De namorada certinha a namorada puta

Minha namorada se chama Daniela, tem 22 anos. É baixinha, mede uns 1,53 ou 1,56 no máximo, é branca como pele de porcelana, a família dela é de Jalisco. Tem uma figura muito linda, um corpo muito definido; as pernas são bem proporcionais porque ela faz exercício. Tem um rabo divino e uns peitos deliciosos; pra altura que ela tem, a bunda é o que mais se destaca nela. Só pra ser mais descritivo, é daquelas mulheres que se coloca uma calça jeans aesthetic, como dizem, sim se vê que é bunduda. Tem um rosto muito doce e angelical, embora quando fica brava esconde, e uns lábios carnudos e rosados. Eu também tenho 22 anos, meço 1,75: muito alto pra ser baixinho e muito baixinho pra ser alto. Não sou corpulento, tenho mais um corpo normal, gosto de correr mas não sou definido, só não tenho excesso de gordura e carrego uma meia barriguinha de cerveja. Sou de pele clara, embora diferente da minha namorada, eu pareço mais moreno. Nós tínhamos uma vida normal; bom, pelo menos da minha perspectiva sim era. Estamos juntos há 10 anos. Eu fui o primeiro namorado dela e ela foi minha primeira namorada formal como tal; antes de namorar, éramos melhores amigos. Naquela época, os dois estávamos na universidade. Ela estudava Administração de Empresas e eu Engenharia Eletrônica. Os pais dela moravam em Jalisco, então alugavam uma casa pra ela sozinha aqui na cidade. Tínhamos o relacionamento perfeito. Nossa rotina era muito coordenada. Como nossas carreiras estavam em faculdades diferentes, eu passava pra buscá-la na saída pra irmos direto pra casa dela. Comíamos alguma coisa, fazíamos a lição de casa juntos e passávamos as tardes lá. Às vezes eu ficava pra dormir com ela e outras tinha que voltar pra minha casa por regras dos meus pais, mas praticamente vivíamos grudados. Tínhamos também nossos próprios círculos: ela saía com o grupo de amigas dela de Administração e eu me juntava com meus colegas da engenharia. Fazíamos praticamente tudo juntos: a compra do mês, a comida e a correria do dia a dia, embora de vez em quando ela saísse sozinha com as amigas dela e eu me reunisse com os meus. Por isso, meus amigos da engenharia já a conheciam, pelo menos de vista e de ter tratado ela em raras ocasiões. A mudança começou numa festa da faculdade de Direito. Uma das amigas da Daniela convidou ela e ela me disse pra gente ir. Eu aproveitei pra avisar meus amigos e a gente caiu tudo lá. No meio da festa, enquanto a gente dançava, me deu sede. —Vou pegar mais breja —falei no ouvido dela—. Já volto, me espera ou senta na mesa. Andei entre a galera até o balcão. Na volta, com as bebidas na mão, procurei a Daniela com o olhar. Lá estava ela, sob as luzes do salão, dançando de frente pra um cara que me dava as costas. Ver o jeito que ela mexia o quadril de um lado pro outro, pulando feliz e completamente entregue à música com aquele top vermelho e a calça de vinil, fez algo em mim se arrepiar. Não era raiva nem ciúme tradicional; era uma sensação estranha, uma mistura de choque e hiperfixação que me congelou por um segundo ali. Nem sentia o frio do balde que trazia na mão. Naquele instante, a meio metro de mim, escutei as vozes dos meus próprios amigos, com quem eu tinha vindo pra festa. Eu não tinha visto eles e eles também não tinham percebido que eu estava ali, bem do lado deles: —Uf, já viu a Daniela? Tá pra partir —disse um sem tirar os olhos dela. —É, a real é que sim —concordou o outro. —Dá pra ver que o Raúl não dá conta —arrematou o terceiro. O veneno caiu direto no meu estômago, mas engoli sem falar uma única palavra. Virei pra contornar a pista pelo outro extremo, desviando da galera até chegar bem atrás da Daniela. Passei o braço pela cintura dela pra colar ela em mim. Ela, já no clima, virou ao me sentir, jogou os braços no meu pescoço e me deu um beijo rápido. —Achei que você já tinha ido morar no balcão! —me disse no ouvido com um sorriso enorme. Foi aí que o cara com quem eu dançava de frente se virou. Era o Iván, amigo dele da faculdade. Me cumprimentou com a cabeça, tranquilo, e continuou na dele. Saber que era o Iván tirou a suspeita sobre o cara, mas o comentário dos meus próprios amigos ficou bem cravado na minha cabeça. Depois daquele momento a sós, me juntei a eles na pista. A gente começou a dançar, beber, gritar e brindar em grupo. Curtimos o resto da noite como se nada tivesse acontecido. Quando deu quase uma da manhã, a música baixou o volume, as luzes acenderam e o evento chegou ao fim. A gente caminhou junto de volta pro apartamento dele. Ao entrar, a casa nos recebeu num silêncio total. Decidimos pedir algo pra comer pra baixar a bebida, então me sentei no sofá da sala pra olhar os aplicativos no celular enquanto