A escuridão da garagem não era absoluta. Uma lua cheia filtrava sua luz azulada através da pequena janela alta, pintando linhas prateadas sobre o corpo nu de Elena. A jaula de metal frio mordia sua pele em cada ponto de contato: os joelhos machucados, as coxas trêmulas, os quadris já marcados pelo primeiro dia de submissão.
Elena tentou mudar de posição, mas cada movimento fazia os barrotes rangerem com um som que lembrava seu enclausuramento. A coleira de couro — tão nova, tão pesada — apertava sua garganta a cada respiração acelerada.
"Propriedade de L&M".
A placa metálica roçava sua clavícula, fria como o resto deste lugar que já começava a cheirar a seu próprio suor, a umidade, a algo mais íntimo que não queria reconhecer.
Um rangido na porta a fez se encolher. Miguel entrou em silêncio, vestido apenas com uma calça de pijama folgada que não escondia sua excitação. Apoiou-se contra a parede em frente à jaula, cruzando os braços sobre o torso musculoso.
—Que vista tão bonita —murmurou, os olhos percorrendo cada centímetro do corpo encolhido dela—. A advogada bem-sucedida reduzida a isso.
Elena baixou o olhar, sentindo seus mamilos endurecerem sob a observação. O ar frio da garagem os fazia doer de um jeito que ela não podia ignorar.
Miguel se acomodou numa cadeira de metal que tirou das sombras. Com movimentos deliberadamente lentos, desabotoou a calça, liberando sua ereção.
—Olha pra mim, sua puta.
Elena levantou o olhar, paralisada. A luz do luar prateava o líquido que já aparecia na cabeça do membro dele.
—Assim —disse ele, começando a se mover com lentidão—. Assim é como você me deixa.
O som da mão dele deslizando era obsceno na quietude da garagem. Elena não conseguia desviar o olhar, notando como cada movimento dos dedos fazia a umidade brilhar mais.
—Sabe por que eu não te toco? —perguntou, acelerando o ritmo—. Porque você ainda não é digna.
Uma gota caiu no chão entre eles. Elena sentiu sua própria umidade aumentar, traiçoeira. —Hoje no tribunal —continuou Miguel, a voz rouca—, enquanto você discutia algum caso importante, eu estava imaginando isso. Sua mão parou, mostrando a ela como brilhava sob a luz do luar. —Imaginava sua boca aqui. Sua língua limpando cada gota. Elena sentiu um arrepio. Entre suas pernas, um pulso insistente a traía. —Mas você não vai fazer isso —disse ele, retomando o movimento—. Não até que aprenda. O som de sua respiração entrecortada preenchia o espaço entre eles. Elena notou, horrorizada, que suas próprias coxas tinham se separado levemente, como buscando alívio ao roçar contra o metal frio da jaula. Miguel notou. —Olha como você é fácil —riu—. Nem precisei te tocar. Suas palavras eram facas que a abriam, a expunham. —Quantos dos seus colegas adivinhariam que a brilhante advogada Martínez se molha como uma puta no cio só por ser olhada? Elena fechou os olhos, mas um estalo de dedos a obrigou a abri-los. —Olha. Olha como se aproveita o que é seu mas você não pode ter. Miguel se levantou, aproximando-se o suficiente para que o calor do seu corpo chegasse a ela através das grades. —Cheira —ordenou, passando a ponta do seu membro pelas grades na frente do rosto dela—. Cheira o que você não pode tocar. O aroma salgado, masculino, a invadiu. Elena sentiu que sua boca se enchia de saliva. —Quer? Ela assentiu, quase sem perceber. Miguel recuou bruscamente. —Não. Sentou-se novamente, retomando seu ritmo torturante. —Cadelas mal educadas não merecem prêmios. Elena gemeu, o som escapando antes que pudesse contê-lo. A dor em seus joelhos, o frio em seus mamilos, a umidade entre suas pernas - tudo