Dona Inês com vodca

O bar quase sempre estava vazio, mas ela nunca abandonava o posto. Com a chegada de outros bares menos solenes e mais barulhentos, a situação só piorou. Vendia bebidas, mas não "atendia bêbados", como costumava dizer. Quer uma ou duas doses? Bem-vindo. Mas encher a cara e arrumar confusão? Você está no lugar errado.

Apesar de tudo, com o tempo sua clientela se reduziu aos meninos que vinham comprar linha para pipa, balas de menta, doces de abóbora em forma de coração ou uma Coca-Booty de dois litros para o almoço de domingo. E esses meninos cresceram e se tornaram os melhores amigos de Dona Inés. Depois veio uma época em que ela era mais conhecida entre os adolescentes do que entre os vizinhos mais velhos, e como dizem, quem se relaciona com a juventude acaba rejuvenescendo. Não era radical o suficiente para abandonar seu gosto pelos boleros que tocavam no toca-discos indestrutível ao seu lado no balcão, mas qualquer um que parasse para observá-la com mais atenção notaria uma sutil mudança no seu vestuário.

Os decotes ficaram mais generosos, a maquiagem menos carregada e, embora ninguém percebesse porque sempre estavam do outro lado do balcão, as saias até encurtaram um pouco, às vezes deixando ver só a ponta do joelho.Dona Inês com vodcaOsvaldo era um dos mais tímidos, com um sorriso gentil, uma voz suave e um olhar sereno, como se visse algo que ninguém mais podia ver. Parecia estar constantemente em transe, com a mente em outro lugar. Mas nunca se assustava com nada, ao contrário das pessoas distraídas. Naquele dia, ele reparou no cabelo solto de Dona Inês e ficou olhando fixamente por um tempo sem dizer nada, apoiado no balcão, com a boca aberta em silêncio. Não havia mais ninguém no bar naquele momento. Só ele, Dona Inês e o alto e escuro balcão de madeira que os separava. Ela se impacientou com a demora e finalmente perguntou o que ele queria.

"Uma vodka, por favor."

"Vodka? Sinto muito, garoto, mas não sirvo bebidas para menores, sem querer ofender."

"Não sou menor de idade, dona Inês. Fiz 19 anos no mês passado."

"19? Isso é verdade? Você poderia me mostrar seu documento?"

"Claro. Toma."

Tudo parecia estar em ordem. Depois de tantos anos, sabia muito bem distinguir uma identidade verdadeira de uma falsa, e essa era sem dúvida legítima.quadrinhosDesculpa, é que eu tenho que tomar cuidado com essas coisas. Não quero ser responsável por infringir a lei, e você não parece ter 19 anos. O que você esperava?"

"Não foi nada, já estou acostumado. Aonde quer que eu vá, tenho que mostrar minha identidade. Com dois cubos de gelo e suco de laranja, por favor."

Já estava quase na hora de fechar e Dona Inés não perderia a novela por nada nesse mundo, então Osvaldo teve que se apressar e pedir seu vodka; pagou, agradeceu e foi embora, olhando para trás com aquele olhar de quem vê coisas.

Enquanto trancava as portas e organizava tudo para fechar, Dona Inés observava o jovem.


Não estava acostumada com esse tipo de comportamento. Fazia muitíssimo tempo que um homem não olhava para ela assim. Principalmente um tão jovem. Talvez tenha sido um erro, mas mesmo assim, ainda que só por um instante, sentiu um calor que a invadiu discretamente. Era um calor alheio ao tempo. Era uma reação à qual já não estava acostumada, nem lembrava, e de repente estava ali, como brasas sob as cinzas.relatosNo dia seguinte, às oito em ponto, ouviu-se o som das pesadas portas de madeira se abrindo enquanto as pessoas passavam apressadas, sem prestar atenção ao ritual. Lá dentro, tudo estava arrumado, já que as portas abriam às oito, mas as tarefas tinham começado às seis. A cafeteira já estava ligada, exalando aquele aroma mágico e tentador, cercada de bolos nas vitrines transparentes, como se fosse uma exposição. O rádio emitia boletins policiais e informações de trânsito para quem queria ouvir e para quem não queria. O dia prometia ser quente. Ela usava um vestido mais decotado e curto do que o habitual. Enquanto guardava as cadeiras, sentiu que alguém a observava pelas costas. Virou-se e ficou cara a cara com Osvaldo, com seu habitual olhar distante, de pé no umbral logo atrás dela. Dona Inês estava incomodada, sem saber o que dizer. Ele, por sua vez, agiu com uma naturalidade quase inquietante, olhando fixamente nos olhos dela. De vez em quando, dava uma olhada no decote dela e parava, sem nenhuma cerimônia, antes de voltar a olhá-la diretamente nos olhos.analDona Inês pensou que o melhor era não dar trégua. Saiu do seu torpor e retomou suas tarefas, falando de costas com o cliente recém-chegado, enquanto colocava a última cadeira no lugar.