conversava com ela. A Daniela não se decidia por nada. Aí eu a vi passar em direção à cozinha. Segui com o olhar do sofá, vendo como a calça de vinil marcava a bunda a cada passo. Me levantei, fui atrás dela e cheguei por trás na bancada, me colando tanto que ela sentiu bem clarinho como eu tava. Comecei a abraçá-la, beijar o pescoço dela e apalpar. Passei as mãos por todo o corpo dela, descendo e subindo devagar até agarrar bem a bunda dela. Ela se deixou levar, mas num momento de lucidez entre tantos beijos, decidimos ir pro quarto. Mal a gente tava entrando, a Daniela me deu as costas e se jogou na cama, ficando de quatro. Ver aquela vista de trás, com o vinil apertado no quadril dela, fez a voz do Fer ecoar na minha cabeça: «Uf, tá pra partir». Senti uma pontada brutal. Minha ereção ficou ainda mais dura e uma corrente elétrica percorreu meu corpo de repente. Ajeitei ela melhor, levantando a bunda dela, e comecei a puxar a calça de vinil pra tirar. Enquanto eu lutava contra o tecido apertado, ela só gemia e se deixava levar; o álcool sempre deixava ela incrivelmente quente. Assim que consegui tirar a calça dela por completo, me joguei sobre ela. Coloquei a língua entre as nádegas dela e comecei a chupá-la com um desespero que me dominava; a excitação me deixava fora de mim. —Uff… sim, não para… uff, love, que gostoso —balbuciava ela com a voz entrecortada, afundando o rosto nos travesseiros. Eu não dizia nada, só me concentrava em continuar lambendo enquanto com as mãos percorria as costas dela e abria as nádegas para chegar mais fundo. Depois parei um segundo e dei uma mordida firme em uma das bundas. Aproveitando que ela estava completamente entregue, comecei a meter os dedos: primeiro um, devagar, tirando e fazendo círculos antes de meter dois. Ela estava molhada, então não houve resistência. Passei uma das mãos para frente para esfregar o clitóris dela, fazendo-a gemer mais alto enquanto se contorcia, perdida no êxtase. Ela só movia o quadril de um lado para o outro para me sentir mais, buscando que minha língua conseguisse roçar o clitóris dela enquanto eu subia e descia entre as pernas dela. Quando o tesão me dominou, me levantei, virei-a de frente e abaixei a calça. Estava completamente fora de mim de excitação. Me aproximei e coloquei direto na cara dela. Daniela, como louca, agarrou com as duas mãos. —Oh, meu love… exatamente o que eu precisava —disse com a voz rouca antes de colocá-la na boca. Começou a chupar com um desespero que estava me deixando fora de mim. Sentia a pressão da boca dela, o calor da garganta e a forma como apertava meus ovos com a mão livre enquanto dava chupadas profundas. —Uf, você tá duríssimo, meu love… você tá bem excitado —soltou entre chupadas, me olhando de baixo com os olhos semicerrados. —Como não? Se você me deixa assim —respondi fora de mim, agarrando o cabelo dela—. Com essas bundas, esses peitos e essa boquinha de puta, como não vou estar assim? Depois de quase cinco minutos dela me chupando como se fosse seu doce favorito, com essa boca macia e encharcada de saliva que te faz sentir nas nuvens —algo que com o tempo ela aprendeu a fazer muito bem—, me decidi a comê-la como ela merecia. Virei-a e a coloquei de quatro. Ao ver aquelas nádegas de novo, deixei cair um tapa tão forte que ecoou pelo quarto todo. Peguei meu pau e o direcionei direto pra entrada. Ela ficou parada, contida, como esperando que eu enfiasse. Deixei ir tudo de uma vez só. —Ai! Isso! —gritou, abafando a voz no travesseiro. Comecei a meter e tirar devagar, bem fundo. Segurei-a pelos quadris, cravando os dedos na pele enquanto acelerava o ritmo, dando duro, forte, metendo e tirando sem piedade. —Isso, assim! Me come, meu amor, me come! Me dá tudo! —gritava fora de si. Naquele momento, uma imagem me passou pela cabeça: por um segundo imaginei que não era eu que estava comendo ela. A noção me assustou, mas o tesão me fez investir ainda mais forte, com mais violência. Queria que ela continuasse gritando, que ficasse rouca. Molhei meus dedos com os próprios fluidos dela, passei direto no clitóris e comecei a esfregar freneticamente enquanto metia sem parar. Com a outra mão peguei o cabelo dela, puxando pra trás contra meu peito. Um orgasmo duplo nos atravessou ao mesmo tempo. Ela desabou exausta sobre o colchão e eu me deixei cair pesado sobre as costas dela, respirando em rajadas. Nos ajeitamos de conchinha, abraçados no silêncio do quarto, e entre o cansaço e o álcool, não soube em que momento adormeci. Acordei meio a meio, envolto na névoa da ressaca e do cansaço da noite anterior. No entanto, antes de abrir os olhos de vez, senti um calor úmido e rítmico envolvendo meu pau. Era a boca da Daniela. Com a luz do sol da manhã filtrando-se