Chantageei minha mãe pra transar comigo. Parte #5.

Chantageei minha mãe pra transar comigo. Parte #5.
bundao
fodidaGuillermo saiu de cima dela com calma, ainda respirando ofegante. Ajeitou o short e ficou olhando pra ela por um momento, o corpo de Maritza estirado na cama, as pernas abertas, o esperma grosso escorrendo da buceta e manchando as coxas e o lençol. —Gostei como nunca, mãe —disse com voz baixa, quase íntima—. Foi a melhor foda que já tive na vida. Se prepara, porque logo vou voltar a te usar. Maritza não respondeu. Só respirava, o olhar fixo no teto. Ele saiu do quarto sem mais palavras. Quando a porta se fechou, ela ficou sozinha. O silêncio da casa pesava. O esperma continuava saindo dela em fios lentos e quentes. Então as lágrimas vieram. Primeiro caladas, depois um choro contido que sacudia seu peito. Cobriu o rosto com as mãos e soluçou, o corpo ainda tremendo. Levantou-se com esforço e foi ao banheiro. Debaixo da água quente se esfregou com força, uma e outra vez, como se pudesse tirar de cima o que tinha acontecido. A água levava o esperma, mas não a sensação. Não podia parar de pensar que tinha sido seu próprio filho quem a tinha usado como uma vadia qualquer, quem tinha gozado dentro dela. Ficou debaixo do chuveiro até a água começar a esfriar. Depois se secou, vestiu uma camisola e se enfiou na cama. Dormiu mal, aos poucos, acordando com a lembrança das estocadas e da própria voz gemendo. No dia seguinte desceu como se nada tivesse acontecido. Preparou o café da manhã com movimentos mecânicos. Guillermo entrou na cozinha, sentou-se, cumprimentou o pai normalmente e comeu. Maritza mal olhava pra ele. O pai terminou, pegou a maleta e saiu pro trabalho. A porta principal se fechou. Maritza estava lavando a louça quando sentiu Guillermo se aproximar por trás. Seu corpo ficou tenso. Ele encostou o pau duro por cima da roupa, contra a bunda dela, e lhe deu um beijo lento no pescoço. Depois um tapa forte, o som seco ecoando na cozinha. —Fica bem vadia para esta noite —sussurrou perto do ouvido dela—. Te vejo no mesmo motel e no mesmo quarto onde você enganava meu pai. —Por favor… para… vamos procurar outra solução —implorou ela, a voz quebrada, as mãos tremendo debaixo da água—. Não posso continuar assim… —Não tem outra solução. Se você não chegar, eu abro a boca. Tudo. Cada detalhe. Ele se afastou. Maritza ficou apoiada na pia, as lágrimas caindo de novo, o corpo tremendo de raiva e impotência. Caiu a noite. Ela se vestiu de preto: um vestido curto e justo que deixava entrever, a cada movimento, a lingerie de renda preta que usava por baixo. Lingerie de acompanhante de luxo: sutiã de copas abertas, fio-dental, meias e ligas. A maquiagem impecável, o cabelo solto. Parecia exatamente o que ele queria. Chegou ao motel. O mesmo quarto. Bateu na porta. Guillermo abriu e a fez entrar. Tudo estava no escuro. —Não acende a luz —ordenou. Ela obedeceu. Ouviu-se o clique da porta se fechando. Ele a guiou até a cama e a deitou. Começou a tocá-la devagar: as mãos subindo pelas coxas, abrindo o vestido, descobrindo a renda. Beijou o pescoço, o decote, os peitos por cima do tecido. Depois abaixou o vestido e a lingerie com calma, até deixá-la quase nua. Ajoelhou-se entre as pernas dela, abriu as coxas e começou a chupar a buceta. Língua plana, lenta no começo, depois mais insistente, chupando o clitóris, metendo a língua dentro. Maritza mordeu o lábio para não gemer, mas o corpo a traiu: ficou molhada, os quadris se moveram sozinhos. Quando estava suficientemente molhada, Guillermo subiu sobre ela e entrou de uma só vez. Começou a fodê-la forte, com rancor. Investidas profundas, secas de carinho, só força. Cada golpe de quadril fazia com que ela soltasse gemidos abafados. —Lembra deste quarto? —rosnou enquanto a fodía no papai e mamãe, as mãos segurando os pulsos dela—. Aqui o motorista te fodía. Aqui ele gozava dentro. Agora nunca mais. Pra isso eu estou aqui. A Ele virou de repente e a colocou de quatro. Agarrou os quadris dela e meteu com ainda mais força. O som de pele contra pele era violento. Deu tapas fortes, um atrás do outro, até deixar as nádegas dela vermelhas. Maritza enterrou o rosto no travesseiro, os gemidos misturados de dor e daquela excitação que odiava. Ele a virou de novo e a montou de lado, levantando uma perna dela e entrando ainda mais fundo. Cada investida a sacudia. Ele falava no ouvido dela: — Você é minha puta agora. Só minha. O motorista não te toca mais. Ninguém te toca. Só eu. Ele a colocou por cima, de frente. A obrigou a quicar no pau dele enquanto ele segurava as nádegas dela e metia por baixo. Maritza tinha os olhos úmidos, o cabelo colado no rosto, o corpo tremendo. Ele apertou os peitos dela, mordeu um mamilo e continuou fodendo sem piedade. Depois a colocou de joelhos outra vez, de costas para ele, e a penetrou nessa posição enquanto a agarrava pelo cabelo e puxava a cabeça dela para trás. Cada investida era um golpe seco, profundo, que tirava o ar dela. Maritza chorava em silêncio, as lágrimas caindo enquanto o corpo se sacudia. Quando sentiu que estava quase, tirou de repente, virou ela, a ajoelhou na frente dele e agarrou o cabelo dela com as duas mãos. Gozou na cara dela: jatos densos e quentes que cobriram a boca, as bochechas, a testa, o pescoço. Ela ficou ajoelhada, respirando ofegante, o sêmen espesso escorrendo pela pele. Guillermo se levantou, acendeu a luz de um golpe e pegou o celular. Tirou várias fotos dela assim: ajoelhada, o rosto coberto de sêmen, os olhos vermelhos, a lingerie toda destruída. — Evidência — disse com calma —. Caso alguma vez te ocorra não cumprir. Jogou uma toalha para ela. — Toma banho e volta. O acordo continua. Agora você é minha puta pessoal. Quando eu mandar, você vem. Quando eu mandar, você abre. Ficou claro? Maritza assentiu uma única vez, sem olhar para ele. Levantou-se com as pernas tremendo, pegou a roupa e entrou no banheiro. Debaixo do chuveiro se limpou outra vez, a água levando o sêmen do rosto e do corpo. Quando saiu, ele já estava vestido, sentado na cadeira, olhando pra ela. Ela se vestiu em silêncio, se arrumou o melhor que pôde e saiu do quarto. No corredor do motel ela parou por um segundo, as mãos tremendo, o cheiro de sexo ainda grudado na pele. Depois caminhou até o carro, o peso do acordo cravado no peito, sabendo que aquilo não tinha acabado.

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