Daniela Capítulo 1: Invasores na Casa

Daniela se olhou no espelho do banheiro da casa nova, nos arredores da cidade. Vinte e oito anos, pele clara, tinha sido mãe duas vezes e seu corpo tinha mudado para melhor, conservava aquela plenitude que deixava seu marido louco. O vestido curto e justo marcava sua cintura e subia até logo acima da metade da coxa. Por baixo, as meias-calças cor de pele apertavam cada curva: as pernas, os quadris e, principalmente, aquela bunda redonda e firme que preenchia o tecido sem esforço. Virou-se de lado, duvidando.
—Não será muito curto? —murmurou, quase para si mesma.

Seu marido, de trinta e três anos, apareceu na soleira abotoando a camisa. Olhou-a de cima a baixo com aquele sorriso lento que ela conhecia muito bem.

—Você está linda. Recatada o resto da semana… hoje à noite pode sair assim. As crianças podem ficar com meus pais. Minha mãe já tem o quarto delas pronto. Vamos à festa e depois voltamos sozinhos.

Ela apertou os lábios, mas se deixou convencer. Penteou o cabelo castanho solto sobre os ombros, colocou um colar fino de ouro e brincos discretos, e saíram. A casa dos sogros cheirava a comida caseira e risadas. Daniela se movimentou entre cumprimentos e abraços, consciente de como o vestido subia um pouco cada vez que se inclinava ou se sentava. Seu marido não tirava os olhos dela, e notou como vários amigos e familiares a olhavam com insistência: o tecido justo marcando sua cintura, as meias-calças realçando as curvas de suas pernas e quadris. Em um momento, enquanto ela estava sentada no sofá e o vestido subiu um pouco mais sobre as coxas, um de seus tios fixou o olhar em suas pernas por alguns segundos a mais, com uma atenção que não passou despercebida por seu marido. Quando a noite avançou, as crianças —a menina de três anos e o pequeno de um ano e meio— adormeceram no quarto dos avós. Os sogros insistiram em cuidar deles até o dia seguinte.

A volta para casa foi em silêncio. Daniela sentia o roçar da meia-calça cada vez que cruzava as pernas no banco do carona. A casa ainda cheirava à comida que tinham deixado preparada naquela tarde. O marido dela trancou a porta, deixou as chaves sobre a mesinha do hall e olhou pra ela com uma intensidade diferente, quase calculada. Ela se espreguiçou, bocejando com um sorriso cansado.
—Que alívio… Achei que as perguntas da sua mãe nunca iam acabar.

Ele não respondeu de imediato. Só a observou: o vestido curto justo, a meia-calça brilhando sob a luz fraca, a pele clara e o corpo que, segundo ele, continuava igual ou até mais gostoso do que no dia em que se casaram. Finalmente estavam sozinhos.

Foi aí que os barulhos vieram da sala:

um roçar seco, o rangido de uma cadeira, passos pesados. Daniela ficou tensa.

—amor…

Duas figuras apareceram de repente no vão da porta. Homens altos, ombros largos, com balaclavas pretas que só deixavam ver os olhos e a boca. Um usava luvas escuras; o outro segurava uma fita grossa que brilhou por um segundo sob a luz.

Daniela recuou por instinto até esbarrar no peito do marido.

—amor! Tem gente na casa!

Ele não se mexeu. Só colocou uma mão firme na cintura dela e falou baixinho, quase no ouvido:

—Calma. Tá tudo sob controle.

Tentando acalmá-la.

Os dois homens avançaram. O mais alto parou a um metro deles. A voz saiu grave, distorcida pelo tecido da balaclava:

—Não façam nenhuma besteira!

O marido dela soltou um leve “sim” atrás dela. Daniela engoliu em seco. As pernas tremiam, mas ela não recuou. O ar da casa tinha mudado por completo: já não cheirava só à festa de família. Cheirava a medo.

O segundo homem falou pela primeira vez, voz mais baixa:

—Vamos pra sala. Todos.

O marido guiou Daniela com a mão no fundo das costas. Ela caminhou, o vestido roçando nas coxas, consciente dos olhares por trás das máscaras. A sala estava na penumbra. Só restava acendeu o abajur do canto, que projetava sombras longas sobre o sofá e a mesinha de centro. Daniela entrou na frente. O vestido curto justo na cintura marcava a curva dos quadris. Depois das duas gravidezes, seu corpo estava mais redondo, mais macio, com aquela plenitude que Ele sempre dizia que a deixava ainda mais desejável. As meias-calças finas lhe apertavam as pernas e a bunda, brilhando levemente sob a pouca luz a cada passo que dava.

