Era um domingo à tarde em Buenos Aires, o sol entrava pelas janelas da academia vazia, aquele cheiro de cloro e suor tomava conta do lugar. Samuel entrou no vestiário masculino, com a mochila no ombro, pronto pra um mergulho na piscina. O lugar estava deserto, como se todo mundo tivesse decidido ficar em casa comendo um churrasco ou assistindo Netflix. Mas então, pela janela que dava pro corredor, ele viu uma gostosa impressionante: peitos enormes que transbordavam do top esportivo, e um bundão que parecia esculpido por um deus pervertido. Era a Maria Becerra, a cantora, com o cabelo preto solto e aquela cara de safada que todo mundo conhece dos clipes.
Ela o viu olhando pra ela, deu uma piscada safada e se afastou, deixando Samuel de boca aberta, o pulso acelerado e uma semiereção começando a se formar na calça. Samuel balançou a cabeça, tentando se concentrar no que tinha que fazer. Se trocou rápido, colocando a malla preta que marcava o pacote bem definido, e guardou a roupa no locker. Bem quando estava ajustando o elástico na cintura, a porta se abriu de repente. Era ela, María, entrando como se nada, com uma toalha no ombro e um sorriso inocente que não enganava ninguém. - Que porra é essa? - pensou ele, mas não disse nada no começo, só olhou ela de cima a baixo, notando como os peitos se moviam a cada passo, balançando de leve sob o tecido justo. - Eita, caralho, errei o vestiário - disse ela com voz brincalhona, mas nem fez menção de ir embora. Em vez disso, ficou ali, olhando pra ele com olhos que diziam "vem e faz comigo o que você quiser". Samuel reconheceu ela na hora, aquela cara angelical e de puta ao mesmo tempo, aquela figura explosiva que já tinha visto em mil vídeos. - Você é a María Becerra? - disse ele, com os olhos cravados nas curvas dela, sentindo como o pau começava a endurecer só de imaginar. Ela riu, uma risada rouca e sexy que arrepiou a pele dele. - Sou eu mesma. Quer uma foto ou algo assim? Sem problema, a academia tá vazia, ninguém vai encher o saco. - Samuel, ainda em choque mas excitado, tirou o celular com as mãos tremendo. - Vai, porra, fotos com você são um sonho realizado. - Pra primeira foto María se aproximou sem vergonha, colando a bunda enorme contra o pau de Samuel através da malla. O contato foi elétrico, como um raio direto no pacote dele; sentiu como o pau começava a endurecer um pouco, inchando contra aquela carne firme e redonda, latejando de leve com o calor que emanava do corpo dela.
Ela percebeu, mordeu o lábio inferior e murmurou baixinho: - Tá ficando duro por mim? - Ele ficou vermelho, mas tirou a foto, capturando o sorriso safado e aquele cu apertado contra ele, sentindo o roçar que o deixava mais excitado. Para a segunda foto, Maria pede que ele se sente em um dos bancos, ele obedeceu e tomou assento. Ela se acomodou sobre as pernas dele. Não satisfeita, María sentou diretamente em cima do pau dele, se ajeitando como se fosse um assento personalizado. O peso da bunda dela pressionou forte, e o pau ficou duro como pedra, pulsando, empurrando contra a buceta dela que já estava quente através da roupa. - A puta mãe, como ficou dura, otário. Olha como pulsa contra meu cu - sussurrou ela, se movendo um pouco para se esfregar, um movimento sutil mas intencional que fez Samuel gemer. Ele tirou a foto rápido, com ela posando como uma deusa do pornô, mas sua mente já estava em outro lugar, imaginando o que viria. Samuel pigarreou, tentando parecer casual enquanto seu pau latejava exigindo atenção. - eu, isso é o vestiário masculino, idiota. Mas... não tem ninguém, se quiser se trocar aqui, vai, sem problema. Eu não olho - María olhou pra ele com olhos brilhando de malícia - Ai, que bom. Vou me trocar rapidinho, mas não seja otário, olha se quiser - Começou a se despir, tirando o top devagar, revelando um sutiã rosa que mal continha seus peitos operados, enormes e perfeitos, com mamilos que se marcavam duros sob o tecido.
