O sol da manhã se infiltrava entre as cortinas do quarto de Eva, desenhando linhas douradas sobre seu corpo nu que jazia enredado entre os lençóis. Suas pálpebras pesadas se abriram lentamente, como se sua mente se resistisse a abandonar o limbo do sono e enfrentar a realidade do que aconteceu na noite anterior. Ao primeiro movimento, uma dor surda percorreu seus músculos, lembrando-a cada toque, cada ordem, cada humilhação que ela havia aceitado. As marcas em seus pulsos ainda estavam visíveis, linhas vermelhas que pareciam tatuagens de vergonha, e ao se sentar, o roçar dos lençóis contra suas nádegas marcadas pela fusta arrancou-lhe um suspiro entrecortado.
Ela se olhou no espelho do armário, estudando seu reflexo com uma mistura de fascinação e repulsa. Sua pele, normalmente pálida e imaculada, estava salpicada de hematomas e vermelhidões que contavam uma história que ninguém mais deveria ler. Com dedos trêmulos, tocou as marcas em seu pescoço, onde os lábios de Pablo haviam deixado sua marca, e um arrepio percorreu sua espinha dorsal.
—O que você fez? —murmurou para si mesma, mas a resposta era clara no espelho: ela havia se entregado, havia obedecido, havia gostado.
Vestir-se foi um ato quase ritualístico. Escolheu roupas largas, como se quisesse esconder não apenas as marcas físicas, mas também as emocionais: um suéter de algodão bege, grande o suficiente para cair sobre seus ombros e ocultar as possíveis marcas em suas costas, e uns jeans largos que não roçassem suas nádegas doloridas. Nem sequer se incomodou em colocar roupa íntima, como se ao fazê-lo estivesse aceitando que o que aconteceu havia sido real.
Ao sair de seu quarto, o aroma de café recém-feito e pão torrado encheu suas narinas, mas em vez de reconfortá-la, embrulhou seu estômago. Sua mãe, Marta, estava na cozinha, movendo-se com a eficiência de quem está acostumada aos turnos longos no hospital.
—Oi, amor —disse Marta, virando-se para sorrir para ela enquanto passava manteiga numa torrada—. Dormiu bem. Eva sentiu que o chão se movia sob seus pés. Os olhos de sua mãe, tão parecidos com os de Pablo mas cheios de um amor incondicional, a atravessaram como uma faca. —Sim… sim, bem —mentiu, desviando o olhar para a mesa, onde um prato com frutas cortadas esperava por ela. Sentou-se com movimentos lentos, como se cada músculo protestasse, e pegou um pedaço de melancia com os dedos, brincando com ele em vez de comê-lo. —Você parece cansada —comentou Marta, servindo-lhe uma xícara de café—. Está dormindo bem com as coisas da universidade? Eva assentiu, evitando o contato visual. —São as provas… estou um pouco estressada —improvisou, levando a xícara aos lábios, mas o sabor amargo do café lembrou-a de outra coisa, de outro sabor, e teve que colocá-la de volta na mesa antes que suas mãos traidoras a derrubassem. Marta, sempre observadora, franziu a testa mas não insistiu. Em vez disso, começou a falar do seu turno no hospital, de um paciente que havia chegado com um ferimento absurdo, do quanto sentia falta de ter tempo para elas. Eva assentia mecanicamente, mas sua mente estava em outro lugar, nas mãos de Pablo, na sua voz, na forma como ele a fazia se sentir mais viva do que nunca, mesmo quando a reduzia a nada. —Como vou conseguir aproveitar o pau do meu tio? —pensou, cravando as unhas nas coxas debaixo da mesa—. Tão puta eu sou. A conversa continuou, superficial, inocente, mas cada palavra de sua mãe era um lembrete de sua traição. Marta perguntou sobre suas aulas, sobre seus amigos, sobre se ela havia conhecido alguém especial. Eva respondeu com monossílabos, com sorrisos forçados, com mentiras que se acumulavam em sua garganta como uma bola de náusea. —A mamãe não pode ficar sabendo —repetia a si mesma, uma e outra vez, como um mantra—. Nunca. E então, como se o universo decidisse testar sua resistência, a porta da casa se abriu. —Oi? —a voz de Pablo ressoou no corredor, familiar demais, próximo demais.
Eva ficou tensa, derramando café sobre a toalha.
—Pablo! —exclamou Marta, sorrindo—. Que surpresa.
Pablo apareceu na cozinha, vestido com jeans e uma camisa preta que faziam seus olhos claros se destacarem ainda mais. Trazia uma sacola de pão em uma mão e um sorriso que só Eva podia reconhecer como perigoso.
—Passava por aqui e pensei em trazer café da manhã —disse, deixando a sacola sobre a mesa e pousando os olhos em Eva—. Oi, sobrinha.
Eva sentiu o ar escapar dos pulmões.
—Oi, tio —conseguiu dizer, mas sua voz soou como um eco distante.
