A Filha Gananciosa IX

E nessa semana chegou o momento que eu tanto temia, um momento que achei que nunca ia acontecer porque tinha escondido bem tudo, tanto os rolos com meu tio, os rolos com papai (para mim eram mais que isso, era meu desejo) e claro meu encontro com o David (com quem não tinha escrito nem ligado). E chegou uma tarde enquanto eu fazia alguns exercícios de ciências e conversava com amigas quando meu pai entrou no meu quarto e seu olhar sério e acusador me dizia o quão burra e idiota eu tinha sido. - Valéria... tá estudando? Disse enquanto abria a porta e com a confiança de um pai a fechava atrás de si e se deitava na cama, será que duvidava de mim, claro que eu estava estudando?. - Sim, papai Hesitei, seu olhar já dizia muito, mamãe não estava e tomara que fosse confusão minha, tinha muitas dúvidas, fazia muito que não via esse olhar do papai. - Olha Valéria... - Hesitou papai e finalmente continuou - Seu tio Emílio... Bom, na verdade sua tia quer se divorciar dele... Você já nos ouviu outro dia e sua mãe acabou de me contar Olhei surpresa enquanto eu ficava em silêncio - Eu sei Valéria... - Continuou passados uns instantes Fiquei em choque com suas últimas palavras, o que será que meu pai sabia?, enquanto dizia isso, se levantou suavemente da cama e caminhou para fora. - Estuda... E deixa de celular Me disse quando saiu pela porta e a fechou atrás de si. Começou a me doer a cabeça, pensava sem parar, quase faltava o ar, o que será que meu pai sabia? Por que não me disse o que supostamente sabe? Caramba, não, caramba não, Porra!!. Estava em um problema e dos grandes. Nos dias seguintes escutei conversas do meu pai com mamãe sobre meu tio, continuei sentindo mamãe um pouco distante comigo e papai praticamente me tratava com uma normalidade que me entristecia. Passados vários dias e em uma dessas tardes onde meu irmão tinha saído com amigos e eu estudava sozinha decidi tomar banho embora habitualmente fizesse antes de dormir precisava espairecer. Entrei no banheiro, fechei a porta pra ter um pouco de intimidade, a água caía por cima do meu corpo enquanto eu continuava pensando nos meus problemas, ou melhor, no meu único e grande problema, o que será que meu pai sabia? Fechei os olhos por um instante enquanto a água caía, tentando abandonar o problema e comecei a tocar minha buceta, imediatamente sensações prazerosas e safadas invadiram meu corpo, peguei o chuveirinho e coloquei na minha buceta, um grande arrepio começou nas minhas costas descendo pras minhas pernas, minha buceta ficou molhada sem eu poder evitar. Desejava que todos os meus problemas fossem embora igual à água saindo pelo ralo, e principalmente tocava meus lábios vaginais enquanto a água morna saía do chuveirinho direto na minha buceta. Saí do banheiro coberta com uma toalha em direção ao meu quarto, queria enfiar os dedos e sentir de novo aquela sensação única que um orgasmo dá, assim que abri a porta me surpreendi ao ver papai, que virou a cabeça pra me olhar de cima a baixo. - O que você quer, papai? Perguntei meio desconfortável, ele tinha me ignorado de um jeito perfeito nos dias anteriores e eu queria não pensar no que ele supostamente saberia de mim, queria esquecer a conversa passada mas não conseguia. Ele se levantou da cadeira da minha escrivaninha e tocou o calça de moletom, tocou a virilha e pude observar uma ereção clara. Levantou-se com decisão e se colocou na minha frente completamente de pau duro, me olhando nos olhos enquanto eu sentia aquele desejo incontrolável de beijá-lo e senti-lo dentro de mim. - Você curte mais com seu tio Emilio... ou comigo? Ele sussurrou baixinho enquanto mexia o pau por dentro da calça, não tinha mais ninguém em casa mas o olhar dele me fez avaliar bem minha resposta que obviamente ia ser sincera. Quase