O quinto dia começou com um som novo: unhas arranhando o chão de madeira e um arquejo ansioso na frente da jaula. Elena abriu os olhos, desorientada, até que o focinho úmido do pastor alemão se pressionou contra as grades, farejando o ar entre elas.
—Bom dia, puta —Laura entrou com Max preso por um arnês de couro vermelho—. Hoje você terá um professor especial.
Max estava com o pelo brilhante, cuidadosamente escovado, com as orelhas erguidas e alerta. Ao ver Elena, soltou um latido agudo que fez ela se encolher contra o fundo da jaula.
Miguel apareceu com duas tigelas de metal nas mãos.
—Lição número um —anunciou, colocando as duas no chão—. Prioridades.
A tigela da esquerda continha ração premium misturada com pedaços de carne suculenta e vegetais frescos. A da direita, as sobras secas de ontem com um fio de água turva.
Max se jogou na da esquerda sem hesitar, devorando a comida com sons satisfeitos.
—Assim come uma puta de verdade —Laura acariciou a cabeça do animal enquanto lançava a Elena um olhar desdenhoso—. Você vai pegar a outra.
Elena engatinhou para fora, sentindo Max a observando enquanto comia. O contraste era humilhante:
Ele mastigava com elegância, seu rabo se movendo suavemente. Ela teve que lamber a tigela empoeirada, pegando migalhas com a língua enquanto a água escorria pelo seu queixo.
Quando terminou, Miguel lhe passou uma toalha nojenta.
—Max deixa a tigela impecável —comentou—. Você parece um bebê desmamado.
Laura segurou as duas coleiras: a de couro preto de Elena e a vermelha de Max. —Sitz —ordenou em alemão.
O pastor alemão sentou na hora, ereto como um soldado. Elena levou três segundos para imitar a pose, e mesmo assim, suas pernas tremiam.
—Platz! — Max se deitou de barriga para baixo, cabeça erguida. Elena tentou fazer o mesmo, mas seu corpo rígido fez com que caísse desajeitadamente, seus peitos se esmagando contra o chão frio.
Miguel soltou uma gargalhada enquanto gravava com seu celular. —Parece um bezerro recém-nascido —disse, chutando de leve a bunda de Elena para que corrigisse a postura. A lição continuou: Dar a pata: Max fez com graça militar. Elena deixou a mão cair como um peso morto. Rolar: O cachorro girou três vezes seguidas sem perder a dignidade. Ela ficou enredada nos próprios membros, mostrando involuntariamente todo o seu corpo aos presentes. Buscar: Max trouxe o brinquedo intacto. Elena o quebrou acidentalmente com os dentes. O momento mais humilhante chegou ao meio-dia. Laura levou Max ao jardim e o molhou com a mangueira, escovando seu pelo com cuidado enquanto o cachorro aproveitava. —Sua vez —disse Miguel, jogando para Elena uma esponja áspera e um balde com água fria—. Lave-se sozinha. Max recebia shampoo de amêndoas. Para ela deram sabão industrial que irritou sua pele. —Pelo menos cheira melhor que antes —comentou Laura quando terminou, deixando Max farejar Elena dos pés à cabeça—. Embora não tanto quanto ele. Ao cair da tarde, Max recebeu um osso de couro genuíno e permissão para subir no sofá. A Elena deram um trapo velho para mastigar "e praticar". Enquanto o cachorro descansava na almofada luxuosa, ela teve que se encolher na jaula, observando como: Ele recebia carinhos sem pedir. Ela devia implorar pelo mínimo contato. Ele dormia onde queria. Ela dependia do capricho de seus donos. Quando a casa adormeceu, Miguel voltou à garagem. Desta vez não para castigar, mas para conversar. —Entende agora? —perguntou, sentando-se em frente à jaula—. Max é melhor porque aceita sua natureza sem vergonha. Elena olhou para seus joelhos machucados. —Você luta contra o que é —continuou ele—. Até que pare de fazer isso, sempre será... segunda. A chave girou na fechadura da jaula. Pela primeira vez, Miguel lhe ofereceu a mão para ajudá-la a sair. —Venha. Hoje você vai dormir na casinha com Max. Para aprender. O calor do corpo do animal foi a última coisa que sentiu antes de dormir, junto a uma verdade dolorosa: Tinha muito que aprender com um cachorro.