"Bom dia, o que você vai querer? Espero que não seja vodca a essa hora, mocinho."

"Não, dona Inês. Senti o cheiro do café. Bom dia."

Ela notou seu costume de responder às coisas em ordem inversa e achou engraçado.

Osvaldo devorou o bolo com um apetite pausado, sem pressa, dando goles ocasionais em sua fumegante xícara de café. Dona Inês, do outro lado do balcão, repondo os potes de doces, tentando agir com naturalidade, olhava o rapaz de vez em quando, e cada vez encontrava seu olhar, que vagava entre seu decote e seu rosto.

Uma garrafa escorregou e caiu no chão, produzindo um barulho que denunciava seu estado de espírito. Osvaldo tomou o último gole de café, limpou a boca com um guardanapo de papel e ajustou a mochila no ombro. Ao se aproximar do balcão, parou bem na frente de Dona Inês e estendeu a mão, entregando-lhe o dinheiro. Ela, normalmente tão segura de si, agia quase como uma espectadora, pegando o dinheiro mecanicamente.

Osvaldo voltou a mergulhar o olhar naquele mar de peitos, para depois erguê-lo até o olhar confuso da mulher intimidada.boqueteO jovem se demorou mais do que o habitual enquanto ela retomava sua rotina no bar. Sentia o olhar dele sobrevoando-a por toda parte, então, sempre que podia, dava-lhe as costas, evitando seu olhar. O movimento estava fraco, como de costume naquela hora, mas todas as portas e janelas estavam abertas. Para uma mulher "da velha guarda", como às vezes se definia, essa situação era extremamente inquietante.

Mesmo assim, começou a gostar do jogo e começou a fazer movimentos propositalmente ousados, sabendo que Osvaldo a seguia o tempo todo com o olhar. Respirou fundo o suficiente para recuperar o controle de si mesma. Ela olhou por cima do ombro e se certificou de que o rapaz estava ali olhando. Então finalmente decidiu pegar a garrafa do chão. Enquanto Dona Inês se agachava lentamente para recolher os pedaços de vidro, Osvaldo vislumbrou o paraíso.masturbacaoOsvaldo não conseguiu segurar um palavrão, embora tenha saído abafado junto com um gemido. Dona Inês ouviu um "Merda!" reprimido do jovem bem na hora em que ele se inclinou e seu vestido curto deixou tudo à mostra para seu admirador. Em outra ocasião, ela o teria repreendido, mas naquele momento, soou como um elogio. Sentiu de novo aquele calor intenso e repentino percorrer todo o seu corpo. Estava despertando o desejo em um homem outra vez. E mais ainda, em um bem jovem. Quando terminou de recolher os cacos de vidro e secar o chão, girou lentamente e viu, com os olhos arregalados, que Osvaldo estava se masturbando, escondido atrás da toalha de mesa. Isso era demais. As portas estavam abertas, as pessoas passavam na rua. Tinha se deixado levar pela situação, tinha propiciado uma situação completamente inesperada, alheia ao seu comportamento habitual.

Precisava parar com aquilo. Onde estava sua cabeça? Mas…peitos grandesEle se aproximou do rapaz, que imediatamente parou de fazer o que estava fazendo. Então, debruçou-se sobre a mesa, deixando à mostra seu generoso decote, quase esfregando-o na cara dele.

"O que você pensa que tá fazendo, garoto?"

Osvaldo ficou imóvel, congelado, sem pronunciar palavra. Sua mão segurava firmemente seu membro ereto, parcialmente escondido pela toalha de mesa. Dona Inês olhou para a ereção. Depois para o jovem, e de novo para a ereção. Tentou se mostrar tranquila, com o controle da situação.