se misturava numa névoa de necessidade. Miguel se inclinou para frente, os cotovelos nos joelhos. —Você pode se tocar —disse, vendo como seus olhos se iluminavam—. Mas se fizer isso, amanhã será o dobro da dureza. Elena cerrou os punhos. —Escolhe, sua puta. Seu prazer... ou minha aprovação. Os minutos passaram como horas. Miguel continuava sua lenta tortura, observando cada microexpressão no rosto dela. Elena tremia, literalmente tremia, com o esforço de manter as mãos longe do corpo. —Bom —disse ele finalmente, notando a luta dela—. Talvez ainda haja esperança pra você. Com um último gemido gutural, Miguel alcançou o clímax. Elena observou, hipnotizada, como as gotas caíam no chão em frente à sua jaula. —Você vai limpar isso amanhã —disse, levantando-se—. Com sua língua. Abotoou a calça sem se limpar, deixando a umidade manchar o tecido. —Dorme, sua puta. Amanhã você vai aprender seu lugar. Quando a porta se fechou, Elena finalmente deixou escapar o soluço que vinha segurando. Seu corpo era um mapa de contradições: as bochechas ardiam de vergonha, mas entre as pernas pulsava uma necessidade insuportável. Seus músculos gritavam pelo esforço de não se tocar, mas cada célula ansiava por fazer isso. Sua mente racional se rebelava, mas algo mais profundo se estremecia de antecipação. O último pensamento antes de cair num sono inquieto foi o eco das palavras de Miguel: "Amanhã você vai aprender seu lugar." No dia seguinte, o som da porta da garagem se abrindo de repente fez Elena se encolher dentro da jaula. A luz da manhã entrava em jorros, machucando seus olhos acostumados com a penumbra. Não tinha dormido mais que em intervalos, cada osso doía pela postura forçada, e a coleira tinha deixado uma marca rosada ao redor do pescoço. —Bom dia, sua puta —Laura entrou com uma xícara de café numa mão e o celular na outra—. Hoje você tem visita. Elena piscou, tentando entender. Antes que pudesse perguntar, um homem mais velho apareceu na soleira —o vizinho, pelo que lembrava vagamente do primeiro dia. Vestia um macacão azul e botas de trabalho, seus olhos se arregalaram ao vê-la nua e engaiolada. Instinto. Puro instinto ancestral fez Elena cruzar os braços sobre os peitos e fechar as pernas.
O silêncio que se seguiu foi mais denso que o concreto do chão.
Miguel, que tinha entrado atrás do vizinho, deixou cair a bolsa de ferramentas que carregava com um estrondo metálico.
—Sério? —a voz dele era suave, perigosa—. Agora você sente vergonha?
Laura abriu a jaula com um movimento brusco.
—Sai —ordenou—. Agora.
Elena engatinhou para fora, sentindo como o vizinho—Ramón, como Miguel o chamou—desviava o olhar, desconfortável.
—Não —Laura agarrou o cabelo dela, forçando-a a olhar para o homem—. Ele merece o mesmo respeito que nós. Olha para ele.
As lágrimas embaçaram sua visão enquanto Ramón tossia, claramente desconfortável, mas... interessado? Seus olhos voltavam uma e outra vez para o corpo exposto dela.
Miguel se aproximou até ficar a um centímetro da cara dela.
—Ramón vem consertar o aquecedor. E enquanto ele trabalha, você vai servir de lembrete do que acontece quando alguém desobedece nesta casa.
Laura passou uma coleira mais grossa que a de ontem, com uma argola no centro.
—Posição de castigo. De quatro, cabeça baixa, bunda pra cima.
Elena obedeceu, sentindo como a nova coleira pressionava sua cintura.
—Ramón —continuou Miguel, acariciando a bunda de Elena como se avaliasse uma mercadoria—, se em algum momento você precisar de uma pausa, nossa puta estará disponível para... aliviar seu estresse.
O velho engoliu seco, ajeitando o macacão.
