
O Vídeo e o DespertarNão dava pra esperar. Era fisicamente impossível pra mim aguentar até o próximo sábado com esse veneno queimando meu cérebro. Merda, merda. Eu queria saber o que acontecia. A dúvida era uma tortura tão grande que eu ousei chutar o tabuleiro e exigir o vídeo dele. "Esse não era o trato, seu filho da puta. Me manda o vídeo completo agora mesmo, ou eu te esqueço e esqueço sua festa, e não levo a Casy pro encontro do próximo sábado", escrevi, com os dedos suando na tela. O filho da puta do Lucas respondeu com áudios se cagando de rir. Mas quando ele percebeu que eu falava sério, que eu tava no limite de bloquear ele, ele cedeu. Me mandou o arquivo, mas antes, me cravou um aviso em áudio que congelou meu sangue: "Fala, fala, corno, aí te mando o outro vídeo. Mas me escuta bem: se você não trouxer sua mina no próximo sábado, o gordo já falou que pegou o endereço dela e vai buscar ela na casa, e vai ser pior, hein. Kkkkk". Filho da puta, pensei, sentindo um arrepio de terror e uma pontada de tesão traiçoeiro no estômago. E então, chegou o outro vídeo. Dei play, trancado no meu quarto, com o volume no máximo. O vídeo retomava exatamente onde o anterior terminava. Casy continuava na ponta dos pés, levantando aquela bunda monumental envolta no vestido branco. O gordo David não perdeu tempo. Com o sinal verde total da minha mina, começou a apalpar ela toda. Amassava as nádegas dela com as mãos grossas e nojentas, enquanto dava pra ouvir eles continuando a conversar sobre alguma besteira pra disfarçar. O gordo dominava a bunda da Casy como se fosse argila.


De repente, ouviu-se um barulho forte no vídeo. Lucas, que gravava, se assustou e virou pra ver o que tava acontecendo. A câmera balançou e focou os pisos sujos do terraço.Ouviram-se vozes sussurrando. —Para, mano, que você vai estragar tudo, o gordo tá pegando a Casy... —disse Lucas, afastando alguém. —Nãao, deixa eu ver... deixa eu ver, filho da puta —respondeu outra voz, um dos caras lá de baixo. —Tá bom, mas só de longe. Você olha um pouquinho e some, hein.
Parece que o boato de que o gordo tava dando em cima da minha mina se espalhou rápido no churrasco. Lucas, fazendo de porteiro da fofoca, focou brevemente na cena de novo. Casy já tinha o vestido todo levantado, mostrando a bunda nua, e se deixava tocar sem falar nada.
A imagem ficou preta de repente. Ouviu-se o roçar do tecido. Lucas tinha guardado o celular no bolso da calça enquanto descia pra expulsar os outros tarados.
Passaram alguns segundos de escuridão e barulho abafado até a câmera ver a luz de novo. Lucas tinha subido de volta, mas Casy e o gordo já não estavam encostados no muro. Ele procurou com a lente. Achou eles num canto.
O gordo tava comendo a boca da Casy. Minha mina tava na ponta dos pés, agarrada nos ombros do David, entregue a um beijo profundo e molhado. Enquanto se beijavam com tudo, o gordo amassava a bunda nua dela com a mão cheia.
Eu não conseguia acreditar no que tava vendo. Era minha mina, a "difícil", engolindo a saliva de um gordo pegador que ela conhecia há três horas.
Lucas, cheio de coragem, se aproximou sorrateiramente. Agora ele gravava bem mais de perto, logo atrás da Casy.
O gordo, ao perceber que estava sendo filmado por trás, não parou. Pelo contrário. Olhou para a câmera pelo canto do olho com um sorriso safado, agarrou as bordas da calcinha fio dental branca da Casy e puxou para cima com força, fazendo ela afundar fundo no vão das suas nádegas enormes. Porra, que puta gostosa.

Depois, o gordo agarrou ela pelos ombros e virou ela bruscamente.A Casy soltou o beijo e se assustou ao ver o Lucas parado ali a dois metros, e principalmente, ao perceber que estavam gravando ela com o celular.
—Ai! O que vocês tão fazendo? Sai, Lucas... —ela soltou umas reclamações, arrastando os esses, tentando baixar o vestido.
Mas o gordo não deixou ela escapar. Na hora, ele baixou a mão, afastou a calcinha dela pro lado e enfiou dois dedos direto na buceta. Começou a dedar ela a mil por hora.
O som no vídeo foi devastador. Schlick, squelch, schlick.
O barulho aquoso, grosso e molhado dos dedos gordos afundando na buceta encharcada da minha mina inundou o alto-falante do meu celular. Gordo filho da puta. Ela tava escorrendo.
Casy fechou os olhos, soltando um gemido rouco, incapaz de resistir ao estímulo físico.Depois, David tirou os dedos brilhando de lubrificação, agarrou-a pelos quadris e inclinou-a para frente. Começou a meter nela por trás. E Casy... minha Casy... empinou mais a bunda.
Ela jogou o rabo para trás, esfregando-se contra a pica do gordo que inchava a calça dele.