mal pela persiana, ela estava me chupando devagar, com uma dedicação faminta, me encharcando de saliva até me deixar sem fôlego. Na minha mente a ereção não tinha cedido por completo; o peso do choque da noite anterior, as vozes de Fer e dos meus parceiros na festa, tudo continuava flutuando na minha cabeça. Quando senti que estava prestes a gozar, avisei com um toque no ombro. Daniela não parou; pelo contrário, apertou o ritmo e me encarou enquanto eu gozava de repente na boca dela. Fiquei respirando ofegante, vendo como ela segurava o esperma por alguns segundos antes de virar para a beira da cama para cuspir num lenço da mesinha de cabeceira, exatamente como sempre fazia. Imediatamente depois, ela se levantou, caminhou até o banheiro em silêncio e ouvi a água da pia correr junto com o som da escovação dos dentes. Voltou um minuto depois, com o hálito fresco de menta, para me dar um beijo rápido na bochecha. —Pronto, meu amor… mas lembra que eu não engulo —ela disse num murmúrio brincalhão enquanto se acomodava de novo para dormir. A vi se virar de bruços, fechando os olhos para recuperar o sono. O cobertor escorregou até o quadril, deixando à mostra a calcinha cinza justa que marcava perfeitamente a bunda e a marca que meus dedos tinham deixado na noite anterior. Fiquei parado na beira da cama. Sem pensar direito por que fazia aquilo, sem um plano frio na cabeça, senti o impulso visceral de capturar aquela imagem. Peguei o celular, me aproximei em silêncio e tirei a foto de cima, focando o relevo do quadril e a peça justa. Guardei o telefone no bolso e a foto ficou ali, sepultada na galeria como uma prova silenciosa. Passaram duas semanas de rotina normal. Estávamos nos bancos da faculdade: Mateo, Fer, Santi e eu. Tínhamos que revisar um diagrama do quadro que tirei foto naquela manhã. Como eram várias imagens do guia de estudo, emprestei meu celular para Fer para que os três revisassem amontoados sobre a tela. Fer começou a passar as fotos: anotação 1, anotação 2, diagrama… e num movimento rápido do polegar, deslizou demais. Na a tela brilhou a foto de Daniela dormindo de bruços, com o lençol pra baixo e a calcinha cinza marcando todo o contorno do quadril e da bunda. Fez-se um silêncio sepulcral de três segundos. Ninguém se mexeu. Fer ficou vermelho na hora, Santi engoliu seco e Mateo arregalou os olhos disfarçadamente, fixando o olhar no volume da calcinha antes que Fer deslizasse a tela de volta às pressas. Ninguém disse uma única palavra, mas a tensão no ambiente ficou densíssima. Passaram-se mais duas semanas desse incidente. Um dia fui à academia com o Mateo à tarde. Ao terminar o treino, entramos na área dos chuveiros sem porta. Quando me virei pra pegar o sabonete, vi ele pelado debaixo d'água. Sem querer percebi que ele tinha um pau que, mesmo meia bomba, já estava do tamanho do meu quando tô duro. Fiquei congelado por um segundo, disfarçando o olhar pro chão enquanto sentia um soco gelado no estômago. A imagem me perseguiu todo o caminho de volta pra casa. No caminho pro apartamento, a imagem não saía da minha cabeça. Mas a insegurança inicial começou a se deformar em algo muito mais sombrio. Minha mente começou a juntar as peças: a foto de calcinha, o pavor da Daniela de engravidar… e a desproporção do Mateo. Começaram a me surgir perguntas que aceleravam meu pulso: O que aconteceria se a Daniela tivesse esse tamanho na frente dela? Que cara ela faria ao ver um pau que não cabe na mão? Ela esqueceria o pânico de engravidar se um cara desses a pegasse com essa força? Dias depois, no apartamento da Daniela, ela passava creme na frente do espelho enquanto a gente falava da faculdade: —Ei, esse tal de Mateo… sei lá, parece que tem cara de ser bem magrelo ou meio sem graça, né? Fiquei olhando pra ela da beirada da cama. Na minha cabeça ressoou na hora a imagem do Mateo pelado debaixo d'água nos chuveiros. Senti um soco gelado no estômago, mas a insegurança se transformou rápido nesse tesão sombrio. —Acredita que de magrelo ele não tem nada nada —eu soltei com uma segurança seca. Daniela se virou para me ver com o creme meio passado, franzindo a testa com uma risadinha entre confusa e divertida. —Ah, é? E você como sabe tanto? Que nojo, Raúl, nem parece que você ficava olhando pra ele. —A gente vai na mesma academia e nos chuveiros é impossível não notar. Sem querer eu percebi que esse cara tem uma pica que, mesmo meia-bomba, tá do tamanho da minha quando tá dura. É um monstro, Daniela. Aposto que se ele tivesse de pau duro na sua frente, dava pra ver por cima da calça sem esforço. Daniela ficou gelada. O riso congelou nos lábios dela e ela ficou em silêncio por alguns segundos, processando a imagem explícita que o próprio namorado