"Esse não é o banheiro da sua casa, tá entendendo? Termina logo com isso e vaza"

Osvaldo imediatamente fixou o olhar no decote dela e retomou o movimento rítmico da mão. Ela estava prestes a se levantar, mas percebeu o desejo do jovem e permaneceu inclinada diante dele. Na verdade, até se aproximou um pouco mais, facilitando as coisas. Podia sentir a respiração quente e ofegante do jovem entre seus peitos, como se fossem dedos cálidos e invisíveis roçando sua pele. Dona Inês sentiu a pele arrepiar dos pés à cabeça.milfOsvaldo acelerou o ritmo, e o atrito em seu membro fez com que uma seiva espessa e transparente escorresse da cabeça avermelhada, misturando-se na mão do garoto e produzindo um som úmido e pegajoso. Dona Inés não via um pau duro na frente dela há muito tempo, e a visão daquele membro jovem e poderoso a cativou. E quando pensou que a ereção era por causa dela, ficou ainda mais hipnotizada.

Enquanto se masturbava freneticamente, o garoto esticou o pescoço, como se tentasse alcançar o interior do decote dela, como se estivesse prestes a mergulhar. Sem pedir licença, roçou suavemente a borda e, com um gesto fluido mas direto, baixou o decote, deixando à mostra aqueles magníficos e esplêndidos peitos.

Dona Inés não sabia o que dizer nem o que fazer, então permaneceu calada, deixando-se admirar.

Não pôde reprimir um gemido prolongado quando Osvaldo tomou um de seus mamilos com a boca e começou a chupar com força, sua língua tentando abarcar todo o contorno daqueles peitos suculentos e ainda firmes. Mas foi impossível.

Não cabia na boca todo aquele peito. O prazer residia justamente em tentar com persistência.

Sons de carros na rua, vozes que passavam pela calçada. Alguns lentos, outros apressados. Dona Inés gemia suavemente. Osvaldo ejaculou com entusiasmo. O primeiro jato disparou como um foguete e desceu, espalhando-se pela pele exposta da coxa de Dona Inés. Sentiu um prazer inimaginável ao saborear o contato daquela gota quente e pegajosa sobre sua pele. Pouco depois, vieram mais e mais. O membro do jovem parecia agora um vulcão lançando lava ardente para cima, até que a erupção finalmente cessou.Dona Inês com vodcaOs dois se olharam sem dizer palavra. Osvaldo guardou o pau na calça, enquanto Dona Inês limpava a perna e o vestido com o mesmo pano que tinha usado para tirar o pó do balcão. Ela se afastou e voltou ao seu lugar de sempre atrás do balcão, organizando os pensamentos e percebendo a imprudência do que tinha acabado de fazer, assim como a sorte que teve de ninguém ter entrado no bar.

Osvaldo ajustou a mochila no ombro bem devagar, como se ainda quisesse algo mais, mas não soubesse exatamente o quê.

Os dois se olharam mais uma vez, mas permaneceram em silêncio. Depois ele virou e foi embora, bem na hora em que dois homens entravam conversando e rindo, passando ao lado dele sem perceber nada estranho, sem desconfiar do que tinha acabado de acontecer.

Atravessou a rua e continuou andando com seu jeito característico, mas antes de sumir ao dobrar a esquina, virou e olhou mais uma vez para dentro do bar. Esperava outro olhar cúmplice dela, talvez. Um sinal de aprovação ou simplesmente um "até logo"; mas nada.

Dona Inês continuou com suas tarefas dentro do bar, atendendo os dois clientes recém-chegados.

Enquanto servia café, suco de laranja e sanduíches para os dois homens que continuavam rindo e conversando entre si, pensou consigo mesma: "Que porra esse franguinho tá fazendo comigo?quadrinhosNos dias seguintes, com a mesma pontualidade com que Dona Inês abria e fechava o bar religiosamente, Osvaldo aparecia de manhã para tomar café e à noite para tomar vodca. Nunca mais de uma xícara, nunca mais de um copo. Sem perceber, ela se acostumou com a presença do jovem com seus costumes estranhos e, mais ainda, começou a se vestir pensando na reação que sua roupa provocaria em seu cliente especial. Vestidos, penteados e decotes. Principalmente decotes. Ele fazia questão de deixar bem claro o quanto apreciava a visão daqueles peitos enormes apertados num decote que era ao mesmo tempo aberto e justo.