Pablo se aproximou, passando uma mão pelo ombro dela num gesto que para Marta seria carinhoso, mas que a Eva queimou a pele através do tecido.
—Pronta pra dar uma volta, sobrinha? —perguntou, e embora suas palavras fossem inocentes, seu tom não deixava dúvidas: não era uma pergunta, era uma ordem.
Eva o olhou, buscando em seus olhos algum sinal de piedade, mas só encontrou diversão. Sabia o que estava fazendo, sabia o poder que tinha sobre ela.
Marta, alheia ao jogo, sorriu.
—Que boa ideia! —disse—. Eva tem estudado muito, precisa de ar.
Eva queria gritar, queria se negar, queria confessar tudo. Mas em vez disso, forçou um sorriso e assentiu.
—Claro —disse, e sua voz não tremeu, mas por dentro, cada palavra era um grito silencioso.
Pablo sorriu, satisfeito, e esse sorriso lembrou a Eva que a noite anterior não tinha sido o fim, mas só o começo.
O garfo de Eva tremia levemente entre seus dedos enquanto tentava levar um pedaço de fruta à boca, mas cada mordida tinha gosto de cinza. A presença de Pablo à mesa, conversando animadamente com sua mãe como se nada tivesse acontecido na noite anterior, embrulhava seu estômago. Ele ria, contava alguma anedota trivial do trabalho, e Marta sorria, completamente alheia à tensão que envolvia sua filha.
O celular de Eva vibrou sobre a mesa, fazendo seu coração disparar de repente. Com movimentos cautelosos, ele pegou o celular e deslizou o dedo para desbloqueá-lo. Uma mensagem de Pablo, enviada minutos antes de entrar na casa, apareceu na tela: "safada, você vai se vestir como eu mando. Saia preta de couro justa, tão curta que mal te cubra. Aquela blusa vermelha de renda que deixa ver seu sutiã - não use sutiã. Meias de rede pretas e os saltos altos que seu ex te comprou. Quero ver todas as marcas que te deixei ontem à mostra. E não se faça de sonsa: se não obedecer, conto pra sua mãe como você gemeu pelo meu pau." Eva engoliu em seco, sentindo um arrepio de terror e excitação percorrer sua espinha. —Tudo bem, querida? —perguntou Marta, inclinando-se um pouco na direção dela. —Sim, sim… só uma mensagem da faculdade —mentiu Eva, levantando-se da mesa com dificuldade—. Vou ao banheiro um segundo. Uma vez no quarto, trancou a porta e se apoiou contra ela, respirando fundo. Suas mãos tremiam enquanto abria o armário e procurava as roupas que Pablo havia exigido. A saia de couro, comprada num impulso de rebeldia adolescente e nunca usada, brilhava sob a luz do quarto. A blusa vermelha, fina como papel, deixaria ver sem dúvida os hematomas nas costelas, as marcas de mordidas nos ombros. "Isso é uma loucura…" pensou, mas já estava tirando o suéter folgado, já estava desabotoando o jeans. O reflexo no espelho a deixou sem fôlego. As meias de rede se enroscavam nas marcas de chicote nas coxas, a blusa transparente deixava ver os mamilos eretos, a saia mal cobria o essencial. Tocou o pescoço, onde as marcas roxas dos lábios de Pablo eram mais evidentes, e soube que não havia volta. Quando voltou à cozinha, o silêncio foi instantâneo. Marta deixou cair a xícara que segurava, o café derramando sobre a mesa. —Eva! Que diabos você está vestindo? —exclamou, levantando-se de um salto. Pablo, no mudança, ele não disse nada. Apenas sorriu, devagar, satisfeito, como um puta que tivesse acabado de pegar sua presa. —N-nada, mamãe… só… queria experimentar algo diferente —murmurou Eva, sentindo as bochechas queimarem. —Diferente? Você parece uma… uma…! —Marta não terminou a frase, chocada demais. —Uma puta —sussurrou Pablo, tão baixo que só Eva ouviu. Ela cerrou os punhos, mas assentiu. —Vamos, tio —disse, e sua voz não tremeu, embora por dentro, cada sílaba fosse um grito abafado. A viagem no carro de Pablo foi um silêncio opressivo. Ele não falava com ela, concentrado na estrada, ocasionalmente passando uma mão pela coxa nua dela sob a saia, como se lembrasse da sua submissão. Eva olhava pela janela, vendo a cidade desaparecer, substituída por campos abertos e depois por uma estrada de terra que levava a… onde? "Aonde ele está me levando? O que vai fazer comigo?" Quando o galpão apareceu no horizonte, grande e cinza, com várias caminhonetes estacionadas na frente, Eva sentiu o coração parar. Pablo estacionou e, sem dizer uma palavra, saiu do carro. Ela o seguiu, os saltos afundando na terra, as pernas tremendo. Ao entrar, o cheiro de couro, suor e sexo a atingiu em cheio. O lugar estava iluminado com luzes fracas, e em cada canto havia cenas que a fizeram prender a respiração: mulheres ajoelhadas, algumas com os olhos vendados, outras com mordaças, todas