O gordo parou o perreio, agarrou a Casy pelo cabelo e sentenciou: —Agora sai uma chupada.—Não, não... —balbuciou ela, olhando de canto pro celular—. Tão gravando, o Facu vai...
O gordo cortou ela com uma voz de autoridade total, escura e dominante: —Fecha, girl. Ajoelha e chupa.
E forçou ela, empurrando pelos ombros pra baixo. A Casy caiu de joelhos no chão.
O cara rapidinho baixou o short, tirou pra fora a pica grossa e cheia de veia, e bateu com ela na bochecha dela.
E a Casy, minha mina, totalmente alucinada pela luxúria e pela bebida, sem ligar que tava sendo gravada em close, abriu a boca e começou a chupar aquela pica.
Ela chupava como uma desesperada. Engasgava, babava, movia a cabeça pra frente e pra trás sem parar. Gloc, gloc, gloc. A cara do gordo, olhando pra câmera do Lucas, era de triunfo absoluto.Aposto que o Lucas não acreditava no que via por trás da lente.
Na real, a tesão do punheteiro do Lucas falou mais alto, e ele se atreveu a dizer: — Uhhh... que delícia... e aí, sobra uma pra mim?
O gordo, sem parar de aproveitar a chupada, o fulminou com a voz: — Vaza daqui, seu otário de merda. Agradece que eu te deixo olhar. Essa aí te deu um fora, não foi? Olha e cala a boca.
Lucas ficou calado. Engoliu a humilhação e não disse mais nada, se contentando em gravar.
Aí aconteceu o pior. O que acabou de fritar meu cérebro.
O gordo não queria só que ela chupasse. Agarrou a Casy pelos braços, levantou ela bruscamente e mandou ela ficar de quatro.
— Aqui? — perguntou a Casy, olhando pros pisos sujos e cheios de poeira —. Ao ar livre, no chão...
O gordo não deixou ela terminar. Com a força bruta dele, virou ela e empurrou pra baixo. A Casy apoiou as mãos e os joelhos no chão. De novo, dominada pela luxúria e pela submissão total, começou a rebolar aquele rabão enorme no ar, se oferecendo.
David se ajoelhou atrás dela. Na posição de cachorrinha, puxou a calcinha fio dental branca pro lado, revelou a buceta vermelha e encharcada dela, pegou a pica dele e enfiou até o fundo do caralho de uma só vez.
— Aaaah! — A Casy arqueou as costas com a estocada brutal.
E aí, o gordo começou a meter nela. Tapa, tapa, tapa. O choque das carnes ecoava na varanda. Lucas, gravando a raba da minha mina quicando selvagemente enquanto outro cara a perfurava, exclamou com a voz trêmula: — Que rabão, pelo amor de Deus... nunca imaginei ver ela de quatro, tão de perto...
Na tela do vídeo, eu pude ver como, do lado direito, atrás da câmera, ele esticava uma mão. Era a mão do Lucas. A mão do meu "amigo" pousou direto na bunda direita da Casy. Apertou a carne com a mão cheia e, depois, puxou pra fora. Abriu a bunda dela, separando as nádegas da minha mina, pra que a lente da câmera dele (e os próprios olhos dele) pudessem ter uma visão perfeita e sem obstruções de como o pau do gordo entrava e saía da buceta dela, toda arrebentada. Filhos da puta, eu pensava, suando frio no meu quarto. Mas enquanto eu xingava eles na minha mente, uma realidade inegável me bateu de frente: eu tava com uma ereção massiva, dolorosa e latejante esticando o tecido da minha calça. A imagem da minha mina sendo comida e apalpada por aqueles dois arrombados me excitou num nível primitivo que eu nem sabia que existia. De repente, no vídeo, se ouviram uns passos pesados. Tlum, tlum. Eram as escadas de metal. Se eu não me enganava, era eu, acordando da minha soneca e subindo pra procurar ela. Os novos amantes se separaram num pulo ao se verem pegos. Como estavam no canto, a câmera do Lucas se mexeu bruscamente, focando o chão de novo. Só vi a Casy ajeitando o vestido às pressas e saindo desesperada em direção à escada. Eu ouvi no áudio as mesmas palavras mentirosas daquele dia: "Amor! Você tá bem?". E aí terminou o vídeo. Fiquei em silêncio, com a respiração presa e o pau duro como um ferro. Merda, merda. O que era aquilo que eu acabava de ver? Aquele gordo filho da puta comeu a minha mina, meu amigo gravou e abriu as nádegas dela... E agora eu... eu tinha que levar ela pro matadouro de novo nesse sábado pra cumprir minha promessa com o Lucas, pra eles não espalharem o vídeo no bairro. Mas no fundo escuro da minha alma, uma verdade nojenta começou a brotar. Talvez, só talvez... eu quisesse levar ela praquela casa. Eu queria sentar no quintal, tomar uma cerveja e ver se Isso acontecia de novo. Se tinha sido apenas um deslize de bêbados... ou se eu estava prestes a testemunhar algo muito pior.FIM
A história continua com: Comem a minha namorada no churrasco 2 - já disponível e exclusivo no meu PatreonPATREON RHYS NOMADDeixe seu comentário!
0 comentários - Minha esposa na parrillada - Cap 3