Nayeli no parque da vila (2ª parte) Depois que aqueles homens ficaram um tempo dando voltas ao meu redor e falando cada coisa que lhes vinha à cabeça, começaram a se despir. Como eu disse, eram gordos, robustos, grosseiros, sujos e peludos, mas tinham umas picas deliciosas, grandes e cheias de veias. Um que depois fiquei sabendo se chamava José tinha ela grossa, não muito comprida, mas bem grossa. O outro, Miguel, tinha uma um tanto grande, mas bem cabeçuda. E o terceiro, Lalo, esse sim, meus respeitos, aquela pica era de um macho alfa, um homem de verdade: era grande, grossa e com uns ovos que pendiam de tão grandes que eram. Lalo se dirigiu a mim: "vadia, essas picas são pra você, você vai chupar todas, entendeu? Sabe por que está aqui, né?" Eu disse que não. Ele sorriu e disse: "bem, vou te contar, sua vadia. Esse aqui", referindo-se ao que me levou até lá, "nos devia dinheiro e disse que traria a vadia dele pra pagar parte e poder ganhar tempo. Então agora você vai ser a nossa vadia por um bom tempo, entendeu, gostosa? E pode acreditar, vamos te usar até esvaziarmos. Hoje você vai pra casinha bem cheia de porra de macho quente." Eu estava, não posso negar, muito excitada, porque seria uma vadia, uma moeda de troca, só um objeto para o pagamento e prazer dos outros, mas também muito assustada, já que não sabia como aquilo ia funcionar, sendo honesta. Mas eu era feliz, plena, de verdade. Depois, José tirou a corrente do meu pescoço e me disse pra começar a chupar ele, enquanto os outros me apalpavam. Miguel começou a esfregar minhas tetas e Lalo estava passando a mão na minha bunda quando, ao afastar minha calcinha fio dental, percebeu que eu estava com a joia anal e disse: "olha a vadia já tá preparada, até trouxe um brinquedo enfiado, bem cachorra." Dirigindo-se ao que me levou, que se chamava Arturo: "vejo que você a preparou bem. Fico feliz que saiba como nos fazer felizes, seu idiota." Ele só sorriu e disse: "que bom que vocês gostaram, senhores. É uma vadia de qualidade, submissa e complacente." Enquanto eu continuava chupando a pica do José, eu mal conseguia me levantar por causa de tudo aquilo. minhas amarras então eu chupava o que dava, mas pelo visto eu fazia bem, pois José bufava como um touro e isso me encantava, de repente senti o Lalo tirando minha joia do meu cu de um puxão, o que doeu um pouco, mas não liguei porque eu estava no paraíso como uma puta completa. De repente o Lalo disse: então puta, você vai saber o que é um macho de verdade, depois disso nenhuma outra rola vai te preencher hahahaha, e tenho que admitir que em parte foi verdade, porque depois dele vieram mais homens, mas ninguém me fez sentir como ele me fez, uma puta, a mais puta, arrastada, submisa, suja do mundo, ele era um macho de verdade, um garanhão. Ele se ajeitou atrás de mim e sem mais nem menos começou a enterrar o pau em mim empurrando forte, eu abri os olhos como pires e continuei chupando o José, que disse pra ele continuar porque eu estava chupando melhor. O Lalo riu e começou a meter e tirar como um louco, eu só me deixava fazer, as amarras dos meus peitos e da minha bucetinha se puxavam me causando dor, mas muito mais prazer. Ficaram assim por um tempo, o primeiro a gozar foi o José, uma quantidade enorme de porra entrou na minha garganta, que eu tive que engolir feliz, tirando o pau e conferindo pra não derrubar nada. O Miguel ocupou o lugar dele enquanto o Lalo continuava me comendo sem cansar nem parar, ele batia na minha bunda com as mãos ásperas e grandes, e eu continuava chupando o Miguel, enquanto o José sentou numa cadeira e mandou o Arturo trazer uma cerveja. Depois de um bom tempo, o Lalo começou a me comer mais forte na bunda e a bufar, e então senti algo que só tinha sentido uma vez antes, tive um orgasmo anal me fazendo gozar sem eu querer ou sequer me tocar (quem leu minhas histórias sabe que só aconteceu uma vez com o cachorro do amigo do meu dono original). Então o Lalo disse: toma toda a minha porra, puta, aproveita e não deixa escapar nada. Enquanto o José tomava a cerveja, ele percebeu que eu tinha gozado e rindo falou pra todos: olhem a puta, ela tá curtindo como uma louca, só falta ver a putinha gostosa, já até gozou kkkkkkkk depois o Lalo tirou o pauzão dele deixando meu cu bem aberto, poucos minutos depois o Miguel também gozou fazendo eu engolir o leite dele também, eu tava no paraíso, quando ele saiu o Lalo ocupou o lugar e me disse: pra eu limpar bem ele, e assim eu fiz como uma puta safada, submissa e entregue, lambi, chupei e deixei bem