tinha acabado de descrever. —Ai… que merdas você fala, Raúl —resmungou por fim, se virando pro espelho um pouco mais devagar, tentando disfarçar o choque. A gente tava no sofá do apartamento dela. Daniela tava com uma camiseta folgada minha e um shortinho curto que deixava as pernocas dela de fora. Tava com as pernas cruzadas e concentrada vendo uma série, mas o clima entre a gente fazia dias que tava ficando estranhamente pesado. A culpa, misturada com essa fixação mórbida que não me deixava em paz desde a história da academia, tava me queimando por dentro. —Ei, Dany… —falei, interrompendo a tela com um tom de voz deliberadamente baixo, tentando parecer arrependido mas firme. —O que foi? —respondeu sem virar de todo, com o olhar ainda na TV. —Tenho que te contar uma coisa, mas não quero que você fique brava nem faça drama. Foi um acidente idiota. Aí sim ela se virou. Desligou o volume da TV com o controle e me olhou com a testa levemente franzida. —Vamos ver… o que você fez, Raúl? Engoli em seco, atuando o desconforto perfeito. —Outro dia que a gente tava estudando na faculdade… eu tava mostrando uns diagramas pros caras no meu celular. Emprestei o telefone pro Fer pra ele dar uma olhada nuns papéis e… o cara deslizou a galeria demais. Daniela ficou rígida. A cor do rosto dela começou a mudar lentamente. —E aí? O que ele viu? —Foi uma foto que tirei de você umas semanas atrás… quando você estava dormindo de bruços. Na calcinha cinza. Um silêncio pesado caiu sobre a sala. Daniela abriu a boca algumas vezes sem que a voz saísse. A vergonha e a indignação acenderam suas bochechas num vermelho vivo. Levou uma mão ao peito, processando o impacto. —Como assim, uma foto minha de calcinha, Raúl? —soltou num sussurro carregado de raiva e timidez—. E a Fer viu? Quem mais estava lá? —Estavam a Fer, o Santi… e o Mateo —disse, deixando cair esse último nome com precisão cirúrgica. Daniela cobriu o rosto com as duas mãos, deixando escapar um gemido de pura vergonha. —Não fode, Raúl… que puta nojo e que vergonha. O que vão pensar de mim? Por que caralhos você tira fotos de mim dormindo? —Foi um segundo, Dany —a interrompi, tomando-a suavemente pelas mãos para tirá-las do rosto—. A Fer apagou na hora e ninguém disse nada. Ficaram mudos. Mas te conto porque não quero guardar segredos de você. Ela não respondeu. Ficou me encarando com os olhos arregalados, a respiração agitada e os lábios apertados. Na mente dela, a mistura era caótica: a vergonha atroz de saber que três caras tinham visto a bunda dela, mas acima de tudo, a ideia fixa de que o Mateo —o cara de quem dias atrás eu tinha dito que guardava um pau que mesmo meia-bomba igualava o meu ereto— já conhecia cada curva das nádegas dela na intimidade da cama. Naquela mesma noite, depois da discussão, fomos pra cama. Enquanto ela dormia de lado, fiquei olhando o quadril dela sob o cobertor. Sabia que a fissura no pudor dela já estava feita. Chegou a noite do aniversário da Daniela. Ela queria brilhar na festa, então se arrumou com toda a alegria da aniversariante: colocou uma blusa de alcinha que emoldurava perfeito o volume firme dos peitos e uma minissaia preta de corte fluido e leve, ajustada na cintura mas com roda embaixo. Como a saia era justa em cima, decidiu não usar calcinha para que não marcasse a lingerie, optando por uma thong discreta. Estava linda, deslumbrante, com os lábios pintados de um vermelho intenso que atraía todos os olhares na varanda. Mateo chegou um pouco mais tarde, vestindo uma camisa escura e uma calça social cinza de tecido fino e caimento suave. Cumprimentou Daniela com um abraço educado mas firme. Ao senti-lo perto, as bochechas dela coraram de vergonha ao lembrar da confissão da foto, mas tentou disfarçar rápido para curtir a noite. A festa rolava e a vontade de dançar de Daniela era evidente. No entanto, depois de umas caipirinhas e um passo em falso perto do bar, torci feio o tornozelo esquerdo. A dor me fez fazer uma careta e tive que ir me sentar no sofá da varanda com um copo de gelo. —Não fode, Raúl… sério que você se machucou agora? — protestou Daniela, fazendo um bico genuíno de aniversariante. Naquele momento tocou uma bachata animada, uma das favoritas dela —. É minha bachata, meu amor… não me fode. —Vai dançar com alguém enquanto isso passa, meu amor — eu disse. Mateo, que estava perto, deu um passo à frente com tranquilidade. —Eu acompanho ela, Raúl, pra que ela não fique sentada na música dela — disse com voz calma. Daniela hesitou um segundo, mas pegou a mão de Mateo e foram pra pista. No começo foi uma dança limpa, alegre. Porém, ao marcar um giro rápido, o voo da minissaia leve levantou por completo. Foi só uma fração de segundo, mas Mateo conseguiu ver direto a