Os gemidos da Rita - Parte 2

O barracão, envolto naquela penumbra dourada pela única lâmpada pendurada, tornou-se o cenário perfeito para o que estava por acontecer. Rita não se afastou quando Gonzalo a empurrou contra a mesa. Pelo contrário, suas pupilas se dilataram, devorando cada linha do rosto curtido do jardineiro.

Rita não era simplesmente bonita; era uma obra de arte viva. Suas pernas, longas e esculpidas por anos de vôlei, tinham uma suavidade que convidava a ser acariciada. Cada músculo se tensionava sob sua pele de porcelana, tão pálida que as veias azuis se transpareciam nas coxas internas.

Sua bunda, firme e redonda, era seu orgulho. Os shorts justos que costumava usar mal conseguiam contê-la, e agora, sob o moletom folgado, adivinhava-se sua forma perfeita: duas metades generosas que tremiam levemente a cada respiração agitada.

Mas o que mais enlouquecia Gonzalo era sua cintura estreita, que se alargava naquelas ancas juvenis, e mais acima, seus peitos pequenos mas firmes, com mamilos rosados que já se endureciam sob o tecido, visíveis pelo decote folgado do moletom.

E depois havia sua boca. Lábios carnudos, sempre levemente entreabertos, como se estivessem em perpétua espera de algo… ou de alguém.

Rita não era virgem, mas também não era expert. Tinha tido um namorado no colégio, um garoto da mesma idade cujas tentativas desajeitadas nunca a tinham satisfeito. Mas Gonzalo… Gonzalo era diferente.

Desde que começou a trabalhar ali, algo nele a atraiu. Talvez fosse sua força silenciosa, aquelas mãos ásperas que cuidavam das flores com delicadeza. Ou talvez o jeito que ele a olhava quando achava que ela não notava: com uma fome animal, reprimida mas palpável.

Ela já tinha se masturbado pensando nele mais de uma vez. No seu quarto, com a porta fechada, imaginava aquelas mãos ásperas percorrendo seu corpo, aqueles lábios grossos mordiscando seu pescoço. E agora, aqui estavam, prestes a realizar cada uma de suas fantasias. Gonzalo não perguntou. Não havia necessidade. Com um movimento brusco mas seguro, deslizou as mãos por baixo do moletom de Rita, encontrando a pele quente da barriga dela. Ela arqueou as costas, um gemido escapando dos lábios.  —Sempre soube que isso ia acontecer —murmurou ele, enquanto os dedos subiam, devagar, em direção aos seios dela—. Você me olhava… como se quisesse que eu te tocasse.  —Sim… —admitiu ela, sem vergonha, mordendo o lábio inferior—. Mas não só isso.  —O que mais, então? —Rosnou ao encontrar os mamilos eretos, rolando-os entre os dedos.  —Quero… que você me faça sentir como ninguém nunca fez.  Essa frase foi suficiente. Gonzalo a virou, pressionando o corpo dela contra a mesa. Com um puxão, abaixou o short e a calcinha, revelando aquele traseiro perfeito, branco como leite, com uma pequena pinta perto do começo da racha.  —Deus… —praguejou, admirado.  As mãos não conseguiram resistir. Apertou aquelas nádegas com força, fazendo Rita gemer. Depois, sem aviso prévio, afundou o rosto entre elas, lambendo a buceta dela por trás.  —Gonzalo! —gritou ela, surpresa com a ousadia.  Mas ele não parou. A língua encontrou o clitóris inchado, brincando com ele em círculos rápidos. Rita ofegou, as mãos agarrando a borda da mesa.  —Assim… —sussurrou—. Assim é como eu gosto de te imaginar… me comendo.  Gonzalo não conseguiu esperar mais. Levantou-se, desabotoando a calça com mãos trêmulas. O pau dele, grosso e já pingando, saltou livre.  Rita olhou por cima do ombro, mordendo o lábio.  —É maior do que eu pensei —murmurou, mas havia admiração na voz, não medo.  —Vai doer —avisou ele, embora soubesse que ela desejava.  —Não me importo.  Com um empurrão lento mas firme, Gonzalo entrou nela. Rita gritou, as unhas cravando na madeira da mesa.  —Porra…! —ofegou—. Você está… enorme.  Ele não respondeu. O calor do interior dela era avassalador, como uma luva de seda se ajustando a cada centímetro do pau dele. membro. Começou a se mover, devagar no início, depois com mais força.

