Cap 2 fodendo com a gostosa no sítio dela

Capítulo 2: Transando com a mina no rancho dela

A real é que eu tinha ficado completamente louco com o primeiro fuck da minha mina. Claro que naquele momento ela ainda não era minha mina, a gente só tinha transado uma vez. Naquela época não existia muita conexão digital, então muitas das minas que a gente pegava nas baladas com meu amigo rapidamente iam ficando no nada. Às vezes quando as minas têm que escolher entre continuar falando com algum carinha do bairro que provavelmente elas viam todo dia ou com a gente que morava a 50 km de distância e mal conseguia trocar algumas mensagens pelo Facebook, a parada acabava se evaporando. Óbvio que na escola a gente se sentia os mais espertos, os mais vencedores, porque enquanto nossos colegas otários eram constantemente rejeitados nas baladas pelas patricinhas, a gente pegava uns beijos e às vezes transava com as minas da quebrada. Pra minha sorte, e apesar da extrema pobreza em que a Jessi vivia com a família naquela casinha que dava pra ver da rua quando a gente as alcançou depois da balada, elas tinham uma conexão de internet bem boa. Então a partir de domingo à tarde, segunda e terça a gente passou longas horas falando pelo Facebook. Lembro bem dessa época, literalmente vivia com o pau duro porque as conversas com as minas eram completamente quentes. E claro que a Jessi não era exceção. Sem nenhum tipo de vergonha ela me contou os lugares mais loucos onde tinha transado, tipo um terreno vazio perto da casa dela, o quarto das amigas e o banheiro de uma balada. Eu sabia que tinha que ver ela de novo, que não podia deixar ela se evaporar como outras minas, sabia que tinha que fazer acontecer. Numa dessas longas conversas lembro que cheguei a pensar que essa faveladinha linda podia ser minha porta de entrada definitiva pro mundo da quebrada. Combinamos a saída pra uma quarta-feira ao meio-dia. Sabia que chegar lá ia levar quase a manhã toda por causa do maldito trânsito. Então saí vestido como se fosse pra ir pro colégio, assim a gente levantava a poeira na casa dos meus pais chatos e oligarcas. Subi no Fiat 147 e meti o pé na estrada rumo ao colégio. Mas é claro que nunca cheguei, desviei e peguei a rodovia a caminho de Virrey del Pino. A viagem tinha se tornado eterna, o trânsito fazia tudo andar a passo de tartaruga e eu tava com todos os nervos, sem saber se minha mina realmente ia estar lá ou ia me deixar na mão. Ela devia passar pra me buscar na esquina da casa dela. Na hora em que toquei na Ruta 3, meus nervos tinham aumentado. Passando o shopping de San Justo, parei pra trocar de roupa. Claro que eu não ia chegar em Virrey del Pino com a roupa de um colégio particular, não é como se eu quisesse ser estuprado, assaltado e ainda por cima com razão. Vou levar um conjunto esportivo bem estiloso, todo preto, em que o moletom caía super bem em mim. Como eu não uso cueca, dava pra notar bem o volume. A paisagem começou a mudar quando passei o shopping de Catán, já entrando pra dentro e me afastando da Ruta 3. As casas de alvenaria tinham virado casinhas de chapa e madeira, paredes sem reboco, ruas de terra, de barro, lixo pra todo lado, vala com água podre. Claramente dá pra dizer que a paisagem tinha ficado muito mais bonita. O mais louco de tudo é que, mesmo sendo umas 11 da manhã, eu já tinha cruzado com quatro ou cinco minas completamente lindas na rua. Com as bundas bem empinadas, todas de legging, algo que teria sido impossível de ver no bairro do meu colégio. Ao dobrar a esquina dos cavalos comendo capim na calçada, cheguei finalmente ao ponto de encontro. Eu tava numa mistura de tesão e nervosismo. Avisei pelo Facebook que tinha chegado e, quase como um ato reflexo, ela respondeu que já tava saindo. Poucos minutos depois, vejo ela vindo, caminhando sem pressa, rebolando aquele booty de um jeito divino. Agora, de dia, dava pra ver as coisas Muito melhor do que na escuridão da balada e do carro. Apesar da pouca idade, a Jessi era uma flor de mulher. Uma calcinha cinza-claro assim, marcando sua buceta bem carnuda. Uma thong fio-dental transparecia no tecido fino da legging, fazendo aquele fiozinho e o triângulo vermelho da parte de trás voarem na cabeça. Até a argolinha metálica estava transparente. Estava com a camisetinha curta rosinha que deixava o umbigo de fora e dava um toque de menina que te deixava louco. Rapidamente desci do carro pra ir cumprimentá-la e nos encontramos num beijo