Minha gostosa da faculdade

Hoje quero compartilhar com vocês uma experiência que tive há alguns anos.


Esta história aconteceu lá por 2008, eu tinha 23 anos. A verdade é que nunca fui um galã, sempre fui meio tímido pra chegar e conversar com as minas, e quanto mais gostosa ela era, mais difícil ficava de encarar, mas não sei o que aconteceu naquele ano que as coisas começaram a mudar. Naquela época eu trabalhava num escritório de advocacia e à noite cursava numa universidade privada da capital federal. Começando o segundo semestre, peguei uma matéria optativa que eu cursava com gente de vários cursos e a gente sempre sentava no mesmo grupinho, todos juntos no fundo da sala, algumas minas, outro mano e eu. Entre elas estava a Anita. Uma loira alta, linda, um metro e setenta (quase igual a mim, eu tenho 1,78), uns peitos do tamanho ideal, nem muito grandes nem muito pequenos, mas bem redondos, perfeitos, e uma bunda que fazia a sala inteira virar pra olhar. Ela era estudante de design de moda, tinha uma personalidade totalmente oposta à minha, super avassaladora, era gostosa pra caralho e sabia disso. Sempre se vestia super provocante e era super simpática. O negócio é que foram passando as semanas de aula e sempre que a gente chegava, ficávamos conversando sobre o que a gente tinha feito no fim de semana, se tinha saído, pra onde, com quem, as bobeiras de sempre (a Anita era do interior e ainda não tinha muitos amigos na capital). Numa dessas conversas, enquanto eu contava o que tinha feito no fim de semana, ela me diz: "uh, que dahora, vê se me chama no zap pra eu colar junto". Naquela hora meu coração parou, sério, ela acabou de me falar isso, ela, a mina que todo mundo corre atrás, fica puxando papo, pra mim? Acho que devo ter feito uma cara de otário enorme porque na hora ela falou de novo: "cê tem meu número, né? Me passa teu telefone que eu te salvo". Só consegui dar meu número sem falar nada, ainda pasmo. Reforço, eu não era e nem sou claramente um cara super gato, olha, tenho meus atributos, fisicamente como já falei, tenho 1,78, sou magro, na época malhava um pouco na academia, mas fora isso, um mano comum. Bem normal. Agora, uma vez que eu conseguia passar aquela barreira de "timidez" do primeiro encontro, eu sou um cara super simpático, divertido, te faço rir, e dava pra ver que com ela aquilo tinha funcionado. Eu não via a hora de chegar o fim de semana pra convidar ela pra qualquer rolê que tivesse, com a desculpa de vê-la. Chegou o fim de semana e no sábado tinha o aniversário de um amigo num bar na Praça Armênia. Umas 23h, com uns fernet já em cima pra me dar coragem, mandei uma mensagem. "Oi Anita, tudo bem? Tamo aqui com uns amigos comemorando um aniversário num bar em Palermo, quer vir?"... naquela época era mensagem de texto, era um ato de fé, não tinha tique azul, nem última vez online, então só restava esperar ela ver, meu coração batia a mil. Em 5 minutos ela respondeu: "tô terminando de jantar com umas amigas, quer me buscar?"... naquele momento eu pulei da cadeira, não podia acreditar. Trocamos mais algumas mensagens, ela me passou o endereço da casa da amiga (não era longe de onde eu tava), falei pros meus amigos "já volto" e fui de carro buscar ela. Quando ela saiu da casa da amiga, eu vi ela vindo, tava com um vestido vermelho daqueles que deixam os ombros de fora, colado no corpo que marcava todas as curvas dela de um jeito perfeito, um casaco de pele branco curtinho daqueles que cobrem até a cintura, pra todo mundo poder olhar aquela bunda enorme que ela tinha. Ela entrou no carro, se inclinou pra me dar um beijo na bochecha que acabou na comissura dos meus lábios, coisa que já tinha me deixado a mil...


A: então pra onde a gente vai?
Y: Vamos num bar onde os caras tão tomando umas e a gente vê o que rola depois. (a real é que eu não tive coragem de apressar ela lá e queria dar uma exibida na frente dos caras)
A: bora, tá bom pra mim, assim eu também vou conhecendo uns bares de Buenos Aires.


