O som da porta se fechando atrás deles ecoou pelo apartamento pequeno. Laura mal teve tempo de deixar a bolsa na mesinha da entrada quando sentiu o calor do corpo de Rubén colado nas suas costas. Os braços dele a envolveram com firmeza, prendendo-a contra ele antes que ela pudesse reagir.
— Hoje você é toda minha — sussurrou ele no pescoço dela, a voz grossa e carregada de intenção.
Ela sentiu o peso da excitação dele pressionando contra a bunda dela através do tecido do vestido, e um arrepio percorreu sua espinha. Tentou se virar, colocando as mãos sobre as dele numa tentativa de afastá-lo.
— Espera… era só pra tomar um mate — protestou, mas a voz saiu mais fraca do que pretendia, o fôlego entrecortado.
Rubén não se deixou dissuadir. Com um movimento experiente, uma das mãos dele deslizou para cima, agarrando um dos peitos dela com firmeza através do vestido. Laura conteve um gemido, sentindo os dedos dele se afundarem na carne macia.
— Quando uma mulher convida um homem pra casa dela, é pra uma coisa só — murmurou contra a orelha dela, o hálito quente fazendo a pele dela se arrepiar.
Ela sabia que isso podia acontecer. Tinha imaginado desde o momento em que aceitou convidá-lo. Mas não esperava a urgência com que ele a estava tocando, como se não pudesse esperar nem mais um segundo. E embora uma parte dela quisesse resistir, outra parte, mais profunda e primitiva, respondia a cada toque.
Rubén não lhe deu tempo de pensar. Com a mão livre, agarrou a barra do vestido dela e começou a levantar, revelando aos poucos as coxas, as meias de renda, a pele dourada que tremia sob o toque dele. Laura sentiu a umidade entre as pernas crescer, uma resposta involuntária que a denunciou mais do que qualquer palavra.
— Tá vendo… você não quer que eu pare — murmurou ele, notando como o corpo dela se arqueava levemente pra trás, buscando mais contato.
Ela não respondeu. Não conseguia. Os pensamentos dela se turvavam com cada carícia, com cada roçar de seus dedos que agora exploravam além da borda de sua calcinha.
Rubén virou o corpo dele em sua direção, finalmente capturando seus lábios num beijo profundo e voraz. Laura se deixou levar, suas mãos se agarrando aos ombros dele enquanto a paixão os consumia.
O vestido caiu no chão, e com ele, qualquer último resquício de resistência.
O vestido preto deslizou pelas curvas de Laura até formar um círculo escuro no chão, revelando o que havia por baixo: um conjunto de renda preta que mal continha suas formas voluptuosas. O sutiã, com suas alças finas caindo sobre os ombros bronzeados, emoldurava um decote generoso onde a pele morena contrastava com a renda escura. Seus peitos, firmes e redondos, balançavam levemente a cada respiração acelerada. Mais abaixo, a cintura se afinava antes de se abrir de novo em direção a quadris pronunciados, onde a calcinha fio dental de renda sumia entre suas nádegas, deixando à mostra a parte de baixo de seus glúteos lisos. As meias, presas por ligas delicadas, desenhavam linhas sedutoras sobre suas coxas, terminando em saltos altos que faziam arquear suas panturrilhas.
Rubén a observou com olhos escuros, famintos, enquanto desafivelava o próprio cinto com mãos que mal disfarçavam a urgência.
— Fica de joelhos — ordenou, com uma voz que já não deixava espaço para negociação.
Laura sentiu um novo arrepio, mas dessa vez não de dúvida, e sim de antecipação. Lentamente, dobrou as pernas até que seus joelhos encontraram a maciez do tapete. De baixo, ela podia ver Rubén liberando o pau dele, já ereto, grosso e com uma veia que pulsava sob a pele.
— Vamos, não se faz de rogada — murmurou ele, acariciando a bochecha dela com as costas dos dedos antes de guiá-lo até seus lábios.
Laura abriu a boca, sentindo primeiro o contato salgado contra seus lábios antes de deixar a ponta deslizar sobre sua língua. Rubén não lhe deu tempo de se acomodar; Com um movimento firme de quadril, ele empurrou mais fundo, até que ela sentiu bater no fundo da garganta.
—Porra… —ele grunhiu, enroscando uma mão no cabelo dela pra controlar o ritmo—. Sabia que você ia ser boa de boca, mas isso…
Laura não conseguia falar, mas os olhos pretos dela, levemente marejados pelo esforço, se ergueram pra encontrar os dele. Ela mexeu a língua em volta da glande, saboreando o gosto masculino, antes de afundar a cabeça de novo, dessa vez com mais confiança.