As horas seguintes foram uma tortura psicológica meticulosa: Cada vez que Ramón deixava cair uma ferramenta, Elena tinha que pegá-la com os dentes e entregá-la a ele, se movendo como mandavam:
—Devagar —Laura ditava o ritmo com um chicote leve que marcava o compasso na coxa dela—. Mais quadril. Que fique claro que você é uma mulher.
Quando Ramón pediu água, Miguel serviu uma tigela para Elena e uma garrafa para ele —Cadelas bebem assim —lembrou, obrigando-a a lamber o líquido derramado no chão enquanto o vizinho aproveitava sua bebida de pé. Laura escreveu "Castigada por esconder meus dons" com marcador indelével nas coxas e barriga, obrigando-a a mostrar toda vez que Ramón olhava em sua direção. Foi quando Ramón se ajoelhou para verificar um encanamento que Miguel decidiu elevar o castigo. —Não é que ela tem um belo lombo? —perguntou, beliscando a carne das nádegas até fazê-la gritar—. Prove, Ramón. Uma palmada, pra que ele veja quem manda aqui. O vizinho hesitou, mas no final... CRACK. A mão calejada do velho deixou uma marca vermelha sobre a pele já sensível. Elena gemeu, mas para seu horror, notou que Ramón se ajustava no macacão novamente. —Olha o que você provoca —sussurrou Laura, obrigando-a a olhar a evidente excitação do homem— puta de nascença. Quando Ramón foi embora ao anoitecer, Elena esperava mais castigos. Em vez disso, Miguel a levantou pelo cabelo e a arrastou para o banheiro. —Hoje você aprendeu uma lição —disse, abrindo o chuveiro e empurrando-a sob a água gelada—. Seu corpo não te pertence. Laura lhe passou uma bucha áspera e sabão industrial. —Se lava. Por dentro e por fora. Amanhã você começa do zero. Enquanto esfregava a pele até deixá-la avermelhada, Elena chorou em silêncio. Mas no espelho embaçado, seu reflexo mostrava algo inquietante: Mamilos eretos. Coxas que não paravam de se esfregar. Uma boca que, apesar de tudo, se curvava levemente. O castigo tinha funcionado. Continua... — Se você chegou até aqui… obrigado por me ler. e me segue no@mai_albo69
Elena tentou mudar de posição, mas cada movimento fazia os barrotes rangerem com um som que lembrava seu enclausuramento. A coleira de couro — tão nova, tão pesada — apertava sua garganta a cada respiração acelerada.
"Propriedade de L&M".
A placa metálica roçava sua clavícula, fria como o resto deste lugar que já começava a cheirar a seu próprio suor, a umidade, a algo mais íntimo que não queria reconhecer.
Um rangido na porta a fez se encolher. Miguel entrou em silêncio, vestido apenas com uma calça de pijama folgada que não escondia sua excitação. Apoiou-se contra a parede em frente à jaula, cruzando os braços sobre o torso musculoso.
—Que vista tão bonita —murmurou, os olhos percorrendo cada centímetro do corpo encolhido dela—. A advogada bem-sucedida reduzida a isso.
Elena baixou o olhar, sentindo seus mamilos endurecerem sob a observação. O ar frio da garagem os fazia doer de um jeito que ela não podia ignorar.
Miguel se acomodou numa cadeira de metal que tirou das sombras. Com movimentos deliberadamente lentos, desabotoou a calça, liberando sua ereção.
—Olha pra mim, sua puta.
Elena levantou o olhar, paralisada. A luz do luar prateava o líquido que já aparecia na cabeça do membro dele.
—Assim —disse ele, começando a se mover com lentidão—. Assim é como você me deixa.
O som da mão dele deslizando era obsceno na quietude da garagem. Elena não conseguia desviar o olhar, notando como cada movimento dos dedos fazia a umidade brilhar mais.
—Sabe por que eu não te toco? —perguntou, acelerando o ritmo—. Porque você ainda não é digna.
