Hoje eu quero compartilhar com vocês uma experiência que tive há alguns anos.
Essa história aconteceu lá pelo ano de 2008, eu tinha 23 anos. A verdade é que nunca fui um galã, sempre fui mais tímido pra chegar e conversar com as minas, e quanto mais gostosa, mais difícil de encarar, mas não sei o que aconteceu nesse ano que as coisas começaram a mudar. Naquela época eu trabalhava num escritório de advocacia e à noite cursava numa universidade particular da capital federal. Começando o segundo semestre, pego uma matéria optativa que eu cursava com gente de várias faculdades e sempre sentávamos o mesmo grupinho todo mundo junto no fundo da sala, algumas minas, outro cara e eu. Entre elas estava a Anita. Uma loira alta linda demais, um metro e setenta (quase como eu, eu tenho 1,78), uns peitos do tamanho ideal, nem muito grandes nem muito pequenos mas bem redondos, perfeitos, e uma bunda que fazia a turma inteira virar pra olhar. Ela era estudante de design de moda, tinha uma personalidade totalmente oposta à minha, super avassaladora, era gostosa pra caralho e sabia disso. Sempre se vestia super provocante e era super simpática. A questão é que foram passando as semanas de aula e sempre que a gente chegava ficávamos conversando sobre o que tínhamos feito no fim de semana, se tínhamos saído, pra onde, com quem, as bobagens de sempre (a Anita era do interior e ainda não tinha muitos amigos na capital), numa dessas conversas em que eu estava contando o que tinha feito no fim de semana ela me diz, ah que legal, me chama quando for sair que eu quero ir também. Naquele momento meu coração parou, sério, ela acabou de me dizer isso, ela, que todo mundo fica atrás, querendo conversar comigo? Devo ter feito uma cara de idiota tremenda porque na hora ela me disse de novo, você tem meu telefone né? Me passa o seu que eu vou salvar. Só consegui dar meu telefone sem dizer nada, ainda pasmo. Insisto, não era nem sou claramente um cara super bonito, olha, tenho o meu charme, fisicamente como contei, tenho 1,78, magro, naquela época fazia um pouco de academia mas fora isso um cara muito normal. Agora, uma vez que eu conseguia passar aquela barreira da "timidez" do primeiro encontro, sou um cara super simpático, divertido, te faço rir e dava pra ver que com ela isso tinha funcionado. Não via a hora de chegar o fim de semana pra convidá-la pra qualquer programa que fosse, com a desculpa de vê-la. Chegou o fim de semana e no sábado eu tinha o aniversário de um amigo num bar na praça Armênia. Lá pelas 23h, com alguns fernet na cabeça pra me dar coragem, mandei uma mensagem. "Oi Anita, como você tá? A gente tá com uns amigos comemorando um aniversário num bar em Palermo, quer se juntar"... naquela época era mensagem de texto, era um verdadeiro ato de fé, não tinha tique azul, nem última conexão, então só restava esperar que ela visse, o coração batia a mil. Em 5 minutos ela respondeu: "tô terminando de jantar com umas amigas, quer me buscar?" ... naquele momento pulei da cadeira, não podia acreditar, trocamos mais algumas mensagens, ela me passou o endereço da casa da amiga dela (não era longe de onde eu estava), avisei meus amigos "já volto" e fui de carro buscá-la. Quando ela saiu da casa da amiga, eu a vi vindo, estava com um vestido vermelho daqueles que deixam os ombros de fora, colado no corpo que marcava todas as suas curvas de um jeito perfeito, um casaco de pele branco curtinho daqueles que cobrem até a cintura, justamente pra que todos pudessem olhar aquela bunda tremenda que ela tinha. Entrou no carro, se inclinou como pra me dar um beijo no rosto que acabou na comissura dos meus lábios, o que já me deixou a mil...
A: aonde vamos então?