com coleiras grossas presas às mãos de homens que as guiavam como se fossem animais de estimação. —Tio… —sussurrou Eva, mas Pablo não olhou para ela. Do bolso, tirou uma coleira, prateada, com pérolas azuis incrustadas e um pequeno osso de metal com as mesmas cores. —Isso marca que você é de minha propriedade —disse, e antes que Eva pudesse reagir, fechou-a ao redor do pescoço dela, ajustando-a bem sobre as marcas que ele mesmo havia deixado. O metal frio contra sua pele a fez estremecer, mas o que realmente a deixou sem fôlego foi a onda de excitação que a percorreu ao ouvir essas palavras. "Isso está errado, isso está errado, isso está errado…" Mas seu corpo, traiçoeiro, já estava respondendo, e quando Pablo puxou a coleira para guiá-la para dentro do galpão, Eva não resistiu. Seguiu, sabendo que, por aquela noite, já não era a sobrinha estudiosa, a filha obediente. Era a puta dele. Eva seguia Pablo, puxada suavemente pela coleira que agora apertava seu pescoço, sua saia de couro roçando suas coxas a cada passo incerto. Os saltos altos afundavam no chão de terra batida, dificultando sua caminhada, mas o medo de desobedecer a mantinha em movimento. Pablo, com a segurança de quem frequentava o lugar, pediu uma mesa perto do palco principal, onde já acontecia um espetáculo que fez o sangue de Eva congelar por um instante antes de correr para suas bochechas num rubor violento. —Senta —ordenou ele, apontando para o próprio colo com um gesto de dedo. Eva hesitou, mas só por um segundo. A coleira puxou seu pescoço quando Pablo a guiou até ele, obrigando-a a se acomodar sobre suas coxas com as pernas abertas, como uma boneca de porcelana em exposição. A saia, já curta por si só, subiu ainda mais, expondo as meias de rede e a pele marcada que havia embaixo. —Olha ela —sussurrou Pablo em seu ouvido, apontando para o palco—. É assim que terminam as putinhas desobedientes. No centro do palco, uma mulher pendia de cordas grossas amarradas a um aparato de metal, seu corpo completamente exposto, balançando levemente com cada chibatada que recebia nas nádegas já avermelhadas. Ao redor dela, casais se moviam num frenesi sexual, alguns vestidos com trajes de couro, outros completamente nus, todos perdidos numa dança de dominação e submissão que fazia Eva tremer. —Tio… —murmurou, mas sua voz se perdeu no gemido coletivo que preenchia o galpão. Pablo não respondeu. Em vez disso, deslizou uma mão sob a saia dela, encontrando sua virilha encharcada com uma facilidade que envergonhou Eva até a medula.
—Que suja você é —murmurou, enfiando dois dedos nela sem aviso prévio—. Te excita ver como castigam as putas que não obedecem?
Eva gemeu, cravando as unhas nos ombros de Pablo, mas não negou. Não podia. Seu corpo, traidor, se arqueava em direção à mão dele, buscando mais, sempre mais.
—Ajoelha —ordenou de repente, retirando os dedos bruscamente e empurrando-a para o chão.
Eva caiu de joelhos com um baque surdo, as lágrimas surgindo em seus cílios, mas não de dor. O chão estava frio e sujo, mas isso não importava. O que importava era o olhar de Pablo, aqueles olhos claros que a perfuravam enquanto ele desabotoava a calça e libertava sua ereção.
—Chupa —disse, não como um pedido, mas como um fato consumado—. E faz bem feito, ou te subo naquele palco.
Eva não precisou de mais avisos. Com mãos trêmulas, pegou o membro dele, notando como pulsava entre seus dedos, e guiou a ponta até seus lábios. O primeiro contato foi salgado, áspero, mas quando a cabeça roçou sua língua, algo dentro dela acendeu.
—Assim… —sussurrou Pablo, passando uma mão pelo cabelo dela e agarrando-o num punho—. Mais fundo.
Eva obedeceu, afundando a boca nele, engasgando levemente quando bateu na garganta. Ao redor, os olhares começaram a se acumular. Alguns homens paravam para observar, outros murmuravam comentários entre dentes.
—Bela submissa você tem —disse um, passando ao lado deles com uma mulher acorrentada—. Parece dedicada.
Pablo apenas sorriu, puxando o cabelo de Eva para que todos vissem seu rosto.
—É minha melhor aluna —respondeu, e ninguém notou o duplo sentido em suas palavras, ninguém adivinhou que a garota de lábios inchados e olhos lacrimejantes era sua sobrinha.
Eva, por sua vez, já não pensava. Só agia, movendo a boca para cima e para baixo, saboreando o peso de Pablo em sua língua, o gosto de sal e poder que impregnava cada centímetro da sua pele. Quando ele finalmente chegou ao clímax, derramando-se na boca dela com um grunhido baixo, ela engoliu sem protestar, sentindo o líquido quente descer pela garganta.