Os dois homens os seguiram de perto. O mais alto fechou a porta que dava para a cozinha com um golpe seco. O outro se colocou na frente do casal.

—Mãos onde a gente possa ver —ordenou com voz grave—. Nada de movimentos estranhos.

O marido levantou as mãos na altura do peito, calmo. Daniela demorou um segundo mais. O coração batia tão forte que ela achava que ia sair pela boca. O medo se misturava com uma corrente quente que descia pelo seu ventre ao sentir como a olhavam.

O homem mais corpulento deu um passo na direção dela e a apontou com o dedo enluvado.

—Você. Esse vestido tão curto… e essas meias-calças. Parece que você vem de uma festa, né? Agora você vai ser boazinha e vai nos dar tudo o que valha.

O outro se aproximou do marido dela.

—Carteira. Relógio. Chaves do carro. Tudo o que você tiver de valor. Já.

Ele obedeceu sem protestar. Tirou a carteira, o relógio e as chaves, e os entregou. O homem os revisou rápido e os colocou no bolso.

Depois se virou para Daniela.

—Agora você, gostosa. Bolsa. Joias. O que você estiver usando que valha dinheiro. E não se faça de difícil.

Ela engoliu em seco. A bolsa estava no sofá. Deu um passo, sentindo o vestido subir um pouco mais pelas coxas ao se inclinar. Pegou a bolsa e a estendeu para ele. O homem a abriu, tirou a carteira, o celular e uns cartões, e jogou de volta no sofá.

—O colar —disse, apontando para o fio fino de ouro—. E os brincos. Tira.

Ela obedeceu com dedos trêmulos. Ao se inclinar para deixar as joias sobre a mesa, o decote se abriu um pouco mais e o vestido ficou tenso no contorno dos quadris e da bunda. Os dois homens notaram. Um deles soltou um som baixo, apreciativo. O mais alto se colocou atrás dela. Só a olhou, mas sua presença era avassaladora. Falou perto do ouvido dela: —Seu marido já nos deu tudo… agora é sua vez. Ou você vai fazer a gente pegar à força? O marido, ainda com as mãos à vista, olhou para Daniela. Seus olhos diziam claramente: calma, faça o que eles pedem. Ela sentiu um arrepio percorrer sua espinha. O homem que estava na frente estendeu a mão enluvada e roçou com dois dedos a borda do vestido, bem onde o tecido ficava tenso sobre a cintura dela. —Corpo bonito… dá pra ver que você já teve filhos. Dá pra ver os quadris de uma mulher que já foi mãe. Agora, fica quietinha enquanto a gente verifica se você escondeu alguma coisa. Daniela prendeu a respiração. O homem mais alto fez um gesto com a cabeça em direção ao corredor. —Lá pra cima. O quarto principal. É onde costuma ter as coisas boas. Ela sentiu um nó na garganta. Tentou manter a compostura, embora notasse os olhares dos dois homens percorrendo seu corpo sem disfarce: o vestido curto, o formato dos quadris, as meias-calças que marcavam as coxas e a bunda. Cada passo fazia o tecido subir um pouco mais. Apertou os lábios e baixou o olhar. Martín caminhava ao lado dela. Sua respiração estava mais agitada que o normal. Os maxilares tensos, os ombros rígidos. Não dizia nada, mas ela percebia seu nervosismo na forma como apertava os punhos. Os dois homens os empurraram com firmeza pelo corredor até o quarto. Um acendeu a luz da mesinha de cabeceira. O quarto ficou iluminado de repente: a cama grande, o armário embutido, a penteadeira de Daniela. —Contra a parede —ordenou o de voz grave—. Os dois. Mãos à vista. Daniela e ele obedeceram. Ela se colocou de costas para a parede, sentindo o frio do gesso através do tecido fino do vestido. Os olhos dos homens voltaram a se deter nela. Um passou a língua pelo lábio inferior, mal visível sob o passa-montanha, enquanto a olhava de cima a baixo.

O mais corpulento se dirigiu ao armário e começou a abrir gavetas. O outro se aproximou da penteadeira.

—Joias, dinheiro, documentos… tudo o que valer —disse enquanto remexia—. E você, gostosa, não se mexe. Se tentar alguma coisa estranha, seu marido vai pagar.

O esposo engoliu em seco. Sua voz saiu um pouco mais rouca:

—Na primeira gaveta do armário tem uma caixa… aí está o mais valioso.

Um dos homens abriu a gaveta indicada. Tirou uma caixa de madeira escura. Dentro havia um relógio do marido dela, uns brincos de ouro e um envelope com dinheiro de emergência. O ladrão soltou um assobio baixo.

—Bom… mas não é suficiente.