Y: Vamos num bar onde estão os caras pra tomar alguma coisa e vemos qual é depois. (a verdade é que não me animei a apressar ela ali e um pouquinho eu queria exibir ela na frente dos caras)
A: vai, me parece bem, assim eu também vou conhecendo um pouco os bares portenhos.
Chegamos de volta ao bar onde estavam meus amigos e quando me viram entrar com aquela mulherão não podiam acreditar. Ela estava vestida como se fosse a uma entrega de prêmios de cinema, o bar inteiro se virou pra olhar pra ela, e meus amigos, como bons urubus, todos se aproximaram pra falar com ela, pra se fazer de legais. A coisa é que começamos a beber, a falar merda, ela adorava o jogo de deixar todos excitados e no fundo acho que ela tinha percebido que eu a tinha levado ali um pouco pra me exibir. Lá pelas 2 da manhã ela me diz:
A: mano, isso aqui tá muito de boa, meio parado, uma amiga me chamou que tá indo pra uma balada aqui perto com uns amigos.
Y: (pronto de novo, por dormir nem beijei ela) Ah, tá, e você tá a fim de ir? (perguntei todo sem jeito)
A: Se a gente for dançar um pouco, é mais divertido do que ficar conversando aqui. Vem comigo?
E: Claro, óbvio, que te passei o endereço e vamos (não dá pra acreditar, ele tinha uma vida melhor)
Deixei meus amigos lá e fui com ela, claro. No carro, normal, conversando nada demais, chegamos na balada e de novo a mesma sequência, todo mundo virava pra olhar pra ela, os caras chegavam pra falar com ela e eu no meio de uma roda de gente que eu não conhecia numa balada só pra ver se em algum momento eu conseguia ficar com ela. Dançamos a noite toda, continuamos bebendo, ela dança na minha frente, encostava toda aquela bunda perfeita e eu sentia o pau explodindo no jeans. Danças sensuais, carícias, drinks, mas toda vez que eu chegava perto pra beijar ela se afastava, virava, ria e me deixava louco de novo com alguma dança. A noite foi passando e chegou a hora de ir embora, o grupo de amigos dela saiu pra procurar um táxi e eu que continuava super excitado porque ela tinha me provocado a noite toda automaticamente falei, "te levo pra casa", "ah, tá, vamos, me respondeu, mas olha que não vai acontecer nada" naquele instante eu não entendi absolutamente nada. Pra que caralho ela tinha me provocado a noite toda? A questão é que perdido por perdido, levei ela pra casa. Morava no centro da cidade, perto do congresso, num daqueles prédios de escritórios, a viagem foi curta porque a gente tava perto. Quando chegamos estacionei o carro na porta e quando ela se aproximou pra se despedir como se fosse descer eu me atrevi, puxei a boca dela e a gente se fundiu num beijo molhado, quente, forte. Um beijo super intenso, que eu tava com vontade de dar desde que tinha passado pra buscar ela às 11 da noite. Enquanto a gente se beijava comecei a colocar minha mão na cintura dela, procurava acariciar ela toda, continuei beijando o pescoço, as orelhas e ela começava a suspirar cada vez mais entrecortado, tava curtindo como eu acariciava ela, beijava, ela pegava minha cabeça me apertava contra ela, eu sentia como a cada beijo, cada carícia o pau crescia cada vez mais, cada vez ficava mais duro. De repente, ela me empurra, me afasta, respira fundo, olha pra mim e me diz.
A: quer subir? (e na hora, antes que eu pudesse responder) Mas olha, não vai acontecer nada, uns beijos e nada mais, tá!
Nessa hora eu tava a mil, super mega excitado, com uma vontade de fazer tudo que passasse pela minha cabeça e esse comentário foi um balde de água fria. Mas eu já tava lá e, sinceramente, perdido por perdido, respondi.
E aí, bora subir.
A: mas só uns beijos, nada mais, tá (insistiu)
Y: Sim, sim, vai, te entendi.
