ele aos meus peitos para que ele brincasse com eles. Sebastián quis dizer algo, mas eu o calei e continuamos nos tocando por um tempo. Pude ver que os quatro garotos tinham enfiado os braços dentro da coberta, se moviam para cima e para baixo, era óbvio que estavam batendo uma. Lucio e Pablo esperando a vez deles para me tocar, e Facundo e Sebas com uma mão me acariciavam toda e com a outra estavam se masturbando. Terminou o primeiro vídeo e Carlos se levantou para colocar outro vídeo, o que indicava que trocariam de lugar com os outros dois, incluindo meu filho. Ele estava prestes a me tocar lascivamente, a própria mãe, quando eu digo a Lucio se ele tinha pornô no celular para colocar no meio, e ele se negou. Eram vídeos de má qualidade e curta duração, amadores, disse ele. Ao que respondo que queria ver que tipo de pornô eles gostam, e ele cedeu, colocou o vídeo e, sem nenhum tipo de pudor, meu filho levou as mãos ao meu xoxota e seu amigo Pablo aos meus peitos, e com pequenos movimentos circulares acariciavam minha buceta e mamilos, me deixando cada vez mais molhada. Depois de alguns vídeos, notei como os quatro abaixaram um pouco as calças e estavam com o pau pra fora, mas eu queria ter certeza, levei minha mão às picas deles. Quando as toquei, estavam duras, super quentes, não me aguentei, afastei as mãos deles para continuar a masturbação com cada mão. Depois de um tempinho subindo e descendo o couro, percebi que abaixaram um pouco minha calça para enfiar a mão confortavelmente e empurraram a calcinha para o lado e estavam acariciando meus lábios vaginais, fazendo força para enfiar um dedo dentro de mim. O primeiro foi meu filho a enfiar o dedo até o fundo e me masturbar devagar. Eu senti um prazer enorme, embora meu marido não pudesse ver como nos masturbávamos, minha expressão, meus gestos e olhos que reviravam para cima como em um transe, mordendo o lábio inferior para abafar meus gemidos de prazer, que eu fingia que se não os emitisse ninguém perceberia minha infidelidade, o que estava acontecendo debaixo da coberta, embora fosse uma infidelidade consentida não em palavras, mas tacitamente ninguém ignorava a masturbação em grupo que estava acontecendo naquela noite na casa. Deixei que passassem vários turnos me metendo os dedos enquanto eu puxava o couro dele pra baixo e pra cima devagar pra não chegar até o final. Quando o vídeo terminou e meu marido colocou outro e ao ver o vídeo nós dois abrimos os olhos como ovos ao ver que era meu vídeo naquele momento os que estavam me metendo os dedos e me masturbando eram meu filho e Pablo, seu amigo, não aguentei a excitação e com voz entrecortada meio baixa mas todos ouviram, olhei pro meu filho e disse: Monica_ quero que me façam gozar(e beijei a bochecha do meu filho com um beijo maternal). E Lucio acelerou e igual a mim nossa mão fazendo a masturbação já não conseguia conter meus gemidos pra que todos ouvissem o prazer que eu estava sentindo explodi com dois dedos do meu filho dentro de mim sujando toda a mão dele igual a eles explodiram nas minhas mãos. Quando tomamos alguns segundos de ar, afastei a coberta e o marido pôde ver que sua esposa o tinha feito de corno, olhei pro meu filho, peguei a mão manchada e chupei um dedo pra sentir meu sabor e o outro dedo dei pro meu filho pra que provasse meu sabor: Mónica _ prova o sabor da mamãe quando está quente. E assim ele fez, o mesmo fiz com o amigo e masturbei os outros dois pra que terminassem, mas pra não me sujar a cara usei o boxer do Facundo e do Sebastião como protetor(enrolei os paus deles com o boxer e terminaram nas cuecas deles) uma vez que terminaram, meti um dedo deles na minha buceta e tirei com minha umidade pra que provassem meu sabor como fiz com Pablo e meu filho pra que todos estivessem em igualdade de condições, evitar brigas, me levantei e disse pra eles: Mónica _ querem saber um segredo, a mulher do último vídeo sou eu chupando o pau do teu pai, você lembra do roubo que ele sofreu, pois naquele celular estava, é hora de nós irmos dormir, mas vocês, se quiserem, podem ver mais vídeos xxx até a hora que quiserem. Quando Carlos se levantou e tirou o travesseiro das partes dele, também tinha abaixado a calça e estava com o pau duríssimo igual a uma pedra. Masisa era o único que não tinha gozado, mas em alguns minutos eu ia arrancar toda a porra dele com uma foda tremenda. Ele me pegou por trás, me deu um beijo na bochecha e disse pra eles: Carlos_ bom, pessoal, vocês já aproveitaram minha esposa o suficiente, agora é a minha vez. Boa noite. Continua.... PS: desculpa pela demora
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