curva das nádegas dela descobertas pela thong. Daniela reagiu na hora, abaixando a saia com o rosto queimando de vergonha. Ao levantar o olhar, pegou Mateo com a guarda baixa: o rosto dele tinha se transformado numa expressão densa, pesada, de puro desejo concentrado. Sem pausa, o DJ emendou essa pista com uma segunda bachata: um ritmo muito mais lento e sensual. A cadência os obrigou a se aproximar. Mateo ele a cintura com a mão firme pra marcar o vaivém coladinho. A saia fluida não oferecia resistência contra o tecido fino da calça social dele. A cada tempo musical, Daniela sentiu de cheio, contra a parte de cima da coxa e o quadril, o volume pesado, denso e mole do pau do Mateo em repouso. Um, dois, três, roça… A mistura foi demais: o choque tátil daquela carne quente, a cara de tesão do Mateo, a foto de calcinha e a lembrança do que eu tinha contado pra ela sobre o tamanho dele. Daniela sentiu uma descarga elétrica que percorreu o ventre dela. Sobrecarregada, cortou o passo sutilmente antes que a música acabasse. —Ai, acho que me cansei um pouquinho… vou ver como tá o Raúl —disse disfarçando com um sorriso nervoso. Mateo a acompanhou de volta pro sofá. Daniela sentou do meu lado com as pernas bem fechadas, a respiração acelerada e os lábios vermelhos entreabertos, sem se atrever a olhar pro Mateo no resto da rodada. Aí, o clima mudou. Da bachata fomos pro reggaeton velho e pesado. Nessa altura, a mistura do cetorolaco com as doses já tinha me feito um efeito brutal; eu continuava meio afundado no sofá, sonolento, lesado e desconectado da festa. Valéria, atenta a tudo, viu a oportunidade perfeita. Pegou a Daniela pela mão e arrastou ela pro balcão, servindo uns dois shots de tequila que acenderam o sangue dela e baixaram as defesas. —Olha, o Mateo tá livre, não seja chata —provocou Valéria, dando um empurrãozinho leve nela na direção dele. Daniela não resistiu. Mateo a pegou pela cintura, fez ela dar uma volta e, quando ficou de costas, colou nela por completo. O contato foi fulminante: a minissaia era quase inexistente contra a calça social cinza. Daniela sentiu como o volume —que começava a ficar mais denso e meio duro pela proximidade— se encaixava de cheio na ranhura da bunda dela. Em vez de se afastar, a mente da Daniela nublou e o corpo dela tomou o control: empurrada pelo álcool, começou a mover as nádegas devagar, se esfregando no ritmo do grave. Se deixava levar pela massa quente e volumosa que sentia nas costas. A alguns metros, Valeria observava a cena fascinada; o movimento do tecido fino revelava o contorno inconfundível do que Mateo carregava na virilha: um pau monstruoso e proeminente. Passaram duas músicas nessa dinâmica até que o DJ cometeu um erro na transição e a música cortou de repente por dois segundos. O silêncio repentino fez Daniela reagir de imediato. Parou de uma vez, girando sobre os calcanhares. Naquele microssegundo, Mateo e Valeria notaram seu estado real: a blusa de alcinha simples, sem bojo nem enchimento, deixava ver perfeitamente seus dois mamilos completamente duros, eretos e marcados através do tecido pela excitação brutal que ela trazia contida. Seu rosto estava corado e sua respiração ofegante. —Vou… vou ao banheiro um segundo —conseguiu dizer com a voz desajeitada. Pegou Valeria pelo braço para não perder o equilíbrio e Mateo as seguiu em passo tranquilo alguns metros atrás em direção ao corredor dos banheiros. Valeria, com aquela vibe brincalhona e pesada depois de ver o tamanho de Mateo, deu a Daniela um empurrão de propósito: —Cuidado, bêbada! Daniela perdeu o equilíbrio por completo. Mateo reagiu abrindo as pernas para segurá-la. Daniela caiu de joelhos no chão, com a cabeça bem na altura da virilha dele, e a palma da mão direita pressionou direto sobre a base da calça social, sentindo sob os dedos a massa grossa, densa e pesada que eu tinha descrito para ela. Daniela levantou o olhar tonto, vendo o volume enorme de Mateo se marcando sob o tecido a centímetros do seu rosto. Mateo olhou para ela de cima com aquela calma densa e a segurou com firmeza pelos ombros para ajudá-la a se levantar. Valeria soltou uma gargalhada alta: —Não fode, Daniela! Aguenta até chegar no banheiro, não vai se ajoelhar aqui pro Mateo! Daniela sai do banheiro um feixe de nervos. Molhou o rosto, tentou acalmar a respiração agitada e ajeitar a blusa para disfarçar o quanto os mamilos estavam marcados. A imagem de estar de joelhos diante da braguilha de Mateo a deixava à beira de um colapso de culpa. Ignorando Mateo e Valeria no corredor, caminhou apressada de volta para a varanda. Precisava se agarrar a mim para sentir que não tinha feito nada de errado. Chegou ao sofá e se ajoelhou ao meu lado, pegando minha mão com desespero.