Descemos do carro, entramos no prédio, no elevador nos beijamos, chegamos no apê e entramos. O apê era pequeno, um conjugado que tinha uma mesa, quatro cadeiras, um sofá-cama de solteiro e uma mesinha com uma TV, a única luz que tinha era de um abajur de pé que deixava o apê todo meio no escuro. Anita entrou, deixou o casaco de pele na cadeira, se vira e
me olha, era impossível não olhar pra todas as tetas dela apertadas pelo vestido.
A: Vou ao banheiro.
Vai, te fodo se fumo?
Enquanto ia ao banheiro e olhava toda a bunda dela, ela me responde,
A: não, mas abri a janela.
Então, enquanto ela estava no banheiro, eu abri a janela, fumei um cigarro e a única coisa que eu conseguia pensar era em como ia fazer pra ela ser minha. Devem ter passado uns 5 minutos, eu não sei se foi o álcool, mas nessa altura já tínhamos bebido bastante, ou se sempre foi o plano dela, mas ela saiu do banheiro de lingerie. Era um conjunto vermelho de renda, uma fio-dental tremenda e a luz fraca que me deixou paralisado. Ela estava ali, semidesnuda na minha frente, nessa altura eu não entendia mais nada, ela se aproximou e de novo, me beijou de um jeito absurdo, aí mesmo não duvidei mais, enquanto nos beijávamos minhas mãos foram direto pro seu rabo lindo, comecei a apertar forte, eu empurrava ela contra mim, queria que ela sentisse como de novo meu pau não parava de crescer diante de uma mulher dessas. As mãos dela apertavam minha cabeça enquanto continuávamos nos beijando, levei minha cabeça ao pescoço dela, queria que ela me beijasse, comecei a beijar o pescoço dela enquanto continuava acariciando todo o rabo, a respiração dela aumentava, crescia, eu virei ela, queria apoiar todo meu pau naquele rabo tremendo de fio-dental enquanto continuava beijando o pescoço, as orelhas dela e minhas mãos passaram a acariciar todos os peitos agora contidos naquele sutiã vermelho perfeito, comecei devagar e conforme a respiração e os pequenos gemidos dela cresciam, eu apertava cada vez mais forte os peitos dela, com minha mão direita comecei a descer devagar até começar a acariciar a buceta dela por cima do fio-dental, que já estava encharcado, eu tava a mil com todo meu pau contido pelo jeans apoiado naquele rabo que me deixava louco. Continuei beijando o pescoço dela apertando com uma mão os peitos e com a outra comecei a puxar o fio-dental pro lado pra finalmente poder brincar com meus dedos em toda a buceta dela, comecei a brincar com o clitóris dela e ela gemia cada vez mais, mordia os lábios, num instante ela se afasta, se vira e sem dizer palavra me empurra pro sofá, se ajoelha na minha frente, tira o sutiã deixando ver seus peitos perfeitos, com biquinhos pequenos e rosados super duros de tanto amasso e tesão. Ela desabotoa meu jeans, abaixa minha calça e o boxer deixando sair todo o meu pau duro, sem nem tocar no meu pau, vai direto pra boca dela e começa a chupar meu pau, primeiro devagar pra ir molhando com toda a saliva dela, as mãos sobre minhas pernas e meu pau na boca dela, com movimentos suaves, ela chupa meu pau e me olhava, eu não aguentava mais, a saliva quente dela escorrendo pelo meu pau e ela sem parar de chupar. Eu estava num êxtase total, minhas mãos queriam pegar aquelas tetas e apertar, brincar com os mamilos enquanto ela continuava de joelhos chupando tudo. Depois de alguns minutos ela parou, tirou a calcinha, eu levantei do sofá e deitei ela, abriu as pernas me convidando a comer toda a sua buceta perfeitamente depilada, molhada e desejosa