Ele se virou para Daniela. Seus olhos pararam de novo no decote do vestido e na forma como a meia-calça lhe apertava os quadris.

—E você? Não tem nada escondido? Às vezes as mulheres escondem coisas… debaixo da roupa.

Daniela levantou o olhar só por um segundo.

—Não… não tenho mais nada. Já demos tudo pra vocês.

O homem deu um passo na direção dela. Ficou tão perto que ela pôde sentir o cheiro do couro das luvas dele.—Isso a gente vai ver.

O marido dela fez um pequeno movimento involuntário para frente, mas o segundo ladrão o deteve com uma mão no peito.—Você quieto. Deixa a gente revistar.

Daniela apertou as coxas uma contra a outra sob o vestido curto. O ar do quarto tinha ficado pesado. Os dois homens já não olhavam só a caixa de valores. Olhavam pra ela.

O que tinha ficado na frente de Daniela não tirava os olhos das curvas dela. Desde o momento em que a viu descer do carro, minutos antes, não tinha parado de reparar nelas. Agora, com o vestido curto justo e a meia-calça marcando cada linha, essa atenção era ainda mais descarada. Daniela era bunduda, daquelas que enchiam O tecido fino com cada movimento, e ele sabia perfeitamente disso. —Vira —ordenou em voz baixa. Ela hesitou um segundo. Tentava fazer tudo passar o mais rápido possível, então obedeceu. Girou devagar até ficar de costas para ele, as mãos ainda apoiadas contra a parede. O vestido curto subiu um pouco mais por trás ao se mover, deixando à vista o contorno redondo e firme da sua bunda sob a meia-calça. O homem soltou um som gutural, quase imperceptível. —Olha ela… —murmurou—. Que rabo tem essa. O marido, imóvel contra a parede, sentiu um nó no estômago. O maxilar se tensionava cada vez que o desconhecido falava da sua mulher daquela maneira. Engoliu em seco e não pôde evitar ver como o homem se inclinava levemente para observar melhor. O ladrão levantou uma mão enluvada e, sem pedir licença, passou os dedos por cima do tecido do vestido, bem onde ele esticava sobre a bunda de Daniela. O roçar foi lento, apreciativo. —Tão durinhas… e grandes. Dá pra ver que você já pariu, mas isso aqui ficou ainda melhor. Daniela fechou os olhos um segundo. Sentia o olhar do homem cravado na sua bunda e o calor da sua mão através do tecido e da meia-calça. Tentou não reagir. —Não… não tenho nada aí —disse em voz baixa, quase tremendo—. Já demos tudo o que tinha de valor. O homem não retirou a mão. Ao contrário: deslizou um pouco mais para baixo, apertando levemente uma das nádegas com os dedos. —Isso a gente ainda vai verificar. Às vezes as mulheres escondem coisas… bem aqui. O outro ladrão se aproximou também, deixando a caixa de lado. Seus olhos desceram até o mesmo lugar. —Ele tem razão. É bunduda de verdade. Não dá pra deixar passar. Martín deu um pequeno passo à frente, nervoso, mas o segundo homem o deteve de novo com uma mão firme no peito. —Você não se mexe. Fica olhando. Daniela apertou os lábios. O vestido tinha subido o suficiente para que a meia-calça marcarão com clareza a redondeza da bunda dela. E o ladrão que desde o início não tirava os olhos agora estava com a mão apoiada ali, sem pressa nenhuma de tirar. O ar do quarto ficou mais denso. O homem não tirou a mão. Manteve apoiada sobre uma nádega, apertando devagar, medindo o volume e a firmeza através do tecido fino do vestido e da meia-calça. Seus dedos enluvados afundavam um pouco, subiam e desciam, como se estivesse pesando mercadoria. —Olha bem pra ela —disse pro outro, sem parar de apalpar—. Dá pra ver tudo. Até o risco da bunda aparece com essa meia-calça. Daniela apertou os lábios e fechou os olhos com mais força. Sentia o calor da mão alheia, o roçar deliberado, e uma corrente traiçoeira que descia pela barriga e molhava entre as pernas. O medo continuava ali, real, mas se misturava com algo mais escuro, mais quente. Martín, ainda imóvel contra a parede, respirava ofegante. Cada comentário, cada aperto na bunda da mulher, tensionava sua mandíbula até doer. O segundo ladrão se aproximou mais. Levantou a borda do vestido por trás com calma, subindo o tecido centímetro a centímetro até deixar quase totalmente à mostra a meia-calça cor de pele que apertava as nádegas redondas e firmes. O contraste entre a transparência fina e a carne branca e cheia era obsceno sob a luz da mesinha. —Porra… —murmurou o segundo, a voz baixa e carregada—. Que bunda mais gorda e redonda. Dá pra ver que pariu, mas ficou ainda mais gostosa. Essa meia-calça aperta pra caralho. O primeiro soltou uma risada curta e passou a mão de novo, agora diretamente sobre a meia-calça. Apertou uma nádega, depois a outra, separando-as um pouco com os dedos. O tecido esticou entre elas, marcando a fenda com clareza. —Fica quieta, vadia de casa —ordenou perto do ouvido dela, a voz grave e suja—. Vamos examinar bem essa bunda. Às vezes as esposas escondem coisas bem onde mais sentem vergonha de que toquem. Daniela tremeu visivelmente. Um pequeno som de medo escapou de sua garganta, mas ela não disse nada. Apenas apertou mais os lábios e fechou os olhos, envergonhada, o corpo rígido. O homem percebeu e apertou com mais força, afundando os dedos na carne macia através do tecido. —Escuta como treme… —disse ao companheiro—. Tá com medo, mas a bunda fica dura quando aperta. Gosta, mesmo sem querer admitir. Martín deu outro passo involuntário, mas a mão firme em seu peito o empurrou de volta contra a parede. —Você olha em silêncio, caralho. Ela é nossa enquanto procuramos o que falta. E essa bunda… essa bunda a gente vai revistar a fundo. O segundo ladrão se colocou atrás de Daniela. Com as duas mãos agarrou suas ancas e fez com que arquear um pouco as costas, empurrando o traseiro para trás. O vestido ficou completamente subido na cintura. As meias-calças brilhavam, tensas, desenhando cada curva. —Abre um pouco as pernas —ordenou o de voz grave—. Já. Ela hesitou, o rosto vermelho de vergonha e medo. Seu esposo a olhava fixamente, a respiração entrecortada. Daniela engoliu em seco e, com as mãos ainda apoiadas na parede, separou os pés apenas alguns centímetros, tremendo. O movimento fez com que as nádegas se abrissem ligeiramente sob o tecido fino. Os dois homens soltaram sons baixos e apreciativos. Um deles passou a palma inteira de cima a baixo, devagar, apreciando o peso e a maciez. O outro aproximou os dedos da parte mais íntima, roçando o centro das meias-calças bem entre as nádegas, pressionando com suavidade através do tecido. —Nada escondido aqui… ainda —disse com voz rouca—. Mas essas meias-calças atrapalham. Não precisa baixá-las… melhor a gente rasga. Daniela abriu os olhos de repente, assustada.—Não… por favor… —sussurrou apenas, a voz trêmula e tímida. O homem ignorou sua súplica. Com os dedos enluvados Ele agarrou o tecido fino da meia-calça bem no topo de uma nádega e puxou com força. O tecido esticou e depois rasgou com um som seco e longo. Um segundo puxão, mais forte, abriu um buraco irregular que deixou à mostra um bom pedaço de pele branca e macia.

