História que aconteceu comigo

O sabor amargo do que não foi e do que nunca será --- Adán revive o fracasso da sua primeira vez com Fany, mas agora descobre que ela manda vídeos explícitos para Alexis, seu novo interesse. Entre a humilhação e o desejo, suas fantasias sombrias se soltam ao imaginá-los fodendo sem pudor, enquanto ele observa das sombras. --- Adán lembrava da trapalhada daquela tarde com uma clareza que lhe provocava uma mistura de vergonha e desejo ardente. Ele e Fany estavam no quarto dele, o ar carregado com uma tensão virgem e pesada. Foi a primeira vez deles, uma experiência desordenada onde a inexperiência jogou contra ele. Adán lembrava da frustração física; seu pau, duro e pulsando, escorregava uma e outra vez contra a entrada de Fany, ou tentava penetrar mas desviava, incapaz de achar o caminho certo. Ela estava tensa, os músculos das coxas rígidos diante da tentativa, e embora os dois tentassem com desespero, a conclusão foi um fracasso silencioso e frustrante. Não houve consumação real, só esfregações, roçadas dolorosas e a sensação de que algo fundamental não encaixava. Apesar desse começo fracassado, as semanas seguintes passaram com uma normalidade relativa, até que os problemas externos se meteram no meio. Fany ficou distante, e quando Adán tentou resolver as coisas, ela lhe deu a notícia fria e calculista: os pais não deixavam ela ter namorado. Adán lembrava de como tinha implorado, com a voz embargada e os olhos úmidos, suplicando por uma chance que ela já não estava disposta a dar. Chorou na frente dela, uma humilhação pública e privada que selou o fim do relacionamento. Não voltaram. O vínculo se rompeu, e embora Fany estudasse na mesma sala de aula, o silêncio entre eles virou um muro intransponível. Adán a via sentada a algumas fileiras de distância, o cabelo caindo sobre os ombros, e ele se segurava para não falar, mantendo uma fachada de indiferença enquanto o rancor e a atração não resolvida ferviam debaixo da pele dela. PREMIUM Edição avançada de imagens Ver em ação → O tempo passou, arrastando as rotinas escolares até 14 de fevereiro. Naquele dia, o ambiente na escola estava saturado de balões e flores vermelhas, um lembrete constante da solidão de Adán. Foi então que Fernanda, uma garota vivaz que era amiga tanto de Adán quanto de Fany, se aproximou dele no recreio. Com um tom de voz que misturava fofoca e curiosidade, Fernanda contou que Alexis, um conhecido dela, tinha dado um buquê de flores para Fany naquele mesmo dia. Adán franziu a testa; Alexis não era exatamente um amigo íntimo, mas sim um conhecido periférico. A rede de conexões se complicava: Alexis era primo de Julieth, outra colega, e para piorar, Alexis tinha saído anteriormente com Andrea, a irmã mais velha de Fany. A informação atingiu Adán como um balde de água fria; sua ex-namorada estava recebendo atenção de um cara que já tinha ficado com a própria irmã dela, um cara que circulava no mesmo grupo social mas que agora se tornava um intruso na sua história passada. Passaram-se mais semanas, e o destino quis que Adán visitasse a casa de Julieth. Estavam no quarto dela, passando o tempo, quando a conversa derivou para as fofocas de sempre. Julieth, com uma expressão de cumplicidade, soltou a bomba: Alexis e Fany estavam conversando constantemente. Mas não era só papo inocente; Julieth revelou que Fany mandava para Alexis vídeos do Instagram com conteúdo explícito, vídeos sobre "transar", e que Alexis respondia no mesmo tom, trocando conteúdo pornográfico e propostas sexuais diretas através dos celulares. Adán ficou parado, processando a informação. A imagem de Fany, a garota que não tinha deixado ele entrar, mandando vídeos de pornografia para Alexis e falando de foder, começou a fermentar na mente dele, distorcendo-se numa fantasia sombria e potente. Foi naquele momento, sentado na cama de Julieth, quando a primeira A fantasia tomou conta da mente de Adão com uma força brutal. Ele visualizava Fany na própria casa dela, se arriscando a que os pais a descobrissem para colocar Alexis escondido pela janela ou pela porta dos fundos. Na imaginação de Adão, os dois estavam no quarto de Fany, inicialmente conversando normalmente, mas a tensão sexual era palpável no ar. Alexis ficava excitado, seu olhar devorando o corpo de Fany, e começava a beijá-la com uma urgência que Adão nunca tinha experimentado. Ele via como tiravam a roupa num frenesi, peças caindo no chão até deixar Fany completamente nua, exposta e ansiosa na frente de Alexis. A fantasia ficava mais gráfica e cruel. Adão imaginava Alexis, com o pau duro e proeminente, penetrando Fany sem a insegurança que ele tinha tido. Ele via como Alexis a comia com força, usando-a, enquanto ela gemia e respondia a cada estocada. No cenário mental de Adão, Alexis não se continha; fodia ela pelo cu, esticando o ânus apertado dela enquanto ela gritava de prazer e dor, enchendo ela até que as bolas dele batessem contra a pele dela. Finalmente, a cena culminava com Alexis gozando, deixando o cu dela cheio de porra quente, escorrendo pelas coxas, e depois obrigando ela a abrir a boca para receber o resto do sêmen na boquinha, marcando ela como propriedade dele. E o pior, o mais excitante para Adão nessa visão distorcida, era que ele ficava sabendo de tudo; via as provas, sentia a humilhação de saber que outro homem tinha feito o que ele não conseguiu, tirando de Fany qualquer lembrança da tentativa fracassada dele. Mas a mente dele não parou por aí; uma segunda fantasia, ainda mais depravada, surgiu logo depois. Dessa vez, a cena incluía Fernanda, a mensageira de todas essas notícias. Adão imaginava um ménage selvagem onde Fernanda, Alexis e Fany participavam de uma orgia de carne e suor. Nessa visão, Fernanda não era só uma observadora, mas uma participante ativa, ajudando Alexis a despir Fany, tocando-a, beijando-a enquanto Alexis preparava seu pau para penetrar as duas. A cena era um caos de membros entrelaçados, línguas e fluidos. Alexis passava de uma para outra, fodendo a Fany com a mesma brutalidade que na primeira fantasia, enquanto Fernanda lambia o esperma que escorria do corpo da amiga ou era fodida ela mesma, gritando e pedindo mais. A ideia de ver a Fany compartilhada, usada e completamente entregue ao prazer com sua amiga e seu novo amante, encheu Adán de uma ansiedade voyeurística que cortava sua respiração, deixando-o sentado no quarto de Julieth com o coração acelerado e as calças apertadas, incapaz de banir as imagens vívidas de sua ex-namorada sendo totalmente possuída por outro.

0 comentários - História que aconteceu comigo