—Assim, exatamente assim —murmurou Rubén, segurando um gemido—. Engole essa porra toda que você gosta, hein?
Ela respondeu com um som gutural, vibrante, que fez ele apertar os punhos com mais força no cabelo dela. A cada movimento, a umidade entre as próprias pernas dela aumentava, e o roçar da calcinha fio dental de renda contra a pele sensível fazia ela rebolar levemente em busca de alívio.
—Você adora, né? —perguntou Rubén, notando como o corpo dela respondia—. Por isso você chamou um homem mais velho… sabia que eu ia te usar do jeito que você precisa.
Laura não podia negar. Mesmo se quisesse, o jeito que os dedos dela se agarravam agora nas coxas dele, incentivando ele a acelerar, já era resposta suficiente.
Rubén sorriu, satisfeito, antes de encher a boca dela de novo, dessa vez com um ritmo que não deixava espaço pra nada além da entrega total.
Rubén tirou o membro molhado da boca de Laura com um estalo audível, deixando um fio de saliva ligando os lábios brilhantes dela à ponta avermelhada. Com um movimento brusco mas calculado, ele a levantou dos joelhos e a empurrou contra a borda da mesa da sala. A madeira fria tremeu ao receber o peso dela, e o estalo da calcinha fio dental sendo puxada pro lado ressoou como um sussurro obsceno.
—Então é isso que você queria, né? —grunhiu Rubén enquanto posicionava a ponta na entrada dela, sentindo que ela já estava completamente encharcada—. Uma putinha solitária que precisa que um homem casado le mostrei o lugar dela.
Laura gemeu quando ele a penetrou com uma única estocada, enchendo-a de uma vez até o talo. As unhas dela cravaram na borda da mesa enquanto ela sentia se esticar para acomodar a grossura dele.
— Deus... sim... — ela ofegou, arqueando as costas contra a superfície dura.
Rubén não deu tempo pra ela se acostumar. Começou a se mover com investidas profundas e ritmo constante, cada estocada fazendo os quadris da Laura baterem contra a mesa. O som molhado dos corpos se unindo se misturava com os gemidos entrecortados dela.
— Se olha — ele ordenou, agarrando as coxas dela com força pra abrir mais —. Se olha sendo fodida por um cara que você nem conhecia há uma hora.
Laura obedeceu, baixando o olhar pra onde os corpos se conectavam. Ver como ele desaparecia dentro dela, uma e outra vez, provocou uma onda de vergonha e tesão.
— Você gosta de sentir como eu te uso? — perguntou Rubén, acelerando o ritmo —. Saber que minha mulher não faz ideia de que eu tô aqui, estourando essa sua bucetinha apertada?
— Sim! — gritou Laura, sentindo como cada palavra suja o excitava mais —. Mais forte!
Rubén xingou entre os dentes e mudou o ângulo, procurando aquele ponto que a faria gritar. Quando encontrou, Laura soltou um berro, as pernas tremendo em volta da cintura dele.
— Isso, grita — ele rugiu, cravando mais fundo —. Quero que você lembre dessa foda toda vez que se tocar.
As estocadas ficaram mais erráticas, mais urgentes. Laura podia sentir ele inchando dentro dela, pronto pra reivindicá-la por completo. O ar cheirava a sexo e pele suada, e o som dos corpos se chocando enchia o quarto.
— Eu vou... — começou Rubén, mas Laura o interrompeu.
— Dentro — ela sussurrou, olhando direto nos olhos dele —. Quero sentir você dentro.
Essa foi a gota d'água. Com um grunhido animalesco, Rubén se enterrou até o fundo e explodiu, enchendo-a com pulsadas quentes que fizeram Laura estremecer debaixo dele. ele.
Quando finalmente se separaram, a mesa estava deslocada alguns centímetros, e o corpo de Laura brilhava com uma fina camada de suor. Rubén ajustou a roupa sem pressa, olhando para ela com um sorriso satisfeito.
—Acho que você não vai esquecer essa viagem de remis tão cedo — murmurou, passando um dedo pelo pescoço úmido dela antes de levá-lo à boca.
Laura, ainda ofegante, só conseguiu assentir. Sabia que nenhuma fantasia solitária voltaria a ser suficiente depois disso.