Exposição Pública
O amanhecer do sexto dia encontrou Elena ajoelhada na garagem, com um novo acessório ao redor do seu pescoço: uma plaquinha de cachorro genuína gravada com seu nome e o número de telefone de Miguel. Laura segurava uma coleira de passeio vermelha enquanto ajustava o arnês de couro que apertava seu torso, apertando bem debaixo dos seus peitos para mantê-los expostos.
—Hoje é sua prova final —murmurou, afivelando um pequeno rabo postiço na base da sua coluna vertebral—. O parque fica cheio aos domingos. Famílias. Crianças. Gente normal.
Miguel entrou com Max, que usava um arnês idêntico ao de Elena.
—As regras são simples:
Você vai andar de quatro o tempo todo.
Vai fazer suas necessidades onde a gente mandar.
Não vai emitir sons humanos.
O trajeto de carro foi uma tortura. Elena viajou no chão do banco de trás, com o rosto entre as pernas de Laura, enquanto Max ocupava o assento com privilégio canino.
Primeira Prova: O Passeio Matinal
O parque estava lotado. Mães com carrinhos de bebê, corredores matinais, casais passeando. Miguel amarrou as duas coleiras num poste em frente ao lago.
—Sitz —ordenou.
Max sentou obedientemente. Elena demorou um segundo para imitá-lo, sentindo como o cascalho do caminho se cravava nas suas palmas.
Uma menina de uns cinco anos apontou:
—Mãe, aquela moça tá fazendo igual aos cachorrinhos.
A mãe a afastou rapidamente, mas não sem antes lançar um olhar escandalizado. Elena baixou a cabeça, sentindo o rubor subir pelo seu pescoço.
—Cabeça erguida —sussurrou Laura, puxando a coleira—. As cachorras não sentem vergonha.
Segunda Prova: A Fonte de Água
Miguel levou Max para beber da fonte pública para cachorros. Elena teve que esperar, observando como o pastor alemão lambia o jato metálico com elegância.
—Sua vez —disse Laura, apontando para o pequeno recipiente inferior onde a água excedente se acumulava. Elena se inclinou, sentindo como o líquido morno e com gosto de metal molhava seu queixo. Alguém tirou uma foto. Outra pessoa murmurou "Meu Deus". Max lambeu sua orelha num gesto que podia ser tanto consolo quanto deboche. Terceira Prova: As Necessidades —Cheira —ordenou Miguel quando chegaram a uma área arborizada—. Procura teu lugar. Elena farejou o chão como tinha visto Max fazer, até encontrar um arbusto afastado. Levantou a perna desajeitadamente, sentindo como a urina escorria pelas suas coxas. Um corredor parou de repente. —Ela... ela tá bem? —Só tá treinando —respondeu Laura com naturalidade, como se fosse a coisa mais normal do mundo—. É uma petplayer profissional. A mentira soava ridícula, mas o homem assentiu desconfortável e seguiu seu caminho. Quarta Prova: O Jogo Miguel jogou uma bola no lago. Max se lançou atrás dela com graça, nadando entre aplausos dos espectadores. —Agora você —disse Laura. A água estava gelada. Elena chapinhou desajeitadamente, sentindo como o vestido de banho imaginário que sua mente humana ainda almejava brilhava por sua ausência. Alguém na margem riu. Quando voltou com a bola entre os dentes, um grupo de adolescentes gravava com seus celulares. —Boa vadia! —gritou Miguel, acariciando sua cabeça como se fosse um truque circense—. Mas Max fez melhor. O Retorno O entardecer os encontrou na garagem, com Elena tremendo de exaustão. Cada músculo doía, cada centímetro de sua pele levava a marca da humilhação pública. Miguel desabotoou seu calção com movimentos deliberados. —Você fez progressos —admitiu—. Merece um prêmio. Mas lembra: você é só uma mascote. Laura se sentou na cadeira à frente dela, separando as pernas lentamente. —Isso não é pelo seu prazer —esclareceu—. É para nosso deleite. A lição foi clara: Poderia servi-los desta Do jeito que é. Nunca seria igual a uma mulher. Só uma puta obediente.