—Fica assim —ordenou Pablo, acomodando-se de novo na cadeira enquanto ela permanecia de joelhos, o sabor dele ainda na boca—. E continua olhando o palco. Aprende.
Eva assentiu, mas seus olhos já estavam fixos na mulher que agora gritava de prazer no palco, açoitada sem piedade enquanto a multidão aplaudia. E em algum lugar profundo da sua mente, uma vozinha perguntava:
"Será que eu sou a próxima?"
O murmúrio do galpão pareceu se desvanecer num zumbido distante quando as palavras de Pablo atravessaram o ar carregado de suor e desejo: "Vou te açoitar em público pra provar que você é só minha." Eva sentiu o chão se mover sob seus joelhos, mas não foi o medo que a fez perder o fôlego, e sim uma descarga elétrica de antecipação que percorreu sua espinha. Suas mãos, ainda trêmulas pelo ato recente, se agarraram à borda da mesa, como se precisasse de uma âncora pra não afundar no redemoinho de emoções que a arrastavam.
"Será que vou mesmo fazer isso? Na frente de todo mundo?"
Mas mesmo enquanto a dúvida arranhava sua mente, seu corpo já respondia. A umidade entre suas coxas era impossível de ignorar, e o colar de pérolas azuis —tão frio contra sua pele marcada— parecia pesar mais, lembrando-a do seu lugar.
Pablo não esperou uma resposta. Com um gesto firme, puxou o colar, obrigando-a a ficar de pé. Os saltos altos cambalearam sob seu peso, mas ele a segurou, não por compaixão, mas pra garantir que todos vissem como sua submissa caminhava até o palco por vontade própria.
O palco era um círculo de madeira gasta, iluminado por refletores que faziam brilhar as gotas de suor na pele de quem o havia ocupado antes. Eva sentiu os olhares cravados nela, como facas que disecariam cada centímetro do seu corpo exposto. Alguém na multidão assobiou, outro murmurou algo sobre "a nova", mas Pablo não deixou que parasse. Com um empurrão suave mas inegável, ele a colocou no centro, em frente a um poste de metal que sobressaía do chão. —Fica de costas —ordenou, e sua voz, embora baixa, ressoou no silêncio repentino do galpão. Eva obedeceu, encarando agora o público que observava com olhos famintos. Algumas mulheres mordiam os lábios, outros homens ajustavam as calças, mas todos compartilhavam a mesma expressão: a ânsia de ver o que o dominante faria com sua presa. O primeiro açoite veio sem aviso prévio. O chicote de Pablo, flexível e preciso, bateu contra suas nádegas já sensíveis, deixando uma linha de fogo que fez Eva arquear as costas com um grito abafado. —Ah! —escapou dos seus lábios, mas antes que pudesse recuperar o fôlego, o segundo golpe caiu, desta vez mais baixo, roçando as dobras sensíveis entre suas nádegas e suas coxas. A dor era aguda, pungente, mas com cada chicotada, algo dentro de Eva se desenrolava, como se as amarras da sua moral se rompessem uma a uma. No quinto açoite, ela já não gritava, mas gemia, e no décimo, suas pernas tremiam não pelo desejo de escapar, mas pela necessidade de mais. —Olha como brilha —murmurou Pablo, passando uma mão pela pele avermelhada de Eva antes de levantar o chicote novamente—. Todos veem como você gosta, né? Eva não conseguiu responder. O próximo açoite caiu sobre seus ombros, depois na parte baixa das suas costas, depois nas coxas. Cada golpe era meticulosamente colocado, cada marca uma obra de arte na tela da sua pele. E então, sem que seus dedos tocassem sequer sua virilha, sentiu o primeiro orgasmo se aproximar. "Como…? Isso dói… mas…" Mas o corpo de Eva já não respondia à lógica. As lágrimas corriam pelo seu rosto, misturando-se com o rímel que agora manchava sua face, mas sua respiração estava entrecortada, seus quadris se moviam involuntariamente, buscando fricção onde não havia. —¡Pablo! —gritou, sem saber se pedia que ele parasse ou continuasse. Ele não parou. O próximo açoite foi o mais forte até então, cruzando as duas nádegas com um som estalado que ressoou no galpão. E então, diante dos olhos de todos, Eva chegou ao clímax, seu corpo convulsionando numa onda de prazer tão intenso que seus joelhos cederam, deixando-a pendurada no poste ao qual se agarrava. O público explodiu em aplausos, alguns até se aproximaram para ver melhor como a submissa se contorcia em êxtase, mas Pablo não permitiu que tocassem. Com um gesto possessivo, ele a levantou e a colocou de joelhos diante de si. —Mais uma —prometeu, e desta vez, o chicote caiu sobre seus peitos, fazendo Eva gritar e, para sua própria vergonha, chegar ao orgasmo pela segunda vez, desta vez com tanta força que sua visão escureceu. Quando finalmente terminou, Eva jazia trêmula no palco, seu corpo marcado, sua mente em branco. Pablo se inclinou e sussurrou em seu ouvido: —Agora todos sabem quem te possui. E Eva, no mais profundo do seu ser, soube que era verdade. Continua... Gostou do capítulo? Me segue nas minhas redeshttps://magicly.bio/danielabrito69:*
Ela se olhou no espelho do armário, estudando seu reflexo com uma mistura de fascinação e repulsa. Sua pele, normalmente pálida e imaculada, estava salpicada de hematomas e vermelhidões que contavam uma história que ninguém mais deveria ler. Com dedos trêmulos, tocou as marcas em seu pescoço, onde os lábios de Pablo haviam deixado sua marca, e um arrepio percorreu sua espinha dorsal.