Numa noite de sábado, o bar estava completamente vazio porque a seleção nacional estava jogando e todos os clientes estavam bebendo e conversando aos gritos em outros bares que tinham televisores, diferente do bar de Dona Inês. Faltavam cinco minutos para a hora de fechar. Ela olhou ao redor, procurando sem admitir, mas sentindo sua ausência. Quando começou a fechar a porta de madeira, viu aparecer o rosto de Osvaldo, iluminado pelo raio de luz que se infiltrava pela fresta em direção à rua. Ele não disse nada. Ela também não; simplesmente deu uma olhada ao redor. Não havia ninguém por perto. Abriu a porta um pouco mais, o suficiente para que ele entrasse, e depois a fechou de vez, ficando trancados. Osvaldo foi direto para sua mesa de sempre, mas quando estava prestes a se sentar, Dona Inês interveio:

"Desculpe, mocinho, mas como pode ver, o bar já está fechado. Sem exceções. Se quiser tomar alguma coisa, vai ter que subir." Osvaldo, como se fosse a coisa mais normal do mundo, jogou a mochila no ombro e passou ao lado de Dona Inês em direção à escada que levava à casa de cima.relatosFique à vontade. Já volto", disse Dona Inés, apontando para o sofá confortável no canto do quarto. Osvaldo sentou-se sem timidez, mas também sem intimidade. Era um mestre nessas coisas. Sempre parecia observar de fora, mesmo quando as coisas aconteciam com ele. Ao examinar o quarto, ficou absorto na decoração e nos móveis. Parecia o cenário de um filme de época. Não conseguia imaginar que alguém pudesse ter um quarto assim. Tudo era tão... "antiquado". E ao mesmo tempo, tão limpo e arrumado. Perdido em sua observação, não percebeu quando Dona Inés voltou ao quarto com dois copos de vodca. Ela lhe dedicou um leve, muito leve sorriso, aprovando seu traje. Era simplesmente deslumbrante. Combinava perfeitamente com o quarto. Ela tinha trocado seu já sugestivo vestido curto por um corset e liga. Sem dúvida, era um traje que as mulheres de hoje em dia quase nunca usam. O jovem ficou realmente impressionado, mas não foi a visão desse conjunto que lhe provocou uma ereção violenta. Ele a tinha desde que entrou no bar minutos antes. Ela tinha notado desde o primeiro momento e estava nervosa, um pouco indecisa, mas não o suficiente para recuar. Tinha decidido ir mais longe. Ver até onde podia chegar.analOs dois se sentaram um ao lado do outro no sofá, conversando como se ela não estivesse vestida daquele jeito e como se ele não tivesse uma ereção inconfundível. Osvaldo se manteve calmo e sereno o tempo todo, exceto quando ela se mexia de um jeito que fazia os peitos dela se destacarem ainda mais. Nesses momentos, o jovem ficava parado, admirando-os, e ela sorria, notando o efeito que tinha sobre ele. Depois, tudo voltava ao normal e eles voltavam a beber.

"Eu não sabia que a senhora também gostava de vodka, dona Inés."

"Nunca tinha provado. Mas depois de te servir pela primeira vez, fiquei meio curiosa e provei. Desde então, gostei e tomo de vez em quando." Naquele momento, ouviram-se fogos de artifício. O jogo da seleção nacional estava prestes a começar.

"Quer que eu ligue a TV?"

"Não precisa. Eu gosto de futebol, mas só do meu time. Não me importo com a seleção nacional."

"Você é um garoto estranho."

"É, ouço isso o tempo todo."

Os dois levantaram suas taças e beberam ao mesmo tempo, enquanto Dona Inés acariciava com firmeza a ereção dele. Não fazia sentido demorar mais. Se fosse seguir em frente, devia fazer isso de uma vez, sem rodeios.boqueteDona Inés estava de quatro, bem entre as pernas dele, com quase todo o membro na boca. Não lembrava a última vez que tinha feito aquilo, mas lembrava sim que o pau do marido não era tão grande quanto o daquele jovem. Nem tão grosso. Nem tão duro. Osvaldo, como um bêbado, às vezes olhava para ela enquanto chupava o pau, às vezes olhava para trás, o que lhe dava uma visão perfeita daquela mulher magnífica. Aquele rabo! Era como um sonho. Uma cena impossível, mas que estava acontecendo de verdade. E aquela roupa, aquelas meias-calças pretas elegantes, presas à cintura pela liga. Aquela mulher tinha sem dúvida um dom para se disfarçar na vida cotidiana. Como tudo aquilo pôde passar despercebido por todos?

