Minha história como uma vadia que sou

Nayeli pagando um favor Bom, continuando como eu disse, eu estava feliz por ter vivido o anterior, apavorada pelo que me esperava e também porque eu estava vestida assim na rua de noite só com roupa de mulher, bom, enfim, pra que negar que minha cabeça estava uma bagunça enorme entre felicidade, medo, excitação, nojo, e mil emoções mais que eu não conseguiria descrever agora, mas que na hora me deixavam como louca, eu estava perdida nos meus pensamentos e sentimentos quando um carro preto com os vidros fumê se aproximou de mim mais do que devia, eu me assustei porque pensei que eram aqueles caras de novo, mas não, quando abaixou o vidro era só um senhor maduro de uns 45 ou 50 anos, robusto, de barba e bigode, cabelo grisalho, que sorrindo me perguntou se eu precisava de ajuda, aí eu respondi que sim, se ele podia me ajudar porque tinham me assaltado e levaram meu dinheiro e eu precisava chegar em casa, eu na verdade nem sabia que horas eram naquele momento, e ele disse que sim, que eu subisse, que era tarde e que não era certo deixar uma moça sozinha por aquelas ruas tão desertas, tenho que admitir que isso me deixava louca, me sentir mulher e ser considerada uma mulher era meu sonho, e apesar das circunstâncias eu estava vivendo isso, tarde percebi o que na verdade me esperava. Pois como o homem não me pareceu mau nem nada, o que eu fiz foi subir no carro, já lá dentro, por causa da minissaia justa e porque estava de tênis, levantei a perna mais do que devia, mostrando um pouco da minha bunda, e ele não tirava os olhos, depois coloquei o cinto de segurança e, sem mais, fechei a porta, o homem travou as portas e arrancou, já em movimento, sorrindo, me disse: bom, sua puta, me diz, você gostou do que fizeram com você na vizinhança? Aí eu me apavorei e perguntei como ele sabia, ele me disse: eu estava lá, sua puta, quando você chegou, e da janela pude ver tudo o que aconteceu, inclusive vi quando você saiu e te segui, vi quando você se escondeu embaixo da caminhonete e esperei até você sair e vim te seguindo estúpida, então eu sei o que aconteceu e tudo o que você curtiu, então não vem com frescura porque se não agora mesmo eu te levo de volta pra casa e te entrego pra aqueles caras, entendido? sei que me dariam uma boa grana por você porque estão te procurando como loucos, mas prefiro te curtir eu mesmo, além de que não quero problemas nem perguntas, então você vai fazer tudo o que eu mandar ou voltamos pro que era antes. assustada, eu disse que faria o que ele quisesse, mas que não me levasse de volta. então ele disse: bem, sua putinha, assim que eu gosto, acho que a gente vai se dar muito bem. bom, primeiro eu quero que você fique de quatro dando o cu pra janela e que chupe meu pau. aí ele tirou o pau, que era um pau grande sem exagero, e eu obedeci, me colocou como ele mandou e comecei a chupar. ficamos assim um bom tempo até que ele parou e me disse pra parar, que não queria gozar ainda. ele parou num semáforo e do lado tinha um ônibus e um carro. o cara do ônibus conseguia ver meu cu e começou a gritar coisas tipo: ô, que cu gostoso, quanto pela putinha? amigo, onde você arrumou ela? pra eu ir lá agora mesmo, dá pra ver que chupa gostoso, né? empresta ela. aí o senhor só disse que era filha dele e que não compartilhava, e arrancou. eu não me movi nem um milímetro, não queria irritá-lo. então chegamos na López e viramos pra onde eu moro, e ele me perguntou onde eu morava. eu disse mais ou menos, já que não queria que ele soubesse, e ele disse: bem, sua putinha, então deixa eu estacionar e passa pra trás, quero arrebentar seu cu e antes de te deixar vou encher bem o seu cu. então tirei da minha mochila o plug anal e ele disse que tava bom, que ia colocar depois de me usar pra porra não vazar, e assim ele fez. fomos pro banco de trás, a verdade é que eu já não aguentava de tanto tesão no corpo, o cu já tava uma poça, porque mesmo com medo eu tava super excitada, a verdade. então ele começou a me apalpar e a me dizer pra esfregar o pau dele e tirar a camisa. depois me deitou no banco e, afastando minha calcinha fio-dental, meteu de uma vez, doeu não pelo tamanho, mas pelo castigo que o cu trazia pelo que já tinha vivido antes, mas a minha tesão falou mais alto, e comecei a gemer pra agradá-lo, não queria que ele ficasse puto e fosse além, então cedi como a puta que sou diante do macho dele e só me dispus a aproveitar e agradá-lo, então ele ficou um bom tempo assim me dando, depois me virou e me comeu como o que sou, uma puta de quatro, e me batia nas nádegas e puxava meu cabelo, me comia com força e eu amava isso, depois de um tempo senti como o pau dele ficava mais grosso e começava a sair a porra gostosa depois de esvaziar, e nessa mesma posição pegou a joia anal e enfiou de uma vez, deixando lá no fundo, eu me sentia completamente cheia e feliz, depois me virou e disse pra eu limpar ele, e coloquei na boca, chupava, então de repente senti como começava a derramar um líquido dentro da minha boca e ele segurando minha cabeça não me deixou afastar, o que ele estava jogando era o mijo dele, que não tive outra senão engolir. Depois de gozar e de continuar limpando ele, tirou, arrumou a roupa e me disse pra sair, como pude me ajeitei a roupa e saí, então ele ligou o motor, quando fechei a porta ele arrancou jogando minha mochila pela janela, me deixando ali parada sozinha no meio da rua, eu virei pra todos os lados pra ver se ninguém me via, pra minha sorte já era tarde e não tinha ninguém pela área, o bom foi que ele me deixou a uma quadra da minha casa, eu caminhei pra casa e só ia checando pra todos os lados, não queria que os vizinhos me vissem ou percebessem, por sorte não aconteceu mais nada naquela noite, como pude pulei pra dentro de casa e já dentro, com todos dormindo, entrei no meu quarto, me troquei, claro sem tirar a joia, e me dispus a dormir, embora na real a única coisa que consegui fazer foi me masturbar como louca 2 ou 3 vezes lembrando do que vivi e me sentindo a mais puta das cachorras do mundo, mas plena e feliz como há muito não me sentia, depois como pude adormeci e no dia seguinte quando acordei não tinha ninguém, me dispus a sair do meu quarto e fui ao banheiro, então tirei a joia anal e o cu estava doendo demais, assim como o resto do meu corpo, a boca parecia que ia se romper e isso só fez com que eu me lembrasse do que vivi e fiquei com tesão de novo, fiquei umas 2 semanas com esse tesão lembrando e me masturbando com a joia, mas não era a mesma coisa, lembrava das sensações, mas me tocar já não era a mesma coisa, precisava viver aquilo de novo e por um momento me arrependi e pensei em voltar àquela rua, mas não o fiz e até hoje me arrependo por não ter feito, mas enfim. Espero que tenham gostado deste relato e em breve escreverei outro com minhas vivências, já não são muitas, espero que gostem, espero seus comentários e lembrem que busco amo dominante que me submeta, use, domine, viole, humilhe, exiba, chantageie e que me faça sua slut submissa fiel, beijos a todos

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