—O que você fez? —murmurou para si mesma, mas a resposta era clara no espelho: ela havia se entregado, havia obedecido, havia gostado.
Vestir-se foi um ato quase ritualístico. Escolheu roupas largas, como se quisesse esconder não apenas as marcas físicas, mas também as emocionais: um suéter de algodão bege, grande o suficiente para cair sobre seus ombros e ocultar as possíveis marcas em suas costas, e uns jeans largos que não roçassem suas nádegas doloridas. Nem sequer se incomodou em colocar roupa íntima, como se ao fazê-lo estivesse aceitando que o que aconteceu havia sido real.
Ao sair de seu quarto, o aroma de café recém-feito e pão torrado encheu suas narinas, mas em vez de reconfortá-la, embrulhou seu estômago. Sua mãe, Marta, estava na cozinha, movendo-se com a eficiência de quem está acostumada aos turnos longos no hospital.
—Oi, amor —disse Marta, virando-se para sorrir para ela enquanto passava manteiga numa torrada—. Dormiu bem. Eva sentiu que o chão se movia sob seus pés. Os olhos de sua mãe, tão parecidos com os de Pablo mas cheios de um amor incondicional, a atravessaram como uma faca. —Sim… sim, bem —mentiu, desviando o olhar para a mesa, onde um prato com frutas cortadas esperava por ela. Sentou-se com movimentos lentos, como se cada músculo protestasse, e pegou um pedaço de melancia com os dedos, brincando com ele em vez de comê-lo. —Você parece cansada —comentou Marta, servindo-lhe uma xícara de café—. Está dormindo bem com as coisas da universidade? Eva assentiu, evitando o contato visual. —São as provas… estou um pouco estressada —improvisou, levando a xícara aos lábios, mas o sabor amargo do café lembrou-a de outra coisa, de outro sabor, e teve que colocá-la de volta na mesa antes que suas mãos traidoras a derrubassem. Marta, sempre observadora, franziu a testa mas não insistiu. Em vez disso, começou a falar do seu turno no hospital, de um paciente que havia chegado com um ferimento absurdo, do quanto sentia falta de ter tempo para elas. Eva assentia mecanicamente, mas sua mente estava em outro lugar, nas mãos de Pablo, na sua voz, na forma como ele a fazia se sentir mais viva do que nunca, mesmo quando a reduzia a nada. —Como vou conseguir aproveitar o pau do meu tio? —pensou, cravando as unhas nas coxas debaixo da mesa—. Tão puta eu sou. A conversa continuou, superficial, inocente, mas cada palavra de sua mãe era um lembrete de sua traição. Marta perguntou sobre suas aulas, sobre seus amigos, sobre se ela havia conhecido alguém especial. Eva respondeu com monossílabos, com sorrisos forçados, com mentiras que se acumulavam em sua garganta como uma bola de náusea. —A mamãe não pode ficar sabendo —repetia a si mesma, uma e outra vez, como um mantra—. Nunca. E então, como se o universo decidisse testar sua resistência, a porta da casa se abriu. —Oi? —a voz de Pablo ressoou no corredor, familiar demais, próximo demais.
Eva ficou tensa, derramando café sobre a toalha.
—Pablo! —exclamou Marta, sorrindo—. Que surpresa.
Pablo apareceu na cozinha, vestido com jeans e uma camisa preta que faziam seus olhos claros se destacarem ainda mais. Trazia uma sacola de pão em uma mão e um sorriso que só Eva podia reconhecer como perigoso.
—Passava por aqui e pensei em trazer café da manhã —disse, deixando a sacola sobre a mesa e pousando os olhos em Eva—. Oi, sobrinha.
Eva sentiu o ar escapar dos pulmões.
—Oi, tio —conseguiu dizer, mas sua voz soou como um eco distante.
Pablo se aproximou, passando uma mão pelo ombro dela num gesto que para Marta seria carinhoso, mas que a Eva queimou a pele através do tecido.
—Pronta pra dar uma volta, sobrinha? —perguntou, e embora suas palavras fossem inocentes, seu tom não deixava dúvidas: não era uma pergunta, era uma ordem.