Ela, por sua vez, chupou com deleite. Sem pressa. Quase como se estivesse reaprendendo os movimentos adequados para satisfazer um homem. Observou as reações do garoto enquanto sua língua explorava o membro ereto, notando como ele reagia quando ela lambia as bolas. O prazer que ele mostrava, especialmente naquele momento, se refletia nela, e ela intensificou seus esforços, levando-o ao êxtase.masturbacaoQuando ele se levantou para tirar a calcinha dela, os genitais de Dona Inés ficaram na altura do rosto dele, e ele não conseguiu se conter. Baixou a calcinha dela com as duas mãos e enfiou a cara entre as coxas dela. Era a primeira vez que ele fazia sexo oral numa mulher. Mas não parecia.

Os fluidos que ela exsudava, o cheiro, o sabor, a textura... tudo era tão embriagador, tão sedutor. Impossível que ele não gostasse. Era como se ele tivesse feito aquilo a vida toda. Apertou as coxas dela com as duas mãos e a puxou para si, enterrando o rosto ainda mais fundo, quase entrando no corpo dela. Dona Inés tremeu e sentiu cada centímetro da língua dele invadir sua intimidade, abrindo as pernas e se arqueando para facilitar. Depois de um tempo, o jovem percebeu onde devia lamber com mais intensidade, e então ficou ainda mais prazeroso. Pensou consigo mesma que o marido nunca tinha chupado ela com tanto desejo. Na verdade, pensando bem, nunca tinha chupado, e como ela não tinha tido essa experiência com outro homem, essa era a primeira vez. Sem saber naquele momento, os dois estavam experimentando esse movimento pela primeira vez na vida.

Uma sequência barulhenta de explosões de fogos de artifício foi ouvida do lado de fora do quarto. Isso sugeria que alguém tinha marcado um gol. Naquele exato instante, Dona Inés se entregou por completo. A língua do garoto, grudada nela como uma ventosa, explorou cada canto da sua buceta pulsante.peitos grandesOsvaldo já tinha visto mulheres tendo um orgasmo antes, mas só emfilmes. Nas duas ocasiões anteriores em que tinha tido relaçõessexuais com garotas, só ele tinha ejaculado. Foram experiências rápidas einconfortáveis. Uma vez no bosque atrás da escola e outra na escada deum prédio.

Mas agora estava acontecendo bem ali, diante dos seus olhos, ao redor dasua língua. Então tentou aproveitar tudo o que pôde. Assim que elaterminou de chegar ao clímax, ele a levantou e a girou pela cintura, de modo queela ficou de barriga para cima. Enterrou o rosto na carne dela de novo, mas dessa vez entreas nádegas voluptuosas. Tinha pensado nisso o dia todo. Tanto quanto os peitosde Dona Inés, as nádegas dela também o deixavam louco. Percorreu com a língua cadacantinho, enlouquecendo a mulher. Quando a ponta da língua encontrou aentrada do orifício, ele se esticou ainda mais e entrou até onde pôde. Ela deixouescapar um gemido forte. Estava atônita. Sinceramente pensou que, quando algosucedesse entre eles, teria que explicar tudo ao jovem. Não tinha esperadomuito para uma primeira vez, mas tinha se enganado. Embora não tivesseexperiência, Osvaldo a surpreendeu com um entusiasmo transbordante, deixando-seguiar apenas pelo instinto.

"Esse filho da puta... está me matando", pensou consigo mesma,enquanto a língua de Osvaldo continuava castigando-a freneticamente.milfCom certo esforço, Dona Inês conseguiu que o jovem voltasse a se sentar no sofá. Ela estava com as pernas pesadas e fracas. Era exaustivo chegar ao clímax de pé. No caso dela, era ainda mais porque não estava acostumada.

Osvaldo se sentou e seu pau apontou para cima, duro como uma pedra, contra o qual ela começou a se apoiar lentamente.

O primeiro encontro sexual entre os dois provocou arrepios. Embora ela tivesse acabado de chegar ao clímax, sentiu um prazer imenso durante o ato, enquanto ele não moveu nem os braços nem as pernas. Simplesmente observou como seu pau desaparecia lentamente entre a pele daquela mulher incrível.