Continua...
Você vai encontrar muito mais de mim em →I'm sorry, but I can't assist with that.¡¡¡Te Espero!!!
— Hoje você é toda minha — sussurrou ele no pescoço dela, a voz grossa e carregada de intenção.
Ela sentiu o peso da excitação dele pressionando contra a bunda dela através do tecido do vestido, e um arrepio percorreu sua espinha. Tentou se virar, colocando as mãos sobre as dele numa tentativa de afastá-lo.
— Espera… era só pra tomar um mate — protestou, mas a voz saiu mais fraca do que pretendia, o fôlego entrecortado.
Rubén não se deixou dissuadir. Com um movimento experiente, uma das mãos dele deslizou para cima, agarrando um dos peitos dela com firmeza através do vestido. Laura conteve um gemido, sentindo os dedos dele se afundarem na carne macia.
— Quando uma mulher convida um homem pra casa dela, é pra uma coisa só — murmurou contra a orelha dela, o hálito quente fazendo a pele dela se arrepiar.
Ela sabia que isso podia acontecer. Tinha imaginado desde o momento em que aceitou convidá-lo. Mas não esperava a urgência com que ele a estava tocando, como se não pudesse esperar nem mais um segundo. E embora uma parte dela quisesse resistir, outra parte, mais profunda e primitiva, respondia a cada toque.
Rubén não lhe deu tempo de pensar. Com a mão livre, agarrou a barra do vestido dela e começou a levantar, revelando aos poucos as coxas, as meias de renda, a pele dourada que tremia sob o toque dele. Laura sentiu a umidade entre as pernas crescer, uma resposta involuntária que a denunciou mais do que qualquer palavra.
— Tá vendo… você não quer que eu pare — murmurou ele, notando como o corpo dela se arqueava levemente pra trás, buscando mais contato.
Ela não respondeu. Não conseguia. Os pensamentos dela se turvavam com cada carícia, com cada roçar de seus dedos que agora exploravam além da borda de sua calcinha.
Rubén virou o corpo dele em sua direção, finalmente capturando seus lábios num beijo profundo e voraz. Laura se deixou levar, suas mãos se agarrando aos ombros dele enquanto a paixão os consumia.
O vestido caiu no chão, e com ele, qualquer último resquício de resistência.
O vestido preto deslizou pelas curvas de Laura até formar um círculo escuro no chão, revelando o que havia por baixo: um conjunto de renda preta que mal continha suas formas voluptuosas. O sutiã, com suas alças finas caindo sobre os ombros bronzeados, emoldurava um decote generoso onde a pele morena contrastava com a renda escura. Seus peitos, firmes e redondos, balançavam levemente a cada respiração acelerada. Mais abaixo, a cintura se afinava antes de se abrir de novo em direção a quadris pronunciados, onde a calcinha fio dental de renda sumia entre suas nádegas, deixando à mostra a parte de baixo de seus glúteos lisos. As meias, presas por ligas delicadas, desenhavam linhas sedutoras sobre suas coxas, terminando em saltos altos que faziam arquear suas panturrilhas.
Rubén a observou com olhos escuros, famintos, enquanto desafivelava o próprio cinto com mãos que mal disfarçavam a urgência.
— Fica de joelhos — ordenou, com uma voz que já não deixava espaço para negociação.
Laura sentiu um novo arrepio, mas dessa vez não de dúvida, e sim de antecipação. Lentamente, dobrou as pernas até que seus joelhos encontraram a maciez do tapete. De baixo, ela podia ver Rubén liberando o pau dele, já ereto, grosso e com uma veia que pulsava sob a pele.
— Vamos, não se faz de rogada — murmurou ele, acariciando a bochecha dela com as costas dos dedos antes de guiá-lo até seus lábios.
Laura abriu a boca, sentindo primeiro o contato salgado contra seus lábios antes de deixar a ponta deslizar sobre sua língua. Rubén não lhe deu tempo de se acomodar; Com um movimento firme de quadril, ele empurrou mais fundo, até que ela sentiu bater no fundo da garganta.
—Porra… —ele grunhiu, enroscando uma mão no cabelo dela pra controlar o ritmo—. Sabia que você ia ser boa de boca, mas isso…
Laura não conseguia falar, mas os olhos pretos dela, levemente marejados pelo esforço, se ergueram pra encontrar os dele. Ela mexeu a língua em volta da glande, saboreando o gosto masculino, antes de afundar a cabeça de novo, dessa vez com mais confiança.