—Meu amor… como você está? —me disse com a voz embargada.
Mal abri os olhos. A mistura de remédios e álcool me deixava numa névoa.
—Bem, meu bem… já não dói tanto o pé —balbuciei, apertando a mão dela frouxamente—. Você está linda… vai, vai dançar, se divertir com os caras, é seu aniversário. Eu aqui estou de boa descansando. —Não, meu amor, quero ficar com você… —tentou se justificar Daniela. —Não seja boba, Dany… vai dançar, não estrague sua festa por minha causa. Daqui a pouco passa e eu te alcanço.
Essa permissão meio sonolenta ecoou na cabeça dela. Sua mente interpretou como uma absolvição de culpa. Naquele momento, Mateo e Valeria se aproximaram.
—Já ouviu seu namorado, não seja chata —disse Valeria pegando-a pelo outro braço—. Vem, vamos dançar mais uma rodada. —Vamos, Daniela. Eu cuido de você enquanto o Raúl se recupera —acrescentou Mateo estendendo a mão.
Daniela engoliu em seco e aceitou a mão de Mateo. Mas ao voltar para a pista sob o mantra de que "era só dançar", a situação saiu do controle. Mateo colou o quadril nela e suas mãos começaram a deslizar para baixo. Com uma naturalidade impressionante, enfiou as palmas diretamente por baixo da saia fluida de Daniela. Seus dedos tropeçaram na pele descoberta das nádegas dela, mal cobertas pela fio-dental. Mateo as agarrou com firmeza, apertando e levantando-a levemente. Esse puxão fez com que o entrepernas de Daniela ficasse montado contra a braguilha de Mateo, sentindo a massa fervendo e Rígida, com o pau dele batendo direto contra a umidade dela. Um gemido abafado ficou preso na garganta de Daniela. Mateo começou a deslizá-la pela pista em direção a um canto mais escuro da varanda, perto de um muro de concreto longe das luzes. Girou-a com firmeza e a posicionou de frente para a parede, deixando-a arqueada, com as mãos apoiadas no muro frio, o quadril levantado para trás e a minissaia levantada. Mateo colou-se por trás dela, ajustou o pau e encaixou o caralho grosso diretamente na fenda da bunda dela, subindo e descendo num vaivém lento e pesado. Deslizou as mãos para cima por baixo dos braços dela até alcançar os peitos por cima da blusa, apertando-os e beliscando os mamilos duros. A alguns passos de distância, Valéria observava a cena com a boca aberta, paralisada de puro tesão. Daniela respondia à dança rebolando o culo em Mateo para buscar mais contato. Sentindo-se com o controle total, Mateo sentiu o pau ficar bem duro. Colou-se ao ouvido dela e sussurrou: —Tá gostando? Tá gostando do que tá sentindo? Daniela não disse palavra, só soltou um suspiro abafado. Mateo a agarrou pela cintura, girou-a de repente para colocá-la de frente e pegou a mão direita dela, descendo-a pelo abdômen para colocá-la direto sobre o pau, bem em cima do caralho ereto. Daniela não tirou a mão; sentiu a barra dura e grossa como o próprio braço dele. Naquele segundo, completamente extasiada e com a cabeça nublada pelo álcool, a culpa desapareceu diante da urgência do seu corpo. Mateo não estava disposto a deixar o momento passar. Com a respiração quente colada ao ouvido de Daniela, deu uma olhada rápida para os lados, certificando-se de que a penumbra daquele canto da varanda os cobria. Sem soltá-la do pescoço, abriu o zíper da calça social e tirou o pau de um só puxão. Daniela, ainda com a mão apoiada na calça dele, sentiu a mudança de textura instantânea. Ao baixar o olhar, a luz tênue de um Um refletor distante iluminou a cena: na frente do rosto dela tinha um pau enorme, largo, grosso como o próprio antebraço, com as veias saltadas e a pele esticada, soltando já uma gota de líquido pré-ejaculatório que brilhava na ponta. Ela jamais tinha visto algo semelhante; seus olhos se arregalaram e um rubor violento incendiou seu rosto. A impressão a deixou em um choque absoluto, com a boca levemente aberta, incapaz de articular uma palavra. Mateo a agarrou com firmeza pelo cabelo e aproximou sua cabeça direto da virilha. Daniela, sem que ninguém ordenasse, impulsionada unicamente pelo transe da excitação e da fascinação, abriu a boca e a recebeu. Deu trabalho para acomodá-la: era tão larga e longa que não cabia inteira. Apertou as mãos ao redor da base para se apoiar, mas seus dedos nem conseguiam se fechar completamente ao redor da grossura. Começou a chupá-lo com um desespero cego, agarrando os peitos por cima da blusa e beliscando os mamilos duros enquanto se engasgava levemente com o tamanho. —Ai, que gostoso você chupa… já sabia —sussurrou Mateo num gemido surdo, mantendo o olhar fixo no corredor caso alguém se aproximasse—. Já sabia que você