Uma gota caiu no chão entre eles. Elena sentiu sua própria umidade aumentar, traiçoeira. —Hoje no tribunal —continuou Miguel, a voz rouca—, enquanto você discutia algum caso importante, eu estava imaginando isso. Sua mão parou, mostrando a ela como brilhava sob a luz do luar. —Imaginava sua boca aqui. Sua língua limpando cada gota. Elena sentiu um arrepio. Entre suas pernas, um pulso insistente a traía. —Mas você não vai fazer isso —disse ele, retomando o movimento—. Não até que aprenda. O som de sua respiração entrecortada preenchia o espaço entre eles. Elena notou, horrorizada, que suas próprias coxas tinham se separado levemente, como buscando alívio ao roçar contra o metal frio da jaula. Miguel notou. —Olha como você é fácil —riu—. Nem precisei te tocar. Suas palavras eram facas que a abriam, a expunham. —Quantos dos seus colegas adivinhariam que a brilhante advogada Martínez se molha como uma puta no cio só por ser olhada? Elena fechou os olhos, mas um estalo de dedos a obrigou a abri-los. —Olha. Olha como se aproveita o que é seu mas você não pode ter. Miguel se levantou, aproximando-se o suficiente para que o calor do seu corpo chegasse a ela através das grades. —Cheira —ordenou, passando a ponta do seu membro pelas grades na frente do rosto dela—. Cheira o que você não pode tocar. O aroma salgado, masculino, a invadiu. Elena sentiu que sua boca se enchia de saliva. —Quer? Ela assentiu, quase sem perceber. Miguel recuou bruscamente. —Não. Sentou-se novamente, retomando seu ritmo torturante. —Cadelas mal educadas não merecem prêmios. Elena gemeu, o som escapando antes que pudesse contê-lo. A dor em seus joelhos, o frio em seus mamilos, a umidade entre suas pernas - tudo se misturava numa névoa de necessidade. Miguel se inclinou para frente, os cotovelos nos joelhos. —Você pode se tocar —disse, vendo como seus olhos se iluminavam—. Mas se fizer isso, amanhã será o dobro da dureza. Elena cerrou os punhos. —Escolhe, sua puta. Seu prazer... ou minha aprovação. Os minutos passaram como horas. Miguel continuava sua lenta tortura, observando cada microexpressão no rosto dela. Elena tremia, literalmente tremia, com o esforço de manter as mãos longe do corpo. —Bom —disse ele finalmente, notando a luta dela—. Talvez ainda haja esperança pra você. Com um último gemido gutural, Miguel alcançou o clímax. Elena observou, hipnotizada, como as gotas caíam no chão em frente à sua jaula. —Você vai limpar isso amanhã —disse, levantando-se—. Com sua língua. Abotoou a calça sem se limpar, deixando a umidade manchar o tecido. —Dorme, sua puta. Amanhã você vai aprender seu lugar. Quando a porta se fechou, Elena finalmente deixou escapar o soluço que vinha segurando. Seu corpo era um mapa de contradições: as bochechas ardiam de vergonha, mas entre as pernas pulsava uma necessidade insuportável. Seus músculos gritavam pelo esforço de não se tocar, mas cada célula ansiava por fazer isso. Sua mente racional se rebelava, mas algo mais profundo se estremecia de antecipação. O último pensamento antes de cair num sono inquieto foi o eco das palavras de Miguel: "Amanhã você vai aprender seu lugar." No dia seguinte, o som da porta da garagem se abrindo de repente fez Elena se encolher dentro da jaula. A luz da manhã entrava em jorros, machucando seus olhos acostumados com a penumbra. Não tinha dormido mais que em intervalos, cada osso doía pela postura forçada, e a coleira tinha deixado uma marca rosada ao redor do pescoço. —Bom dia, sua puta —Laura entrou com uma xícara de café numa mão e o celular na outra—. Hoje você tem visita. Elena piscou, tentando entender. Antes que pudesse perguntar, um homem mais velho apareceu na soleira —o vizinho, pelo que lembrava vagamente do primeiro dia. Vestia um macacão azul e botas de trabalho, seus olhos se arregalaram ao vê-la nua e engaiolada. Instinto. Puro instinto ancestral fez Elena cruzar os braços sobre os peitos e fechar as pernas.
