Na sexta-feira, minha namorada Karen me convidou pra festa de aniversário da amiga dela, Julieta. As duas têm 30 anos e se conhecem desde criança, então são bem próximas. Lá, Julieta me apresentou o namorado dela, Carlos, um colombiano negro de 1,80, que pelo que eu já tinha ouvido quando Karen e a amiga dela conversavam, tem uma piroca bem grande e aguenta muito. A festa teve um pouco de música e bebida, nada exagerado, mas o suficiente pra deixar a gente animado. Ficamos até umas 2 da manhã, quando eu e minha namorada fomos embora. Foi aí que a Julieta perguntou se o Carlos podia ir com a gente no Uber, já que ele ia pro mesmo lado. Não vimos problema em adicionar uma parada na rota pra deixar ele e depois seguir viagem. O Uber chegou e eu e a Karen sentamos no banco de trás, esperando o Carlos, que tava se despedindo da namorada de um jeito bem safado. Ele agarrava a bunda dela e levantava um pouco, enquanto a Julieta acariciava a rola dele por cima da calça de moletom. Depois disso, ele entrou no carro sem prestar muita atenção. Eu tinha deixado minha namorada do lado da porta, mas o Carlos abriu justamente aquela porta, então a Karen teve que se espremer e ficar no meio dos dois. Ela tava com uma saia curta folgada que, quando ela se mexeu, subiu sem ela perceber, principalmente do lado que ficava virado pro Carlos, deixando aparecer a perna dela e parte da bunda, que tava com um fio rosa combinando com o sutiã. O Carlos não perdeu detalhe daquilo e, ao se acomodar no banco, pela calça meio apertada dava pra ver perfeitamente o formato da rola dele, que por causa da pegação com a Julieta tava completamente dura, apoiada na perna direita dele, que era a que ficava do lado da minha namorada. Ela também não perdeu detalhe daquilo e, ao se inclinar pra se despedir da amiga, colocou a mão naquela perna, deixando o dedo mindinho em cima da cabeça da rola do Carlos, que só deixou ser tocado, sabendo que aquele movimento não tinha nada de acidente ou coincidência. Eu não percebi nada. disso, a Karen me contou depois, onde acho que cada um na sua imaginação formou na mente um plano de como terminaria a noite e eu nem sabia, durante a viagem minha namorada foi me beijando e acariciando a pica por cima da calça, pra ser sincero achei meio estranho ela se atrever a fazer isso com o Carlos do lado, mas com a bebida na verdade pouco me importei, cheguei a observar como o Carlos olhava pra bunda da Karen enquanto se acariciava a pica por cima da calça. Naquele momento chegamos no apartamento do Carlos, que perguntou se a gente queria entrar, que ele tinha algo pra beber e continuar a festa um pouco, eu obviamente disse que não, já que a única coisa que eu queria era chegar e comer minha namorada que também vinha muito tesuda, então me surpreendeu quando ela disse que sim, descendo do carro com a ajuda do Carlos, eu desci atrás deles observando como o Carlos dava passagem pra ela enquanto subíamos umas escadas meio inclinadas, indo o Carlos atrás da minha namorada e eu no final, levando o Carlos toda a visão das pernas gostosas da Karen junto com a bunda dela que rebolava enquanto subia as escadas. Chegamos no apartamento e o Carlos nos fez entrar no quarto dele sentando na cama, ele disse que ia no banheiro e pegar as bebidas, na verdade demorou um pouco, tempo que a Karen não perdeu e começou a me beijar bem apaixonadamente, até que ela desabotoa minha calça e começa a me fazer um boquete delicioso que me fez esquecer