era uma puta safada. Desde que te conheci eu soube. A foto que seu namorado mostrou da sua bunda me fez perder a razão… queria te comer e daqui você não vai me escapar. Daniela não negava nada; com a boca cheia, só assentia com a cabeça enquanto acelerava o ritmo da sucção. A alguns metros, apoiada na parede, Valeria olhava a cena totalmente fascinada. Sacou o celular disfarçadamente e começou a gravar vídeo sem flash. A luz ambiente mal conseguia registrar o volume e a silhueta de Daniela ajoelhada na frente dele, mas o enquadramento captava perfeitamente a capitulação total da aniversariante. Pouco depois, a música parou. Daniela se levantou às pressas, ajeitando a roupa com as mãos trêmulas, presa num ponto de não retorno: eu não queria que aquilo continuasse pelo pânico de ser descoberta, mas seu corpo inteiro exigia mais. Aproveitando o estado de vulnerabilidade de Daniela e o estado vegetal em que eu me encontrava, Mateo assumiu o comando. Pegou as chaves da caminhonete do meu bolso, me carregou pelo braço e caminhamos até o estacionamento. O trajeto na caminhonete foi um martírio de silêncio e tensão. Mateo ao volante dirigia com desenvoltura e calma absoluta, enquanto eu descansava no banco de trás, roncando levemente e mergulhado num torpor profundo pela mistura do álcool e do remédio. Valéria vinha de carona, olhando de esguelha pelo retrovisor para Daniela, que vinha sentada atrás comigo, com o olhar perdido na janela, o pulso acelerado e as pernas apertadas. Ao chegar no prédio de apartamentos, Mateo estacionou na vaga designada. Mover meu corpo inerte era complicado. — Tá no avião esse desgraçado — disse Mateo desligando o motor —. Se a gente subir assim, a gente deixa ele cair na escada. Valéria, com o sorriso cúmplice de quem guardava um segredo na galeria do celular, propôs a solução: — Eu fico aqui na entrada cuidando dele enquanto ele acorda. Sobam vocês, abram o apartamento e deixem as coisas prontas. Depois a gente desce pra pegar ele. Daniela não teve vontade pra se opor. Subiram as escadas externas e entraram no apartamento na penumbra. O eco dos saltos de Daniela sobre os degraus flutuantes de madeira marcava o ritmo do seu nervosismo. Mateo vinha um passo atrás, devorando com o olhar o rebolado das nádegas dela sob a minissaia. Chegaram no quarto principal. Daniela acendeu o abajur da mesinha de cabeceira e se virou para a cama pra fingir que arrumava as cobertas. Mas Mateo já tinha trancado a porta. Avançou em silêncio, a pegou pela cintura e a jogou sobre o colchão. Sentou ela na beirada, deitou ela de barriga pra cima e abriu as pernas dela de par em par. Ele se acomodou de bruços entre as coxas dela, deixando a pau de Daniela colada no rosto dela. Sem preâmbulos, meteu a língua direto na umidade dela. Usava dois dedos pra entrar e sair devagar enquanto com o polegar procurava o clitóris. Daniela se arqueou na cama, soltando gemidos entrecortados, se agarrando aos lençóis. De vez em quando, Mateo interrompia o ritmo pra dar um tapa firme num peito ou dar uma mordida na parte interna da coxa, deixando a marca dos dentes. —Ai, sim… devagar… ai, que delícia, não para, por favor —implorava ela fora de si. —Não vou parar, vadia, mesmo que você peça —respondeu ele sem levantar o rosto da virilha dela. Ficou assim quase vinte minutos, alternando a língua e os dedos até que as pernas de Daniela começaram a tremer convulsivamente, exausta de pura fixação física. Precisava sentir a penetração; a espera estava enlouquecendo ela. —Mateo… —murmurou ela com o fôlego entrecortado. —O que você diz, safadinha? —perguntou ele levantando o olhar. —Que você me foda logo… —soltou num sussurro carregado de submissão. —Ok, vadia. Fica como o que você é. Daniela se virou e se colocou de quatro no colchão, levantando o quadril. Mateo se ajeitou atrás dela, tirou o membro totalmente ereto e apoiou a cabeça na entrada. —Chupa um pouco pra entrar, embora eu não ache que vamos ter dificuldade porque você tá escorrendo —disse ele passando a mão pelas costas dela—. É assim que seu namorado te deixa ou você é assim com todo mundo? Daniela ficou em silêncio. Se virou levemente, pegou a ponta com os lábios, molhou com a própria saliva e voltou a se ajeitar de quatro. Mateo posicionou a cabeça do pau e começou a empurrar aos poucos. Daniela sentiu um calor brutal que a ia abrindo à força. Esse membro denso, grosso como um braço, esticava as paredes internas dela de um jeito que ela nunca tinha experimentado. Mordeu o travesseiro pra abafar o impacto, sentindo como a carne de Mateo a