Eva o olhou, buscando em seus olhos algum sinal de piedade, mas só encontrou diversão. Sabia o que estava fazendo, sabia o poder que tinha sobre ela.
Marta, alheia ao jogo, sorriu.
—Que boa ideia! —disse—. Eva tem estudado muito, precisa de ar.
Eva queria gritar, queria se negar, queria confessar tudo. Mas em vez disso, forçou um sorriso e assentiu.
—Claro —disse, e sua voz não tremeu, mas por dentro, cada palavra era um grito silencioso.
Pablo sorriu, satisfeito, e esse sorriso lembrou a Eva que a noite anterior não tinha sido o fim, mas só o começo.
O garfo de Eva tremia levemente entre seus dedos enquanto tentava levar um pedaço de fruta à boca, mas cada mordida tinha gosto de cinza. A presença de Pablo à mesa, conversando animadamente com sua mãe como se nada tivesse acontecido na noite anterior, embrulhava seu estômago. Ele ria, contava alguma anedota trivial do trabalho, e Marta sorria, completamente alheia à tensão que envolvia sua filha.
O celular de Eva vibrou sobre a mesa, fazendo seu coração disparar de repente. Com movimentos cautelosos, ele pegou o celular e deslizou o dedo para desbloqueá-lo. Uma mensagem de Pablo, enviada minutos antes de entrar na casa, apareceu na tela: "safada, você vai se vestir como eu mando. Saia preta de couro justa, tão curta que mal te cubra. Aquela blusa vermelha de renda que deixa ver seu sutiã - não use sutiã. Meias de rede pretas e os saltos altos que seu ex te comprou. Quero ver todas as marcas que te deixei ontem à mostra. E não se faça de sonsa: se não obedecer, conto pra sua mãe como você gemeu pelo meu pau." Eva engoliu em seco, sentindo um arrepio de terror e excitação percorrer sua espinha. —Tudo bem, querida? —perguntou Marta, inclinando-se um pouco na direção dela. —Sim, sim… só uma mensagem da faculdade —mentiu Eva, levantando-se da mesa com dificuldade—. Vou ao banheiro um segundo. Uma vez no quarto, trancou a porta e se apoiou contra ela, respirando fundo. Suas mãos tremiam enquanto abria o armário e procurava as roupas que Pablo havia exigido. A saia de couro, comprada num impulso de rebeldia adolescente e nunca usada, brilhava sob a luz do quarto. A blusa vermelha, fina como papel, deixaria ver sem dúvida os hematomas nas costelas, as marcas de mordidas nos ombros. "Isso é uma loucura…" pensou, mas já estava tirando o suéter folgado, já estava desabotoando o jeans. O reflexo no espelho a deixou sem fôlego. As meias de rede se enroscavam nas marcas de chicote nas coxas, a blusa transparente deixava ver os mamilos eretos, a saia mal cobria o essencial. Tocou o pescoço, onde as marcas roxas dos lábios de Pablo eram mais evidentes, e soube que não havia volta. Quando voltou à cozinha, o silêncio foi instantâneo. Marta deixou cair a xícara que segurava, o café derramando sobre a mesa. —Eva! Que diabos você está vestindo? —exclamou, levantando-se de um salto. Pablo, no mudança, ele não disse nada. Apenas sorriu, devagar, satisfeito, como um puta que tivesse acabado de pegar sua presa. —N-nada, mamãe… só… queria experimentar algo diferente —murmurou Eva, sentindo as bochechas queimarem. —Diferente? Você parece uma… uma…! —Marta não terminou a frase, chocada demais. —Uma puta —sussurrou Pablo, tão baixo que só Eva ouviu. Ela cerrou os punhos, mas assentiu. —Vamos, tio —disse, e sua voz não tremeu, embora por dentro, cada sílaba fosse um grito abafado. A viagem no carro de Pablo foi um silêncio opressivo. Ele não falava com ela, concentrado na estrada, ocasionalmente passando uma mão pela coxa nua dela sob a saia, como se lembrasse da sua submissão. Eva olhava pela janela, vendo a cidade desaparecer, substituída por campos abertos e depois por uma estrada de terra que levava a… onde? "Aonde ele está me levando? O que vai fazer comigo?" Quando o galpão apareceu no horizonte, grande e cinza, com várias caminhonetes estacionadas na frente, Eva sentiu o coração parar. Pablo estacionou e, sem dizer uma palavra, saiu do carro. Ela o seguiu, os saltos afundando na terra, as pernas tremendo. Ao entrar, o cheiro de couro, suor e sexo a atingiu em cheio. O lugar estava iluminado com luzes fracas, e em cada canto havia cenas que a fizeram prender a respiração: mulheres ajoelhadas, algumas com os olhos vendados, outras com mordaças, todas com coleiras grossas presas às mãos de homens que as guiavam como se fossem animais de estimação. —Tio… —sussurrou Eva, mas Pablo não olhou para ela. Do bolso, tirou uma coleira, prateada, com pérolas azuis incrustadas e um pequeno