A Amante do Rex - Final

O amanhecer se infiltrava timidamente pelas persianas mal ajustadas do meu humilde apartamento quando os primeiros raios de luz acariciaram minha pele nua, revelando as marcas de uma noite que eu jamais poderia confessar a ninguém. Rex jazia ao meu lado, seu poderoso torso dourado subindo e descendo com uma calma que contrastava brutalmente com o turbilhão de emoções que sacudia meu peito. Sua respiração quente roçava meu ombro nu, e o simples contato fazia um arrepio de vergonha e excitação percorrer minha coluna vertebral.

Eu havia cruzado um limiar do qual não havia retorno.

A Culpa e o Desejo
Os primeiros dias depois daquela noite inicial foram um inferno de contradições. Acordava sobressaltada no meio da noite, com os lençóis encharcados de suor e meus dedos enterrados entre minhas pernas, sonhando com aquela língua áspera e aquelas investidas animais que me fizeram gritar como nunca antes. Durante o dia, evitava olhar Rex diretamente, fingindo normalidade quando o dono vinha buscá-lo pelas manhãs. Mas as noites em que ficávamos sozinhos...

Meu Deus, as noites.

Cada encontro era mais intenso que o anterior. Rex havia aprendido rapidamente quais movimentos me faziam gemer, quais ângulos provocavam que minhas unhas se cravassem em seu pelo. E eu... eu havia descoberto no mais profundo do meu ser uma fome bestial que nenhum amante humano havia conseguido saciar.

O Ritual
Começou como um jogo perigoso. Nos dias em que sabia que o dono trabalharia a noite toda, me preparava como se fosse um encontro. Tomava banho com esmero, escolhendo loções de baunilha que sabia que Rex gostava de lamber. Às vezes deixava um botão extra desabotoado na blusa, sabendo que seus olhos caninos seguiriam o movimento dos meus peitos ao me agachar para encher seu prato de água.

A primeira vez que me masturbei na frente dele antes de permitir que se aproximasse, descobri que podia controlar o ritmo dos nossos encontros. Rex se sentava obedientemente, suas orelhas erguidas e seu rabo batendo no chão com impaciência, enquanto eu me tocava lentamente, deixando o espetáculo enlouquecê-lo até que ele não conseguisse mais se conter. A Entrega Total A quinta noite foi diferente. Dessa vez não teve preliminares, nem jogos. Rex entrou no meu quarto com uma determinação que me deixou sem fôlego. Antes que eu pudesse reagir, suas poderosas patas dianteiras me empurraram contra o colchão, seu focinho úmido se enterrando entre minhas pernas com uma urgência que nunca antes havia mostrado. Não. Dessa vez não seria submissa. Com um movimento rápido que surpreendeu até meu próprio cérebro embriagado de luxúria, me virei e o empurrei contra a cama, montando nele com uma ferocidade que arrancou dele um rosnado surpreso. —Minha vez —sussurrei, cravando minhas unhas em sua pelagem dourada enquanto começava a mover meus quadris em círculos lentos, esfregando minha buceta inchada contra seu membro enorme sem chegar a penetrar. Rex respirava com dificuldade embaixo de mim, seus olhos escuros brilhando com uma mistura de surpresa e excitação. Pela primeira vez, eu tinha o controle. Mas a fera dentro de mim queria mais. O Êxtase Animal Quando finalmente o guiei para dentro de mim, foi como se o tempo parasse. Seu membro grosso me abriu com uma facilidade que teria sido impossível semanas atrás, meu corpo agora perfeitamente adaptado à sua forma. —Ah, Rex! —gritei, arqueando-me para trás quando ele começou a empurrar por baixo, seus poderosos quadris caninos encontrando um ritmo que fazia tremer a estrutura da cama. Não havia mais vergonha. Não havia culpa. Só o puro, cru prazer de nos sentirmos como o que éramos: duas criaturas dominadas pelo instinto mais básico da natureza. Meus orgasmos se sucediam um atrás do outro, cada um mais intenso que o anterior, até que perdi a conta. Rex não mostrava sinais de cansaço, sua resistência sobrenatural transformando nossa união em uma maratona de sensações que me levaram à beira do delírio. O Amanhecer de uma Nova Vida Quando finalmente nos separamos, o alvorecer começava a tingir o céu de tons rosados. Rex se acomodou ao meu lado, lambendo distraidamente meu ombro enquanto eu ofegava, completamente exausta mas mais satisfeita do que nunca na minha vida. Naquele momento eu soube com uma certeza que me gelou o sangue e incendiou minhas entranhas ao mesmo tempo: Já não era sua cuidadora. Já não era a universitária tímida que tinha chegado a este apartamento. Eu tinha me tornado algo mais, algo proibido e glorioso. Era sua companheira. Sua mulher. Sua puta. E eu não queria que acabasse nunca. Fim. Se quiser saber mais sobre mim, deixo todas as minhas redes sociaisbeacons./perlaiglesias69Obrigado por ler meu capítulo

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