preenchia centímetro a centímetro. Mateo, curtindo a opressão das paredes de Daniela, ele deixou cair uma palmada sonora na bunda direita. —Ai, sua puta… você não sabe quantas vezes eu quis te ter assim, de quatro, rendida ao meu pau. Você tá super apertada. Ufff, que delícia, você tá murmurando — sussurrava Mateo enquanto metia e sentia o calor junto com a umidade de Daniela. Quando conseguiu enfiar metade, agarrou forte o cabelo dela, puxando-a para trás para levantar o torso. Daniela não conseguiu se conter mais e começou a gritar de dor e prazer misturados. —Você quer? —desafiou Mateo, parando o empurrão. Ao não receber resposta imediata, Mateo começou a deslizar para fora, deixando-a vazia. A sensação de perda foi tão violenta que Daniela perdeu o último resquício de dignidade que lhe restava. —Me dá! Por favor! Me dá tudo! —gritou desesperada, jogando o quadril para trás. Mateo respondeu metendo de uma só vez até o fundo, fazendo a pelve bater sonoramente contra as nádegas dela. Daniela soltou um uivo seco, abafado no cobertor, tremendo por completo enquanto tentava se adaptar ao volume. —Não… espera… tá muito… ahh… vai me romper… você tá me enchendo demais… —murmurou Daniela fracamente, sem forças para se defender. Mateo avançou com um movimento lento mas constante, dando-lhe alguns segundos de pausa para deixar seu corpo se moldar. Depois, começou um embate fluido e profundo que fazia a cabeceira tremer contra a parede. Ele observava fixamente como seu pau entrava e saía, como as nádegas de Daniela se moviam a cada metida que dava. Foram os 5 minutos mais prazerosos que Daniela teve, sem saber que o melhor ainda estava por começar. Daniela estava atordoada, totalmente entregue, se deixava manejar ao bel-prazer de Mateo. Passaram-se alguns minutos enquanto fluía e Mateo esperava ansiosamente que Daniela se acomodasse ao seu tamanho, quando de repente Daniela começou a mover as nádegas para trás, essa resposta foi o sinal para Mateo intensificar a tremenda foda que ia dar. Mmmmmmm!!!! Siiiiiii — gemia Daniela. Mateo não acelerou de imediato; em vez disso, começou a dar estocadas profundas, lentas e com todo o peso do seu corpo. Cada investida retumbava no ventre de Daniela Plaz Plaz Plaz arrancando dela apenas gemidos abafados entre os lençóis: mmmgh… aaahhh… haa… haa Plaz plaz plaz soava pelo quarto em seco com as estocadas que Mateo proporcionava Sssim… mmmgh… O corpo de Daniela entrou em estado de choque. Suas coxas, vencidas pela intensidade, tremiam num espasmo incontrolável incapaz de sustentar a investida, enquanto uma paralisia de puro prazer e impacto percorria sua coluna. Só as mãos de Mateo a mantinham de quatro enquanto brincava com ela dando cada vez mais forte Mateo -: Assim você gosta, sua puta? Enquanto acelerava os quadris para chegar mais fundo, saboreando Plazzz ouviu-se uma palmada no quarto Gemeu Daniela – aaahhh. Siii, eu amo A vista se embaçou num borrão de sombras e algumas luzes difusas e o ambiente desapareceu num apagão auditivo absoluto; os sons do quarto se tornaram um murmúrio distante e sua própria voz se reduziu a urros secos, abafados, que escapavam do peito de forma puramente involuntária. Mateo a levantou puxando-a pelos ombros para trás para se agarrar firmemente a ela, deixando seu torso suspenso enquanto seus peitos balançavam no ritmo do vaivém mais forte e violento que Daniela já tinha experimentado. Daniela estava suspensa de joelhos enquanto seus peitos balançavam a cada metida que Mateo dava com tanta força, com os olhos fechados e inerte, apenas aproveitava Mateo acelerou suas investidas extasiado fora de si enquanto via e sentia como os peitos de Daniela se moviam -Que deliciosa você está, sua puta!!!!!! Gozando dentro. No instante o corpo de Daniela reagiu com a máxima intensidade que jamais tinha experimentado. Um espasmo involuntário percorreu suas pernas, deixando as coxas tremendo numa vibração incontrolável enquanto uma descarga de calor e um arrepio gelado lhe subiam a toda pressa pela coluna vertebral. A respiração cortou-se num ar pesado e, com a pele arrepiada e as extremidades totalmente adormecidas, soltou um último grito abafado contra a cama antes que a força se esvaziasse por completo e caísse rendida num sono profundo. Daniela abriu os olhos com um peso esmagador. A luz do sol filtrada pela janela machucou-lhe a vista, enquanto a cabeça latejava nas têmporas com um pulsar surdo e seco deixa um comentário pra eu saber que você gostou e continuar com a próxima parte

1 comentários - De namorada certinha a namorada puta