paralisada, desviei o olhar envergonhada, mas papai me segurou pelo queixo, me sentia vulnerável. - Fala, Valeria Não era uma pergunta, era uma exigência, a mão que não estava no meu queixo desceu até a toalha e com um puxão fez ela cair no chão ficando nua na frente do meu pai. - Não, papai. Consegui responder de forma tímida enquanto suas mãos tocavam meus seios, essas mãos me fizeram ajoelhar entre suas pernas e enquanto eu olhava para ele na altura de sua ereção que claramente se destacava no short de moletom. - Você vai responder, Valéria? Ele me disse enquanto levava a mão ao short e o abaixava na hora, o pau do papai saiu decidido à aventura, ficando a alguns palmos do meu rosto, eu ia tentar pegá-lo com uma mão, mas a mão dele foi mais rápida e hábil, fez seu pau se mover e, ao mesmo tempo que dava um passo à frente, fez ele bater de leve contra minhas bochechas. O contato do pau dele me fez sentir uma descarga elétrica que percorreu do meu estômago até minha garganta, depois de vários toques nas minhas bochechas e lábios ele tentou segurar meu rosto com as duas mãos. - Isso sim, não! Exclamei assim que senti o que ele pretendia fazer, de jeito nenhum eu queria aquilo, será que ele queria foder minha boca? Eu estava excitada, mas o rosto do papai era um mistério para mim. - Você está morrendo de vontade, Val. Ele me disse com um sorriso deliberado, mistura de excitação e desejo. - Só precisa pedir, me diz - disse enquanto fazia seu pau bater contra meus lábios e minhas bochechas - Você prefere o papai ou seu tio? - Você, papai! - Quase implorei, desviando do pau dele e desejando pegá-lo com minha mão. Ele sorriu quase de forma maliciosa e lasciva, sentia um impulso forte entre nós dois, eu desejava esse papai decidido, esse toque de maldade e autoridade fez minha buceta desejar ser submetida de novo. O que aconteceu depois eu não soube entender, meu corpo obedeceu aos impulsos dele e num instante eu já tinha metido o pau do papai na boca, estava delicioso, eu precisava dele, era viciada nele e enquanto comecei a chupar com ansiedade ouvia sua respiração agitada enquanto me olhava com seus olhos profundos cheios de satisfação. Depois, aquelas mãos fortes que eu queria evitar, notei como seguravam minha cabeça com mais decisão, mal as senti e ele começou a mover os quadris de forma fluida, seu pau entrava e saía da minha boca sem perguntar nada, era só um objeto. Passados alguns minutos intensos onde mal consegui respirar fundo senti como ele parava de repente e me dava umas batidas com a glande nos lábios, observei o pau encharcado de saliva e de líquido pré-ejaculatório enquanto tentava limpar o queixo cheio dos mesmos líquidos. - Chupa ele! Disse com voz autoritária, minha vontade era dele, segurei o tronco com a palma da mão e dei umas lambidas na glande, assim eu gostava mais, então depois comecei a chupar a cabecinha que tanto amava. Notava como seu pau endurecia por momentos, ele bufava satisfeito, tentava empurrar para meter todo o pau na boca mas não conseguia, soltava pequenas ânsias e ele tirava o pau da minha boca o que permitia que eu pegasse ar até que ele a metia de novo. - Me olha enquanto chupa ele Disse enquanto me obrigou a levantar a cabeça e olhar nos seus olhos enquanto chupava, cada vez ele metia mais fundo e de vez em quando tirava para me dar batidas na cara, outras vezes passava todo o tronco pelos meus lábios, tudo isso enquanto meus olhos vidrados faziam contato com os dele. De forma decidida ele se retirou e me pegou de surpresa pelas axilas me fazendo de lado e me empurrando em cima da cama, me deitei sobre ela enquanto papai se despia e inconscientemente minha buceta se molhou ainda mais, sabia o que vinha e estava desejando. Tapei com minhas mãos a buceta para aliviar e fechei as pernas um momento, mas