Samuel olhou para o chão no começo, respeitoso, mas seu pau continuava duro como pedra, traindo-o. - E aí, como eu tô, porra? Tá gostando do que vê? - perguntou ela, girando um pouco para mostrar o corpo. Samu levantou o olhar e ficou boquiaberto: peitos operados que desafiavam a gravidade, redondos e firmes, mamilos duros como diamantes pedindo para serem chupados, e uma bunda impressionante que parecia implorar para ser agarrada e levada. - Você tá uma gostosa, Maria, a puta que te pariu. Essa bunda é uma loucura, e esses peitos... me matam - balbuciou ele, com a voz rouca de desejo, sentindo seu pau vazar líquido pré-seminal na sunga. - Me pede pra dar uma volta, pra você ver direitinho - sugeriu ela com voz de safada total. Ele engoliu seco, o coração batendo forte. - Vai, dá uma volta, me mostra tudo, gostosa - Ela girou lentamente, parando com a bunda bem na cara dele, tão perto que Samuel podia sentir o perfume dela misturado com o suor fresco e um toque de excitação feminina. A bunda era uma obra de arte, redonda, firme, com umas marcas de biquíni que a deixavam ainda mais tentadora, convidando a tocar. De repente, María sentou "sem querer" em cima do pau duro dele, esmagando-o com seu peso, sentindo o pau pulsar através do tecido. Samuel gemeu alto, o prazer invadindo-o, seu pau latejando desesperado. Ela se levantou rápido, fingindo surpresa mas com um sorriso maroto: - Ai, porra. Isso é seu pau? Tá bem duro, como se quisesse me arrebentar já - Samuel riu nervoso, mas sua excitação era óbvia. Ela sentou ao lado dele no banco do vestiário, roçando a coxa na dele. - Vamos jogar algo pra passar o tempo, quer? Pedra, papel ou tesoura. Se você ganhar, eu tiro a peça que você escolher. Se eu ganhar, você tira a sunga, que é a única coisa que você tá usando, idiota - Samuel, com o pau latejando, aceitou sem hesitar. - Vai, vamos ver quem se desnuda primeiro - Na primeira rodada Samuel tirou tesoura, ela papel. Ele ganhou. - Tira a parte de baixo, otária" - disse ele com voz mandona, os olhos fixos na virilha dela. María se levantou, fazendo um striptease lento e torturante, tirando a fio-dental minúscula, rebolando o rabo como em um clipe de música, mas mais safado. Colou a bunda nua no pau dele, se esfregando contra a dureza. Samuel não aguentou e agarrou a bunda dela com as duas mãos, apertando aquela carne macia e firme, os sucos da buceta dela molharam a cueca. Depois ele soltou, ofegante.
- Ai, você me pegou muito forte, fez minha pussy ficar toda molhada, boludo - gemeu ela, já brilhando de umidade. Na segunda rodada Samuel tirou papel, ela tesoura. Ele perdeu. María, com voz de slut total, disse pra ele - Tira a sunga, forro. Deixa eu ver essa cock dura que tá me deixando louca. - Ela mesma tirou, libertando a cock de Samuel, grossa e venosa, apontando pro teto como uma lança. Pegou com a mão macia mas firme, punhetando forte, subindo e descendo o punho com ritmo experiente. - Que cock grande que você tem, boludo. Olha como ela lateja na minha mão, tá muito quente. - Ele gemeu alto - A slut mãe, filha da slut, vai, punheta mais rápido - Ela acelerou, o som da pele escorregadia enchendo o ar. - Me dá tapas na bunda, não espera eu pedir - Samuel deu um tapa forte na bunda dela, o som ecoando no vestiário vazio, deixando uma marca vermelha que a fez gemer de prazer. - Ai sim, mais forte, vai, adoro que você me bata como uma slut - Ele continuou, mas o prazer o invadiu, e ejaculou jatos quentes e grossos nas tetas operadas dela, manchando-as de esperma branco que escorria pelos mamilos duros. - A slut mãe, como você faz bem, boluda -, ofegou ele, vendo como seu cum cobria aquela pele perfeita. - Ai, você manchou todas as minhas tetas... enquanto eu me limpo, vamos jogar outra rodada -, disse ela, lambendo o esperma com a língua.