de ser devorada. Aí mesmo fui direto, comecei a comer toda a buceta dela de maneira desesperada, chupava, pegava as tetas, apertava os mamilos, ela pegava minha cabeça, apertava contra a buceta dela e só gemia, mais e mais, comecei a brincar com meus dedos na buceta dela enquanto continuava chupando o clitóris, estava tremendamente encharcada, aproximei um dos meus dedos da buceta dela e por estar tão lubrificada entrou direto, tanto que logo introduzi um segundo dedo e foi quando ela começou a gritar mais alto, estava gozando como louca até que senti ela gozar na minha cara, senti ela se contorcer e apertar mais forte minha cara contra a buceta dela. Continuava encharcada, no instante ela me empurrou de novo contra a cama, tirou uma camisinha de uma gaveta próxima, ela mesma colocou em mim e sentou em cima de mim, começou a me cavalgar como se não houvesse amanhã, apertava meu peito, cravava as unhas, eu não aguentava mais, sentia que ia explodir a qualquer momento, mas queria aquele rabo, queria que fosse meu, virei ela, deitei de bruços e tentei entrar devagar no rabo dela, esse foi o único momento em que ela falou, me disse "hoje não, isso não", aí mesmo com a visão daquele cu lindo eu enfiei tudo naquela pussy que continuava super molhada, continuamos transando assim mais alguns minutos até que não aguentei e gozei um jato tremendo dentro da camisinha e caí rendido na cama ao lado dela. Estávamos os dois super ofegantes ainda pela gostosa foda que a gente tinha tido. Eu não podia acreditar que tinha conseguido pegar uma gostosa dessas. Ficamos alguns minutos na cama, ela me beijou de leve e disse que eu tinha que ir, que era tarde e daqui a pouco a mãe dela chegava de visita e ela não queria que me encontrasse no apê. Saí do apê, entrei no carro com o sol na cara, fumei um cigarro e cheguei em casa, feliz e completamente vazio. Depois desse dia, continuamos conversando mais algumas vezes, mas nunca consegui concretizar nada com ela de novo. O semestre acabou, não nos cruzamos mais na faculdade e nunca mais a vi, mas nunca vou esquecer essa noite.
* Esclarecimento: é uma história 100% real, Anita claramente não é o nome dela, obrigado por me lerem e espero que tenham gostado da história.
Essa história aconteceu lá pelo ano de 2008, eu tinha 23 anos. A verdade é que nunca fui um galã, sempre fui mais tímido pra chegar e conversar com as minas, e quanto mais gostosa, mais difícil de encarar, mas não sei o que aconteceu nesse ano que as coisas começaram a mudar. Naquela época eu trabalhava num escritório de advocacia e à noite cursava numa universidade particular da capital federal. Começando o segundo semestre, pego uma matéria optativa que eu cursava com gente de várias faculdades e sempre sentávamos o mesmo grupinho todo mundo junto no fundo da sala, algumas minas, outro cara e eu. Entre elas estava a Anita. Uma loira alta linda demais, um metro e setenta (quase como eu, eu tenho 1,78), uns peitos do tamanho ideal, nem muito grandes nem muito pequenos mas bem redondos, perfeitos, e uma bunda que fazia a turma inteira virar pra olhar. Ela era estudante de design de moda, tinha uma personalidade totalmente oposta à minha, super avassaladora, era gostosa pra caralho e sabia disso. Sempre se vestia super provocante e era super simpática. A questão é que foram passando as semanas de aula e sempre que a gente chegava ficávamos conversando sobre o que tínhamos feito no fim de semana, se tínhamos saído, pra onde, com quem, as bobagens