onde estávamos, eu só fechei os olhos e me deixei levar pelo gostoso que a Karen chupava e lambia até que ouvi uns passos se aproximando, mas a Karen em vez de parar ou tentar disfarçar continuou no serviço dela, o Carlos só se aproximou olhando fixamente pro boquete gostoso que minha namorada fazia, enquanto nos dizia pra gente não se preocupar com ele, que continuássemos no que a gente tava. Na verdade quase não dei importância de tão tesudo que eu tava e joguei a cabeça pra trás fechando os olhos de novo enquanto a Karenzinha continuava me chupando deliciosamente. Pelo que a Karen contou depois, o Carlos sentou na cama a uns 2 metros de mim enquanto a Karen observava ele tirar a pica pra fora, que tava completamente dura e media uns 23 cm. A minha não é tão ruim, tem 17 cm, mas obviamente o tamanho, a cor e o formato daquela pica preta chamaram a atenção dela. Ele começou a se masturbar enquanto se olhavam diretamente, fazendo gestos pra Karen tirar a roupa, o que ela obedeceu quase na hora, ficando completamente nua, mas sem parar de me fazer aquele boquete gostoso. Até que eu notei que ela parou, afastando a boca da minha pica. Abri os olhos pra ver o motivo e pude observar o Carlos de pé do lado da Karen com a pica apontada pra boca dela. Eu me levantei pra parar a situação, a Karen tentou me acalmar dizendo que o Carlos só tava olhando, e o Carlos também falou pra eu ficar tranquilo, que não ia rolar nada que a gente não quisesse. A Karen chegou perto de mim pra me abraçar e se ajoelhou pra continuar o boquete, enquanto o Carlos se afastou. Eu pensei que ele fosse nos deixar sozinhos, mas não demorou e ele voltou com uma fita de tecido, tipo renda, dizendo: Carlos: "proponho um jogo" Karen: "qual?" Carlos: "a gente te venda os olhos e você tenta adivinhar que pica tá chupando" Eu: "cê tá louco se acha que ela vai..." Karen: "que divertido, bora jogar, amor" Ela pegou a fita e amarrou nos próprios olhos. Karen: "tô pronta, e vocês?" Obviamente eu não ia deixar ela chupar a pica do Carlos, então sem dizer uma palavra, fiquei de frente pra ela, enfiando minha pica na boca aberta dela, e segurei o cabelo dela pra empurrar bem lá no fundo. Até que notei ela fazer um pouco de força pra trás pra se soltar.
Karen: que pau tão gostoso você tem, Carlos, agora quero provar o do meu amorzinho. Obviamente ela sabia que era o meu pau, mas queria provar o do Carlos, então já um pouco mais resignado, com minha mão no cabelo dela, virei a cabeça dela para o pau do Carlos, que obviamente não conseguiu entrar na boca dela de início, mas isso não impediu que ela tentasse uma e outra vez enquanto também lambia aquele pau por todo o comprimento e largura.
Karen: me fode, amorzinho, me fode que eu preciso. Disse ela enquanto subia na cama, ficando de quatro e empinando aquela bunda gostosa. Eu me aproximei e fiquei atrás dela, começando a penetrar aquela buceta deliciosa que já estava toda molhada de tão excitada que ela estava com a situação.
Eu comecei a bombar ela cada vez mais forte enquanto ela gemia cada vez mais, enquanto o Carlos se parava na frente deles aproximando a pica do rosto da minha namoradinha, que ao sentir a cabeça da pica batendo na bochecha dela, sem usar as mãos abriu a boca procurando aquela pica preta pra meter de novo na boca dela.
Eu observava a cena do melhor filme pornô da minha vida, ver minha mina e o lado mais puta dela obcecada por aquela rola preta que ela tava devorando por completo.