O silêncio que se seguiu foi mais denso que o concreto do chão.
Miguel, que tinha entrado atrás do vizinho, deixou cair a bolsa de ferramentas que carregava com um estrondo metálico.
—Sério? —a voz dele era suave, perigosa—. Agora você sente vergonha?
Laura abriu a jaula com um movimento brusco.
—Sai —ordenou—. Agora.
Elena engatinhou para fora, sentindo como o vizinho—Ramón, como Miguel o chamou—desviava o olhar, desconfortável.
—Não —Laura agarrou o cabelo dela, forçando-a a olhar para o homem—. Ele merece o mesmo respeito que nós. Olha para ele.
As lágrimas embaçaram sua visão enquanto Ramón tossia, claramente desconfortável, mas... interessado? Seus olhos voltavam uma e outra vez para o corpo exposto dela.
Miguel se aproximou até ficar a um centímetro da cara dela.
—Ramón vem consertar o aquecedor. E enquanto ele trabalha, você vai servir de lembrete do que acontece quando alguém desobedece nesta casa.
Laura passou uma coleira mais grossa que a de ontem, com uma argola no centro.
—Posição de castigo. De quatro, cabeça baixa, bunda pra cima.
Elena obedeceu, sentindo como a nova coleira pressionava sua cintura.
—Ramón —continuou Miguel, acariciando a bunda de Elena como se avaliasse uma mercadoria—, se em algum momento você precisar de uma pausa, nossa puta estará disponível para... aliviar seu estresse.
O velho engoliu seco, ajeitando o macacão.
As horas seguintes foram uma tortura psicológica meticulosa: Cada vez que Ramón deixava cair uma ferramenta, Elena tinha que pegá-la com os dentes e entregá-la a ele, se movendo como mandavam:
—Devagar —Laura ditava o ritmo com um chicote leve que marcava o compasso na coxa dela—. Mais quadril. Que fique claro que você é uma mulher.
Quando Ramón pediu água, Miguel serviu uma tigela para Elena e uma garrafa para ele —Cadelas bebem assim —lembrou, obrigando-a a lamber o líquido derramado no chão enquanto o vizinho aproveitava sua bebida de pé. Laura escreveu "Castigada por esconder meus dons" com marcador indelével nas coxas e barriga, obrigando-a a mostrar toda vez que Ramón olhava em sua direção. Foi quando Ramón se ajoelhou para verificar um encanamento que Miguel decidiu elevar o castigo. —Não é que ela tem um belo lombo? —perguntou, beliscando a carne das nádegas até fazê-la gritar—. Prove, Ramón. Uma palmada, pra que ele veja quem manda aqui. O vizinho hesitou, mas no final... CRACK. A mão calejada do velho deixou uma marca vermelha sobre a pele já sensível. Elena gemeu, mas para seu horror, notou que Ramón se ajustava no macacão novamente. —Olha o que você provoca —sussurrou Laura, obrigando-a a olhar a evidente excitação do homem— puta de nascença. Quando Ramón foi embora ao anoitecer, Elena esperava mais castigos. Em vez disso, Miguel a levantou pelo cabelo e a arrastou para o banheiro. —Hoje você aprendeu uma lição —disse, abrindo o chuveiro e empurrando-a sob a água gelada—. Seu corpo não te pertence. Laura lhe passou uma bucha áspera e sabão industrial. —Se lava. Por dentro e por fora. Amanhã você começa do zero. Enquanto esfregava a pele até deixá-la avermelhada, Elena chorou em silêncio. Mas no espelho embaçado, seu reflexo mostrava algo inquietante: Mamilos eretos. Coxas que não paravam de se esfregar. Uma boca que, apesar de tudo, se curvava levemente. O castigo tinha funcionado. Continua... — Se você chegou até aqui… obrigado por me ler. e me segue no@mai_albo69
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