E aí, poringa boys! Hoje vou contar essa história do que curti e ainda estou curtindo, e como tudo aconteceu. Vamos começar do início... Tudo isso começou há um ano e meio e foram das melhores coisas que já me aconteceram. Sou da Cidade do México, e quando recém me formei, por questões pessoais, tive que me mudar pro estado onde mora a maior parte da minha família (Veracruz). Com o passar dos meses, tive que me adaptar e comecei a fazer amigos no trabalho que eu tinha na época. Tenho 23 anos e meço 1,84. Não vou mentir que tenho um corpão sarado e tal, eu diria que sou magro, normal. Apesar de já ter me adaptado o suficiente, não era muito apegado à minha família. Mesmo morando aqui, preferia sair pra zoar com meus amigos ou com minha galera conhecida. Sempre foi do trabalho pra casa e festas e baladas... Não tinha namorada, então às vezes, pra relaxar, batia uma punheta e bora. Então, um dia meu chefe (pai) me disse que eu deveria conviver mais com a família, já que sempre me convidavam pra festas, mas eu simplesmente não ia. Dessa vez, ele me falou pra visitar uma das minhas tias, de 51 anos, que eu não via desde criança, pra ser sincero, e já nem lembrava direito dela. Recusei a ideia, não me parecia nada bom, entre preguiça e não querer mesmo, mas acabei aceitando e me preparei naquela manhã pra ir até lá. E é aqui que a história começa, porque eu nunca imaginei que dali em diante as coisas iam mudar pra mim... Fui pra lá com um pouco de nervoso, já que, como falei, como não convivia com o resto da família, não sabia como iam me tratar. Além disso, nem avisei; talvez meu chefe tenha avisado que eu ia. Minha tia é prima do meu pai e eu realmente não sabia como seria o tratamento. Chegando na casa dela, vejo que é bem bonita por fora e colorida. Toquei a campainha várias vezes, mas vi que ninguém respondia. Pra ser sincero, com a pouca vontade que eu já tinha, já tava me virando pra ir embora quando, de repente, dizem de longe, lá de dentro da casa: - JÁ VOU!! Me deu um pouco de nervoso, também não sabia... Sim, até me confundi de bairro. Abrem a porta e ela aparece.. - Moleque!! Você é filho de... - Sim (respondi nervoso) - SOBRINHOOO!! Nesse momento ela sai pela porta em direção ao portão pra me abrir e o que eu vi me acendeu só de olhar... Nmms. Não muito baixinha, talvez uns 1,60, cabelo preto e ondulado, cara bonita que pra idade dela parecia mais nova do que aparentava, pele branca, olhos cor de mel. E o que dizer do corpo... A primeira coisa que vi quando ela saiu pra me ver. Ela veio vestida com roupa de academia e o logo da Zumba na camiseta. Não eram grandes, peitos pequenos mas não eram limões, e o melhor de tudo: de legging e uma bunda enorme, quase gorda mas um pouco tonificada, com um quadril largo acompanhado daquelas pernonas que são do caralho. Ela veio andando rápido pra me abrir e me deu um abraço forte enquanto se balançava e vocês já sabem, o elogio típico de tia - Quanto tempo, moleque! Olha como você cresceu, a última vez que te vi você era assim, pequenininho, te segurei nos meus braços. Enquanto me abraçava, minha cabeça estava atrás do ombro dela, olhando aquela bunda toda que, uau, dava pra ver como a legging entrava toda na bunda dela. Vi que ela tava de calcinha de renda porque dava pra notar a textura por baixo da legging, que parecia bem apertada. Ela tava meio suada porque no abraço dava pra sentir aquele vapor do suor quente. Falei: daqui eu sou, tenho que vir mais vezes! - Mas vem, entra, moleque!. Disse animada. Me desgrudei do abraço dela e ela me recebeu com um sorriso caloroso, se virou e começou a andar primeiro em direção à porta enquanto eu fechava o portão - Com licença!. Falei com vergonha - Entra, você tá na sua casa, meu amor! Quando ela se virou pra abrir a porta da casa, uffff, até a preguiça de não querer ir foi embora. Aquela pedaçona de bunda que marcava tudo - Vem, senta no sofá, quer comer ou beber alguma coisa, filho?. Disse bem hospitaleira - Claro, tá um pouco quente, o que a senhora quiser... tia. Falei com vergonha, meio sem graça. Ela foi até a geladeira e eu não esperava, enquanto eu me acomodava... Me sento e ouço o som de "Ziiiikk". Era uma lata de XX (Cerveja) que ela vira de uma vez, pega outra e vem na minha direção. Eu fiquei tipo "que porra é essa", mas fui aceitar. — Toma!!, Ah, desculpa, nem te perguntei se você queria isso, ou água, ou suco, me desculpa. Disse ela meio envergonhada. — Não, não se preocupa, a real é que dá uma sede danada e, cê sabe, uma pra matar o calor. — Ah sim!! Também, me desculpa pelo jeito que eu tô, filho, é que eu vim da Zumba. Aqui atrás tem um parque e não faz muito tempo que cheguei, mas me conta como tá tudo. Ela fez as perguntas clássicas: a família, meus pais, se eu estudava, com o que eu trabalhava, etc... Aí eu perguntei: — E meu tio? Faz anos que não vejo ele. Ela fez cara feia, franziu a boca e deu um gole. — Esse cara. Murmurou. — Faz uns anos que me divorciei dele, meu filho, cê sabe, a gente já não se entendia. E desde então eu tô sozinha, mas assim eu tô melhor, filho, aproveitando minha solteirice... Deu mais um gole, bem feliz. Depois de falar o básico, percebi que já tínhamos tomado umas seis latas que foram embora na conversa. Notei que ela era meio beberrona mesmo, já que tava virando como se fosse água, mas ela ainda tava relax, nem chapada! — Me espera, meu amor, vou trocar de roupa. Tô me sentindo toda suada. — Claro, tia! Ela se levantou e eu vi de novo a figura dela, aquela bunda enorme, que já com umas latas na cabeça me fez pensar e me prometer que eu comeria aquele rabo de qualquer jeito, enquanto via ela se afastando pelo corredor. Quando de repente, antes de entrar no quarto, vi ela ajeitar a calcinha, esticando ela por cima da legging e fazendo o elástico estalar no corredor enquanto se afastava, fazendo "Takk". Ao ver aquilo, eu tava decidido que comeria aquele rabo de qualquer jeito...
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