Na terceira rodada ela perdeu de novo. - Ai, vou ficar pelada, porra -, reclamou brincando, mas excitada. Levou as mãos dele para a parte de trás do biquíni, ficando cara a cara - Desamarra pra mim, papai, e me toca direito - Samuel se aproximou, colando o pau duro na buceta dela, sentindo a umidade quente escorrendo pelo pau, o clitóris inchado roçando contra a cabeça sensível. Ela pegou o pau dele e passou pela vagina, gemendo alto: - Ai, isso, roça meu clitóris, tá molhadinha por sua causa, porra, enfia um pouquinho - Ele tirou o biquíni dela, libertando aqueles peitos enormes que balançaram soltos, mamilos duros e eretos, convidando a serem chupados. Ela o pegou pela mão e o levou para a área da piscina, rebolando o rabo pelado na frente dele, cada passo fazendo as nádegas rebotarem hipnoticamente. Samuel não conseguia parar de olhar, hipnotizado por como ela se movia, imaginando meter nela por trás. - Eii, não olha só meu rabo, também tenho peitos bons, porra -, disse ela virando um pouco para mostrá-los, balançando com o movimento. Ela cravou os olhos na virilha dele. - Deus, você tem um pau muito bom, grosso e pronto pra arrebentar minha buceta como deve ser. - Maria mergulhou na piscina, a água fria contrastando com sua pele quente e suada. Pegou uma boia e colocou como sutiã, cobrindo mal seus peitos enormes. - Tira uma foto assim, pra você ter de lembrança. - Samuel obedeceu, capturando aquela imagem perversa, seu pau endurecendo de novo ao vê-la. Depois de tirar a foto, pulou na água, respingando nela com risadas. Começaram a nadar de um lado para o outro e fizeram corridas, mas o jogo era pura desculpa. Em um momento, ela parou: - Espera um segundo que preciso recuperar a energia. - Se aproximou debaixo d'água e pegou o pau dele, dando uma mini punheta de 5 segundos, subindo e descendo rápido, sentindo como endurecia mais na mão dela, as veias pulsando contra os dedos. Ele gemeu - Nossa, sua puta, como você faz bem, continua mais um pouco. - Ela soltou e nadou rápido para o outro lado, ele foi atrás. Ela chegou primeiro, esperando com as tetas flutuando na superfície como boias perfeitas. Samuel chegou, roçando o pau contra a perna dela debaixo d'água. Agarrou a bunda dela, apertando forte aquela raba firme, e se inclinou para chupar as tetas, lambendo os bicos duros, sugando com força enquanto a água respingava.