papai as abriu na hora, obedecendo o senti entre minhas pernas e começou a me dar pequenas batidas com sua cabecinha na minha buceta enquanto eu suspirava excitada. - Agora de verdade você vai ver o que é foder Disse meu pai enquanto me olhava nos olhos e colocava seu pau entre meus lábios vaginais, seu pau perfeito entrou devagar fazendo com que eu soltasse um gemido profundo, começou a meter e tirar com lentidão, eu tremia e mordia os lábios, sentindo um momento único. - Vou te foder bem ... É isso que você quer? Disse enquanto aumentava o ritmo de suas penetrações, minhas pernas tremiam sob seus movimentos e comecei a ofegar com força, as mãos do meu pai me seguraram forte pelos quadris para me foder à vontade, ele fazia num ritmo acelerado, o choque dos nossos corpos soava ritmicamente, eu respondia com pequenos movimentos e abafando gemidos. - Sim....sim papai Consegui responder entre gemidos, ecoando por todo o quarto o choque dos nossos corpos e principalmente aquele choque molhado e chapinhar do pau dele na minha buceta. - Vou arrebentar sua buceta! - Uivou meu pai enquanto me olhava - quero que você goze como nunca gozou com seu puto do seu tio - Disse quase com voz raivosa enquanto sentia que ele estava magoado pelo que fiz com meu tio. Meus gemidos já eram gritinhos contínuos, meu pai falava de forma obscena e me usava como seu brinquedo sexual, isso fazia com que eu me molhasse mais e mais, minhas pernas tremeram, soltei um berro e convulsionei como se uma força interior me sacudisse de um lado para o outro. Gozei selvagemente, meu pai tirou o pau dele da minha buceta e começou a se masturbar com força até que gozou em cima do meu estômago, o esperma me atingia em jatos constantes e chegou até meus peitos, ele ofegava cada vez com menos força e se afastou de mim com as pernas tremendo. -Vou tomar banho de novo Eu disse nervosa tentando me recompor depois de vários minutos deitada na cama, começava a sentir o sêmen morno dele no meu abdômen e nos meus seios. Desejava levar minha mão ao sêmen dele e saboreá-lo mas talvez meu pai me olhasse de forma estranha ou não gostasse, tomei a decisão de ir tomar banho não sem antes contar ao papai um pequeno segredo, embora ele tenha se adiantado, talvez sentiu meu olhar de preocupação e começou ele. - Val... Você transou com seu tio? Perguntou enquanto me olhava e parecia se afastar para evitar meu contato. - Sim Respondi sincera enquanto procurava evitar seu olhar e Eu já começava a me sentir desconfortável, já que agora o sêmen dele estava frio e eu sentia cada gota e quase poças no meu abdômen e nos seios. — Você gostou? Você gosta de fazer isso? Parecia que ele tinha dificuldade para expressar a pergunta, mas eu notava uma certa raiva no tom dele — Sim, papai... Eu não de... Ele me interrompeu no meio da frase — Calma, faz o que quiser, mas com proteção, não seja burra. Essa frase me machucou. Eu queria fazer tudo com ele, tudo com o meu pai. Talvez ele não sentisse o mesmo que eu por ele, e isso me machucou muito. — Eu sei, papai. Falei enquanto me afastava e me levantava da cama, querendo ir ao banheiro e tomar banho. O comentário dele tinha me machucado, e eu não queria de jeito nenhum contar que usava um dispositivo anticoncepcional interno no braço e que foi meu tio quem me levou para colocar e pagou. Talvez o papai pensasse que eu tomava pílula ou algo do tipo. Preferi não dizer nada e ficar quieta, não queria irritá-lo e que ele me rejeitasse. Já no banheiro, tomei banho desejando fazer tudo com o papai. Eu não precisava de outro homem. Tinha transado pela primeira vez com ele e tinha sido incrível, maravilhoso. Não precisava de mais homens, nem do meu tio Emílio nem do David. Eu só queria o meu pai.A Filha Gananciosa IX
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