quente e furioso. Começamos a nos pegar apoiados no capô do Fiat 147 enquanto com as duas mãos eu apertava as bochechas da bunda dela. Pelo amor de Deus, que bunda boa, eu pensava. Tinha uma firmeza incrível, uma curvatura que te voava a cabeça, e ao sentir o fio da thong eu tinha ficado com o pau duro. Ela, sentindo como meu pau batia contra o meio das pernas dela, ria e, se fazendo de inocente, mais me provocava. Ficamos nos pegando um bom tempo, ganhando tesão e uma tremenda excitação, até que finalmente saímos pro McDonald's do shopping de Catán. Ouvir ela falar levava meu tesão a outro nível. Primeiro por aquele sotaque tão de quebrada, divino, e segundo porque ela começou a me contar belezas do mundo dela que no meu eram completamente impossíveis. Aqui, por exemplo, entrou pela primeira vez a figura da minha sogra, uma mulher muito jovem e de bom corpo que pulava do pau de um cara pro de outro como quem troca de camiseta num dia quente. Não só isso, mas várias noites ela e as irmãs tinham escutado minha sogra transar. Sem vergonha nenhuma, a Jessi me olhou e me disse: "A gente vai fazer uma competição e tanto". Eu estava tão quente que, entre beijo e beijo, tentava fazer alguma perguntinha buscando mais dessas histórias, mais dessas respostas. "Esquece, eu vejo onde pinta, é assim, onde te dão as vontades, tu joga o jato, hahaha". Foi uma das respostas que mais me deixou louco. louco. Como eu disse antes pra vocês, a ideia é contar toda a nossa história com mais detalhes, com mais fotos e com mais lembranças exatas. O shopping de Catán sempre foi uma maravilha. É uma Disney das minas, até numa quarta-feira ao meio-dia a concorrência era tremenda, tinha uns rabos de calça jeans apertados, camisetinhas curtas, algumas até sem sutiã, fiozinhos aparecendo por cima de alguma legging, mas a Jessie chamava MUITO a atenção. Aquela cabecinha transparente mostrando toda a fio-dental te fazia pirar. Convidei ela pra um bom McDonald's e voltamos pro carro pra nos pegar, dessa vez ela subiu em cima de mim e começou a me beijar enquanto meu pau completamente duro batia contra a bunda dela de fio-dental. Uma das coisas que a Jessi mais gostava em mim era que eu era mais velho que ela e, acima de tudo, que eu resolvia como homem, mesmo que na real eu ainda fosse muito jovem. Eu consertava meu próprio carro, sabia andar por ruas de bairros que não eram os meus e também, segundo as palavras dela e cito textualmente: "você é playboy mas tem o pau de um malandro". A real é que eu não era playboy, nunca joguei rugby, nunca gostei de música em inglês, ia na torcida organizada do meu time, mas pras minas, o rei do pino, tudo que não fosse Virrey del Pino automaticamente te transformava em playboy. San Justo, por exemplo, playboyzasso, então imaginem o que sobrava pra alguém que morava na zona norte. Enquanto ela me beijava toda estando no meu colo no carro, eu por baixo da camiseta dela acariciava as tetas dela. Tocava os mamilos e ela ia ficando cada vez mais molhada. A cena não durou muito porque, entre beijos, ela me disse: "vamo fuder". Perguntei onde tinha uma rua onde a gente podia estacionar tranquilos, mas a resposta dela me surpreendeu ainda mais. "Vamo fuder na minha casa, já foi, papai, te como na favela." Ela ria, curtindo a situação, tomando aquilo como uma espécie de ritual de iniciação no mundo dos malandros. Estacionei o carro na entrada de terra e barro da casinha. da Jessi. A rua Langosta com muitíssimo lixo na vala e um cheiro de podre. Ela me pegou pela mão, empurrou com dificuldade a cerca de arame oxidada da entrada do barraco e atravessamos aquelas tirinhas de plástico que se usam para colocar na porta quando você deixa a porta aberta mas não quer que entre tanto mosquito. Agora quase não se veem, mas naquele momento posso garantir que tinha muita gente que as tinha. Se alguém está lendo isso pela primeira vez, lembro que estamos no ano de 2010. Literalmente eu entrei no barraco com o pau duro. Meus olhos se dividiam entre a bunda pelada da Jesi e a beleza do barraco por dentro. O barraco tinha duas partes, uma de madeira e chapa e outra de tijolo sem rebocar. Numa mistura de sensações lindas, esse barraco. Enquanto as paredes sem rebocar da sala nem sequer tinham terminado alguma das junções com o teto, num dos cantos tinha um tremendo aparelho de som com duas caixas que tranquilamente podiam chegar na minha cintura. O quarto da minha sogra era como se fosse uma espécie