Ela gemeu - Ai sim, papi, me chupa mais, você me deixa toda molhada -. Depois a beijou, um beijo sujo de língua, explorando sua boca, mordiscando seus lábios enquanto suas mãos desciam para esfregar seu clitóris. - Olha o que eu sei fazer - disse ela com safadeza, mergulhando. Debaixo da água, chupou o pau dele, envolvendo-o com sua boca quente, sugando forte enquanto bolhas subiam, a língua girando ao redor da cabeça sensível. Samuel sentiu o prazer intenso, a água fria ao redor e sua boca quente como um forno. Ele a puxou agarrando os peitos, apertando-os e sentindo como quicavam em suas mãos. - Aí sim, esperei a tarde toda, seu safado. Queria esse pau na minha boca desde que te vi me olhando - suspirou ela ao sair, com água escorrendo pelo rosto. Samuel saiu da água, sentou na borda com as pernas abertas, o pau duro apontando pro céu. - Agora sim chupa ele, sua puta. - María se aproximou nadando, pegou o pau dele com a boca, chupando com força, a língua lambendo as veias, engolindo fundo até a garganta. - Ai sim, enfia mais fundo, engole tudo. - Ela acelerou: - Aiiii papi sim, que gostoso, me dá seu leite -, gemendo ao redor do pau dele. Ele não aguentou e gozou na cara dela, jatos de porra quente e grossa cobrindo as bochechas, lábios e queixo. Ela lambeu: - Que delícia é sua porra, seu idiota, tem gosto de puro vício. - Ele a agarrou pela bunda, deu um tapa forte que deixou uma marca vermelha e vibrante, e a tirou da água, levantando-a como se nada fosse. María subiu em cima dele, guiando o pau duro dele para sua buceta molhada e aberta. Ao enfiar, gritou - Ai, puta merda, que grande, você me preenche toda. - Subiu e desceu rápido, os peitos quicando selvagemente, respingando água, seus mamilos duros roçando contra o peito dele. - Samu, você tem ele enorme, olha que eu tenho muita prática mas você me arrebenta toda, seu idiota -, gemia ela, se enfiando mais fundo, sentindo como o pau dele esticava suas paredes internas, sua buceta escorrendo sucos que escorriam pelas bolas dele, se misturando com a água. Gritou mais alto - Mais rápido, vai, me arrebenta como a puta que eu sou. - Seus gemidos enchiam a academia - Ai sim, sim, a puta que me pariu, me dá mais -. - Goza dentro de mim, por favor... -, implorou ela, arranhando as costas dele. Samuel empurrou forte, ejaculando dentro dela, enchendo-a de porra quente que se misturava com os fluidos dela, escorrendo pelas coxas. - você me deixou destruída, caralho, sinto sua porra quente dentro de mim -, suspirou ela, tremendo de prazer, se contraindo ao redor do pau dele num orgasmo que a deixou sem ar. Pra prolongar o momento, se beijaram intensamente, com as mãos explorando corpos molhados e suados.
De repente, ouviram o anúncio pelos alto-falantes: - A academia fecha em cinco minutos, por favor dirijam-se à saída -. Samuel praguejou - A puta da mãe, logo agora -, ainda ofegante. Se vestiram rápido, ela colocando a roupa com mãos trêmulas, ainda pingando porra entre as pernas, a buceta inchada e sensível. Antes de sair do vestiário, María olhou pra ele com olhos famintos - Não posso ir embora assim, papai, me dá um pouquinho mais. - Se ajoelhou no chão frio, abaixou a sunga dele de novo e enfiou na boca o pau dele, chupando forte, engolindo inteiro, gemendo ao redor do pau dele. - Não posso ir embora sem mais do seu gozo, otário, me dá tudo na garganta - Samuel gozou rápido, ejaculando na boca dela, porra grossa que ela engoliu com prazer, lambendo os lábios - Deus, você é viciante - - Tô pra repetir, até capaz de chamar uma amiga, você fode muito bem, otário, me deixou destruída -, disse María, dando o número dele num papel amassado, com um sorriso de raposa satisfeita. Saíram pro corredor deserto da academia, mas a tensão continuava alta. Ali, contra a parede, Samuel a beijou de novo, passando a mão por baixo da saia, esfregando a buceta ainda molhada. - Filha da puta, não consigo parar - murmurou ele, e ela respondeu se ajoelhando outra vez pra uma chupada rápida, mas dessa vez ele a levantou e a prensou contra a parede, metendo forte, os peitos dela balançando contra o peito dele, sem tirar a roupa. Na porta da academia, se beijaram apaixonadamente, línguas entrelaçadas, mãos nas bundas e nos peitos, o gosto da porra ainda na boca dela. - Tchau, amor -, sussurrou ela, se afastando com uma piscadinha. Ele se despede, enquanto dá um tapa na bunda dela
