Há alguns meses, um promíscuo do interior da província de Buenos Aires tinha me contatado. Como todo viado que mora num vilarejo, é difícil ter uma vida sexual homo porque, como dizem, "cidade pequena, inferno grande". Infelizmente ainda existem muitos preconceitos e não se pode desfrutar tão abertamente dessa prática.
Há uma semana ele me manda uma mensagem dizendo que ia estar de visita com a mãe uns dias. Além de eu estar interessado em poder dar a ele o prazer de uma boa foda, tinha me fascinado o tamanho da bunda dele. Sem exagero, era a bunda mais grande que já me foi dada de presente. Só tinha comido carne com um professor de educação física do colégio, mas ele treinava bastante a bunda sozinho. Me desafiou a meter sem piedade de uma vez. Então assumi o desafio.
Como sempre, organizei o home office, e ele disse à mãe que ia sair para passear um pouco sozinho pela cidade da fúria. Chegou em casa e, como tínhamos combinado, sem muita conversa foi se montar no banheiro. Saiu vestido bem de menina. Tínhamos falado que ele tinha a fantasia de ser estuprado por um velho negro, peludo, feio e pirocudo como eu. Lembrei se continuávamos com o plano, e ele respondeu que sim. Então o levei pelos cabelos para o quarto, coloquei ele de quatro e amordacei (caso ele gritasse e os vizinhos ouvissem).
Como boa violação não tem muita preliminar, então massageei meu pau um pouco até ter uma ereção para poder encapá-lo, cuspi e pum. Carne de uma na bunda do bebê faminto. Apesar de estar amordaçado, me chamou a atenção que ele não soltou o menor gemido. Estava muito claro que o treinamento era diário e intenso. À medida que eu ia empurrando aquela bundão, minha ereção ganhava rigidez. Eu estava fascinado com o tamanho do cu. Não conseguia abarcar com as duas mãos. Devo ter ficado 20 minutos metendo sem o menor descanso. Em um momento quase que minhas pernas estavam cãibras. Dei um beijinho na bochecha dele e disse que ia fumar um cigarro. Cravei um brinquedo pra que não entre muito ar nessa caverna que tinha gerado. Voltei e substituí o plástico pela carne. Mais 10 minutos de ritmo compassado e eu já estava começando a sentir as cócegas. O bebu continuava imutável. Então acelerei em busca da minha explosão. Tirei a tripa e admirei por mais alguns minutos aquele conducto sem fundo. Amassei por mais alguns minutos aquelas bundas imponentes e aproveitei a dilatação pra ver se minha mão entrava. Dito e feito... não precisei fazer muito esforço.
Fumei uns cigarros enquanto dava uns tapas naquele bundão e agradecia a visita. Me honra saber que fui um belo passeio na cidade desse promíscuo provinciano. Alguns vão conhecer museus, o estádio do Boca ou os prédios históricos. Esse escolheu provar algo diferente... e pelo sorriso, pelas palavras e pelo abraço de despedida, dá pra ver que curtiu bastante.
link:https://www.xvideos.com/video.omodlda1370/fisting_a_putito
https://www.redgifs.com/watch/entirefarawayrasboralink:https://www.redgifs.com/watch/entirefarawayrasbora
Há uma semana ele me manda uma mensagem dizendo que ia estar de visita com a mãe uns dias. Além de eu estar interessado em poder dar a ele o prazer de uma boa foda, tinha me fascinado o tamanho da bunda dele. Sem exagero, era a bunda mais grande que já me foi dada de presente. Só tinha comido carne com um professor de educação física do colégio, mas ele treinava bastante a bunda sozinho. Me desafiou a meter sem piedade de uma vez. Então assumi o desafio.
Como sempre, organizei o home office, e ele disse à mãe que ia sair para passear um pouco sozinho pela cidade da fúria. Chegou em casa e, como tínhamos combinado, sem muita conversa foi se montar no banheiro. Saiu vestido bem de menina. Tínhamos falado que ele tinha a fantasia de ser estuprado por um velho negro, peludo, feio e pirocudo como eu. Lembrei se continuávamos com o plano, e ele respondeu que sim. Então o levei pelos cabelos para o quarto, coloquei ele de quatro e amordacei (caso ele gritasse e os vizinhos ouvissem).
Como boa violação não tem muita preliminar, então massageei meu pau um pouco até ter uma ereção para poder encapá-lo, cuspi e pum. Carne de uma na bunda do bebê faminto. Apesar de estar amordaçado, me chamou a atenção que ele não soltou o menor gemido. Estava muito claro que o treinamento era diário e intenso. À medida que eu ia empurrando aquela bundão, minha ereção ganhava rigidez. Eu estava fascinado com o tamanho do cu. Não conseguia abarcar com as duas mãos. Devo ter ficado 20 minutos metendo sem o menor descanso. Em um momento quase que minhas pernas estavam cãibras. Dei um beijinho na bochecha dele e disse que ia fumar um cigarro. Cravei um brinquedo pra que não entre muito ar nessa caverna que tinha gerado. Voltei e substituí o plástico pela carne. Mais 10 minutos de ritmo compassado e eu já estava começando a sentir as cócegas. O bebu continuava imutável. Então acelerei em busca da minha explosão. Tirei a tripa e admirei por mais alguns minutos aquele conducto sem fundo. Amassei por mais alguns minutos aquelas bundas imponentes e aproveitei a dilatação pra ver se minha mão entrava. Dito e feito... não precisei fazer muito esforço.
Fumei uns cigarros enquanto dava uns tapas naquele bundão e agradecia a visita. Me honra saber que fui um belo passeio na cidade desse promíscuo provinciano. Alguns vão conhecer museus, o estádio do Boca ou os prédios históricos. Esse escolheu provar algo diferente... e pelo sorriso, pelas palavras e pelo abraço de despedida, dá pra ver que curtiu bastante.
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10 comentários - O rabo promíscuo do interior
Gracias por los halagos!