Voltamos pro bar onde meus amigos estavam e, quando me viram entrar com aquela mulherão de respeito, não acreditaram. Ela estava vestida como se fosse pra uma premiação de cinema, o bar inteiro virou pra olhar ela, e meus amigos, feito uns urubus, todos chegaram perto pra puxar papo, pra se pagar de descolados. A parada é que a gente começou a beber, a falar um monte de besteira, ela adorava o jogo de esquentar todo mundo e, no fundo, acho que ela tinha sacado que eu tinha levado ela lá meio pra me exibir. Lá pelas 2 da manhã, ela me fala:


A: cara, isso tá bem tranquilo, meio chato pra caralho, uma amiga minha me chamou, ela tá indo pra uma balada aqui perto com uns amigos.
Y: (pronto, mais uma vez por ter dormido, nem a beijei) Ah, tá bom, e você tá a fim de ir? (perguntei bem sem jeito)
A: Se a gente for dançar um pouco, é mais divertido do que ficar aqui conversando. Você vem comigo?
Y: Sim, claro, óbvio, te passo o endereço e a gente vai (não acredito, ela tinha outra vida)


Deixei meus amigos lá e fui com ela, claro. No carro normal, conversando sobre nada de outro mundo, chegamos na balada e de novo a mesma sequência: todo mundo se virava pra olhar ela, os caras chegavam pra puxar papo e eu no meio de uma roda de gente que eu não conhecia numa balada, só pra ver se em algum momento eu conseguia fazer ela minha. A gente dançou a noite toda, continuamos bebendo, ela dança na minha frente, encostava aquela bunda perfeita toda em mim e eu sentia o pau prestes a estourar dentro da calça jeans. Danças sensuais, carícias, drinks, mas toda vez que eu me aproximava pra beijar ela, ela se afastava, virava de costas, ria e me esquentava de novo com alguma dança. A noite foi passando e chegou a hora de ir embora, o grupo de amigos dela saiu pra procurar um táxi e eu, que continuava extremamente excitado porque ela tinha me deixado louco a noite inteira, automaticamente falei: "Te levo na sua casa". "Tá bom, vamos", ela respondeu, "mas olha que não vai rolar nada". Naquele instante eu não entendi absolutamente nada. Pra que caralhos ela tinha me esquentado a noite toda? A questão é que, perdido por perdido, levei ela pra casa. Ela morava no centro da cidade, perto do Congresso, num daqueles prédios de escritórios. A viagem foi curta porque estávamos perto. Quando chegamos, estacionei o carro na porta e quando ela se aproximou pra se despedir, como quem vai descer, eu me animei, desviei a boca dela e a gente se fundiu num beijo molhado, quente, intenso. Um beijo super forte, que eu tava doido pra dar desde que fui buscá-la às 11 da noite. Enquanto a gente se beijava, comecei a colocar a mão na cintura dela, buscava acariciar ela por todo lado, continuei beijando o pescoço, as orelhas, e ela começava a suspirar cada vez mais entrecortado. Ela tava curtindo como eu a acariciava, a beijava, me agarrava a cabeça e me apertava contra ela. Eu sentia como, a cada beijo, cada carícia, o pau crescia cada vez mais, ficava cada vez mais duro. De repente, ela me empurra, me afasta, respira fundo, me olha e me diz.


A: quer subir? (e no instante, antes que eu possa responder) Mas olha que não vai rolar nada, uns beijos e só, hein!
Naquele momento eu tava a mil, recontra tarado, com uma vontade de fazer tudo o que me passasse pela cabeça, e aquele comentário foi um balde de água fria. Mas eu já tava ali e, sinceramente, perdido por perdido, respondi.
Y: Sim, bora, vamos subir.
A: mas só uns beijos, nada mais, hein (insistiu)
Y: Sim, sim, pode crer, te entendi.


Descemos do carro, entramos no prédio, no elevador nos demos uns beijos, chegamos no apê e entramos. O apê era pequeno, um quitinete que tinha uma mesa, quatro cadeiras, um sofá-cama de solteiro e uma mesinha com uma TV, a única luz que tinha era de um abajur de chão que deixava o apê todo meio no escuro. A Anita entrou, deixou seu casaco de pele na cadeira, se vira e
olha pra mim, era impossível não olhar pra aquelas tetas apertadas pelo vestido dela.


A: Vou ao banheiro.
Y: Fala sério, te encho o saco se eu fumar?
Enquanto ela ia ao banheiro e eu olhava toda aquela bunda, ela me responde,
A: não, mas eu abri a janela.