Ela o viu olhando pra ela, deu uma piscada safada e se afastou, deixando Samuel de boca aberta, o pulso acelerado e uma semiereção começando a se formar na calça. Samuel balançou a cabeça, tentando se concentrar no que tinha que fazer. Se trocou rápido, colocando a malla preta que marcava o pacote bem definido, e guardou a roupa no locker. Bem quando estava ajustando o elástico na cintura, a porta se abriu de repente. Era ela, María, entrando como se nada, com uma toalha no ombro e um sorriso inocente que não enganava ninguém. - Que porra é essa? - pensou ele, mas não disse nada no começo, só olhou ela de cima a baixo, notando como os peitos se moviam a cada passo, balançando de leve sob o tecido justo. - Eita, caralho, errei o vestiário - disse ela com voz brincalhona, mas nem fez menção de ir embora. Em vez disso, ficou ali, olhando pra ele com olhos que diziam "vem e faz comigo o que você quiser". Samuel reconheceu ela na hora, aquela cara angelical e de puta ao mesmo tempo, aquela figura explosiva que já tinha visto em mil vídeos. - Você é a María Becerra? - disse ele, com os olhos cravados nas curvas dela, sentindo como o pau começava a endurecer só de imaginar. Ela riu, uma risada rouca e sexy que arrepiou a pele dele. - Sou eu mesma. Quer uma foto ou algo assim? Sem problema, a academia tá vazia, ninguém vai encher o saco. - Samuel, ainda em choque mas excitado, tirou o celular com as mãos tremendo. - Vai, porra, fotos com você são um sonho realizado. - Pra primeira foto María se aproximou sem vergonha, colando a bunda enorme contra o pau de Samuel através da malla. O contato foi elétrico, como um raio direto no pacote dele; sentiu como o pau começava a endurecer um pouco, inchando contra aquela carne firme e redonda, latejando de leve com o calor que emanava do corpo dela.
Ela percebeu, mordeu o lábio inferior e murmurou baixinho: - Tá ficando duro por mim? - Ele ficou vermelho, mas tirou a foto, capturando o sorriso safado e aquele cu apertado contra ele, sentindo o roçar que o deixava mais excitado. Para a segunda foto, Maria pede que ele se sente em um dos bancos, ele obedeceu e tomou assento. Ela se acomodou sobre as pernas dele. Não satisfeita, María sentou diretamente em cima do pau dele, se ajeitando como se fosse um assento personalizado. O peso da bunda dela pressionou forte, e o pau ficou duro como pedra, pulsando, empurrando contra a buceta dela que já estava quente através da roupa. - A puta mãe, como ficou dura, otário. Olha como pulsa contra meu cu - sussurrou ela, se movendo um pouco para se esfregar, um movimento sutil mas intencional que fez Samuel gemer. Ele tirou a foto rápido, com ela posando como uma deusa do pornô, mas sua mente já estava em outro lugar, imaginando o que viria. Samuel pigarreou, tentando parecer casual enquanto seu pau latejava exigindo atenção. - eu, isso é o vestiário masculino, idiota. Mas... não tem ninguém, se quiser se trocar aqui, vai, sem problema. Eu não olho - María olhou pra ele com olhos brilhando de malícia - Ai, que bom. Vou me trocar rapidinho, mas não seja otário, olha se quiser - Começou a se despir, tirando o top devagar, revelando um sutiã rosa que mal continha seus peitos operados, enormes e perfeitos, com mamilos que se marcavam duros sob o tecido.