de sempre (a Anita era do interior e ainda não tinha muitos amigos na capital), numa dessas conversas em que eu estava contando o que tinha feito no fim de semana ela me diz, ah que legal, me chama quando for sair que eu quero ir também. Naquele momento meu coração parou, sério, ela acabou de me dizer isso, ela, que todo mundo fica atrás, querendo conversar comigo? Devo ter feito uma cara de idiota tremenda porque na hora ela me disse de novo, você tem meu telefone né? Me passa o seu que eu vou salvar. Só consegui dar meu telefone sem dizer nada, ainda pasmo. Insisto, não era nem sou claramente um cara super bonito, olha, tenho o meu charme, fisicamente como contei, tenho 1,78, magro, naquela época fazia um pouco de academia mas fora isso um cara muito normal. Agora, uma vez que eu conseguia passar aquela barreira da "timidez" do primeiro encontro, sou um cara super simpático, divertido, te faço rir e dava pra ver que com ela isso tinha funcionado. Não via a hora de chegar o fim de semana pra convidá-la pra qualquer programa que fosse, com a desculpa de vê-la. Chegou o fim de semana e no sábado eu tinha o aniversário de um amigo num bar na praça Armênia. Lá pelas 23h, com alguns fernet na cabeça pra me dar coragem, mandei uma mensagem. "Oi Anita, como você tá? A gente tá com uns amigos comemorando um aniversário num bar em Palermo, quer se juntar"... naquela época era mensagem de texto, era um verdadeiro ato de fé, não tinha tique azul, nem última conexão, então só restava esperar que ela visse, o coração batia a mil. Em 5 minutos ela respondeu: "tô terminando de jantar com umas amigas, quer me buscar?" ... naquele momento pulei da cadeira, não podia acreditar, trocamos mais algumas mensagens, ela me passou o endereço da casa da amiga dela (não era longe de onde eu estava), avisei meus amigos "já volto" e fui de carro buscá-la. Quando ela saiu da casa da amiga, eu a vi vindo, estava com um vestido vermelho daqueles que deixam os ombros de fora, colado no corpo que marcava todas as suas curvas de um jeito perfeito, um casaco de pele branco curtinho daqueles que cobrem até a cintura, justamente pra que todos pudessem olhar aquela bunda tremenda que ela tinha. Entrou no carro, se inclinou como pra me dar um beijo no rosto que acabou na comissura dos meus lábios, o que já me deixou a mil...
A: aonde vamos então?
Y: Vamos num bar onde estão os caras pra tomar alguma coisa e vemos qual é depois. (a verdade é que não me animei a apressar ela ali e um pouquinho eu queria exibir ela na frente dos caras)
A: vai, me parece bem, assim eu também vou conhecendo um pouco os bares portenhos.
Chegamos de volta ao bar onde estavam meus amigos e quando me viram entrar com aquela mulherão não podiam acreditar. Ela estava vestida como se fosse a uma entrega de prêmios de cinema, o bar inteiro se virou pra olhar pra ela, e meus amigos, como bons urubus, todos se aproximaram pra falar com ela, pra se fazer de legais. A coisa é que começamos a beber, a falar merda, ela adorava o jogo de deixar todos excitados e no fundo acho que ela tinha percebido que eu a tinha levado ali um pouco pra me exibir. Lá pelas 2 da manhã ela me diz:
A: mano, isso aqui tá muito de boa, meio parado, uma amiga me chamou que tá indo pra uma balada aqui perto com uns amigos.
Y: (pronto de novo, por dormir nem beijei ela) Ah, tá, e você tá a fim de ir? (perguntei todo sem jeito)
A: Se a gente for dançar um pouco, é mais divertido do que ficar conversando aqui. Vem comigo?