Então, enquanto ela estava no banheiro, eu abri a janela, fumei um cigarro e a única coisa que conseguia pensar era como ia fazer pra ter ela. Devem ter se passado uns 5 minutos, eu não sei se foi o álcool, porque nessa altura a gente já tinha bebido bastante, ou se sempre foi o plano dela, mas ela saiu do banheiro de lingerie. Tinha um conjunto vermelho de renda, uma calcinha fio dental tremenda e a luz baixa que me deixou pasmo. Ela estava ali, seminua na minha frente, nessa altura eu não entendia nada, ela se aproximou e de novo, me beijou de um jeito absurdo, ali mesmo não hesitei mais, enquanto a gente se beijava minhas mãos foram direto pra aquela bunda linda, comecei a apertar forte, puxava ela pra perto de mim, queria que ela sentisse como de novo meu pau não parava de crescer diante de uma mulher daquelas. As mãos dela apertavam minha cabeça enquanto a gente continuava se beijando, levei minha boca pro pescoço dela, ela queria que eu beijasse ali, comecei a chupar o pescoço dela enquanto continuava acariciando a bunda toda, a respiração dela aumentava, crescia, virei ela, queria encostar meu pau inteiro naquela bunda deliciosa de calcinha fio dental enquanto continuava beijando o pescoço, as orelhas dela e minhas mãos passaram a acariciar os peitos dela, ainda contidos naquele sutiã vermelho perfeito, comecei devagar e conforme a respiração e os gemidinhos dela aumentavam, eu apertava cada vez mais forte os peitos dela, com a mão direita comecei a descer devagar até começar a acariciar a buceta por cima da calcinha fio dental, que já estava encharcada, eu tava a mil com meu pau todo preso na calça jeans encostado naquela bunda que me enlouquecia. Continuei beijando o pescoço dela apertando com uma mão os peitos e com a outra comecei a puxar a calcinha fio dental pra finalmente brincar com meus dedos na buceta inteira dela, comecei a brincar com o clitóris dela e ela gemia cada vez mais, mordia os lábios, num instante ela se afasta, se vira e sem dizer uma palavra me empurra pro sofá, se ajoelha na minha frente, tira o sutiã deixando à mostra os peitos perfeitos dela, com mamilos pequenos e rosados duros pra caralho de tanto esfregar e excitação. Ela desabotoa minha calça jeans, puxa minha calça e cueca pra baixo deixando toda a minha rola dura pra fora, sem nem tocar na minha rola, vai direto pra boca dela e começa a chupar minha rola, primeiro devagar pra ir molhando com toda a saliva dela, as mãos dela nas minhas pernas e minha rola na boca dela, com movimentos suaves, ela chupa minha rola e me olhava, eu não aguentava mais, a saliva quente dela escorrendo pela minha rola e ela sem parar de chupar. Tava num êxtase total, minhas mãos queriam agarrar aquelas tetas e apertar, brincar com os bicos enquanto ela continuava de joelhos chupando tudo. Depois de uns minutos ela parou, tirou a calcinha fio dental, me levantou do sofá e se deitou, abriu as pernas me convidando pra comer toda a buceta dela perfeitamente depilada, molhada e com vontade de ser devorada. Aí fui direto, comecei a comer toda a buceta dela de forma desesperada, chupava, agarrava as tetas, apertava os bicos, ela segurava minha cabeça, apertava contra a buceta dela e só gemia, mais e mais, comecei a brincar com meus dedos na buceta dela enquanto continuava chupando o clitóris, tava absurdamente encharcada, aproximei um dos meus dedos na buceta dela e por estar tão lubrificada entrou direto, tanto que logo introduzi um segundo dedo e foi quando ela começou a gritar mais alto, tava curtindo como uma louca até que senti ela gozar na minha cara, senti ela se contorcer e apertar minha cara com mais força contra a buceta dela. Continuava encharcada, na hora ela me empurrou de volta pra cama, pegou uma camisinha de uma gaveta perto, colocou em mim ela mesma e sentou em cima de mim, começou a cavalgar como se não houvesse amanhã, apertava meu peito, cravava as unhas, eu não aguentava mais, sentia que ia explodir a qualquer momento, mas queria aquela raba, queria que fosse minha, virei ela, deitei de bruços e tentei entrar devagar na raba dela, foi o único momento em que ela falou, me disse "hoje não, isso não", e ali mesmo, com aquela vista daquele rabo lindo, enfiei tudo naquela buceta que continuava super molhada. A gente seguiu transando assim por uns minutos até que eu não aguentei e gozei um jato tremendo dentro da camisinha, e caí exausto na cama ao lado dela. A gente tava os dois super ofegantes ainda por causa daquela foda maravilhosa que a gente tinha tido. Eu não podia acreditar que tinha conseguido comer uma mina daquelas. Ficamos uns minutos na cama, ela me beijou suave e disse que eu tinha que ir, que era tarde e que a mãe dela ia chegar de visita em breve e ela não queria que me encontrasse no apartamento. Saí do apê, entrei no carro com o sol na cara, fumei um cigarro e cheguei em casa, feliz e completamente esgotado. Depois daquele dia, a gente ainda conversou mais algumas vezes, mas nunca consegui marcar nada com ela de novo. O semestre acabou, a gente nunca mais se cruzou na faculdade e eu nunca mais a vi, mas nunca vou esquecer aquela noite.

* Esclarecimento: esta é uma história 100% real, Anita claramente não é o nome dela, obrigado por lerem e espero que tenham gostado da anedota.

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