osso de metal com as mesmas cores. —Isso marca que você é de minha propriedade —disse, e antes que Eva pudesse reagir, fechou-a ao redor do pescoço dela, ajustando-a bem sobre as marcas que ele mesmo havia deixado. O metal frio contra sua pele a fez estremecer, mas o que realmente a deixou sem fôlego foi a onda de excitação que a percorreu ao ouvir essas palavras. "Isso está errado, isso está errado, isso está errado…" Mas seu corpo, traiçoeiro, já estava respondendo, e quando Pablo puxou a coleira para guiá-la para dentro do galpão, Eva não resistiu. Seguiu, sabendo que, por aquela noite, já não era a sobrinha estudiosa, a filha obediente. Era a puta dele. Eva seguia Pablo, puxada suavemente pela coleira que agora apertava seu pescoço, sua saia de couro roçando suas coxas a cada passo incerto. Os saltos altos afundavam no chão de terra batida, dificultando sua caminhada, mas o medo de desobedecer a mantinha em movimento. Pablo, com a segurança de quem frequentava o lugar, pediu uma mesa perto do palco principal, onde já acontecia um espetáculo que fez o sangue de Eva congelar por um instante antes de correr para suas bochechas num rubor violento. —Senta —ordenou ele, apontando para o próprio colo com um gesto de dedo. Eva hesitou, mas só por um segundo. A coleira puxou seu pescoço quando Pablo a guiou até ele, obrigando-a a se acomodar sobre suas coxas com as pernas abertas, como uma boneca de porcelana em exposição. A saia, já curta por si só, subiu ainda mais, expondo as meias de rede e a pele marcada que havia embaixo. —Olha ela —sussurrou Pablo em seu ouvido, apontando para o palco—. É assim que terminam as putinhas desobedientes. No centro do palco, uma mulher pendia de cordas grossas amarradas a um aparato de metal, seu corpo completamente exposto, balançando levemente com cada chibatada que recebia nas nádegas já avermelhadas. Ao redor dela, casais se moviam num frenesi sexual, alguns vestidos com trajes de couro, outros completamente nus, todos perdidos numa dança de dominação e submissão que fazia Eva tremer. —Tio… —murmurou, mas sua voz se perdeu no gemido coletivo que preenchia o galpão. Pablo não respondeu. Em vez disso, deslizou uma mão sob a saia dela, encontrando sua virilha encharcada com uma facilidade que envergonhou Eva até a medula.
—Que suja você é —murmurou, enfiando dois dedos nela sem aviso prévio—. Te excita ver como castigam as putas que não obedecem?
Eva gemeu, cravando as unhas nos ombros de Pablo, mas não negou. Não podia. Seu corpo, traidor, se arqueava em direção à mão dele, buscando mais, sempre mais.
—Ajoelha —ordenou de repente, retirando os dedos bruscamente e empurrando-a para o chão.
Eva caiu de joelhos com um baque surdo, as lágrimas surgindo em seus cílios, mas não de dor. O chão estava frio e sujo, mas isso não importava. O que importava era o olhar de Pablo, aqueles olhos claros que a perfuravam enquanto ele desabotoava a calça e libertava sua ereção.
—Chupa —disse, não como um pedido, mas como um fato consumado—. E faz bem feito, ou te subo naquele palco.
Eva não precisou de mais avisos. Com mãos trêmulas, pegou o membro dele, notando como pulsava entre seus dedos, e guiou a ponta até seus lábios. O primeiro contato foi salgado, áspero, mas quando a cabeça roçou sua língua, algo dentro dela acendeu.
—Assim… —sussurrou Pablo, passando uma mão pelo cabelo dela e agarrando-o num punho—. Mais fundo.
Eva obedeceu, afundando a boca nele, engasgando levemente quando bateu na garganta. Ao redor, os olhares começaram a se acumular. Alguns homens paravam para observar, outros murmuravam comentários entre dentes.
—Bela submissa você tem —disse um, passando ao lado deles com uma mulher acorrentada—. Parece dedicada.
Pablo apenas sorriu, puxando o cabelo de Eva para que todos vissem seu rosto.
—É minha melhor aluna —respondeu, e ninguém notou o duplo sentido em suas palavras, ninguém adivinhou que a garota de lábios inchados e olhos lacrimejantes era sua sobrinha.
Eva, por sua vez, já não pensava. Só agia, movendo a boca para cima e para baixo, saboreando o peso de Pablo em sua língua, o gosto de sal e poder que impregnava cada centímetro da sua pele. Quando ele finalmente chegou ao clímax, derramando-se na boca dela com um grunhido baixo, ela engoliu sem protestar, sentindo o líquido quente descer pela garganta.
—Fica assim —ordenou Pablo, acomodando-se de novo na cadeira enquanto ela permanecia de joelhos, o sabor dele ainda na boca—. E continua olhando o palco. Aprende.