de construção em blocos mal arrumados. As luzes nas lâmpadas que pendiam do teto e o banheiro não só não tinha porta como brilhava pela falta de vaso sanitário. Tinha o belo balde e uma torneira. A mãe não estava, mas as duas irmãs mais novas dela sim. Uma vez cumprimentei com boa onda, a outra mal levantou o olhar. A Yesi fez um gesto para elas dando a entender que ia me foder no quarto. A que me cumprimentou com boa onda protestou em tom de riso e ambas ficaram na sala. O quarto das meninas também não tinha porta, de modo que a princípio isso chega a ser muito interessante, muito mais do que qualquer foda que eu tenha vivido em toda a minha vida até aquele momento. Entramos no quarto de tijolo furado sem rebocar, chapa no teto sem nenhum tipo de isolante, chão de cimento quebrado e alguns pôsteres colados na parede de velhas glórias da cumbia. A Jessi seguiu pelo caminho de me deixar louco e Sem-vergonha alguma me disse que já era, Julián, na cama da minha irmã. Ela me empurrou sutilmente em direção a ela e eu me deixei cair com o pau tão duro que fazia uma barraca no moletom. A mina veio pra cima de mim e começou a me beijar de um jeito absurdo. Começamos assim uma preliminar violenta muito quente. Eu tirei a camiseta dela deixando os peitos sobre o meu peito. Acariciava, tocava os mamilos até começar a chupá-los. Quanto mais eu chupava os peitos dela, mais ela soltava uns gemidos tremendos de prazer que com certeza as irmãs a poucos metros deveriam escutar. Ela tirou minha camiseta e meu moletom me deixando completamente pelado. Tirou a calcinha e a fio-dental e ficamos completamente os dois nus na cama da irmã. Ela se inclinou e começou a chupar meu pau. Como toda a sua Rita de lei, tremenda head master. Como aprendem tão rápido a chupar pau também. Era uma loucura, ela se engasgava com meu pau até o final, babava ele todo, deixava bem salivado, virava a cabeça, a ponta pros lados, voltava a se engasgar. Mamava que dava gosto. Também me deixava nervoso, eu tinha medo de gozar naquele momento e ficar como um otário. Tanto que tive que interromper um pouco o tremendo boquete pra deixar ela subir de novo em cima de mim e com a buceta completamente molhada e relaxada. E claro, sem camisinha, pele com pele, meu pau deslizou até o fundo da sua buceta. A sensação de êxtase que eu tinha era impressionante. Ela começou a me cavalgar, pulando em cima de mim como louca. Era uma lobinha no cio. Gritava que dava gosto, eram uns gritos agudos bem exagerados que me deixavam louco. Além disso, eu sabia que minhas cunhadas deveriam estar escutando absolutamente tudo e a mina pouco se importava, pelo contrário, parecia excitá-la ainda mais. Enquanto meu pau se cravava uma e outra vez na sua carnuda buceta, eu alternava beijos na boca dela com chupadas nos peitos. Uma sensação linda que ia te dando, o sentir como se te molhasse a cama e as pernas pelo fluxo que ia acabando minha mina como se nada.. o fluxo tinha um cheiro muito especial é difícil de descrever mas você percebe que é fluxo da sua rabudinha é muito especial é forte é lindo te deixa com o pau duro só de cheirar A situação era tão quente e escutar os gritos da minha mina sabendo que minhas cunhadas estavam ouvindo tudo estava me deixando louco. Eu sabia que tinha o pau pulsando e que estava a nada de enchê-la de porra. Em uma dessas cavalgadas violentas a Jessie me cravou as unhas no meu peito elevou o nível do grito de um jeito absurdo e gozou jorros e jorros de fluxo que encharcaram toda a cama deixando um rio de fluxo nela. Quase ao mesmo tempo mal tinham acabado os jorros meu pau explodiu de porra dentro da buceta dela. Depois de ter gozado uns 2 litros de porra da tesão que eu tinha. Ela recebia com prazer e continuava me beijando na boca. A safada pegou o travesseiro da irmã e passou pela buceta pra se limpar um pouco do fluxo e da porra, espalhou pela cama e começou a se vestir. Eu também fiz o mesmo e ela me convidou pra tomar uns mates no quintal da casa. Não sem antes cruzar a sala de jantar por onde estavam minhas cunhadas e a Yesi sem dizer uma única palavra passou na frente delas rebolando o rabo como se impondo como marcando território como dizendo pra elas eu sou a mais puta.Cap 2 fodendo com a gostosa no sítio delaVendemos fotos e vídeos, chama no d1

3 comentários - Cap 2 fodendo com a gostosa no sítio dela

RosoUno +1
¿Tardó en dejarte que se la metieras por el culo?
Gran relato, van diez puntos.
no tanto jajaja