Samuel olhou para o chão no começo, respeitoso, mas seu pau continuava duro como pedra, traindo-o. - E aí, como eu tô, porra? Tá gostando do que vê? - perguntou ela, girando um pouco para mostrar o corpo. Samu levantou o olhar e ficou boquiaberto: peitos operados que desafiavam a gravidade, redondos e firmes, mamilos duros como diamantes pedindo para serem chupados, e uma bunda impressionante que parecia implorar para ser agarrada e levada. - Você tá uma gostosa, Maria, a puta que te pariu. Essa bunda é uma loucura, e esses peitos... me matam - balbuciou ele, com a voz rouca de desejo, sentindo seu pau vazar líquido pré-seminal na sunga. - Me pede pra dar uma volta, pra você ver direitinho - sugeriu ela com voz de safada total. Ele engoliu seco, o coração batendo forte. - Vai, dá uma volta, me mostra tudo, gostosa - Ela girou lentamente, parando com a bunda bem na cara dele, tão perto que Samuel podia sentir o perfume dela misturado com o suor fresco e um toque de excitação feminina. A bunda era uma obra de arte, redonda, firme, com umas marcas de biquíni que a deixavam ainda mais tentadora, convidando a tocar. De repente, María sentou "sem querer" em cima do pau duro dele, esmagando-o com seu peso, sentindo o pau pulsar através do tecido. Samuel gemeu alto, o prazer invadindo-o, seu pau latejando desesperado. Ela se levantou rápido, fingindo surpresa mas com um sorriso maroto: - Ai, porra. Isso é seu pau? Tá bem duro, como se quisesse me arrebentar já - Samuel riu nervoso, mas sua excitação era óbvia. Ela sentou ao lado dele no banco do vestiário, roçando a coxa na dele. - Vamos jogar algo pra passar o tempo, quer? Pedra, papel ou tesoura. Se você ganhar, eu tiro a peça que você escolher. Se eu ganhar, você tira a sunga, que é a única coisa que você tá usando, idiota - Samuel, com o pau latejando, aceitou sem hesitar. - Vai, vamos ver quem se desnuda primeiro - Na primeira rodada Samuel tirou tesoura, ela papel. Ele ganhou. - Tira a parte de baixo, otária" - disse ele com voz mandona, os olhos fixos na virilha dela. María se levantou, fazendo um striptease lento e torturante, tirando a fio-dental minúscula, rebolando o rabo como em um clipe de música, mas mais safado. Colou a bunda nua no pau dele, se esfregando contra a dureza. Samuel não aguentou e agarrou a bunda dela com as duas mãos, apertando aquela carne macia e firme, os sucos da buceta dela molharam a cueca. Depois ele soltou, ofegante.
- Ai, você me pegou muito forte, fez minha pussy ficar toda molhada, boludo - gemeu ela, já brilhando de umidade. Na segunda rodada Samuel tirou papel, ela tesoura. Ele perdeu. María, com voz de slut total, disse pra ele - Tira a sunga, forro. Deixa eu ver essa cock dura que tá me deixando louca. - Ela mesma tirou, libertando a cock de Samuel, grossa e venosa, apontando pro teto como uma lança. Pegou com a mão macia mas firme, punhetando forte, subindo e descendo o punho com ritmo experiente. - Que cock grande que você tem, boludo. Olha como ela lateja na minha mão, tá muito quente. - Ele gemeu alto - A slut mãe, filha da slut, vai, punheta mais rápido - Ela acelerou, o som da pele escorregadia enchendo o ar. - Me dá tapas na bunda, não espera eu pedir - Samuel deu um tapa forte na bunda dela, o som ecoando no vestiário vazio, deixando uma marca vermelha que a fez gemer de prazer. - Ai sim, mais forte, vai, adoro que você me bata como uma slut - Ele continuou, mas o prazer o invadiu, e ejaculou jatos quentes e grossos nas tetas operadas dela, manchando-as de esperma branco que escorria pelos mamilos duros. - A slut mãe, como você faz bem, boluda -, ofegou ele, vendo como seu cum cobria aquela pele perfeita. - Ai, você manchou todas as minhas tetas... enquanto eu me limpo, vamos jogar outra rodada -, disse ela, lambendo o esperma com a língua.