Daniela soltou um gemido de medo e vergonha, apertando as coxas, mas o outro homem já estava fazendo o mesmo do outro lado. Outro rasgo. Outro pedaço de tecido cedendo. A meia-calça ficou em farrapos por trás, deixando suas nádegas quase completamente expostas, a carne tremendo a cada respiração agitada.

—Olha isso… —murmurou o primeiro, passando agora a mão desnuda sobre a pele descoberta—. Que macias e grandes. Rasgou toda a meia-calça do cu. Agora dá pra ver bem o que essa esposa tão recatada esconde.

O segundo se inclinou mais perto e deu um tapa seco numa nádega desnuda. O som ecoou no quarto.—Treme toda… tá com medo de verdade. Mas esse cu foi feito pra ser usado. Fica quieta, que ainda não terminamos de te examinar.

Daniela estava com a testa apoiada na parede, os olhos fechados, as lágrimas surgindo nos cantos. Não se mexia, não participava, só tremia e respirava entrecortado, envergonhada e assustada enquanto as mãos alheias continuavam percorrendo e apertando a carne agora nua do seu traseiro.

Seu marido apertava os punhos até doer. O ar do quarto cheirava a medo, a tecido rasgado e a algo muito mais sujo.

O homem que a segurava falou de novo, a voz baixa e carregada de tesão:

—Agora vira de vez, gostosa. Queremos ver de frente o que tem debaixo desse vestidinho. E você, marido… continua olhando como a gente destrói a meia-calça e examina o cu da sua mulher. Isso tá só começando.

Fim do capítulo 1

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1 comentários - Daniela Capítulo 1: Invasores na Casa

Muito bom, esperamos a próxima parte
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