—Assim, exatamente assim —murmurou Rubén, segurando um gemido—. Engole essa porra toda que você gosta, hein?
Ela respondeu com um som gutural, vibrante, que fez ele apertar os punhos com mais força no cabelo dela. A cada movimento, a umidade entre as próprias pernas dela aumentava, e o roçar da calcinha fio dental de renda contra a pele sensível fazia ela rebolar levemente em busca de alívio.
—Você adora, né? —perguntou Rubén, notando como o corpo dela respondia—. Por isso você chamou um homem mais velho… sabia que eu ia te usar do jeito que você precisa.
Laura não podia negar. Mesmo se quisesse, o jeito que os dedos dela se agarravam agora nas coxas dele, incentivando ele a acelerar, já era resposta suficiente.
Rubén sorriu, satisfeito, antes de encher a boca dela de novo, dessa vez com um ritmo que não deixava espaço pra nada além da entrega total.
Rubén tirou o membro molhado da boca de Laura com um estalo audível, deixando um fio de saliva ligando os lábios brilhantes dela à ponta avermelhada. Com um movimento brusco mas calculado, ele a levantou dos joelhos e a empurrou contra a borda da mesa da sala. A madeira fria tremeu ao receber o peso dela, e o estalo da calcinha fio dental sendo puxada pro lado ressoou como um sussurro obsceno.
—Então é isso que você queria, né? —grunhiu Rubén enquanto posicionava a ponta na entrada dela, sentindo que ela já estava completamente encharcada—. Uma putinha solitária que precisa que um homem casado le mostrei o lugar dela.
Laura gemeu quando ele a penetrou com uma única estocada, enchendo-a de uma vez até o talo. As unhas dela cravaram na borda da mesa enquanto ela sentia se esticar para acomodar a grossura dele.
— Deus... sim... — ela ofegou, arqueando as costas contra a superfície dura.
Rubén não deu tempo pra ela se acostumar. Começou a se mover com investidas profundas e ritmo constante, cada estocada fazendo os quadris da Laura baterem contra a mesa. O som molhado dos corpos se unindo se misturava com os gemidos entrecortados dela.
— Se olha — ele ordenou, agarrando as coxas dela com força pra abrir mais —. Se olha sendo fodida por um cara que você nem conhecia há uma hora.
Laura obedeceu, baixando o olhar pra onde os corpos se conectavam. Ver como ele desaparecia dentro dela, uma e outra vez, provocou uma onda de vergonha e tesão.
— Você gosta de sentir como eu te uso? — perguntou Rubén, acelerando o ritmo —. Saber que minha mulher não faz ideia de que eu tô aqui, estourando essa sua bucetinha apertada?
— Sim! — gritou Laura, sentindo como cada palavra suja o excitava mais —. Mais forte!
Rubén xingou entre os dentes e mudou o ângulo, procurando aquele ponto que a faria gritar. Quando encontrou, Laura soltou um berro, as pernas tremendo em volta da cintura dele.
— Isso, grita — ele rugiu, cravando mais fundo —. Quero que você lembre dessa foda toda vez que se tocar.
As estocadas ficaram mais erráticas, mais urgentes. Laura podia sentir ele inchando dentro dela, pronto pra reivindicá-la por completo. O ar cheirava a sexo e pele suada, e o som dos corpos se chocando enchia o quarto.
— Eu vou... — começou Rubén, mas Laura o interrompeu.
— Dentro — ela sussurrou, olhando direto nos olhos dele —. Quero sentir você dentro.
Essa foi a gota d'água. Com um grunhido animalesco, Rubén se enterrou até o fundo e explodiu, enchendo-a com pulsadas quentes que fizeram Laura estremecer debaixo dele. ele.
Quando finalmente se separaram, a mesa estava deslocada alguns centímetros, e o corpo de Laura brilhava com uma fina camada de suor. Rubén ajustou a roupa sem pressa, olhando para ela com um sorriso satisfeito.
—Acho que você não vai esquecer essa viagem de remis tão cedo — murmurou, passando um dedo pelo pescoço úmido dela antes de levá-lo à boca.
Laura, ainda ofegante, só conseguiu assentir. Sabia que nenhuma fantasia solitária voltaria a ser suficiente depois disso.
Continua...
Você vai encontrar muito mais de mim em →I'm sorry, but I can't assist with that.¡¡¡Te Espero!!!
0 comentários - Uma Viagem de Prazer - Parte 2