Na terceira rodada ela perdeu de novo. - Ai, vou ficar pelada, porra -, reclamou brincando, mas excitada. Levou as mãos dele para a parte de trás do biquíni, ficando cara a cara - Desamarra pra mim, papai, e me toca direito - Samuel se aproximou, colando o pau duro na buceta dela, sentindo a umidade quente escorrendo pelo pau, o clitóris inchado roçando contra a cabeça sensível. Ela pegou o pau dele e passou pela vagina, gemendo alto: - Ai, isso, roça meu clitóris, tá molhadinha por sua causa, porra, enfia um pouquinho - Ele tirou o biquíni dela, libertando aqueles peitos enormes que balançaram soltos, mamilos duros e eretos, convidando a serem chupados. Ela o pegou pela mão e o levou para a área da piscina, rebolando o rabo pelado na frente dele, cada passo fazendo as nádegas rebotarem hipnoticamente. Samuel não conseguia parar de olhar, hipnotizado por como ela se movia, imaginando meter nela por trás. - Eii, não olha só meu rabo, também tenho peitos bons, porra -, disse ela virando um pouco para mostrá-los, balançando com o movimento. Ela cravou os olhos na virilha dele. - Deus, você tem um pau muito bom, grosso e pronto pra arrebentar minha buceta como deve ser. - Maria mergulhou na piscina, a água fria contrastando com sua pele quente e suada. Pegou uma boia e colocou como sutiã, cobrindo mal seus peitos enormes. - Tira uma foto assim, pra você ter de lembrança. - Samuel obedeceu, capturando aquela imagem perversa, seu pau endurecendo de novo ao vê-la. Depois de tirar a foto, pulou na água, respingando nela com risadas. Começaram a nadar de um lado para o outro e fizeram corridas, mas o jogo era pura desculpa. Em um momento, ela parou: - Espera um segundo que preciso recuperar a energia. - Se aproximou debaixo d'água e pegou o pau dele, dando uma mini punheta de 5 segundos, subindo e descendo rápido, sentindo como endurecia mais na mão dela, as veias pulsando contra os dedos. Ele gemeu - Nossa, sua puta, como você faz bem, continua mais um pouco. - Ela soltou e nadou rápido para o outro lado, ele foi atrás. Ela chegou primeiro, esperando com as tetas flutuando na superfície como boias perfeitas. Samuel chegou, roçando o pau contra a perna dela debaixo d'água. Agarrou a bunda dela, apertando forte aquela raba firme, e se inclinou para chupar as tetas, lambendo os bicos duros, sugando com força enquanto a água respingava.