limpinho. Tomaram umas cervejas enquanto eu continuava ali no chão, o Miguel que era o mais pervertido teve uma ideia que eu amei, ele disse: "ó, tô com vontade de mijar mas tô com preguiça, que tal a gente usar essa puta de mictório também?", e todos concordaram que era uma boa ideia, então o Miguel chegou perto da minha cara e meteu o pau dele e disse: "engole, puta, se vazar uma gota você vai ver o que te espera", eu do jeito que dava na posição que eu tava só conseguia engolir o mijo dele, mas era muito, então pra minha azar um pouco do mijo escapou pela minha boca, quando ele percebeu me disse: "vejo que você é uma puta desobediente, e vai ver como eu te castigo, estúpida", puxando meu cabelo levantou minha cabeça e começou a cuspir em mim e me dar tapas até o Lalo segurar ele e falar pra ele se acalmar que ainda tinha um tempo antes de irem embora e queriam continuar se divertindo, então continuaram se revezando pra me usar de pinico e depois de terminar as cervejas voltaram pra mim e ficaram me usando por mais umas 3 ou 4 horas no meu cu e na minha boca que doíam pra caralho, mas menos que meus joelhos de aguentar o peso. Terminei cheia de porra no cu e na barriga por causa dos 3 caras, e no final falaram pro Arturo que ele podia me usar também, e assim ele fez, com o pau dele comeu meu cu dolorido e gozou nas minhas nádegas, depois disso mandaram me soltar e colocar a joia anal pra não vazar nada, e assim eu fiz, eu tava toda dormente por causa do tempo que fiquei naquela posição, eles foram pra outro quarto enquanto eu me recuperava como podia, cheguei perto da porta do quarto e escutei eles conversando, o Lalo falando pro Arturo que por enquanto estava tudo em paz e eles esperando o pagamento, mas ouvi uma coisa que me deixou gelada. Ouvi o Lalo dizer que agora iam embora e que me levariam com eles, que eu era uma boa puta e que serviria para os negócios deles. Isso me assustou demais, tipo, uma coisa é ser a puta dos 3, mas me sequestrarem e fazerem de mim o que quisessem era outra história bem diferente. Tanto que fiz algo que achei que nunca faria sozinha na vida. A verdade, do jeito que eu estava vestida com roupa de mulher, com blusa, sutiã, fio dental, minissaia e salto alto, peguei minhas coisas, principalmente minha mochila, porque não achei minha roupa de homem. Eles estavam na cozinha e eu na sala. Abri a porta com muito cuidado, sem fazer barulho, e saí em direção à porta que dava pra rua. Eles dentro de casa nem perceberam quando saí, nem fechei a porta. Eram umas 11 da noite ou meia-noite, não tinha ninguém na rua, estava meio escura e, como pude, pela minha falta de costume de andar de salto, caminhei até a 4ª avenida. Andava colada na calçada pra ninguém me ver. De repente, olhei pra trás e vi os 4 homens lá fora procurando pra ver se me achavam. Eu, como pude, me escondi debaixo de uma caminhonete. Então vi eles passarem correndo e ouvi o Lalo falando pro Miguel que tinham que me encontrar porque ele me queria pra ele, queria que eu fosse a puta dele. E tenho que admitir que por um breve momento senti orgulho e vontade de sair correndo e dizer que sim, que seria dele pra sempre, mas a razão e o medo falaram mais alto. Então fiquei lá um tempo, e quando vi que eles não voltavam, saí de debaixo da caminhonete e fui andando como dava. Cheguei na 4ª avenida e fui caminhando entre as ruas pra me esconder o máximo possível até chegar em outra avenida principal. Tenho que admitir que me sentia feliz pela experiência vivida, por ouvir aquelas palavras, mas principalmente porque estava vestida como uma puta total na rua. Ouvia as buzinas dos carros que passavam buzinando pra mim e um ou outro que me perguntava... quanto ela cobrava e isso me dava arrepios na pele, então eu estava perdida nos meus pensamentos quando de repente um carro se aproximou de mim, era um topázio preto com vidros fumê, me assustei porque pensei que eram eles que tinham conseguido me encontrar, mas de repente a janela desceu e era um homem sozinho que me viu e me disse: se eu precisava de ajuda, eu disse que sim, se ele podia me ajudar a chegar em casa porque tinham me assaltado, não podia dizer que acabava de ter uma tarde louca de sexo sem limites, ele sorriu e me disse para entrar, e lá dentro aconteceram outras coisas que contarei em outro relato. Bom, esse é o fim dessa história, espero que tenham gostado e lembrem que seus comentários são importantes porque assim eu me motivo a continuar escrevendo minhas aventuras.
1 comentários - Minha história como a puta suja que eu sou