De repente ela vira pra mim e com cara de súplica me fala: Karen: amor, você deixaria o Carlos meter em mim, por favor?? É que minha buceta tá com fome dessa pica preta. Eu sinceramente não consegui recusar porque também queria ver como a puta da minha namorada ia ser arrombada por esse pauzão preto, então o que eu fiz foi sair de dentro da minha mina deixando meu lugar pro Carlos, que na hora se posicionou atrás dela, encostou a cabeça da pica grossa dele na entrada da buceta da minha namorada e com um único empurrão meteu de uma vez até o fundo, fazendo a Karen soltar um grito de dor que deve ter sido ouvido pelo prédio inteiro. Carlos: enfia a pica na boca dessa puta pra ela não gritar tanto. Óbvio que eu obedeci e comecei um boquete novo, mas dessa vez foi bem interrompido, porque dava pra ver que ela tava sentindo aquela pica em todo o esplendor, que tava preenchendo ela por completo, já que o Carlos me avisou falando: Carlos: caralho, essa buceta aperta gostoso demais, me lembra a da Julieta quando eu comi ela nas primeiras vezes.
Carlos terminou de tirar toda a roupa dela enquanto me dizia pra eu continuar no que tava fazendo enquanto ele descansava um pouco. Eu voltei a meter na buceta da Karen, mas dessa vez ela já não abraçava minha pica como antes, tava toda largada pela do Carlos.
Mesmo sabendo que talvez ela já não sentisse o mesmo por mim, fiquei tão excitado com essa situação ao saber que minha namorada era uma puta viciada em pica preta, esse pensamento foi o que acabou provocando meu orgasmo, esvaziando meu gozo dentro da minha namoradinha.
Carlos: já tão rápido?? Karen: ah, amor, eu ainda quero mais. Carlos: então pra princesa, tudo o que ela pedir. Disse se aproximando e me tirando de trás da minha mina pra tomar meu lugar, na cabeça do pau ele pegou meu gozo que escorria da buceta da Karen e meteu de novo.
Ele brincou fazendo círculos só com a cabeça da pica dentro da buceta da Karen, arrancando gemidos dela, que suplicando disse: Karen: já mete logo, por favor Carlos: só se você me disser que vai ser minha putinha daqui pra frente Karen: sim, eu vou ser sua putinha sempre que você quiser, mas já mete logo, por favor Carlos: tem certeza, não liga pro seu namorado?? Karen: verdade que você me dá permissão, amor? Ela virou com aquela cara de putinha me suplicando, e eu só consegui assentir. Aí o Carlos, rindo, só foi lá e meteu de novo na minha namorada, ou melhor, na PUTINHA dele.
Eu só observava tudo aquilo e como a namorada se entregava pro Carlos, ainda não tava consciente de tudo que tava rolando, mas ver a Karen daquele jeito, tão entregue, sem ligar pra minha presença, me deu uma ereção nova. Carlos: não fica mal, amigo, vou te emprestar minha putinha de vez em quando, aliás, olha, vou deixar você meter nela agora junto comigo. Falou enquanto saía de cima da minha mina e se deitava pra ela subir em cima dele, ela se ajeitou e se deixou cair no pau dele, ia começar a rebolar quando o Carlos imobilizou ela segurando a cintura e abrindo ela com uma mão, me apontou a bunda dela. Carlos: quer ficar cheia por todos os buracos, né, putinha? Karen: sim, meu amor, mmmm, quero ficar bem cheia. A Karen tinha chamado o Carlos de meu amor pela primeira vez, não tinha mais volta, a verdade é que senti um ciúme misturado com resignação, mas a raiva em mim fez eu enxergar ela pelo que ela era, uma putinha que eu também posso usar do meu jeito, e comecei a meter nela com força, extravasando toda aquela raiva que eu tava guardando.