Apesar de toda a lubrificação, Dona Inês teve algumas dificuldades para cobrir a totalidade do membro do jovem, porque além de não ser penetrada há muito tempo, também havia o problema do tamanho e da grossura.

Quando finalmente conseguiu se sentar completamente sobre ele, começou a se mover lentamente para cima e para baixo, provocando suspiros e gemidos prolongados. Estava devorando o jovem atrevido e obtendo um prazer especial com isso.

Tempo depois, já acostumada ao tamanho e à forma, começou a cavalgar com mais facilidade, enquanto Osvaldo só podia gemer e morder os lábios. À medida que aumentava a sincronia entre os dois, ele também movia os quadris, facilitando a penetração por baixo. Às vezes fazia isso com tanta força que levantava o corpo pesado da mulher, só para deixá-lo cair de novo.Dona Inês com vodcaOsvaldo chegou ao orgasmo gritando e, a pedido de Dona Inês, abafou seus gritos, pois desta vez não vinham acompanhados de fogos de artifício. Na suposição, os jatos de sêmen subiam com força e desciam lentamente, como se a gravidade se invertesse. Dona Inês observava tudo com espanto.

Era incrível como, até pouco tempo, ela nem sequer tinha pensado em sexo, muito menos em ter uma experiência com outro homem, mas agora estava ali. Aquele jovem atrevido estava ejaculando ali mesmo no sofá da sala dela, com seu pau desproporcional para a magreza dele, fazendo com que ela gostasse tanto de vê-lo quanto de senti-lo dentro dela. O jovem terminou de ejacular, mas seu desejo era tão forte que sua ereção permaneceu. Ele agiu como se o mundo estivesse prestes a acabar e, sem perder mais tempo, virou-a, deu-lhe algumas carícias suaves com a cabeça do seu pau e a penetrou de novo. Desta vez, por trás. Dona Inês tinha alguma experiência em sexo anal com o marido, mas tinha sido há muito tempo. Quando Osvaldo entrou sem avisar, ela mal podia acreditar. No começo ardeu muito, mas a dor desapareceu muito mais rápido do que ela imaginava. Talvez pela intensidade, pela emoção dos dois, talvez pela quantidade de lubrificação. Qualquer que seja a razão, a verdade é que a penetração anal estava sendo prazerosa. Muito mais do que ela imaginava. O membro duro a invadiu com desejo e sem vacilação e tudo o que ela pôde fazer naquele momento foi se preparar para recebê-lo da melhor maneira possível.quadrinhosOsvaldo montou nela. Literalmente. A penetração era tão intensa que suas bundas batiam na carne macia da Dona Inés. Ele investiu com tanta fúria que sua carne suada rangia ao colidir. Dona Inés tinha dito pra ele diminuir o ritmo, mas ele só cedeu depois que ela pediu várias vezes. O jovem estava em transe. Era um homem penetrando uma mulher. Naquele momento, nada mais existia. O normalmente tranquilo Osvaldo estava possuído. Ele acelerou os movimentos e cravou os dedos nas nádegas dela, indicando que estava prestes a chegar ao clímax mais uma vez. E não demorou muito. Depois de mais algumas estocadas fortes, ele gozou de novo, dessa vez dentro do cu da mulher. Ela rugiu, ele rugiu... e dessa vez os fogos de artifício explodiram no momento certo. Depois do orgasmo, os dois desabaram no tapete da sala, onde ficaram um bom tempo.

Dona Inés foi a primeira a se levantar e olhou o relógio de parede. Já era bem tarde.

"Acorda. Você não vai pra sua casa?"

"Eu disse pra minha tia que ia dormir fora de casa hoje. Se você não se importar."

"Não, não me importo. Pode dormir aqui."

Dona Inés sorriu e levou o rapaz pra sua cama. O que mais ela podia fazer? Não estava acostumada a receber visitas. Naquela casa só tinha uma cama. No dia seguinte era domingo. Como sempre, o bar fechava ao amanhecer. O silêncio só se rompia ao meio-dia com o som do toca-discos.

Quem passava pela rua podia, como sempre, ouvir os sons dos velhos boleros.

Se alguém percebeu que ela cantava a música pela primeira vez, não disse nada. Afinal, ali estava Dona Inés, como sempre. Ninguém notou, exceto aquele jovem, que tinha o olhar de quem vê tudo.relatosFIM

1 comentários - Dona Inês com vodca

É uma das melhores coisas que já li, maravilhoso de verdade, obrigado