E quando os primeiros gemidos de seus amos encheram a garagem, Elena compreendeu algo aterrorizante: Era o suficiente.
Continua...
—Bom dia, puta —Laura entrou com Max preso por um arnês de couro vermelho—. Hoje você terá um professor especial.
Max estava com o pelo brilhante, cuidadosamente escovado, com as orelhas erguidas e alerta. Ao ver Elena, soltou um latido agudo que fez ela se encolher contra o fundo da jaula.
Miguel apareceu com duas tigelas de metal nas mãos.
—Lição número um —anunciou, colocando as duas no chão—. Prioridades.
A tigela da esquerda continha ração premium misturada com pedaços de carne suculenta e vegetais frescos. A da direita, as sobras secas de ontem com um fio de água turva.
Max se jogou na da esquerda sem hesitar, devorando a comida com sons satisfeitos.
—Assim come uma puta de verdade —Laura acariciou a cabeça do animal enquanto lançava a Elena um olhar desdenhoso—. Você vai pegar a outra.
Elena engatinhou para fora, sentindo Max a observando enquanto comia. O contraste era humilhante:
Ele mastigava com elegância, seu rabo se movendo suavemente. Ela teve que lamber a tigela empoeirada, pegando migalhas com a língua enquanto a água escorria pelo seu queixo.
Quando terminou, Miguel lhe passou uma toalha nojenta.
—Max deixa a tigela impecável —comentou—. Você parece um bebê desmamado.
Laura segurou as duas coleiras: a de couro preto de Elena e a vermelha de Max. —Sitz —ordenou em alemão.
O pastor alemão sentou na hora, ereto como um soldado. Elena levou três segundos para imitar a pose, e mesmo assim, suas pernas tremiam.
—Platz! — Max se deitou de barriga para baixo, cabeça erguida. Elena tentou fazer o mesmo, mas seu corpo rígido fez com que caísse desajeitadamente, seus peitos se esmagando contra o chão frio.
Miguel soltou uma gargalhada enquanto gravava com seu celular. —Parece um bezerro recém-nascido —disse, chutando de leve a bunda de Elena para que corrigisse a postura. A lição continuou: Dar a pata: Max fez com graça militar. Elena deixou a mão cair como um peso morto. Rolar: O cachorro girou três vezes seguidas sem perder a dignidade. Ela ficou enredada nos próprios membros, mostrando involuntariamente todo o seu corpo aos presentes. Buscar: Max trouxe o brinquedo intacto. Elena o quebrou acidentalmente com os dentes. O momento mais humilhante chegou ao meio-dia. Laura levou Max ao jardim e o molhou com a mangueira, escovando seu pelo com cuidado enquanto o cachorro aproveitava. —Sua vez —disse Miguel, jogando para Elena uma esponja áspera e um balde com água fria—. Lave-se sozinha. Max recebia shampoo de amêndoas. Para ela deram sabão industrial que irritou sua pele. —Pelo menos cheira melhor que antes —comentou Laura quando terminou, deixando Max farejar Elena dos pés à cabeça—. Embora não tanto quanto ele. Ao cair da tarde, Max recebeu um osso de couro genuíno e permissão para subir no sofá. A Elena deram um trapo velho para mastigar "e praticar". Enquanto o cachorro descansava na almofada luxuosa, ela teve que se encolher na jaula, observando como: Ele recebia carinhos sem pedir. Ela devia implorar pelo mínimo contato. Ele dormia onde queria. Ela dependia do capricho de seus donos. Quando a casa adormeceu, Miguel voltou à garagem. Desta vez não para castigar, mas para conversar. —Entende agora? —perguntou, sentando-se em frente à jaula—. Max é melhor porque aceita sua natureza sem vergonha. Elena olhou para seus joelhos machucados. —Você luta contra o que é —continuou ele—. Até que pare de fazer isso, sempre será... segunda. A chave girou na fechadura da jaula. Pela primeira vez, Miguel lhe ofereceu a mão para ajudá-la a sair. —Venha. Hoje você vai dormir na casinha com Max. Para aprender. O calor do corpo do animal foi a última coisa que sentiu antes de dormir, junto a uma verdade dolorosa: Tinha muito que aprender com um cachorro.