O cu dela dela, diferente da buceta, ainda apertava uma delícia, e junto com a sensação que dava com os movimentos dos 3 era maravilhoso, sentir a pica do Carlos através da pele fina que separa o cu da buceta dela era a perdição, até que num momento a Karen pediu pra gente não se mexer, a gente só obedeceu e a Karen começou a fazer todo o trabalho, começou a rebolar o cu como nunca tinha feito, fazendo círculos alternados com metida e tirada de um jeito completamente fora de controle, no começo eu tive que me adaptar porque quando ela se jogava pra frente, tentando tirar quase toda a pica do Carlos da buceta dela, chegou um momento em que eu saí completamente enquanto ainda faltava tirar um pedaço da pica do Carlos. Karen: cuidado pra não sair, senão você fica de fora, hein Carlos: se prepara que vem coisa boa, ou não, minha putinha? Karen: sim, meu amor, vem o mais gostoso, goza na minha buceta, já quero sentir Notar como ela falava com ele com carinho, enquanto comigo ela me tratava daquele jeito, fez com que eu só pudesse pedir desculpas enquanto voltava a meter minha pica no cu dela. Karen começou o movimento de novo, dessa vez eu tentava me segurar com as mãos pra não sair do cu dela, terminando os três num orgasmo compartilhado delicioso, Karen só se deixou cair de frente, ficando deitada em cima do Carlos, e os dois dormiram assim naquela posição enquanto eu me deitava do lado deles, acordando de manhã com o barulho e os movimentos da cama, vendo minha namorada montando de novo no amante dela sem se importar com a minha presença.
Karen: que pau tão gostoso você tem, Carlos, agora quero provar o do meu amorzinho. Obviamente ela sabia que era o meu pau, mas queria provar o do Carlos, então já um pouco mais resignado, com minha mão no cabelo dela, virei a cabeça dela para o pau do Carlos, que obviamente não conseguiu entrar na boca dela de início, mas isso não impediu que ela tentasse uma e outra vez enquanto também lambia aquele pau por todo o comprimento e largura.
Karen: me fode, amorzinho, me fode que eu preciso. Disse ela enquanto subia na cama, ficando de quatro e empinando aquela bunda gostosa. Eu me aproximei e fiquei atrás dela, começando a penetrar aquela buceta deliciosa que já estava toda molhada de tão excitada que ela estava com a situação.
Eu comecei a bombar ela cada vez mais forte enquanto ela gemia cada vez mais, enquanto o Carlos se parava na frente deles aproximando a pica do rosto da minha namoradinha, que ao sentir a cabeça da pica batendo na bochecha dela, sem usar as mãos abriu a boca procurando aquela pica preta pra meter de novo na boca dela.
Eu observava a cena do melhor filme pornô da minha vida, ver minha mina e o lado mais puta dela obcecada por aquela rola preta que ela tava devorando por completo.
De repente ela vira pra mim e com cara de súplica me fala: Karen: amor, você deixaria o Carlos meter em mim, por favor?? É que minha buceta tá com fome dessa pica preta. Eu sinceramente não consegui recusar porque também queria ver como a puta da minha namorada ia ser arrombada por esse pauzão preto, então o que eu fiz foi sair de dentro da minha mina deixando meu lugar pro Carlos, que na hora se posicionou atrás dela, encostou a cabeça da pica grossa dele na entrada da buceta da minha namorada e com um único empurrão meteu de uma vez até o fundo, fazendo a Karen soltar um grito de dor que deve ter sido ouvido pelo prédio inteiro. Carlos: enfia a pica na boca dessa puta pra ela não gritar tanto. Óbvio que eu obedeci e comecei um boquete novo, mas dessa vez foi bem interrompido, porque dava pra ver que ela tava sentindo aquela pica em todo o esplendor, que tava preenchendo ela por completo, já que o Carlos me avisou falando: Carlos: caralho, essa buceta aperta gostoso demais, me lembra a da Julieta quando eu comi ela nas primeiras vezes.
Carlos terminou de tirar toda a roupa dela enquanto me dizia pra eu continuar no que tava fazendo enquanto ele descansava um pouco. Eu voltei a meter na buceta da Karen, mas dessa vez ela já não abraçava minha pica como antes, tava toda largada pela do Carlos.