E: Claro, óbvio, que te passei o endereço e vamos (não dá pra acreditar, ele tinha uma vida melhor)
Deixei meus amigos lá e fui com ela, claro. No carro, normal, conversando nada demais, chegamos na balada e de novo a mesma sequência, todo mundo virava pra olhar pra ela, os caras chegavam pra falar com ela e eu no meio de uma roda de gente que eu não conhecia numa balada só pra ver se em algum momento eu conseguia ficar com ela. Dançamos a noite toda, continuamos bebendo, ela dança na minha frente, encostava toda aquela bunda perfeita e eu sentia o pau explodindo no jeans. Danças sensuais, carícias, drinks, mas toda vez que eu chegava perto pra beijar ela se afastava, virava, ria e me deixava louco de novo com alguma dança. A noite foi passando e chegou a hora de ir embora, o grupo de amigos dela saiu pra procurar um táxi e eu que continuava super excitado porque ela tinha me provocado a noite toda automaticamente falei, "te levo pra casa", "ah, tá, vamos, me respondeu, mas olha que não vai acontecer nada" naquele instante eu não entendi absolutamente nada. Pra que caralho ela tinha me provocado a noite toda? A questão é que perdido por perdido, levei ela pra casa. Morava no centro da cidade, perto do congresso, num daqueles prédios de escritórios, a viagem foi curta porque a gente tava perto. Quando chegamos estacionei o carro na porta e quando ela se aproximou pra se despedir como se fosse descer eu me atrevi, puxei a boca dela e a gente se fundiu num beijo molhado, quente, forte. Um beijo super intenso, que eu tava com vontade de dar desde que tinha passado pra buscar ela às 11 da noite. Enquanto a gente se beijava comecei a colocar minha mão na cintura dela, procurava acariciar ela toda, continuei beijando o pescoço, as orelhas e ela começava a suspirar cada vez mais entrecortado, tava curtindo como eu acariciava ela, beijava, ela pegava minha cabeça me apertava contra ela, eu sentia como a cada beijo, cada carícia o pau crescia cada vez mais, cada vez ficava mais duro. De repente, ela me empurra, me afasta, respira fundo, olha pra mim e me diz.
A: quer subir? (e na hora, antes que eu pudesse responder) Mas olha, não vai acontecer nada, uns beijos e nada mais, tá!
Nessa hora eu tava a mil, super mega excitado, com uma vontade de fazer tudo que passasse pela minha cabeça e esse comentário foi um balde de água fria. Mas eu já tava lá e, sinceramente, perdido por perdido, respondi.
E aí, bora subir.
A: mas só uns beijos, nada mais, tá (insistiu)
Y: Sim, sim, vai, te entendi.
Descemos do carro, entramos no prédio, no elevador nos beijamos, chegamos no apê e entramos. O apê era pequeno, um conjugado que tinha uma mesa, quatro cadeiras, um sofá-cama de solteiro e uma mesinha com uma TV, a única luz que tinha era de um abajur de pé que deixava o apê todo meio no escuro. Anita entrou, deixou o casaco de pele na cadeira, se vira e
me olha, era impossível não olhar pra todas as tetas dela apertadas pelo vestido.
A: Vou ao banheiro.
Vai, te fodo se fumo?
Enquanto ia ao banheiro e olhava toda a bunda dela, ela me responde,
A: não, mas abri a janela.
Então, enquanto ela estava no banheiro, eu abri a janela, fumei um cigarro e a única coisa que eu conseguia pensar era em como ia fazer pra ela ser minha. Devem ter passado uns 5 minutos, eu não sei se foi o álcool, mas nessa altura já tínhamos bebido bastante, ou se sempre foi o plano dela, mas ela saiu do banheiro de lingerie. Era um conjunto vermelho de renda, uma fio-dental tremenda e a luz fraca que me deixou paralisado. Ela estava ali, semidesnuda na minha frente, nessa altura eu não entendia mais nada, ela se aproximou e de novo, me beijou de um jeito absurdo, aí mesmo não duvidei mais, enquanto nos beijávamos minhas mãos foram direto pro seu rabo lindo, comecei a apertar forte, eu empurrava ela contra mim, queria que ela sentisse como de novo meu pau não parava de crescer diante de uma mulher dessas. As mãos dela apertavam minha cabeça enquanto continuávamos nos beijando, levei minha cabeça ao pescoço dela, queria que ela me beijasse, comecei a beijar o pescoço dela enquanto continuava acariciando todo o rabo, a respiração