Rita, longe de recuar, empurrou o quadril contra ele, buscando mais.

—Mais forte —ordenou, com uma voz que não admitia discussão—. Quero sentir tudo.

Gonzalo obedeceu. Cada investida era uma afirmação do seu desejo, uma reivindicação de tudo o que foi reprimido. Rita gemia sem controle, suas palavras entrecortadas.

—Sim… aí… ¡Bem aí!

O ar no depósito tinha ficado espesso, carregado com o cheiro de umidade, metal e o perfume doce do suor de Rita. Gonzalo a tinha prendido contra a mesa, seus quadris batendo contra as nádegas brancas da jovem com um ritmo cada vez mais desesperado.

Rita já não conseguia formar palavras coerentes. Entre arquejos e gemidos, só conseguia articular frases entrecortadas:

—"Aí... aí... não para... por favor..."

Suas mãos, antes agarradas à borda da mesa, agora buscavam as de Gonzalo, entrelaçando seus dedos com os do jardineiro como se temesse que ele tentasse se separar dela. O contraste entre suas peles era notável: as palmas calejadas e ásperas dele, contra a suavidade quase infantil de suas mãos pequenas e delicadas.

Gonzalo, por sua vez, sentia que perdia o controle. O calor de Rita o envolvia, o consumia. Cada vez que se afundava por completo nela, podia sentir como seus músculos internos se apertavam ao redor do seu membro, como se não quisessem deixá-lo ir.

—"Você está tão... apertada..." —rosnou no ouvido da jovem, notando com satisfação como esse comentário fazia seu corpo responder com um novo espasmo de prazer.

Mas Rita, embora submissa no ato, não era uma participante passiva. Num movimento inesperado, se libertou do seu agarre e se virou para encará-lo. Agora era ela quem o empurrava contra as prateleiras, seus olhos escuros brilhando com uma mistura de inocência e luxúria que o deixou sem fôlego.

—"Quero ver sua cara quando você gozar dentro de mim" —sussurrou, guiando-o de novo para seu interior.

Essa nova posição permitiu a Gonzalo apreciar em toda a sua plenitude o corpo de Rita: seus peitos pequenos mas perfeitos, com mamilos rosados e eretos; a barriga lisa que se tensionava a cada movimento; aquela pentelheira loira e rala que mal cobria sua buceta inchada pela excitação.

O final se aproximava, e os dois sabiam disso. Gonzalo podia sentir na forma como os músculos de Rita começavam a se contrair de maneira irregular, em como suas unhas se cravavam em seus ombros.

—"Vou... vou..." —a voz de Rita falhou quando a primeira onda de prazer a atingiu. Seu corpo se arqueou, a cabeça caindo para trás enquanto um gemido longo e trêmulo escapava de seus lábios.

Isso foi o suficiente para Gonzalo. Com um último empurrão profundo, se deixou levar pelo próprio orgasmo, enterrado até o fundo em Rita enquanto sentia seu esperma quente preenchendo o interior da jovem.

Por um momento, tudo foi silêncio, só interrompido pela respiração ofegante deles.

A realidade começou a se filtrar de novo em suas mentes. Gonzalo foi o primeiro a reagir, se separando suavemente de Rita, que parecia atordoada pelo que acabara de acontecer.

—"A gente precisa voltar antes que alguém sinta nossa falta" —murmurou ele, ajustando a roupa com movimentos rápidos.

Rita assentiu, mas em vez de se vestir de imediato, ficou olhando o esperma que começava a escorrer por suas coxas. Havia algo contemplativo em seu olhar, quase como se estivesse gravando cada detalhe na memória.

—"Isso não pode ficar assim" —disse finalmente, se limpando com a própria calcinha antes de se vestir.

Gonzalo não soube como interpretar essas palavras. Será que ela se referia à bagunça? Ou ao que acabara de acontecer entre eles?

Antes que pudesse perguntar, Rita se aproximou e lhe deu um beijo rápido mas intenso nos lábios.

—"Isso não é o fim" —sussurrou contra sua boca—. "É só o começo."

E com isso, saiu do depósito, deixando Gonzalo sozinha com seus pensamentos e o aroma da sua paixão ainda pairando no ar. Continua... Gostou do capítulo? Me segue nas minhas redeswww,danielabrito:*

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