Ela gemeu - Ai sim, papi, me chupa mais, você me deixa toda molhada -. Depois a beijou, um beijo sujo de língua, explorando sua boca, mordiscando seus lábios enquanto suas mãos desciam para esfregar seu clitóris. - Olha o que eu sei fazer - disse ela com safadeza, mergulhando. Debaixo da água, chupou o pau dele, envolvendo-o com sua boca quente, sugando forte enquanto bolhas subiam, a língua girando ao redor da cabeça sensível. Samuel sentiu o prazer intenso, a água fria ao redor e sua boca quente como um forno. Ele a puxou agarrando os peitos, apertando-os e sentindo como quicavam em suas mãos. - Aí sim, esperei a tarde toda, seu safado. Queria esse pau na minha boca desde que te vi me olhando - suspirou ela ao sair, com água escorrendo pelo rosto. Samuel saiu da água, sentou na borda com as pernas abertas, o pau duro apontando pro céu. - Agora sim chupa ele, sua puta. - María se aproximou nadando, pegou o pau dele com a boca, chupando com força, a língua lambendo as veias, engolindo fundo até a garganta. - Ai sim, enfia mais fundo, engole tudo. - Ela acelerou: - Aiiii papi sim, que gostoso, me dá seu leite -, gemendo ao redor do pau dele. Ele não aguentou e gozou na cara dela, jatos de porra quente e grossa cobrindo as bochechas, lábios e queixo. Ela lambeu: - Que delícia é sua porra, seu idiota, tem gosto de puro vício. - Ele a agarrou pela bunda, deu um tapa forte que deixou uma marca vermelha e vibrante, e a tirou da água, levantando-a como se nada fosse. María subiu em cima dele, guiando o pau duro dele para sua buceta molhada e aberta. Ao enfiar, gritou - Ai, puta merda, que grande, você me preenche toda. - Subiu e desceu rápido, os peitos quicando selvagemente, respingando água, seus mamilos duros roçando contra o peito dele. - Samu, você tem ele enorme, olha que eu tenho muita prática mas você me arrebenta toda, seu idiota -, gemia ela, se enfiando mais fundo, sentindo como o pau dele esticava suas paredes internas, sua buceta escorrendo sucos que escorriam pelas bolas dele, se misturando com a água. Gritou mais alto - Mais rápido, vai, me arrebenta como a puta que eu sou. - Seus gemidos enchiam a academia - Ai sim, sim, a puta que me pariu, me dá mais -. - Goza dentro de mim, por favor... -, implorou ela, arranhando as costas dele. Samuel empurrou forte, ejaculando dentro dela, enchendo-a de porra quente que se misturava com os fluidos dela, escorrendo pelas coxas. - você me deixou destruída, caralho, sinto sua porra quente dentro de mim -, suspirou ela, tremendo de prazer, se contraindo ao redor do pau dele num orgasmo que a deixou sem ar. Pra prolongar o momento, se beijaram intensamente, com as mãos explorando corpos molhados e suados.
De repente, ouviram o anúncio pelos alto-falantes: - A academia fecha em cinco minutos, por favor dirijam-se à saída -. Samuel praguejou - A puta da mãe, logo agora -, ainda ofegante. Se vestiram rápido, ela colocando a roupa com mãos trêmulas, ainda pingando porra entre as pernas, a buceta inchada e sensível. Antes de sair do vestiário, María olhou pra ele com olhos famintos - Não posso ir embora assim, papai, me dá um pouquinho mais. - Se ajoelhou no chão frio, abaixou a sunga dele de novo e enfiou na boca o pau dele, chupando forte, engolindo inteiro, gemendo ao redor do pau dele. - Não posso ir embora sem mais do seu gozo, otário, me dá tudo na garganta - Samuel gozou rápido, ejaculando na boca dela, porra grossa que ela engoliu com prazer, lambendo os lábios - Deus, você é viciante - - Tô pra repetir, até capaz de chamar uma amiga, você fode muito bem, otário, me deixou destruída -, disse María, dando o número dele num papel amassado, com um sorriso de raposa satisfeita. Saíram pro corredor deserto da academia, mas a tensão continuava alta. Ali, contra a parede, Samuel a beijou de novo, passando a mão por baixo da saia, esfregando a buceta ainda molhada. - Filha da puta, não consigo parar - murmurou ele, e ela respondeu se ajoelhando outra vez pra uma chupada rápida, mas dessa vez ele a levantou e a prensou contra a parede, metendo forte, os peitos dela balançando contra o peito dele, sem tirar a roupa. Na porta da academia, se beijaram apaixonadamente, línguas entrelaçadas, mãos nas bundas e nos peitos, o gosto da porra ainda na boca dela. - Tchau, amor -, sussurrou ela, se afastando com uma piscadinha. Ele se despede, enquanto dá um tapa na bunda dela
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