dela aumentava, crescia, eu virei ela, queria apoiar todo meu pau naquele rabo tremendo de fio-dental enquanto continuava beijando o pescoço, as orelhas dela e minhas mãos passaram a acariciar todos os peitos agora contidos naquele sutiã vermelho perfeito, comecei devagar e conforme a respiração e os pequenos gemidos dela cresciam, eu apertava cada vez mais forte os peitos dela, com minha mão direita comecei a descer devagar até começar a acariciar a buceta dela por cima do fio-dental, que já estava encharcado, eu tava a mil com todo meu pau contido pelo jeans apoiado naquele rabo que me deixava louco. Continuei beijando o pescoço dela apertando com uma mão os peitos e com a outra comecei a puxar o fio-dental pro lado pra finalmente poder brincar com meus dedos em toda a buceta dela, comecei a brincar com o clitóris dela e ela gemia cada vez mais, mordia os lábios, num instante ela se afasta, se vira e sem dizer palavra me empurra pro sofá, se ajoelha na minha frente, tira o sutiã deixando ver seus peitos perfeitos, com biquinhos pequenos e rosados super duros de tanto amasso e tesão. Ela desabotoa meu jeans, abaixa minha calça e o boxer deixando sair todo o meu pau duro, sem nem tocar no meu pau, vai direto pra boca dela e começa a chupar meu pau, primeiro devagar pra ir molhando com toda a saliva dela, as mãos sobre minhas pernas e meu pau na boca dela, com movimentos suaves, ela chupa meu pau e me olhava, eu não aguentava mais, a saliva quente dela escorrendo pelo meu pau e ela sem parar de chupar. Eu estava num êxtase total, minhas mãos queriam pegar aquelas tetas e apertar, brincar com os mamilos enquanto ela continuava de joelhos chupando tudo. Depois de alguns minutos ela parou, tirou a calcinha, eu levantei do sofá e deitei ela, abriu as pernas me convidando a comer toda a sua buceta perfeitamente depilada, molhada e desejosa de ser devorada. Aí mesmo fui direto, comecei a comer toda a buceta dela de maneira desesperada, chupava, pegava as tetas, apertava os mamilos, ela pegava minha cabeça, apertava contra a buceta dela e só gemia, mais e mais, comecei a brincar com meus dedos na buceta dela enquanto continuava chupando o clitóris, estava tremendamente encharcada, aproximei um dos meus dedos da buceta dela e por estar tão lubrificada entrou direto, tanto que logo introduzi um segundo dedo e foi quando ela começou a gritar mais alto, estava gozando como louca até que senti ela gozar na minha cara, senti ela se contorcer e apertar mais forte minha cara contra a buceta dela. Continuava encharcada, no instante ela me empurrou de novo contra a cama, tirou uma camisinha de uma gaveta próxima, ela mesma colocou em mim e sentou em cima de mim, começou a me cavalgar como se não houvesse amanhã, apertava meu peito, cravava as unhas, eu não aguentava mais, sentia que ia explodir a qualquer momento, mas queria aquele rabo, queria que fosse meu, virei ela, deitei de bruços e tentei entrar devagar no rabo dela, esse foi o único momento em que ela falou, me disse "hoje não, isso não", aí mesmo com a visão daquele cu lindo eu enfiei tudo naquela pussy que continuava super molhada, continuamos transando assim mais alguns minutos até que não aguentei e gozei um jato tremendo dentro da camisinha e caí rendido na cama ao lado dela. Estávamos os dois super ofegantes ainda pela gostosa foda que a gente tinha tido. Eu não podia acreditar que tinha conseguido pegar uma gostosa dessas. Ficamos alguns minutos na cama, ela me beijou de leve e disse que eu tinha que ir, que era tarde e daqui a pouco a mãe dela chegava de visita e ela não queria que me encontrasse no apê. Saí do apê, entrei no carro com o sol na cara, fumei um cigarro e cheguei em casa, feliz e completamente vazio. Depois desse dia, continuamos conversando mais algumas vezes, mas nunca consegui concretizar nada com ela de novo. O semestre acabou, não nos cruzamos mais na faculdade e nunca mais a vi, mas nunca vou esquecer essa noite.
* Esclarecimento: é uma história 100% real, Anita claramente não é o nome dela, obrigado por me lerem e espero que tenham gostado da história.
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