Exposição Pública
O amanhecer do sexto dia encontrou Elena ajoelhada na garagem, com um novo acessório ao redor do seu pescoço: uma plaquinha de cachorro genuína gravada com seu nome e o número de telefone de Miguel. Laura segurava uma coleira de passeio vermelha enquanto ajustava o arnês de couro que apertava seu torso, apertando bem debaixo dos seus peitos para mantê-los expostos.
—Hoje é sua prova final —murmurou, afivelando um pequeno rabo postiço na base da sua coluna vertebral—. O parque fica cheio aos domingos. Famílias. Crianças. Gente normal.
Miguel entrou com Max, que usava um arnês idêntico ao de Elena.
—As regras são simples:
Você vai andar de quatro o tempo todo.
Vai fazer suas necessidades onde a gente mandar.
Não vai emitir sons humanos.
O trajeto de carro foi uma tortura. Elena viajou no chão do banco de trás, com o rosto entre as pernas de Laura, enquanto Max ocupava o assento com privilégio canino.
Primeira Prova: O Passeio Matinal
O parque estava lotado. Mães com carrinhos de bebê, corredores matinais, casais passeando. Miguel amarrou as duas coleiras num poste em frente ao lago.
—Sitz —ordenou.
Max sentou obedientemente. Elena demorou um segundo para imitá-lo, sentindo como o cascalho do caminho se cravava nas suas palmas.
Uma menina de uns cinco anos apontou:
—Mãe, aquela moça tá fazendo igual aos cachorrinhos.
A mãe a afastou rapidamente, mas não sem antes lançar um olhar escandalizado. Elena baixou a cabeça, sentindo o rubor subir pelo seu pescoço.
—Cabeça erguida —sussurrou Laura, puxando a coleira—. As cachorras não sentem vergonha.
Segunda Prova: A Fonte de Água
Miguel levou Max para beber da fonte pública para cachorros. Elena teve que esperar, observando como o pastor alemão lambia o jato metálico com elegância.
—Sua vez —disse Laura, apontando para o pequeno recipiente inferior onde a água excedente se acumulava. Elena se inclinou, sentindo como o líquido morno e com gosto de metal molhava seu queixo. Alguém tirou uma foto. Outra pessoa murmurou "Meu Deus". Max lambeu sua orelha num gesto que podia ser tanto consolo quanto deboche. Terceira Prova: As Necessidades —Cheira —ordenou Miguel quando chegaram a uma área arborizada—. Procura teu lugar. Elena farejou o chão como tinha visto Max fazer, até encontrar um arbusto afastado. Levantou a perna desajeitadamente, sentindo como a urina escorria pelas suas coxas. Um corredor parou de repente. —Ela... ela tá bem? —Só tá treinando —respondeu Laura com naturalidade, como se fosse a coisa mais normal do mundo—. É uma petplayer profissional. A mentira soava ridícula, mas o homem assentiu desconfortável e seguiu seu caminho. Quarta Prova: O Jogo Miguel jogou uma bola no lago. Max se lançou atrás dela com graça, nadando entre aplausos dos espectadores. —Agora você —disse Laura. A água estava gelada. Elena chapinhou desajeitadamente, sentindo como o vestido de banho imaginário que sua mente humana ainda almejava brilhava por sua ausência. Alguém na margem riu. Quando voltou com a bola entre os dentes, um grupo de adolescentes gravava com seus celulares. —Boa vadia! —gritou Miguel, acariciando sua cabeça como se fosse um truque circense—. Mas Max fez melhor. O Retorno O entardecer os encontrou na garagem, com Elena tremendo de exaustão. Cada músculo doía, cada centímetro de sua pele levava a marca da humilhação pública. Miguel desabotoou seu calção com movimentos deliberados. —Você fez progressos —admitiu—. Merece um prêmio. Mas lembra: você é só uma mascote. Laura se sentou na cadeira à frente dela, separando as pernas lentamente. —Isso não é pelo seu prazer —esclareceu—. É para nosso deleite. A lição foi clara: Poderia servi-los desta Do jeito que é. Nunca seria igual a uma mulher. Só uma puta obediente.
E quando os primeiros gemidos de seus amos encheram a garagem, Elena compreendeu algo aterrorizante: Era o suficiente.
Continua...
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