Eva assentiu, mas seus olhos já estavam fixos na mulher que agora gritava de prazer no palco, açoitada sem piedade enquanto a multidão aplaudia. E em algum lugar profundo da sua mente, uma vozinha perguntava:
"Será que eu sou a próxima?"
O murmúrio do galpão pareceu se desvanecer num zumbido distante quando as palavras de Pablo atravessaram o ar carregado de suor e desejo: "Vou te açoitar em público pra provar que você é só minha." Eva sentiu o chão se mover sob seus joelhos, mas não foi o medo que a fez perder o fôlego, e sim uma descarga elétrica de antecipação que percorreu sua espinha. Suas mãos, ainda trêmulas pelo ato recente, se agarraram à borda da mesa, como se precisasse de uma âncora pra não afundar no redemoinho de emoções que a arrastavam.
"Será que vou mesmo fazer isso? Na frente de todo mundo?"
Mas mesmo enquanto a dúvida arranhava sua mente, seu corpo já respondia. A umidade entre suas coxas era impossível de ignorar, e o colar de pérolas azuis —tão frio contra sua pele marcada— parecia pesar mais, lembrando-a do seu lugar.
Pablo não esperou uma resposta. Com um gesto firme, puxou o colar, obrigando-a a ficar de pé. Os saltos altos cambalearam sob seu peso, mas ele a segurou, não por compaixão, mas pra garantir que todos vissem como sua submissa caminhava até o palco por vontade própria.
O palco era um círculo de madeira gasta, iluminado por refletores que faziam brilhar as gotas de suor na pele de quem o havia ocupado antes. Eva sentiu os olhares cravados nela, como facas que disecariam cada centímetro do seu corpo exposto. Alguém na multidão assobiou, outro murmurou algo sobre "a nova", mas Pablo não deixou que parasse. Com um empurrão suave mas inegável, ele a colocou no centro, em frente a um poste de metal que sobressaía do chão. —Fica de costas —ordenou, e sua voz, embora baixa, ressoou no silêncio repentino do galpão. Eva obedeceu, encarando agora o público que observava com olhos famintos. Algumas mulheres mordiam os lábios, outros homens ajustavam as calças, mas todos compartilhavam a mesma expressão: a ânsia de ver o que o dominante faria com sua presa. O primeiro açoite veio sem aviso prévio. O chicote de Pablo, flexível e preciso, bateu contra suas nádegas já sensíveis, deixando uma linha de fogo que fez Eva arquear as costas com um grito abafado. —Ah! —escapou dos seus lábios, mas antes que pudesse recuperar o fôlego, o segundo golpe caiu, desta vez mais baixo, roçando as dobras sensíveis entre suas nádegas e suas coxas. A dor era aguda, pungente, mas com cada chicotada, algo dentro de Eva se desenrolava, como se as amarras da sua moral se rompessem uma a uma. No quinto açoite, ela já não gritava, mas gemia, e no décimo, suas pernas tremiam não pelo desejo de escapar, mas pela necessidade de mais. —Olha como brilha —murmurou Pablo, passando uma mão pela pele avermelhada de Eva antes de levantar o chicote novamente—. Todos veem como você gosta, né? Eva não conseguiu responder. O próximo açoite caiu sobre seus ombros, depois na parte baixa das suas costas, depois nas coxas. Cada golpe era meticulosamente colocado, cada marca uma obra de arte na tela da sua pele. E então, sem que seus dedos tocassem sequer sua virilha, sentiu o primeiro orgasmo se aproximar. "Como…? Isso dói… mas…" Mas o corpo de Eva já não respondia à lógica. As lágrimas corriam pelo seu rosto, misturando-se com o rímel que agora manchava sua face, mas sua respiração estava entrecortada, seus quadris se moviam involuntariamente, buscando fricção onde não havia. —¡Pablo! —gritou, sem saber se pedia que ele parasse ou continuasse. Ele não parou. O próximo açoite foi o mais forte até então, cruzando as duas nádegas com um som estalado que ressoou no galpão. E então, diante dos olhos de todos, Eva chegou ao clímax, seu corpo convulsionando numa onda de prazer tão intenso que seus joelhos cederam, deixando-a pendurada no poste ao qual se agarrava. O público explodiu em aplausos, alguns até se aproximaram para ver melhor como a submissa se contorcia em êxtase, mas Pablo não permitiu que tocassem. Com um gesto possessivo, ele a levantou e a colocou de joelhos diante de si. —Mais uma —prometeu, e desta vez, o chicote caiu sobre seus peitos, fazendo Eva gritar e, para sua própria vergonha, chegar ao orgasmo pela segunda vez, desta vez com tanta força que sua visão escureceu. Quando finalmente terminou, Eva jazia trêmula no palco, seu corpo marcado, sua mente em branco. Pablo se inclinou e sussurrou em seu ouvido: —Agora todos sabem quem te possui. E Eva, no mais profundo do seu ser, soube que era verdade. Continua... Gostou do capítulo? Me segue nas minhas redeshttps://magicly.bio/danielabrito69:*
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