Mesmo sabendo que talvez ela já não sentisse o mesmo por mim, fiquei tão excitado com essa situação ao saber que minha namorada era uma puta viciada em pica preta, esse pensamento foi o que acabou provocando meu orgasmo, esvaziando meu gozo dentro da minha namoradinha.
Carlos: já tão rápido?? Karen: ah, amor, eu ainda quero mais. Carlos: então pra princesa, tudo o que ela pedir. Disse se aproximando e me tirando de trás da minha mina pra tomar meu lugar, na cabeça do pau ele pegou meu gozo que escorria da buceta da Karen e meteu de novo.
Ele brincou fazendo círculos só com a cabeça da pica dentro da buceta da Karen, arrancando gemidos dela, que suplicando disse: Karen: já mete logo, por favor Carlos: só se você me disser que vai ser minha putinha daqui pra frente Karen: sim, eu vou ser sua putinha sempre que você quiser, mas já mete logo, por favor Carlos: tem certeza, não liga pro seu namorado?? Karen: verdade que você me dá permissão, amor? Ela virou com aquela cara de putinha me suplicando, e eu só consegui assentir. Aí o Carlos, rindo, só foi lá e meteu de novo na minha namorada, ou melhor, na PUTINHA dele.
Eu só observava tudo aquilo e como a namorada se entregava pro Carlos, ainda não tava consciente de tudo que tava rolando, mas ver a Karen daquele jeito, tão entregue, sem ligar pra minha presença, me deu uma ereção nova. Carlos: não fica mal, amigo, vou te emprestar minha putinha de vez em quando, aliás, olha, vou deixar você meter nela agora junto comigo. Falou enquanto saía de cima da minha mina e se deitava pra ela subir em cima dele, ela se ajeitou e se deixou cair no pau dele, ia começar a rebolar quando o Carlos imobilizou ela segurando a cintura e abrindo ela com uma mão, me apontou a bunda dela. Carlos: quer ficar cheia por todos os buracos, né, putinha? Karen: sim, meu amor, mmmm, quero ficar bem cheia. A Karen tinha chamado o Carlos de meu amor pela primeira vez, não tinha mais volta, a verdade é que senti um ciúme misturado com resignação, mas a raiva em mim fez eu enxergar ela pelo que ela era, uma putinha que eu também posso usar do meu jeito, e comecei a meter nela com força, extravasando toda aquela raiva que eu tava guardando.
O cu dela dela, diferente da buceta, ainda apertava uma delícia, e junto com a sensação que dava com os movimentos dos 3 era maravilhoso, sentir a pica do Carlos através da pele fina que separa o cu da buceta dela era a perdição, até que num momento a Karen pediu pra gente não se mexer, a gente só obedeceu e a Karen começou a fazer todo o trabalho, começou a rebolar o cu como nunca tinha feito, fazendo círculos alternados com metida e tirada de um jeito completamente fora de controle, no começo eu tive que me adaptar porque quando ela se jogava pra frente, tentando tirar quase toda a pica do Carlos da buceta dela, chegou um momento em que eu saí completamente enquanto ainda faltava tirar um pedaço da pica do Carlos. Karen: cuidado pra não sair, senão você fica de fora, hein Carlos: se prepara que vem coisa boa, ou não, minha putinha? Karen: sim, meu amor, vem o mais gostoso, goza na minha buceta, já quero sentir Notar como ela falava com ele com carinho, enquanto comigo ela me tratava daquele jeito, fez com que eu só pudesse pedir desculpas enquanto voltava a meter minha pica no cu dela. Karen começou o movimento de novo, dessa vez eu tentava me segurar com as mãos pra não sair do cu dela, terminando os três num orgasmo compartilhado delicioso, Karen só se deixou cair de frente, ficando deitada em cima do Carlos, e os dois dormiram assim naquela posição enquanto eu me deitava do lado deles, acordando de manhã com o barulho e os movimentos da cama, vendo minha namorada montando de novo no amante dela sem se importar com a minha presença.
1 comentários - Trio hmH com minha mina gostosa